O Ideal de Uma Vida – 8ª. Parte
Romanos 1.21-28
“Sim, eles bem sabiam de Deus, mas não admitiram, nem o adoraram, nem mesmo
agradeceram a Ele todo o seu cuidado diário. E, depois, começaram a fazer idéias
tolas de como Deus seria e o que Ele queria que eles fizessem. O resultado foi
que suas mentes insensatas ficaram confusas e em trevas. Dizendo-se sábios sem
Deus, tornaram-se em vez disso completamente tolos. E então, em vez de adorarem
ao Deus glorioso, vivente, tomaram madeira e pedra e fizeram ídolos para si,
esculpindo-os para que parecessem simples aves, animais, serpentes e homens
mortais. E assim Deus deixou que continuassem com toda espécie de pecados
sexuais e que fizessem tudo quanto desejassem: coisas vis e pecaminosas com os
corpos uns dos outros. Em vez de crerem naquilo que eles próprios sabiam ser a
verdade sobre Deus, escolheram de vontade própria crer em mentiras. E assim
fizeram suas orações às coisas que Deus fez, mas não obedecendo ao Deus bendito
que criou essas mesmas coisas. Esta é a razão pela qual Deus os abandonou,
deixando-os cometer todas essas ações pecaminosas, a tal ponto que até suas
mulheres se voltaram contra o plano natural que Deus tinha para elas e cederam
aos pecados sexuais entre elas mesmas. E os homens, em vez de terem relações
sexuais normais cada qual com sua mulher, arderam em paixão uns pelos outros,
homens praticando coisas vergonhosas com outros homens e, como resultado disso,
receberam a paga em suas próprias almas com o castigo que bem mereciam. Assim,
quando eles abandonaram a Deus e nem mesmo o reconheceram, Deus os deixou fazer
tudo quanto suas mentes malignas poderiam imaginar”. Rm 1. 21-28
Quem é o jovem dos nossos dias? Há diferenciações no que se refere à classe
social, às referências culturais ou ao tipo de relação estabelecida no ambiente
familiar. No entanto certos elementos se repetem simultaneamente em várias
partes do planeta e possuem importante peso na discussão.
Quando observamos alguns programas televisivos, algumas enquetes a respeito de
comportamento da juventude. Todos escondem como pano de fundo, a enorme
ansiedade que o jovem tem de encontrar um(a) parceiro(a) afetivo(a). Como
cenário principal são colocados os modismos, as gírias e os padrões tão comuns
entre os jovens da maioria das cidades brasileiras, e mesmo com tanta liberdade,
o jovem acaba não sendo feliz. A mídia tem inculcado na mente do adolescente e
do jovem o “ficar”. O que era um comportamento “cultural” masculino, nesta época
de profunda globalização passou a ser adotada pelas meninas como sua bandeira de
liberdade. Segundo os padrões deste sistema decadente e corrompido, quem não
fica é careta, ultrapassada, desatualizada, está por fora. Os meninos, devido a
uma orientação equivocada, já tinham que ficar; precisavam provar que eram
machos, através de várias conquistas que confirmariam suas virilidades, e o
ficar, de maneira geral era um comportamento tradicional masculino.
O Especialista em Comunicação, Márcio Schiavo diz o seguinte: “A mídia
influencia negativamente quando exibe modelos comportamentais que podem ser
seguidos eventualmente, sem que sejam avaliadas as conseqüências”.
A terapeuta Carlota Ximenes explica que os jovens são facilmente influenciados
pela mídia, pois estão numa fase de transição, na qual fazem de tudo para chamar
a atenção. Ela explica que um distúrbio aliado à influência da mídia pode ser
desastroso.
E nós pais? Como temos influenciado nossos filhos? Somos exemplo para eles? A
maneira como lidamos com as questões da vida tem muito mais efeito sobre o
adolescente e o jovem do que as informações que são dadas pela mídia. Ou seja, o
que nós fazemos é muito mais importante do que o que se diz. O que temos
oferecido a nossos filhos? Temos oferecido a eles famílias equilibradas?
Quanto mais saudáveis e equilibradas forem às famílias mais saudáveis e
equilibradas serão as outras comunidades humanas. As famílias precisam assumir o
exercício das suas competências e responsabilidades na preparação para
construírem uma família saudável. Nossos filhos precisam de acolhimento amoroso
desde o momento inicial, na concepção até ao seu fim natural. Na educação, na
sua própria formação contínua, na defesa dos seus direitos essenciais e
principalmente fazer de nossos filhos discípulos do Deus vivo, pois nós não
geramos filhos para a calamidade. Deus deu as mulheres um enorme privilégio que
é gerar seres humanos que são a imagem e a semelhança de um Deus vivo. Ele nos
concedeu esta honra. Não é possível que percamos nossos filhos para o inferno.
Deus colocou dentro de nossas casas pessoas para serem discipuladas e ensinadas.
Pessoas que foram geradas para serem reparadores de brechas e restauradores de
ruínas.
Nós somos devedores às nossas famílias. O futuro da humanidade está sendo
construído hoje em nossas casas, em cada família. O que estamos gerando? O que
estaremos liberando para o mundo?
O Jovem e a Sexualidade
A sexualidade é vista de maneira bastante banalizada, assim como também os
relacionamentos afetivos. A aparente liberdade gera conflito, principalmente
entre os jovens que estão vivendo um momento de transição entre a adolescência e
a vida adulta.
Segundo Ana Cláudia Bortolozzi Maia, professora do departamento de Psicologia da
Unesp de Bauru. O jovem para se sentir inserido no grupo, adotam comportamentos,
como consumir bebidas alcoólicas e drogas ou assumir determinados comportamentos
sexuais, sem estarem de fato conscientes dessas atitudes e, portanto, preparados
para as possíveis conseqüências dessas escolhas.
Jovem é preciso refletir sempre os “porquês” das nossas atitudes, especialmente
quando elas exigem responsabilidades pessoais e sociais.
Atualmente, os jovens estão iniciando a vida sexual mais cedo. A sexualidade tem
sido discutida de forma mais “aberta”, nos discursos pessoais, nos meios de
comunicação, literatura e artes. Entretanto, essa aparente liberdade sexual não
torna as pessoas mais livres.
A virgindade feminina, que antes era supervalorizada, hoje é vista como um
problema para muitas meninas. Muitas garotas iniciam a vida sexual de forma
precipitada, mais para responder a uma exigência do grupo do que a uma escolha
pessoal, o que as tornam menos propensas a assumir as responsabilidades que uma
vida sexual ativa requer.
O grupo faz cobranças. O adolescente e o jovem “perderam” a possibilidade de
assumir ser ou não ser virgem, diante da cobrança do grupo social. O jovem que
tem uma opção de vida diferente do grupo é visto como infeliz, careta.
A banalização das relações, quando jovens ficam com “usando o outro como
objeto”, o que muitas vezes pode provocar frustrações para ambas as partes
envolvidas. Então podemos observar adolescentes e jovens machucados, feridos,
desequilibrados porque se deixaram levar pelo grupo.
O Jovem e a Homossexualidade
Eu não terei como abordar este assunto, pois não sou capacidade para falar sobre
isto. Quando escrevo para jovens, faço como mãe, como serva de Deus ama a Sua
Palavra e que sonha com uma geração equilibrada. Sonho com pais comprometidos
com a Palavra de Deus, com a família, desejando gerar filhos saudáveis que
venham influenciar a outros de forma saudável. Então falarei muito pouco sobre
isto, e falarei como mãe.
Muitas vezes os pais rotulam seus filhos. Se os meninos choram por algum
motivo ou se as meninas desejam brincar junto com os meninos com seus carrinhos,
bolas de gude, pipas. Pais dizem coisas fortes e dolorosas demais para uma
criança ou adolescente. Estes rótulos marcam suas mentes e emoções . E como a
maioria não tem um lar amigável, onde os pais mantêm constante diálogo com os
filhos e os orientem com amor, acabam acreditando nas mentiras que lhes são
ditas e assimilam psicológica e emocionalmente os tais rótulos.
Além de lares disfuncionais, algumas experiências na infância e adolescência
levam pessoas às práticas homossexuais com pessoas do mesmo sexo (colegas,
primos, parentes). Muitos sofrem abuso sexual na época da formação da identidade
sexual.
Segundo informações de líderes de ministérios com ex-gays nos EUA, 85% das
mulheres lésbicas que buscam ajuda, sofreram algum tipo de abuso e entre 50 e
60% de homens homossexuais sofreram abuso sexual.
O psicólogo americano Gary Collins acredita que o fator de maior influência é,
no entanto, o que envolve pais e filhos. Ele afirma: “Teorias psicanalíticas
afirmam que a homossexualidade afeta os homens criados em famílias onde o pai é
uma figura passiva e ineficaz, enquanto, enquanto a mãe é dominadora. A mãe
ensina sutilmente o filho a ser passivo e dedicado a ela. Ele não tem um exemplo
masculino forte a seguir e logo descobre que é menos competente que os
companheiros para relacionar-se com as meninas. O filho perde então a confiança
em sua masculinidade e teme a idéia de intimidade com mulheres. As filhas em
tais famílias sentem que os pais são pouco amigáveis ou as rejeitam e elas têm
então pouca oportunidade para relacionar-se com homens realmente masculinos,
associando-se melhor com as mulheres. Esta explicação é a causa mais comumente
aceita e melhor documentada para o a homossexualidade”.
Jovem Deus nos criou para compartilhar conosco a sua natureza. Ele nos criou a
sua imagem e semelhança. Ele queria compartilhar a sua beleza, a sua eternidade,
a sua santidade, então ele criou um ser a sua imagem e semelhança. No momento em
que olhamos para dentro de nós mesmos e descobrimos a imagem e semelhança de
Deus, nós não temos outra atitude a não ser de adorá-Lo, pois adorar é
conseqüência da descoberta do poder, do valor, da importância de Jesus em nossas
vidas.
Creio que sejamos produto daquilo que acreditamos ser e se acreditamos que somos
filhos de Deus e que a essência de Deus está em nós, não resta outra coisa a não
ser adorá-Lo. E nós adoramos através de nossas próprias vidas. No caminho,
através de nossas posturas diante desta sociedade, através de nossas escolhas.
Dr. James Dobson, acredita que uma boa auto-imagem e senso de valor pessoal
afetam não apenas os indivíduos, mas toda a estrutura da sociedade. Ele disse:
“...toda vez que as chaves para auto-estima estão aparentemente fora do alcance
de uma grande porcentagem de pessoas, como acontece na América no século vinte,
uma epidemia de “doenças mentais”, neuroses, ódio, alcoolismo, abuso de drogas,
violência e perturbação social certamente ocorrerá. O valor pessoal não é algo
que os seres humanos podem ter ou deixar de lado. Precisamos dele, e quando está
fora do nosso alcance, todo mundo sofre”.
O seu envolvimento íntimo com Deus, por meio de Jesus Cristo, essa permanência
produzirá resultados, mudanças, cada qual no seu devido tempo
Assim como disse o apóstolo Paulo eu os digo neste dia: Eu os entrego a Deus,
aquele é capaz de fazê-los fortes e firmes no Senhor. Que vocês tenham fé em
Cristo e lhe obedeçam.
A Deus, que é o único sábio, seja a glória para todo sempre por meio de Jesus
Cristo, nosso Senhor.
Regina Lopes - MOSES - Movimento Pela Sexualidade Sadia
Caixa Postal 20.059 - CEP 21022-970 - Rio de Janeiro - RJ
Tel. 0 xx (21) 3888-9076
Homepage: http://www.moses.org.br/
e-mail: moses@moses.org.br
Ministérios de Ajuda no Brasil (Movimento Desperta Débora) http://www.ibmorumbi.org.br/debora/preocupadas.asp
Palestra com Professor Gerson Gomes - O que fazer quando Amo alguém que é Gay? -
http://www.ibmorumbi.com.br/debora/pais_2006.asp
Disk Mãe - http://www.ibmorumbi.org.br/debora/diskmae.asp
Em todo o Brasil você encontrará também o Movimento Desperta Débora – é um
trabalho interdenominacional – várias igrejas realizam este trabalho. São mães
que se propõe a permanecer de joelhos para que seus filhos permaneçam de pé.
Você mãe que tem se sentindo sozinha, junte-se a estas mulheres. Participe das
reuniões. Você será encorajada, consolada, edificada pelos testemunhos de mães
que perseveraram e hoje tem seus filhos completamente restaurados. E você jovem,
caso não tenha ninguém que seja um intercessor pode procurar uma Débora – basta
procurar as igrejas evangélicas de sua cidade e se informar se há o Movimento
Desperta Débora. Elas estão também nas Comunidades do Orkut onde você poderá
pedir oração.
Mães se comprometam com a oração. Adotem filhos espirituais. Adote os filhos de
seus parentes, familiares, vizinhos, os colegas de escola, faculdade, trabalho
de seu filho.Os adolescentes e jovens de sua igreja. Não deixem jamais de orar
por seus filhos.
Quem desejar obter maiores informações sobre este Movimento pode acessar a
página: http://www.ibmorumbi.org.br/debora/index.asp
Quero agradecer as pessoas que estiveram orando por Conceição – ela partiu nesta
manhã. Ela foi internada as pressas na sexta-feira vindo a falecer nesta manhã.
Peço que cubram seu filho Ronald Carlos Costa com orações. Que o Espírito de
Deus esteja consolando este filho que foi um exemplo de amor e dedicação durante
todo este tempo. Conceição o chamava o tempo todo de “meu docinho”. Que toda a
família seja consolada pelo Espírito do nosso Deus.