Ilustrações Ilustrações U

Unidade

 

Por que separado se escreve tudo junto e tudo junto se escreve separado?

 

No outono, quando se vê bandos de gansos voando ao sul, formando um grande "V" no céu, indaga-se o que a ciência já descobriu sobre o porquê de voarem desta forma.. Sabe-se que quando cada ave bate as asas move o ar para cima, ajudando a sustentar a ave imediatamente atrás. Ao voar em forma de "V" o bando se beneficia de pelo menos 71% a mais de força de vôo do que uma ave voando sozinha. Pessoas que têm a mesma direção e sentido de comunidade podem atingir seus objetivos de forma mais rápida e fácil, pois viajam beneficiando-se de um impulso mútuo. Sempre que um ganso sai do bando, sente subitamente o esforço e a resistência necessários para continuar voando. Rapidamente, ele entra outra vez em formação para aproveitar o deslocamento de ar provocado pela ave que voa imediatamente à sua frente. Se tivéssemos o mesmo sentido dos gansos, manter-nos-íamos em formação com os que lideram o caminho para onde também desejamos seguir. Quando o ganso líder se cansa, ele muda de posição dentro da formação e outro ganso assume a liderança. Vale a pena nos revezarmos em tarefas difíceis, e isto serve tanto para as pessoas quanto para os gansos que voam rumo ao sul. Os gansos de trás gritam encorajando os da frente para que mantenham a velocidade. Que mensagem passamos quando gritamos de trás? Finalmente, quando um ganso fica doente ou é ferido por um tiro e cai, dois gansos saem de formação e o acompanham para ajudá-lo e protegê-lo. Ficam com ele até que consiga voar novamente ou até que morra. Só então levanta vôo sozinhos ou em outra formação, a fim de alcançar seu bando.

 

Eu li que no hebraico, "unir-se" significa aderir ou juntar. É a idéia que nos traz duas folhas de papel coladas. No casamento, marido e mulher, unem-se, aderindo-se um ao outro. Para separá-los, como nas folhas de papel, ambos terão que se rasgar. Não compensa. (baseado em Sergio e Magali Leotto, em Casamento: Reavaliar Para Crescer, pg 55).

 

A união entre os jogadores brasileiros e destes com a comissão técnica, durante a Copa do Mundo/2002 que nos deu o pentacampeonato, foi tão grande que chegou ao ponto de ser considerada à de uma família, a "família Scollari". E, sem dúvida, essa união foi um dos fatores decisivos à grande conquista. (Fonte: Nilson Dimárzio, em O Jornal Batista, pg 3 - 15 a 21/07/2002).

 

La Fontaine: "Toda força é fraca se não é unida".

 

Olhe o exemplo dos animais da floresta que queriam derrubar uma árvore mas não conseguiam. Todos tentaram em vão, até que os cupins pediram o prazo de seis meses para derrubarem aquela árvore sozinhos. Depois do prazo, os animais voltaram e encontraram a árvore, outrora imponente, deitada no chão. 

 

A unidade cristã começa na cruz.

 

Deus chama os Seus filhos à unidade -não à unifermidade.

 

Num dia de Verão de muito calor a minha filha e eu desfrutávamos os escorregas e os tubos de descida num parque aquático. Enquanto esperava na fila para uma das descidas, eu ouvi um homem perguntar: “Alguém sabe onde este tubo vai dar?” A pessoa ao seu lado disse: “Não tenho a mínima idéia.” Eu ri-me da sua aparente ignorância, mas então reparei que eu também não sabia onde terminava. Não fez qualquer diferença, apesar de tudo. Era um dia pai-e-filha e nós estávamos a divertir-nos. Não importava onde fossemos; era o facto de estarmos juntos que era o mais importante. - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Dezembro99.htm

 

A "União" faz o açúcar.

 

Eu cavo, tu cavas, ele cava, nós cavamos, vós cavais, eles cavam... Não é bonito, mas é profundo.

 

Quando os cristãos se aproximam de Cristo, também se aproximam uns dos outros.

 

Um homem visitava um hospital psiquiátrico. Um enfermeiro mostrava-lhe pacientemente os vários setores daquela casa. Intrigado com a flagrante desproporção entre o número de funcionários e o de enfermos ali internados, o visitante perguntou: “Vocês, funcionários, não têm medo de que os internos se unam e agridam vocês? Afinal, eles são em número muito maior!” O enfermeiro respondeu: “Oh! Não, ninguém precisa ficar com medo. Os loucos nunca se unem”.

 

Uma só andorinha não faz verão, uma só gota não faz um rio, uma só árvore não faz uma floresta, uma só pessoa não faz uma família, assim é que também um só crente não faz uma igreja.

 

Warren W. Wiersbe, no seu livro "A Crise da Integridade", diz: "Para entender a integridade, precisamos primeiro entender que há duas forças operando no mundo: 1) Deus está unindo as coisas, e 2) o pecado as está separando. Deus deseja a unidade; Satanás quer a divisão". (O Jornal Batista, pg 2 - 22 a 28/10/2001).

 

Os médicos passariam mal, se todas as pessoas passassem bem.

 

Aconteceu uma vez num leilão de se vender mercadorias de grande valor. Um cobertor de lã estava ali e, sendo de finíssimo acabamento, atraía a atenção de todos. Então, o leiloeiro perguntou: “Quanto dão por este belo cobertor?” Uma voz masculina disse: “Mil”. Uma voz feminina: “Dois mil”. Tornou o homem: “Pago quatro mil”. E a mulher: “Eu dou seis”. Estava estabelecida a competição. Quando a oferta chegou a 12 mil, para o agrado do leiloeiro, lance bastante alto para aquele cobertor, o martelo foi batido sobre a mesa, ao mesmo tempo em que dizia o leiloeiro: “Vendido para o Sr. Silva. Doze mil”. A voz feminina soou lá de trás: “Sr Silva!! ...mas esse é o meu marido!” Ah! Se tivessem se unido desde o começo no mesmo propósito, teriam adquirido o cobertor por um preço muito melhor e menor! Veja que a rivalidade produz grandes prejuízos!

 

O escritor e psiquiatra cristão Paul Tornier disse "que existem algumas coisas que não podemos fazer sozinhos, uma delas é ser cristão". O que Paul Tornier quis dizer é que, para sermos um cristão vivo e autêntico, é preciso a companhia, o envolvimento com outros crentes. (Paulo Pancote Lancerda, em O Jornal Batista, pg 10 - 6 a 12/08/2001).

 

Já ouviu falar das “pedras que rolam”? São redondas e do tamanho de nozes. Colocadas no chão, distantes um metro das outras, elas rolam para um centro comum e não param até que todas estejam juntinhas. Se uma delas fosse colocada separada das demais, por certo voltaria para junto das suas companheiras. O segredo não é muito difícil de ser descoberto. As pedras são compostas de ferro magnético, e se atraem mutuamente pela força misteriosa do magnetismo. Assim somos nós os cristãos. Não deveríamos conseguir permanecer distantes uns dos outros. Devíamos, isto sim, ser atraídos mutuamente pelo magnetismo do nosso Senhor Jesus Cristo.

 

Eu me lembro de quando residia em Teresópolis-RJ, passar por uma avenida que dava frente para duas igrejas, para duas igrejas de denominações diferentes, uma ao lado da outra, separadas apenas por uma casa, uma residência. Uma igreja chamava-se "Igreja de Deus", com uma placa bonita, grandona na frente. A outra igreja, também tinha uma placa na frente, e dizia: "Igreja de Cristo". Fiquei pensando na impressão dos não-crentes sobre aquelas duas congregações e sobre o povo de Deus em geral.

 

Uma das maiores redes de lojas dos EUA, recentemente, veio a beirar a falência. Motivo: ela passou a vender revistas pornográficas junto de seus caixas. Alguns evangélicos decidiram boicotar aquela rede de lojas. A decisão foi acatada por tantos crentes que aquela rede de lojas viveu uma das maiores crises financeiras de sua história. - Revista Resistência - Editora Cultura Cristã.

 

Uma corda é feita de vários fios unidos uns aos outros, que assim se tornam fortes e resistentes.

 

O evangelista Well contou, há muitos anos que, nos Estados Unidos, certo fazendeiro soube que sua filha de três anos estava perdida num trigal da fazenda. Chamou os amigos e durante dois dias não puderam encontrá-la. Finalmente pediu ao delegado local a cooperação de todos os homens que procurando, se deram as mãos formando uma grande fileira varrendo praticamente o trigal. Poucos momentos de procura e encontraram a garotinha morta, tendo os médicos declarado que a morte ocorrera a uma ou duas horas antes. E o fazendeiro, pai da menina, clama: "Oh" Deus! Porque não nos demos as mãos bem antes?" Quem dera igrejas e pastores nos déssemos as mãos, logo e antes que seja tarde, para numa grande fileira, procurarmos e encontrarmos o nosso povo como que perdido no trigal dos seus problemas! 

 

Esta me contaram. Já havia começado o culto naquela grande igreja. O irmão retardatário é gentilmente conduzido pelo "introdutor", que lhe indica um lugar vago. O redartadatárioo acompanha-o, e ao ver quem estava sentado junto ao lugar vago que he fora oferecido, falou baixinho ao introdutor: "Me arruma outro lugar, que eu não suporto esse irmão aí de terno cinza, e não vou me assentar ao lado dele...". - José Luiz Marcellino, em O Jornal Batista.

 

Há muitos anos atrás, um comercial de televisão chamou a minha atenção. Nele, os instrumentos de uma orquestra estavam reunidos, cada qual reivindicando para si o direito de ser o principal instrumento do conjunto. Um após o outro, piano, violino, flauta, clarineta, violoncelo e todos os outros, citavam suas próprias qualidades e se autoproclamavam os mais importantes da orquestra. Eis que, de repente, alguém grita: "Silêncio, aí vem o maestro!" De súbito, todos se calam, o regente sobre à plataforma e, com um sinal característico, todos se posicionam; sob a sua regência, começam a tocar em verdadeira harmonia. A lição que podemos tirar é evidente. Na igreja, somos os instrumentos de uma orquestra. As nossas paixões, emoções e diferenças, muitas vezes nos levam a quebrar a unidade que temos. Mas diante do Maestro, o regente de nossas vidas que é Cristo, devemos submeter-nos à Sua vontade e direção. - Paulo Pancote Lacerda, em O Jornal Batista.

 

Alguém que já observou um rebanho de ovelhas, contou: "Já presenciei vários rebanhos nos campos e pude ver que as ovelhas comem, dormem e caminham juntas. Pode acontecer de uma ovelha se perder do rebanho, mas é algo muito difícil de acontecer".

 

Ageu 1.6 - Se o Espírito Santo mandar uma carta para a igreja da sua cidade, quantas cartas Ele precisaria escrever? Questão: unidade!

 

Disse muito bem Eleanor L. Doan: "O amor que une os cristãos deve ser mais ardente que as diferenças que os dividem". E René Voillaune reforça: "O homem foi feito para a unidade".

 
Charles Swindoll afirmou acertadamente: “Estou pessoalmente convencido de que o inimigo número um da unidade cristã é a língua”. 14/12/06
 
Ouvi a seguinte estória: Um rato, olhando pelo buraco da parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos: “Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!!” A galinha disse: “Desculpe-me, ser Rato, isso é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada”. O rato foi até o porco e lhe disse: “Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!” “Desculpe-me, senhor Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces. O rato então dirigiu-se à vaca. Ela lhe disse: “O que, senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso, estou em perigo? Acho que não!Então o rato voltou para casa, cabisbaixo e abatido, para pensar como enfrentaria a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando a sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que a ratoeira havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegara pela cauda uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher... o fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela foi medicada, mas voltou com febre. Todo o mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro então mandou matar a galinha e preparar uma saborosa canja. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo. Bem, da próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e pensar que isso não lhe diz respeito, lembre-se da estória da ratoeira. Como crentes, somos um corpo. – Pedro Solonca, em O Jornal Batista. 15/12/06
 
"Não há uma polegada no meu caminho que não passe pelo caminho do outro". Simone de Beauvoir, escritora, FRA, 1908-1986. 18/12/06
 
Escreveu um poeta: "Seres humanos são anjos de uma asa só, para voar têm que se unir ao outro". 13/1/07
 
Montesquieu, filósofo, advogado e juiz, viveu na França de 1689 a 1755, e contava uma história simples, digna entretanto de boa reflexão: O homem viajava, e seu caminho atravessava a montanha. De repente, ele viu, que uma grande pedra impedia o seguimento da viagem. O homem tentou afastá-la. Não o conseguindo, sentou-se desanimado na estrada. Pouco depois, veio outro homem, e agiu da mesma forma. Outros chegaram também, e, após algum tempo, vários homens estavam sentados, desanimados, perto da pedra. A um dado momento, alguém pensou, e disse: - Por que não unimos nossos esforços para juntos removermos a pedra? Idéia prontamente aprovada, os homens passaram logo do pensamento a e das palavras à ação. A pedra foi e afastada, e, tranqüilos e felizes, os viajantes continuaram a jornada. O pensador francês concluía assim sua parábola: “Enquanto vivemos desunidos, e cada um preocupa-se somente consigo mesmo, termos apenas sofrimento, desgraça e opressão”. Cooperação, o tema de Montesquieu, tem tudo a ver com a obra do Reino de Deus. 25-12-2007
 
A palavra "cônjuge" se origina da expressão "com jugo" (do latim cum - Idéia de união ou companhia - mais "jugum": - jugo, domínio). Significa o que leva o mesmo jugo. Se no relacionamento conjugal o casal está competindo entre si, não está sob o mesmo Jugo. Só dividem o mesmo jugo aqueles que vivem em cooperação, ou seja, "operando com". Palavra & Vida, Abril-Junho/2006.
 

Durante a visita do rei da Itália à cidade de Nápoles, nove pastores protestan-tes da cidade apresentaram-se a ele. Este era metodista, aquele era ba­tista, um terceiro presbiteriano, e assim por diante. "Não posso compreen­der" - disse o Rei - "como, sendo todos ministros do mesmo evangelho, ten­des tantas divisões." O ministro valdense explicou: "No exército de vossa majestade há muitos regimentos, com uniformes diferentes e designados por nomes diversos; não obstante, estão todos sob um só comando e debaixo de uma única bandeira. Do mesmo modo nós nos sentimos: separados em várias denominações, temos o Chefe Único - nosso Senhor Jesus Cristo - e estamos debaixo de uma única bandeira - a do evangelho redentor". Agradeceu o Rei, e disse: "Agora entendo. Quer dizer que, embora existam diferenças entre vós em matérias secundárias, há uma unidade em tudo o que é essencial". 14.2.2008

 

Um missionário estava administrando a ceia do Senhor, numa capela, na Índia. Entre os cristãos ajoelhados perante o altar, estavam um ex-brâmane e outra pessoa que tinha sido um pária na índia. O primeiro pertencera à mais alta casta social e o segundo, tão inferior era na escala social, que nem casta possuía. O missionário entregou o cálice a ambos. Aos olhos de Deus as dife­renças de raça, de nacionalidade ou de classe social nada valem. Na igreja cristã todos somos um em Cristo. Ainda não chegamos a ter um só redil, no entanto temos um só pastor. Nossa tarefa não é empenhar-nos para criar a unidade cristã, mas sim reco­nhecê-la, aceitar Cristo e ser dirigidos na mente e no coração por seu amor. A unidade deriva de nossa fé em um só Senhor e Salvador. Os cristãos, por todo o mundo, combatem o bom combate da fé por amor de Cristo. Em memória dEle, os cristãos se congregam hoje em todo o mundo para participar da ceia do Senhor. Maldwin L. Edwards (Inglaterra). 18.2.2008

 

"Bem podemos nos chamar irmãos, porque somos redimidos por um sangue; somos participantes da mesma vida; alimentamo-nos do mesmo pão celestial; estamos unidos pela mesma Cabeça vivente; buscamos os mesmos fins; amamos o mesmo Pai; somos herdeiros das mesmas promessas; e habitare­mos juntos para sempre no mesmo céu." 19.2.2008

 

Conta William Stidger que, achando-se na Suíça, estava uma tarde senta­do no pórtico de um hotel que oferecia belo cenário dos Alpes. De repente, ele ouviu o eco de um sino. Foi-lhe mostrado, então, um alto e majestoso campa­nário a erguer-se sobre penhascos distantes. O crepúsculo ia-se rapidamente transformando em escuridão; mas ainda não havia luz na igreja. Indagou, pois, ao proprietário do hotel: - Se eles pretendem ter um culto religioso, por que não há luzes na igreja? - Ah! - disse o homem - E uma história muito interessante. Dentro de alguns minutos, o senhor verá o povo serpeando pelo caminho em direção ao templo, levando cada um a sua luz. Sabe, o homem que fez doação daquela igreja à comunidade, fê-lo com a condição de que nunca houvesse qualquer luz artificial na igreja. De modo que o costume é que todos levem consigo, quando vão ao culto divino, unta vela acesa. Não tardou a que Stidger visse as luzinhas vacilantes pelo caminho aci­ma, em direção aos Alpes. Gente de todas as direções ia ziguezagueando ru­mo à casa de culto. A principio, havia apenas uma débil luzinha; depois, o prédio tornou-se cada vez mais iluminado, até que, finalmente, a luz irradiava através dos vitrais coloridos, e todo o edifício resplandecia. Que apropriada imagem essa dos cristãos, homens e mulheres iluminan­do todo este escuro mundo! Certamente as trevas cobrem a terra; é densa a escuridão dos povos, mas os cristãos precisam ser luzes nas trevas. E, à me­dida que, um a um, caminhamos pelo mundo, devemos encher toda a terra com a luz do evangelho de Cristo. 19.2.2008

 

Um escritor nos conta que certa vinha não correspondeu, durante muitos anos, às espectativas do viticultor. Era uma vinha sadia, porém produzia pou­cos frutos. Finalmente chegou um ano em que a vinha ficou carregada de lin­dos cachos. A fim de entender o mistério, o viticultor cavou a terra para ver as raízes e foi seguindo-as até que descobriu que elas haviam atravessado a ter­ra, até alcançarem as águas de um rio que lhe fornecia a umidade necessária. Dessa vinha aprendamos que, em união vital com Cristo, podemos pro­duzir muitos frutos. Diz Jesus: "Eu sou a videira, vós os ramos... sem mim nada podeis fazer" (Jo 15.5). 25.2.2008

 

O mistério dessa união com Cristo faz perplexas muitas pessoas. E uma experiência que, embora sentida e vivida, nem por todos pode ser plenamente explicada. Certo homem, um dia, perguntou sarcasticamente a um pobre e velho negro: - Dizes que Cristo vive em ti e tu nele. Como, porém, pode isso ser pos­sível? O velho pensou um pouco e tornou: - Vê esta moeda de cobre? Vou jogá-la no fogo para torná-la vermelha, em brasa. Então a moeda estará no fogo e o fogo na moeda. Por que o senhor não se lança assim nos braços de Jesus? 25.2.2008

 

Conta-nos uma antiga parábola que, certo dia, um alfinete e uma agulha encontraram-se numa cesta de costuras. Estando os dois desocupados, começaram a discutir, porque cada um se considerava melhor e mais importante do que o outro: "Afinal, qual é mesmo a sua utilidade?" disse o alfinete para a agulha. "E como pensa você vencer na vida se não tem cabeça?" "A sua crítica não tem a menor procedência" respondeu a agulha rispidamente. "Responda-me agora: de que serve a cabeça se não tem olho? Não é mais importante poder ver?" "Ora, e de que lhe vale seu olho se há sempre um fio impedindo a sua visão?" retrucou o alfinete. "Pois fique sabendo que mesmo tendo um fio atravessando o meu olho, eu ainda posso fazer muito mais do que você." Enquanto se ocupavam nessa discussão, uma senhora pegou a cesta de costura, desejando coser um pequeno rasgo no tapete. Enfiou a agulha com linha bem resistente e se pôs a costurar o mais rápido que pôde. De repente a linha emaranhou-se, formando uma laçada que dificultou o acabamento da costura. Apressada, a mulher deu um puxão violento que rompeu o olho da agulha. Tendo que ultimar aquele trabalho, ela amarrou a linha na cabeça do alfinete e conseguiu dar os pontos finais; mas na hora de arrematar, a cabeça do alfinete se desprendeu. Impaciente com tudo, jogou a agulha e o alfinete na cesta e saiu resmungando. Ambos estavam enganados: o alfinete e a agulha! Nenhum dos dois era insubstituível. Nenhum dos dois era perfeito. Nenhum dos dois era tão versátil que pudesse julgar-se com o direito de se considerar melhor do que o outro. "Porque também o corpo não é um membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixará de ser do corpo. E o olho não pode dizer à mão: Não tenho necessidade de ti." (1 Coríntios 12:15). Josué Mello Salgado 30.4.2009

 

Quem está crucificado com Cristo ficou sem mãos para segurar bandeiras!9.7.2009

 

Coragem, determinação, perseverança, dedicação. É disso que qualquer equipe necessita para enfrentar e vencer os desafios em sua caminhada para a concretização de seus objetivos. Em janeiro de 1979 um grupo de guerrilheiros norte-americanos montou uma estratégia para resgatar alguns prisioneiros de guerra em Teerã, capital do Irã. Era um grupo de veteranos, chamados de Águias. Enfrentaram obstáculos aparentemente intransponíveis e conseguiram concluir a missão, resgatando o patrimônio mais valioso para um exército: os seus homens. Na Igreja de Cristo também devemos trabalhar pelos mesmos objetivos de resgatar as almas que ainda estão aprisionadas pelo Inimigo. Para alcançarmos êxito em nossa missão, precisamos trabalhar unidos, seguindo sempre a estratégia já previamente montada pelo General dos generais, Jesus Cristo.27.8.2009

 

Éfer Soares de Souza, o Efinho, quando Vereador em São Fidélis, escreveu uma nota ao O Jornal Batista (9.11.2001) comunicando ao povo batista sobre projeto de lei e lei de sua autoria, que institui o Dia do Evangelho no Município de São Fidélis, RJ, tornando o dia, 6 de agosto um feriado municipal. Observe, porém, que é "Dia do Evangelho". Não Dia do Evangélico.1.10.2009

 

COISAS QUE NATURALMENTE SE ATRAEM: Nariz e dedo... Mulher e vitrines... Queijo e goiabada... Tampa de caneta e orelha... Tampa de creme dental e ralo de pia...  3.11.2009