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Roupas |
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Tá parecendo Fidel Castro: "Economizar no vestuário não significa andar 30 anos com a mesma roupa." |
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Um indivíduo estava a morrer de sede no deserto. As forças faltavam e estava resignado à sua sorte quando viu um vulto ao longe. Com esperança redobrada, arrastou-se e gritou - "Água! Por favor, água!". - Água não tenho-respondeu o outro; - Mas vendo gravatas. Não quer uma gravatita? -Gravatas? Eu estou aqui a morrer de sede e você quer vender-me uma gravata? Desapareça antes que eu o mate com as minhas últimas forças. - Bom. Se não quer uma gravata, vou-me embora.- e foi. "Vejam lá, a minha última esperança e queria fazer negócio comigo. Vou morrer".-pensou o sujeito. Mas nesse momento, distinguiu outra sombra no horizonte e novamente animado, foi arrastando-se cada vez mais até conseguir distinguir uma casa com um letreiro a dizer "Cervejaria - Marisqueira - Snack-Bar"!!! "Incrível! Que sorte! Vou já pedir uma caneca!"- alegrou-se o sujeito, dirigindo-se para a entrada. -Alto!! - gritou o porteiro - Proibido entrar sem gravata!!! |
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Quero ser um cristão diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". É pouco. A "geração sarada", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e não é cristã só por isso. Não quero ser cristão só por me vestir de modo diferente... (Isaltino Gomes Coelho Filho, em O Jornal Batista, pg 9 - 8 a 14/10/2001). |
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Minhas roupas também são fator de pregação do evangelho. Tenho cerca de 16 desses botões de lapela, com o símbolo do peixe. Certa vez, ia viajar e encontrei-me no elevador com três comissárias e dois passageiros, que iam pegar o mesmo avião. Um deles disse: "Que botão é esse na sua lapela?" Eu sempre respondo do mesmo jeito: "É o meu ichtus. Significa "peixe" em grego. É o símbolo que os primitivos cristãos usavam para se identificarem entre si. Mas o mais interessante é que cada letra dessa palavra tem um significado: "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador" - e isso também está ligado ao testemunho de minha vida. Embora eu não o mereça, Jesus Cristo, o Filho de Deus, é o meu Salvador." E depois dou um sorriso. - Revista Mensagem da Cruz. |
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Durante a realização da Copa do Mundo de Futebol em 2002, o Senador Eduardo Suplicy tirou seu paletó, enquanto se pronunciava na tribuna do Congresso e estampou, com orgulho, a camisa da Seleção Brasileira. Esse ato foi amplamente divulgado e o curioso é que se falou na possibilidade de cassação de mandato por falta de decoro parlamentar. - O Jornal Batista, 04.08.2002. |
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Em seu Dicionário do Folclore Brasileiro, o pesquisador e professor Luís da Câmara Cascudo diz o seguinte sobre sujeira: “Depois das secreções, não há elemento mais prerigoso na feitiçaria que a sujeira. A roupa emporcalhada, a coisa-feita, o canjerê, a muamba poderosa, de efeito irresistível”.25-12-2007 |
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_ O Manuel ganhou um vale-presente, e foi segunda-feira, a uma loja de sapatos. - Escolheu, escolheu e acabou decidindo por uma par de sapatos de cromo alemão. - O vendedor entregou o sapato, e foi logo advertindo-o: - Senhor, estes sapatos costumam apertar os pés nos primeiros 5 dias. - Não tem problema. Eu só vou usá-los no domingo que vem. 21.8.2008 |
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Conta-se que num certo país, um senhor muito distinto, resolveu fazer uma grande festa e mandou colocar um anúncio nas ruas, convidando a todos para o banquete. Um homem mendigo ouviu o anúncio e disse consigo: "eu também vou a este jantar". E no dia e hora anunciados, lá estava ele no portão de entrada pedindo ao guarda que o deixasse entrar. Mas o guarda respondeu que era impossível por causa das roupas que usava, afinal, não eram roupas de festa. Mas ele insistiu e falou: "Ouvi o anúncio dizendo que a festa é para todos! Não é justo me deixar de fora"! O guarda foi categórico: "Todos devem vestir vestes de festa" e o mendigo insistia no direito de entrar. Neste instante, veio o filho do dona da festa, ouviu a insistência, se aproximou e disse ao porteiro que deixasse o mendigo entrar. Então, o levou até seu quarto, mostrou um guarda roupas cheios de peças, e mandou que escolhesse uma. O mendigo tomou um banho e vestiu roupas de festa... em seguida, pegou as roupas sujas e velhas que usava e fez um embrulho. Ele se negou a deixar aquelas roupas; não quis abandonar nenhuma delas. Agora, como estava bem vestido, entrou para o para o jantar, mas com o seu pacote de roupas velhas e sujas debaixo do braço. Ele se sentou à mesa, todo mundo começou a comer, mas ele, porém, nem conseguia cortar o filé no prato, porque estava com uma das mãos ocupadas. Todo mundo comendo, e ele permanecendo com fome. Alguém disse: "Coma!" Mas ele não podia comer, pois estava com a mão ocupada, segurando o embrulho de roupas sujas. Não quis deixar as roupas velhas. 1.12.2008 |
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Isso me faz lembrar um artigo que li em que um conto de Soren Kierkgaard é evocado e isso tem muito a ver com o descrédito que temos em nossa sociedade: Ele conta que um circo se instalou próximo de uma cidadezinha dinamarquesa, Este circo pegou fogo, O proprietário do circo vendo o perigo do fogo se alastrar e atingir a cidade, mandou o palhaço, que já estava vestido a caráter, pedir ajuda naquela cidade a fim de apagar o fogo, falando do perigo iminente, inútil foi todo o esforço do palhaço para convencer os seus ouvintes, Os aldeões riam e aplaudiam o palhaço entendendo ser esta uma brilhante estratégia para fazê-Ios participar do espetáculo". Quanto mais o palhaço falava, gritava e chorava, insistindo em seu apelo, mais o povo ria e aplaudia". O fogo se propagou pelo campo seco, atingiu a cidade e esta foi destruída.5.10.2009 |