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Renúncia |
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Havia um rapaz pobre, mas trabalhador que cativou o coração de uma linda jovem rica, culta e refinada... Acontece que o rapaz era crente, e a moça não... O rapaz viveu tão intensamente sua fé com a moça que esta se converteu. Ao falar da nova vida aos pais ela foi reprovada. Seus pais lhe deram uma escolha. Ou largava do namorado e da religião, ou seria expulsa de casa... Ela escolheu a segunda hipótese. No início foi muito difícil, acostumada com as facilidades, sentia dificuldades diante da pobreza. Mas, nunca esmoreceu. PREENCHIA SUA MENTE COM A PALAVRA quando a dificuldade batia... Amava o marido e era amada por ele. Eram pobres, mas felizes em Deus. Teve seis filhos e sua pouca saúde piorou ainda mais devido à exposição ao frio e às dificuldades encontradas. Então o marido crente escreveu aos pais dela e pediu-lhes se ela poderia voltar a viver com eles até que ele estabelecesse um lar para ela no oeste. A resposta deles foi: "Permita que renuncie à sua religião degradante e ela poderá retornar, mas nem um minuto antes que o faça". Mas, a filha não rejeitaria sua religião. Quando leram-lhe a carta dos pais, ela pediu ao marido que pegasse a Bíblia e lesse para ela o seguinte, no livro de Rute: "(. . .) Não me instes para que te abandone, e deixe de seguir-te; porque aonde quer que tu fores irei eu, e onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus o meu Deus". Rute 1:16. Lá fora a tempestade estava violenta, a cobertura do carroção tinha goteiras e os amigos seguravam baldes sobre a cabeça dessa irmã para mantê-la seca. Nessas condições e sem qualquer reclamação, ela cerrou os olhos pela última vez. Embora não precisemos, necessariamente, ser instados a sacrificarmos nossa vida, lembremo-nos de que Ele ouve nossas orações silenciosas. Ele, que observa as coisas que fazemos em segredo, irá abençoar-nos abertamente quando a necessidade surgir. - Fonte: Pr. Arnildo Klumb - www.bit-on.com.br/ipbbf |
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"Queres ser curado?" Alguém disse que o problema dessa pergunta é a resposta. E se Jesus nos curar? Talvez mudanças na nossa vida sejam necessárias. Talvez isso peça de nós arrependimento, mudança de atitude, e é aí que a coisa começa a complicar. |
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Jenny era una linda niña de cinco años de ojos relucientes. Un día mientras ella visitaba la tienda con su mamá, Jenny vio un collar de perlas de plástico que costaba 2.50 dólares. ¡¡Cuánto deseaba poseerlo!! Preguntó a su mamá si se lo compraría, su mamá le dijo: - Hagamos un trato, yo te compraré el collar y, cuando lleguemos a casa, haremos una lista de tareas que podrás realizar para pagar el collar. Y No te olvides que para tu cumpleaños es muy posible que tu abuelita te regale un billete de un dólar ¡¡enterito!!, ¿Está bien? Jenny estuvo de acuerdo y su mamá le compró el collar de perlas. Jenny trabajó mucho con tesón todos los dias para cumplir con sus tareas, y tal como su mamá le había mencionado, su abuelita le regaló un billete nuevo de dólar para su cumpleaños. En poco tiempo Jenny canceló su deuda. Jenny amaba sus perlas, ella las llevaba puestas a todos lados, al Kinder, a la cama y cuando salía con su mamá hacer los mandados. El único momento en el que No las usaba era cuando se bañaba, su mamá le había dicho que las perlas con el agua le pintarían el cuello de verde! Jenny tenía un padre que la quería muchisimo. Cuando Jenny iba a la cama, el se levantaba de su sillón favorito para leerle su cuento preferido. Una noche, cuando terminó el cuento, le dijo: "¿Jenny tú me quieres?", Oh si papá tú sabes que te quiero. "Entonces regálame tus perlas" "¡Oh papá!" No mis perlas. "Pero te doy a Rosita, mi muñeca favorita ¿la recuerdas? Tú me la regalaste el año pasado para mi cumpleaños y te doy su ajuar también ¿está bien papá? "Oh No hijita!, está bien, No importa", dándole un beso en la mejilla, "buenas noches pequeña" Una semana después, nuevamente su papá le preguntó al terminar el diario cuanto: "¿Jenny, tú me quieres?" "¡Oh si papá tú sabes que te quiero!" "Entonces regálame tus perlas" ¡Oh, papá No mis perlas! Pero te doy a lazos, mi caballo de juguete, ¿lo recuerdas? Es mi favorito, su pelo es tan suave y tú puedes jugar con el y hacerle trencitas. Tú puedes tenerlo si quieres papá "Oh no hijita, esta bien," le dijo su papá dándole nuevamente un beso en la mejilla, "Dios te bendiga buenas noches y dulces sueños" Algunos dias después, cuando el papá de Jenny entró a su dormitorio para leerle el cuento, Jenny estaba sentada en su cama y le temblaban los labios, "toma papá" dijo, y estiró su mano. La abrió y en su interior estaba su tan querido collar, el cual regaló a su padre. Con una mano él tomó las perla de plástico y con otra extrajo de su bolsillo una cajita de terciopelo azul. Dentro de la caja había unas hermosas perlas genuinas. El las había tenido todo ese tiempo, esperando que su hija renunciara a la baratija para poderle dar la pieza de valor. Y así es también nuestro padre celestial. El está esperando a que renunciemos a las cosas sin valor en nuestras vidas para podernos dar preciosos tesoros. ¿No es bueno el Señor? Esto me hace pensar en las cosas a las cuales me aferro y me pregunto qué es lo que Dios me quiere dar en su lugar? Su amor siempre está contigo, sus promesas son verdad. Y cuando le damos a El todas nuestras inquietudes, tú sabes que el verá por nosotros. Así que, cuando el camino por el que viajes parezca muy difícil solo recuerda que yo estaré aquí orando y Dios hará el resto. www.selah.com.ar/lecturasdiarias |
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"Não sabemos recusar às coisas proibidas quando não sabemos renunciar às coisas permitidas." William Shakespeare, Dramaturgo e poeta, ING, 1564-1616 |
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A fim de viver para Cristo precisamos morrer para nós mesmos. |
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Quando o primeiro filho nasceu nossas noites tranqüilas desapareceram. Levantávamos a qualquer hora da noite para alimentá-lo, não por ser agradável perder o sono, mas o amor nos obriga a tanto, nos impele a tanto. Quando amamos esquecemos de nós mesmos, devido ao compromisso que temos um para com o outro. O egoísmo, a auto-satisfação, pergunta: "Que vantagem há para mim?" O compromisso de amor pergunta: "Que posso fazer por você?" (Internet). |
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Fiquei sabendo que no início da revolução comunista russa, dois líderes, tiveram um encontro e discutiram o que deviam fazer para garantirem a vitória. Um argumentou que era preciso inscrever o maior número possível de pessoas no partido. O outro respondeu que não queria muita gente: queria só aqueles que estivessem dispostos a dar tudo pelo Partido Comunista. Tudo, inclusive suas vidas. Não iria ser fácil entrar para o partido nessas condições. Mas aquele ponto de vista prevaleceu. Certa jovem pediu ingresso no partido. Perguntaram-lhe: "Você sabe o que isso significa? Significa que você deve estar pronta para trabalhos árduos, para ser ridicularizada, para viver na pobreza, odiada, perseguida. Você deve estar pronta para morrer." E nós, crentes? Nós estamos prontos para nos consagrar à Causa do Mestre? |
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Um dia, quando João Wesley estava longe de sua casa, alguém veio correndo ofegante em sua direção, repetindo monotonamente: - "Sua casa foi destruída por um incêndio! Sua casa foi destruída por um incêndio!" Wesley, entretanto, respondeu: -"Não, não foi; pela simples razão que não tenho casa nenhuma. Aquela em que eu tenho morado já há muito tempo pertence ao Senhor, e se ela pegou fogo, é uma coisa a menos para eu me preocupar!" Radical, não? Mas é exatamente esse o espírito das palavras de Jesus ao denunciar a preocupação como um pecado. (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001). |
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Um homem que tinha o costume de comer seis tabletes diários de chocolate, depois que se libertou do vício de fumar, disse certo dia em que resolveu não comer nenhum tablete: "Esta é a minha cruz". E citou Mc 8.34. Tomar a cruz, entretanto, não é isto. Tomar a cruz é dar a Cristo tempo, dinheiro, trabalho, lágrimas. É dizer “não” a todos os desejos egoístas. Impressiona esta frase de Bonhoeffer: “Quando Cristo chama um homem, Ele o convida para vir e morrer”. |
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Um jaburu estava caçando caramujos à beira de um lago quando viu uma belíssima ave descer das alturas. “Quem é você?”, perguntou o jaburu. “Sou um cisne”, respondeu a ave. “E de onde você está vindo?” “Estou vindo do céu”, disse o cisne. “E como é o céu?” perguntou o jaburu. Aí, o cisne fez uma majestosa descrição do céu com suas ruas de ouro e os seus rios de cristal. O jaburu ouviu e depois indagou: “E lá existem caramujos?” “Não”, replicou o cisne. “Então não me interessa”, disse o jaburu. “O de que eu gosto mesmo é dos caramujos.” Essa fábula é de fácil aplicação. Gente que só se preocupa coisas mundanas, com os caramujos do mundo, não encontrará tais coisas no céu. |
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Ser cristão não é um assunto de "meio-período". Requer o nosso melhor! (Fred D. Jarvis, em Arauto da Sua Vinda, março-abril/2002). |
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Do falecido Dr. A. W. Tozer: Um recém-convertido aproximou-se de um cristão mais antigo e lhe fez a seguinte pergunta: "O que significa estar crucificado?" "Estar crucificado implica em três coisas. Primeiro, o crucificado tem os olhos sempre voltados para uma só direção; segundo, ele não pode voltar atrás; terceiro, ele não tem mais planos próprios." Pensemos nesses três fatos. |
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Não é bobo aquele que dá o que não pode manter a fim de ganhar o que não pode perder. - Jim Eliot, morto pelos índios que estava evangelizando. |
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Policarpo, já octogenário, foi convidado a renegar a Cristo para que lhe fosse preservada a vida, mas ele respondeu firmemente que, havia 80 anos, ele servira a Cristo, e Cristo fora tão bom para ele; como iria ele agora desprezá-Lo por mais uns "aninhos" de vida? - Alimir Gonçalves |
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A igreja hoje abriga gente que saiu do mundo, mas não abandonou as práticas do mundo. |
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Nos dias de sua mocidade o evangelista Moody, criou uma escola dominical num ponto de pregação na cidade de Chicago. Uma classe de moças completamente frívolas era ensinada por um homem comparativamente moço, e que estava doente. Ele estava tuberculoso e de vez em quando tinha hemoptises. Um dia disse a Moody que ia para o lar de seus pais no Estado de Nova Iorque, provavelmente para morrer. Mas este professor estava muito triste e aflito, porque não conseguira levar nem uma aluna sequer a aceitar Cristo. Iria visitá-las com o intuito de falar-lhes a respeito da salvação e queria levar Moody também. Foram, e as moças, uma após outra, caíram em si, oraram e deram seus corações a Cristo. Dez dias depois, todas as moças da classe eram servas do Senhor. À noite antes de despedir-se do professor, Moody convocou uma reunião de oração, e disse-lhes que naquela noite Deus havia acendido em seu coração um fogo que nunca seria apagado. O professor doente falou à classe e leu o capítulo 14 do Evangelho de João, referente às mansões celestiais. Espontaneamente cada uma das alunas orou com lágrimas pelo professor. Na tarde seguinte Moody foi à estação despedir-se do professor. Antes do trem partir as jovens se reuniram também na estação sem qualquer combinação prévia. Experimentaram cantar, mas não puderam devido à emoção. Quando o trem partiu o professor estava de pé na plataforma posterior do carro com a mão apontando para o céu numa atitude de súplica, a fim de que se encontrassem todos nas mansões celestiais. Moody costumava dizer quando contava isto, que este fato o desqualificou para a vida de negociante. "Tinha experimentado um prazer do outro mundo", dizia ele, "e não mais cuidaria apenas de ganhar dinheiro". Pouco tempo depois ele renunciou a sua vida de negócios e começou a dedicar-se inteiramente ao trabalho de Cristo. - Moysés de Sá. |
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Há muitos anos atrás, um comercial de televisão chamou a minha atenção. Nele, os instrumentos de uma orquestra estavam reunidos, cada qual reivindicando para si o direito de ser o principal instrumento do conjunto. Um após outro, piano, violino, flauta, clarineta, violoncelo e todos os outros, citavam suas próprias qualidades e se autoproclamavam os mais importantes na orquestra. Eis que, de repente, alguém grita: "Silêncio, aí vem o maestro!" De súbito, todos se calam, o regente sobe à plataforma e, com um sinal característico, todos se posicionam; sob a sua regência, começam a tocar em verdadeira harmonia. A lição que podemos tirar é evidente. Na igreja, somos os instrumentos de uma orquestra. As nossas paixões, emoções e diferenças, muitas vezes nos levam a quebrar a unidade que temos. Mas diante do maestro, o regente de nossas vidas (que é Cristo), devemos submeter-nos à Sua vontade e direção. - Paulo Pancote Lacerda, em O Jornal batista. |
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Uma frase que me abençoa muitíssimo até hoje é a seguinte: "Nunca Alguém tão grande se fez tão pequeno para tornar os pequenos tão grandes". Jesus fez isto por nós. Aleluia! |
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Numa palavra dirigida a pastores e obreiros após seu 90º, George Müller disse o seguinte sobre sua vida: "Converti-me em novembro de 1825, mas só cheguei a uma plena entrega do coração quatro anos mais tarde, em julho de 1829. O amor ao dinheiro desapareceu; perdi o amor a lugares, a posições, aos prazeres e compromissos com o mundo, e Deus, somente Deus, tornou-se a minha porção. Nele encontrei tudo; não precisei de mais nada. E, pela graça de Deus, isto permaneceu e me tornou muito feliz, extremamente feliz e me levou a me ocupar unicamente das coisas de Deus". - Madalena Câmpelo, em O Jornal Batista. |
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Horácio escreveu: "Quanto mais o homem renuncia a si mesmo mais se aproxima de Deus". |
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Bartimeu na hora de seguir a Jesus, deixou para trás a sua velha e desbotada capa, que lhe fora de grande utilidade no decorrer dos anos. A Bíblia recomenda que devemos deixar "todo embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia..." (Hb 12.1-2). |
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A Dona Tristeza e seus e seus parentes não moram no nosso coração. E mais cedo ou mais tarde irão embora. |
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A Inconfidência Mineira foi um movimento liderado por Joaquim José da Silva Xavier - o Tiradentes -, reagiu contra o domínio português no Brasil. Os inconfidentes estavam conscientes dos riscos que corriam, mas mesmo assim queriam lutar por um Brasil livre, mesmo com o sacrifício de suas próprias vidas. Seu líder maior - Tiradentes -, antes de ser enforcado, teve a oportunidade de, renunciando aos seus ideais, ficar livre da morte. No entanto, preferiu morrer, por um ideal que considerava nobre. Antes, porém, proferiu a frase: "Se dez vidas eu tivesse, todas daria pelo Brasil". |
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As pessoas que não são capazes de fazer pequenas renúncias, não farão grandes. - Padre Léo |
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"Eu fiz o que tinha que fazer", disse Aron Ralston, o alpinista americano que amputou a própria mão no dia 30 de abril de 2003, depois de ter ficado cinco dias com ela presa sob uma rocha. Ele próprio admitiu que não sabe de onde surgiu a força para lidar com a situação. "Eu consegui primeiro quebrar o rádio e minutos depois quebrei o cúbito na área do pulso", se referindo aos dois ossos do braço do antebraço. Ele então usou o canivete para finalmente amputar a mão. Se este alpinista não tivesse cortado fora sua mão, provavelmente estaria morto. Era a vida ou a mão dele. Feliz por estar vivo e sem lamentos pela falta da mão direita, disse que fez o que tinha que fazer. Outras pessoas não teriam esta coragem e morreriam. Mas quem sabe, naquela hora decisiva entre a vida e a morte, a maioria faria a mesma coisa seguindo a ordem do instinto de sobrevivência. Em outras situações de vida ou morte não é a mão que precisa ser jogada fora, mas coisas que persistem nas mãos, como o cigarro, a bebida, as drogas, a própria comida, as cartas do baralho, o volante perigoso do carro, o cartão de crédito, ou mesmo a mão de outra pessoa. Prendendo como debaixo de uma rocha e levando à morte, muitos não tomam coragem porque não reconhecem o perigo ou porque não dão valor à vida. - Marcos Schmidt |
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A apresentadora Hebe Camargo falou à revista VEJA (Edição 1926), do dia 12 de outubro, sobre o motivo de não ter aceitado a proposta de trabalho da Rede Record de televisão. Entre suas justificativas, Hebe acabou dando sua opinião a respeito do trabalho das igrejas evangélicas no Brasil. Leia, abaixo, um fragmento da entrevista: “Veja – A senhora chegou a flertar com a Rede Record. Por que a negociação não deu certo? Hebe – Quando tive a proposta fiquei balançada, até falei com o Silvio. Mas a Record é da Igreja Universal. A minha Nossa Senhora de Fátima não poderia entrar lá, assim como a minha Nossa Senhora Aparecida. E eu sou muito amiga delas. Não poderia deixá-las na porta. Eu às vezes me pergunto como as igrejas evangélicas conseguem fazer lavagem cerebral em milhares de pessoas. Os fiéis ficam completamente obcecados e não percebem que estão deixando os pastores cada vez mais ricos à custa desse "mensalinho do demônio". Eu não acredito absolutamente naquilo". 23.1.2008 |
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| Havia um homem que se arrastava ao longo de uma estradinha carregando um pesado fardo às costas. Um fazendeiro passou por ele de carroça e ofereceu-lhe carona. O andarilho aceitou. Depois de algum tempo, o fazendeiro observou que o homem continuava com o fardo nas costas. Quando o fazendeiro insistiu para que ele o colocasse no chão da carroça, o homem teria respondido: "Não creio que o pobre cavalo agüenta sozinho. Isto pode parecer engraçado, mas é o que muitas pessoas fazem na vida. Aceitam a Jesus, andam com Ele, mas não entregam seus problemas a Ele e nem Nele descansam, crendo que a solução virá. Faça isso em oração e saiba porque a bíblia diz "Ele é galardoador dos que o buscam" (Heb.11:6)" 29.1.2008 |
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Terantius, capitão do exército de Adriano, apresentou ao imperador romano uma petição, na qual solicitava permissão para os cristãos construírem um templo. Adriano rasgou o documento em pedaços, atirou-o ao chão e disse a Terantius que seria melhor que pedisse alguma coisa em seu próprio beneficio e seria atendido imediatamente. Terantius humildemente recolheu os pedaços de sua petição e, com dignidade, falou ao imperador: "Se eu não tenho o direito de ser ouvido quanto à causa do meu Deus, então nada quero pedir em meu favor". 8.2.2008 |
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É extraordinária a história da conversão de Bique - demonstração do poder de Deus, neste século XX, para conceder livramento a uma alma presa nas garras do mal. Eu dificilmente teria acreditado na história, não fosse ter-me encontrado pessoalmente com Bique, e falado também com outros, que confirmaram a transformação nele operada. Reconhecido como o maior dos espíritos entre um quarto de milhão dos habitantes de sua ilha, nas índias Ocidentais Francesas, Bique foi capaz de comandar legiões de espíritos infernais, que se submetiam às suas ordens. Por intermédio desses agentes do mal ele conseguia descobrir o paradeiro de pessoas desaparecidas, movia cadáveres de um lugar para o outro, revelava segredos ocultos, e fazia muitas outras coisas espantosas. Por vezes, ocasionou doenças e mesmo morte aos inimigos de seus clientes. Então, entrou no coração de Bique o Espírito de Deus, ordenando-lhe que rendesse a cidadela do mal a um poder melhor. Iniciou-se a luta. Os espíritos maus estavam resolvidos a ficar. Tantos anos de práticas más não seriam abandonados com facilidade. A batalha foi acérrima. Mas Bique descobriu a fonte da verdadeira vitória. Descobriu que a derrota pessoal pode transformar-se em esplêndida vitória, se a batalha está nas mãos do Senhor. Aprendeu a exclamar com Paulo: "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fp 4.13). Mais de mil pessoas se reuniram na praia para testemunhar o batismo de Bique. Antes de descer às águas, colocou sobre uma pilha de lenha seca todos os seus fetiches, livros e outros objetos que o haviam ligado à velha vida de pecado, e riscou um fósforo, ateando-lhes fogo. Unindo-se aos que o cercavam, aquele renascido filho de Deus cantou hinos de vitória, enquanto as amostras da velha vida subiam em rolos de fumaça. A vitória que Deus concedeu a Bique, Ele promete a ti, a mim. Podemos fazer todas as coisas por Cristo, que prometeu fortalecer-nos! 14.2.2008 |
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Dois monges, andando em uma chuva forte num caminho cheio de lama, encontraram uma moça bonita num vestido de seda, sem meios para atravessar um riacho. “Venha comigo“ disse Tansan. Ele a levantou nos braços e atravessou-a deixando-a do outro lado. O outro monge, não disse nada até aquela noite quando chegaram ao templo ele não aguentou mais. “Nós monges não devemos aproximamos de mulheres.” disse ele ao amigo.“ Especialmente quando elas são jovens e bonitas. É perigoso! Por que você fez isso?” “Eu fiz para ajudar,“ explicou Tansan. “E, eu a deixei lá, à beira do riacho. Você ainda a está carregando?“ Quando alguém peca, e se arrepende, Deus o perdoa. Mas tem muitos que fazem questão de carregar pecados perdoados. tanto os seus como os dos outros e por isso não são felizes. 25.2.2008 |
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A nossa cruz não é a cruz de Cristo. Não tem o seu significado (morte vicária isto é, em lugar de outros; é por nó; mesmos) e não tem o seu peso (a morte física). Quando pede que tomemos nossa cruz diariamente, Jesus mostra a diferença entre a sua cruz e a nossa. Ao mesmo tempo, ele permite que a cruz do passado se torne a nossa cruz no viver diário da fé cristã. A cruz, portanto, "não é apenas o instrumento sobre o qual Cristo morreu, mas também um modo de vida: o oferecimento diário do seu eu à vontade de Deus" (TOLBERT, Malcolm O. Lucas. Rio de Janeiro: JUERP -Comentário Bíblico Broadman). 13.3.2008 |
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Lemos há tempos, numa revista, o seguinte caso: Alguns marinheiros, chegando ao pôrto de uma cidade, deixaram o navio e foram para terra, divertir-se. Já alta noite, semi-embriagados, voltaram. Tomaram o seu pequeno 'bote e remaram para o navio que estava há poucos metros distante. Mas a viagem se tornou demasiado longa, remaram, remaram muitas horas e por fim caíram cansados de tanto remar, sem contudo alcançar o navio que se conservava sempre um pouco além. Adormeceram ali mesmo, no barco, até que amanhecendo eles verificaram que não haviam desamarrado o barco. Esforçaram-se inutilmente, porque o barco continuava preso à terra. Muitas pessoas há que querem crer, mas não fazem esta coisa simples: desamarrar o seu barco. É apenas um ato simples da vontade. Nada mais. Basta crer. 13.3.2008 |
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Certo menino meteu a mão num vaso de metal e não mais conseguiu tirá-Ia. Seus pais e outras pessoas fizeram de tudo para libertar a mão do garoto, mas todas as tentativas foram inúteis. Até que o menino foi levado a um médico, para que usasse os recursos da medicina. Antes de qualquer esforço, o médico quis saber do menino a razão por que introduziu a mão em lugar tão apertado. O garato explicou-lhe que foi para pegar a bolinha de gude que estava lá dentro e que ele tinha segura na mão fechada. Não foi muito fácil convencê-Io a soltar a bolinha de gude. Mas quando ele aceitou largá-Ia, foi bem fácil retirar sua mãozinha de dentro do vaso. Foi isso que aconteceu com o mancebo rico do diálogo com Jesus e o que acontece com muita gente hoje em dia; tão apegados estão às riquezas mundanas, aos bens materiais, que ficam presos, escravizados a eles. E perdem excelentes oportunidades de serem e de fazerem outros felizes. 13.3.2008 |
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Em 1727, Jonathas Edwards, é ordenado ao pastorado. Ele diz de sua consagração: "Dediquei-me solenemente a Deus e o fiz por escrito, entregando a mim mesmo e tudo que me pertencia ao Senhor, para não ser mais meu em qualquer sentido, para não me comportar como quem tivesse direitos de forma alguma... travando, assim, uma batalha com o mundo, a carne e Satanás até o fim da vida." Visão Missionária 2T1998. 14.3.2008 |
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Quando Jesus lidava com qualquer pecador, como a mulher samaritana (mencionada em João 4), Ele descobria o pecado favorito daquela pessoa e expressava com ousadia sua reivindicação. Jesus diz aos pecadores que a vida eterna está em suprema ligação com Ele mesmo. "Não podeis servir a Deus e às riquezas" (Mt 6.24). "Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me" (Mc 8.34). |
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À medida que o homem morre para o eu, ele cresce em vida diante de Deus. G. B. Cheever. 27.3.2008 |
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A primeira lição na escola de Cristo é a abnegação. Matthew Henry 27.3.2008 |
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Segundo um relato do falecido Dr. A. W. Tozer, um recém-convertido aproximou-se de um cristão mais antigo e lhe fez a seguinte pergunta: "O que significa estar crucificado?" "Estar crucificado implica em três coisas. Primeiro, o crucificado tem os olhos sempre voltados para uma só direção; segundo, ele não pode voltar atrás; terceiro, ele não tem mais planos próprios. " Pensemos nesses três fatos. 7.5.2008 |
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Certa ocasião um corredor de rua treinava para correr a São Silvestre, a corrida tradicional de fim de ano, assistida por milhões de brasileiros. Ele se preparava com dedicação e afinco a fim de competir com outros atletas. Entretanto, no percurso do seu treino, ele fora abordado por um estranho a experimentar “algo” que o ajudaria a ser mais veloz e mais resistente. O jovem com categoria disse: Não! Justificou-se que todo o esforço é necessário, todo suor e dispensa-se qualquer facilidade que a vida possa ensejar. O intento do homem ao perceber que foi um insucesso, e o jovem gostaria de chegar a sua maturidade física através da malhação e efetivos derramamentos de suores, fê-lo; silenciosamente, recuar de sua intenção de oferecer métodos transitórios. Como estão os nossos olímpicos se preparando? Com dedicação, amor, trabalho árduo e perseverança. Vez por outra, aparece um caso aqui, outro acolá. Quando se descobre um, todo o desgaste da equipe fica por água abaixo. Sem contar que o seu país ficará envergonhado por ter enviado um atleta com intenções desleais aos propósitos desportivos. Quantos não quebraram a cara ? Será que dói. Claro. Depois se confrontaram com situações difíceis e retornaram cabisbaixo por concorrerem ilegitimamente. Saiba dizer sim, aos objetivos claros, motivos relevantes, a uma boa causa. 18.8.2008 |
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Conta-se que num certo país, um senhor muito distinto, resolveu fazer uma grande festa e mandou colocar um anúncio nas ruas, convidando a todos para o banquete. Um homem mendigo ouviu o anúncio e disse consigo: "eu também vou a este jantar". E no dia e hora anunciados, lá estava ele no portão de entrada pedindo ao guarda que o deixasse entrar. Mas o guarda respondeu que era impossível por causa das roupas que usava, afinal, não eram roupas de festa. Mas ele insistiu e falou: "Ouvi o anúncio dizendo que a festa é para todos! Não é justo me deixar de fora"! O guarda foi categórico: "Todos devem vestir vestes de festa" e o mendigo insistia no direito de entrar. Neste instante, veio o filho do dona da festa, ouviu a insistência, se aproximou e disse ao porteiro que deixasse o mendigo entrar. Então, o levou até seu quarto, mostrou um guarda roupas cheios de peças, e mandou que escolhesse uma. O mendigo tomou um banho e vestiu roupas de festa... em seguida, pegou as roupas sujas e velhas que usava e fez um embrulho. Ele se negou a deixar aquelas roupas; não quis abandonar nenhuma delas. Agora, como estava bem vestido, entrou para o para o jantar, mas com o seu pacote de roupas velhas e sujas debaixo do braço. Ele se sentou à mesa, todo mundo começou a comer, mas ele, porém, nem conseguia cortar o filé no prato, porque estava com uma das mãos ocupadas. Todo mundo comendo, e ele permanecendo com fome. Alguém disse: "Coma!" Mas ele não podia comer, pois estava com a mão ocupada, segurando o embrulho de roupas sujas. Não quis deixar as roupas velhas. 1.12.2008 |
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Certo chinês convertido, visitando a América, ficou profundamente impressionado com a superficialidade de muitos que se diziam cristãos. Em uma ocasião, com muita firmeza, ele disse: "Em meu país, quando alguém se converte, deixa o mundo e tudo o que nele existe, vindo a Cristo completamente vazio, para se tornar, verdadeiramente, Seu discípulo." Como tem sido nossa vida após abrirmos o coração para Cristo? Houve mudança? Passamos a valorizar as coisas espirituais ou continuamos vivendo e praticando as obras da carne? Temos procurado glorificar ao Senhor ou persistimos na velha conduta, mundana, sem princípios, enganadora e que apenas envergonha o nome de Jesus? 10.12.2008 |
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Um homem, certa vez, perguntou a D. L. Moody: "Agora que sou convertido, devo abandonar o mundo?" Moody respondeu: "Não, você não precisa abandonar o mundo. Se o seu testemunho do Filho de Deus for forte e marcante, o mundo mesmo o abandonará. Ele não desejará ter você por perto." 13.1.2009 |
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Uma mulher européia, da alta sociedade, estava em um safari na África. O grupo parou rapidamente em um hospital para leprosos. O calor era intenso e haviam moscas zumbindo por toda a parte. Ela reparou em uma enfermeira curvada em meio a muita sujeira, cuidando das feridas de um leproso. Com desdém a mulher comentou: "Ora, eu não faria isso nem por todo o dinheiro do mundo!" A enfermeira, tranquilamente lhe disse: "Nem eu". Há muitas coisas que fazemos apenas por amor ao Senhor. Não há maior felicidade do que estar diante de Deus para cumprir a Sua vontade. Quando nos apresentamos junto ao Seu altar e lhe dizemos: "Eis-me aqui", o nosso coração se enche de júbilo e a nossa vida passa a ter um novo sentido. Nenhum dinheiro neste mundo seria capaz de nos dar a alegria de uma vida com Deus. O dinheiro não pode nos fazer amar aos que nos perseguem, não pode nos dar paz quando o barco de nossa vida enfrenta tempestades, não pode comprar uma passagem para o Céu de glória. Tudo isso obtemos apenas pelo amor do nosso Senhor e está à disposição tanto dos ricos como dos mais pobres. Podemos não aceitar cuidar das feridas de um leproso mesmo por muito dinheiro. Podemos não aceitar deixar a casa confortável de nossa família para ir morar em uma cabana de palha nas selvas com o propósito de salvar os nativos locais, também por muito dinheiro. Podemos não deixar um emprego excelente, com alto salário, apenas para iniciar uma vida missionária sem qualquer remuneração. mas quando somos tocados pelo amor do Senhor, não relutamos em fazer cada uma dessas coisas com grande satisfação. O nosso coração se enche de prazer e o que parecia não nos interessar, agora é a maior motivação de nossas vidas. O amor de Deus tem colorido a sua vida? 27.1.2009 |
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O teólogo alemão Dietrich Bonhoeffer, que foi executado pelos nazistas por causa de seu testemunho, fez esta declaração: "Quando Cristo chama um homem, Ele lhe diz: Venha e morra". Quem segue a Jesus sabe que tem que pagar um preço -- este é o caminho da cruz". O verdadeiro discípulo do Senhor Jesus sabe que sua decisão terá um custo. Ele precisará morrer -- para o mundo, para seus interesses pessoais, para a vaidade, para o orgulho, para a indiferença, para tudo aquilo que não está de acordo com os mandamentos da Palavra de Deus. É uma morte que conduz à vida, à alegria, à eternidade. Estamos prontos a dizer "sim" ao chamado de Deus? Estamos dispostos a abandonar os prazeres ilusórios oferecidos em toda parte? Estamos preparados para morrer e, por isso, viver abundantemente? O nosso Salvador deu o exemplo. Ele pagou o alto preço -- entregou sua vida na cruz. Seu sacrifício nos trouxe a paz, a liberdade, o acesso à presença de Deus, a felicidade que não existe em nenhum outro lugar. Quando morremos para o mundo, vivemos para Deus. Vivemos para amar, para perdoar, para estender a mão, para emprestar o ombro, para compartilhar nossos recursos financeiros, para erguer do chão aqueles que caem e não encontram forças para se levantar. Gloriosa morte e gloriosa vida. Nada pode produzir mais satisfação e regozijo. Se continuamos vivos para o mundo, nossa vida é como uma árvore sem frutos e sem atrativos. Se, como o grão de trigo, morremos para o mundo, começamos a mostrar os frutos espirituais que glorificam o nome do Senhor e abençoam as vidas que de nós se aproximam. Você já morreu para viver em Cristo? 3.11.2009 |