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Renovação

 

Jamais haverá ano novo se continuar a copiar os erros dos anos velhos. - Luis de Camões 

 

Em seu livro "Pronto para decolar", o piloto veterano Bob Griffin conta que os aviões da 1ª Guerra Mundial não eram equipados com controle de potência em seus motores, de forma que os mesmos estavam sempre operando com máxima potência. Isso fazia com que a vida útil dos motores fosse bastante reduzida, e os pousos e decolagens fossem sempre uma aventura. Em contraste com estes aviões, Bob conta que voou em um avião com um possante motor Lycoming, com controle de potência. As instruções diziam: "A potência de decolagem (potência máxima) deve ser usada por no máximo 5 minutos". O piloto era instruído à retornar a uma potência média assim que possível, caso contrário poderiam haver problemas no motor. Da mesma forma, Deus não nos criou para viver em velocidade máxima todo o tempo. Nós podemos voar alguns ter alguns dias com "força total", emendando compromissos e dormindo pouco, mas se não "diminuirmos a potência" depois de algum tempo estamos correndo o risco de sofrer um acidente ou "pifar" em pleno ar. 

 

RENOVE-SE. A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão. Aos 40 anos está com as unhas compridas e flexíveis, não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta. O bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil! Então, a águia só tem duas alternativas: morrer... ou ...enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias. Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar. Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, sem contar a dor que irá ter que suportar. Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas. E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos. Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, e, outras tradições que nos causam dor. Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz. DEIXE O SENHOR RENOVAR TUA VIDA. DEIXE O SENHOR RENOVAR OS RUMOS. DEIXE O SENHOR RENOVAR TUAS FORÇAS!!!

 

Já faz muito tempo, existia um hotel chamado ESTRELA DE PRATA. O dono do hotel era muito caprichoso e higiênico. Esforçava-se muito para que o hotel fosse o mais confortável possível. Os seus preços não eram nada caros. Mas o problema é que ninguém entrava naquele hotel. Volta e meia um ou outro hóspede, mas que não dava para seguir tocando adiante o negócio. Já desesperado, sem saber o que fazer, o dono do hotel foi consultar um velhinho sábio que morava por ali. O velhinho sábio lhe disse: É muito fácil resolver o seu problema. A única coisa que o senhor deve fazer é mudar o nome do hotel. - Impossível, disse o dono do hotel. Esse nome já é tradição. Já é um nome conhecido em todo o estado, disse o dono do hotel. - Se queres meu conselho, muda o nome para OS CINCO SINOS e pendura seis sinos na frente da porta. O senhor vai ver como o movimento vai aumentar, disse o velhinho. - Seis sinos, mas isso parece um absurdo. Para que vai adiantar isso? perguntou o dono do hotel. - Faz a experiência e verás, respondeu o velhinho sábio. Quando o dono do hotel chegou em casa, fez o que o velhinho lhe havia dito. E aconteceu o seguinte: Todo viajante que passava diante do hotel entrava para advertir ao dono do hotel sobre o erro de chamar-se o hotel chamar-se OS CINCO SINOS e ter pendurados seis sinos. Uma vez dentro do hotel, os viajante ficavam impressionados com a cordialidade, a limpeza e os baixos preços e resolviam passar a noite ali mesmo. O negócio deu tão certo que quase todas as noites o hotel estava quase lotado de viajantes que se nele entravam para avisar o dono do erro.

 

"Lágrimas quentes não saem de corações frios". (Al Whittinghill, em "Arauto da Sua Vinda, Ano 19 Nº 1 - Jn/Jul 2001).

 

Segundo Marcos Witt, um cântico cantado no mundo inteiro é aquele que diz: "Renova-me, Senhor Jesus. Já não quero ser igual... põe em mim teu coração..." E ele mesmo classifica este cântico como "hinos perigosos". Porque algum dia Deus nos levará a sério com relação a essas músicas que cantamos tantas vezes. O Senhor pode resolver pegar-nos pela palavra e começar a nos moldar. A escavadeira é uma máquina enorme que tem uma grande pá na frente para nivelar terrenos e umas garras (como um garfo) na parte de trás para escavar. Estamos na reunião cantando "Renova-me, Senhor Jesus. Já não quero ser igual. renova-me... Senhor". "O que é isso que está vindo aí, Senhor?" E o Senhor responde: "É uma escavadeira". "Ah! E... o que pretendes fazer com ela?" Indagamos. "Vou te renovar", responde o Senhor. "Com essa máquina?" perguntamos. "Sim. Com esta máquina!" diz ele. "Senhor, não achas que o que estás fazendo é um pouco drástico?" "Por que perguntas, filhinho?" "Bom, é que essa pá aí na frente é muito grande e não acho que eu tenha tanto pecado assim". E o Senhor explica: "Mas, há muito tempo, vens dizendo-me "renova-me, quebranta-me, molda-me" e muitas outras coisas. Então trouxe esta máquina, para que, de uma vez por todas, consertemos tudo o que há de errado." "Mas Senhor, são apenas cânticos", retrucamos. "Como levas à sério! É um cântico lá da igreja... só isso." Então ouve-se o som da máquina... "Senhor, tu me levaste a série com esses cânticos?" perguntamos. "Levei", retruca o Senhor. E a máquina: "Ruuuuu". "Aiiii! Está doendo, Senhor", gritamos. "Sim, eu sei", continua o Senhor. Por isso te dei minha palavra. Escuta isso: "De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei". Pouco tempo depois, olhamos para a máquina e ela continua sobre nós, mas não sentimos nada. "Senhor, o que aconteceu? Já acabou tudo?" "Calma! Ainda há mais", diz ele, "precisamos ir à raiz de tudo e arrancá-la com esse garfo para que nunca mais essa mata volte a surgir na sua vida. "Aiiii!" gritamos. É isso que ocorre quando entoamos hinos "perigosos". (Marcos Witt, em Adoremos, pg 104).

 

Devemos reconhecer a herança católica que carregamos. Ainda que doutrinariamente nos aproximemos mais dos Reformadores, o nosso DNA teológico é católico. Por ignorância histórica, indisposição emocional, estratégia de marketing ou medo de uma eventual crise de identidade, não gostamos de ser lembrados, por exemplo, de que os textos que hoje utilizamos como "regra de fé e prática", contidos na Bíblia, foram escolhidos em Concílio, pela Igreja Católica, usando critérios em torno dos quais não há uma unanimidade. Um exemplo são as posições de Lutero sobre o Cânon. (Edvar Gimenes de Oliveira, em O Jornal Batista, pg 7 - 6 a 12/05/2002).

 

Num texto encontrei esta declaração: "As coisas de Deus são sempre renovadas". (Internet)

 

Un líder político, resumiendo la ruina de nuestra época, habló de un mundo «Humpty-Dumpty». La intrigante frase se refiere a unos versos infantiles muy populares en Estados Unidos que dicen: Humpty Dumpty se sentó en una pared; y de esa pared se cayó; ni los hombres del rey ni sus caballos; lo pudieron volver a componer. El mensaje de esos viejos versos se aplica a la vida real. El hombre está quebrantado y necesita que lo compongan. El Creador del universo se preocupa por nuestra situación y ha tomado medidas para restaurar nuestra integridad. (Osvaldo Carnival, Internet).

 

...especialmente quando ele se aplicava á leitura do jornal; e essas interrupções o incomodavam demais. Certa ocasião, precisou viajar para outra região a serviço da empresa. Enquanto se demorou desempenhando as tarefas que lhe foram confiadas pelo diretor, foi procurando descobrir alguma coisa interessante que pudesse ocupar o tempo do filho e também instruí-lo. Encontrou muita coisa que certamente o agradaria, mas deixou para decidir já nos últimos dias. Assim, quando pronto para retornar, resolveu que levaria um quebra-cabeça do mapa-múndi. Isso na certa o distrairá por longas horas e o instruirá ao mesmo tempo, pensou aquele pai. Não seria nada fácil para uma criança de seis anos montar, mas haveria de ser curioso. Depois de todas estas ponderações, ele efetuou a compra e retornou ao lar, levando o presente para Zezinho. Em casa, só depois do jantar entregou o presente ao filho, enquanto juntava o amontoado de jornais acumulados na sua ausência. Sentado confortavelmente na sua cadeira de balanço, começou a leitura despreocupado. Porém, para sua surpresa, em pouco tempo chegava o garoto, trazendo o mapa montado com precisão. O pai ficou deveras espantado com o desempenho do filho. Será que alguém o havia ajudado? Mas quem? Desconfiado da capacidade assim tão extraordinária do menino, ele desejou saber como acontecera a coisa. É lógico que a tarefa não seria considerada difícil para uma criança mais adulta e de escolaridade já avançada, mas Zezinho contava apenas seis anos! O garotinho, na mais terna simplicidade infantil, colocando uma das mãos na cintura e apontando o trabalho com o indicador, explicou ao pai que aquilo era muito simples, porque no verso do mapa-múndi havia uma figura representando Jesus e, então, ele concluiu o pensamento: - Quando Jesus fica no lugar certo, todo mundo fica direito!

 

O diretor de marketing da Sociedade Bíblica do Brasil, Paulo Evangelista, falando numa conferência de vendas sobre como enfrentar a crise e sobreviver no mercado, disse: "Há bastante espaço para as pequenas empresas. O segredo é trabalhar e inovar sempre", frisou o executivo. (Revista Eclésia, pg 13 Ano VI Nº 72 - Dez/2001).

 

...é bom recordar o velho teólogo da Basiléia, Karl Barth, quando, em 1920, afirmou: "Não nos deixemos encantar pelo moderno canto das sereias eclesiásticas; seremos vistos como gente que está querendo morder o granito. Resistamos valentemente à nova tentação eclesiástica!" - Fonte: Sócrates Oliveira de Souza, em O Jornal Batista, pg 2, 26/08 a 01/09/2002.

 

A família é o maior campo de batalha espiritual. É ali que devemos nos renovar.

 

O irmão André (Missão Portas Abertas) disse que é mais fácil "esfriar" um fanático do que "esquentar" um cadáver.

 

Uma das grandes obras do pintor Rubens foi descoberta um dia na liquidação duma loja velha. Um homem entendido em matéria de arte foi procurar alguns quadros. No meio de uma porção de coisas velhas, sujas com a poeira de anos, e junto do lixo, descobriu a grande obra do artista. Tentou esconder a agitação de espírito que sentia, e com a voz tão clara quanto possível, perguntou quanto queria o proprietário pelo quadro velho e sujo. "Trinta e cinco", é o menor preço - disse o dono da casa. Logo foi pago o preço exigido. O perito levou a pintura para casa, deu-lhe uma limpeza cuidadosa e completa, e agora, brilha em toda sua glória, a grande obra que vale mais de mil libras! Deus pode perceber, a despeito das falhas e fraquezas do seu povo, o valor verdadeiro da fé do seu filho mais fraco. Ele está pronto sempre para procurar os seus que se acham arredios e recebê-los novamente nos seus braços. - Moysés de Sá, em O Jornal Batista.

 

É comum alguns se levantarem para dizer: "Está em ata que não pode mexer!" Ata de 20 anos atrás! Ora, coloque na ata que agora pode mexer!

 

As rodas do oleiro estão montadas uma em cima da outra. Estão suspensas por braçadeiras, de tal maneira que rodam livremente e juntas. A roda em baixo é girada pelos pés do oleiro, que trabalha com o barro em cima da pedra superior, que é uma mesa redonda giratória. Os auxiliares e o próprio oleiro fazem tudo para remover todas as impurezas do barro. Mas às vezes, uma pedra, rebento ou impureza passam despercebidos.

 

Matthew Simpson, um pastor Americano do século 19, ao visitar certa vez a Europa, pôde notar grandes mosaicos - retratos compostos de pequenos pedaços de pedra, vidro, metal e concha. Simpson escreveu: "O artista toma estes pequenos pedaços e, após limpá-los, organiza-os transformando-os em um belo retrato. Cada parte individual do retrato pode ser um pedaço desprezível de vidro, mármore ou concha; mas, estando cada um em seu lugar, o todo constitui uma obra-prima de arte. Assim penso eu ser a humanidade nas mãos do grande Artista. Deus está levantando os pequenos pedaços desprezíveis de pedra e metal que poderiam estar sob pés inadvertidos e está fazendo deles a Sua grande obra-prima." Muitas vezes nos julgamos pequenos e insignificantes no mundo em que vivemos. Achamos que nada somos, que ninguém se importa conosco, que a sorte não sorriu para nós. Sentimo-nos rejeitados e parece que todas as nossas tentativas são fracassadas. Mas isso não é verdade. Deus tem planos maravilhosos para cada um de Seus filhos. 2/4/07
 
Conta-se que certa vez o faxineiro de um museu de arte encontrou, num quarto de despejo, um velho quadro todo estragado, sujo, a pintura irreconhecível. O empregado ia levando o quadro com moldura e tudo para o lixo, quando o fato chegou ao conhecimento do diretor do museu, que quis ver a pintura. Realmente, o quadro parecia imprestável, mas o museu chamou um famoso restaurador de pinturas antigas para refazer o trabalho. Removida a sujeira, corrigidas as ranhuras, o quadro se iluminou e deixou antever os vestígios de uma obra-prima. O restaurador trabalhou com perseverança e conseguiu restaurar a obra de tal maneira que muitos perguntavam se aquele seria o mesmo quadro. Quando viram, porém, a assinatura do autor da paisagem, restaurada com todos os detalhes, puderam compreender tudo. O restaurador era filho do próprio artista. Ele não fez apenas um trabalho profissional. O seu amor de filho o inspirou a descobrir e restaurar a criação do pai. «O Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido» (Luc. 19:10). Jesus veio ao mundo, trazido pelo amor do Pai, a fim de restaurar a criação de Deus e restituir-lhe a beleza e o brilho prejudicados pelo abandono causado pelo pecado. 24-12-2007
 
Nas artes gráficas, a palavra justificação é usada para o processo de tirar uma cópia da composição tipográfica (ou por computador), verificação e correção dos erros. Destarte, os tipos que estão fora de linha, torcidos, de cabeça para baixo, ou trocados de lugar são colocados na linha e acertados em seu devido lugar. Os que sobram ou os que faltam são eliminados, ou colocados. Assim a impressão fica correta. Uma nova cópia que seja tirada demonstrará que tudo agora está na linha, que está certo. O próprio tipógrafo ou gráfico impressor, será incapaz de saber o que estivera errado nas provas de impressão. Deus, ao nos justificar, age exatamente assim. Ele, por Sua misericórdia, coloca nossa vida na linha. Ele mesmo se esquece de nossos pecados passados. 10.1.2008
 
A escova de dentes precisa ser renovada... a troca de escova tem de ser feita, em média, de 2 em 2 meses. E tem escova que faz aniversário. Já imaginou?! 10.1.2008
 
A águia é a ave de maior longevidade da espécie. Chega à 70 anos. Mas pra chegar essa idade, aos 40 anos tem que tomar uma séria decisão. Pois as unhas compridas e flexíveis não consegue agarrar suas presas pra alimento. O bico longo e pontudo se curva. Contra o peito estão as asas envelhecidas, pesadas de grossas penas, voar é difícil. Há 2 alternativas: Morrer ou enfrentar um doloroso processo de renovação que dura 150 dias. Tem que voar pro alto duma montanha, se recolher num ninho próximo a um paredão onde não necessite voar. Ali começa bater o bico na parede até arrancá-lo. Espera até nascer um novo, dai arranca suas unhas. Quando as novas nascem, arranca as velhas penas. E só 5 meses depois sai o vôo pra viver mais 30 anos. As vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Pra continuarmos o vôo da vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes, hábitos que nos causam dor. Só livres do peso do passado, podemos aproveitar o resultado que a renovação nos traz. 29.1.2008
 
Em vão fui buscar os restos mortais de meus pais, vítimas do bombar­deio em Hiroshima. Tudo, no local onde Outrora florescera uma grande cida­de, era agora uma grande devastação. Nada foi deixado que denotasse vida, não havia uma folha verde nas árvores, nem um pássaro voando. Senti-me como se estivesse no reino da morte. Depois de permanecer alguns minutos no local onde meus queridos pais tinham vivido, indaguei de mim mesmo se seria possível aquela cidade levantar a cabeça, algum dia, e seu povo entre­gar-se à obra de reconstrução pessoal e nacional. De repente, encontrei-me, olhar pasmado, fixando uma cena inspiradora. Da raiz de uma bananeira crestada pelo fogo saía um broto verde, magnífico. O fato me fez recordar o poder criador, a força vital que havia lutado contra a ação destruidora da bomba atômica, nos dez dias anteriores, e que aparecia agora, despontando de uma raiz daquela planta ressecada na superfície, mas cheia de vida interior. Aquela força tinha estado operando, ocultamente, sob o solo sapecado pelo fogo, enquanto nós estávamos desolados. Ouvi, então, a voz de Cristo: "Ora, se Deus veste assim a erva do campo... quanto mais a vós outros, homens de pouca fé? (Mt 6.30). Cheguei a Hiroshima desesperado, saí cheio de fé e de esperança. Jiri lshii (Japão). 14.2.2008
 

Num reide aéreo, durante a Segunda Guerra Mundial, parte da Câmara dos Comuns, em Londres, foi destruída. Temia-se que houvessem sido perdi­das as plantas originais da construção. e que aquele edifício histórico jamais pudesse ser restaurado perfeitamente. Entretanto, mais de meio século antes, um dos sócios mais velhos de uma grande firma de arquitetos entregara as plantas ao sócio mais jovem. Este as guardou cuidadosamente através dos anos e, quando soube que estavam sendo procuradas, apresentou-as. A Câma­ra dos Comuns podia agora ser reconstruída, segundo a planta original! Um dia, em futuro não distante, este nosso planeta, há tanto tempo ex­posto à maldição do pecado, será refeito segundo o plano original de Deus: o primeiro domínio, perdido no Éden pela transgressão de Adão, será restaura­do em toda a sua beleza anterior (cf. Mq 4.8). 14.2.2008

 

Um amigo mostrou a John Ruskin um lenço, no qual caíra um pingo de tinta preta, lamentando a perda do lenço tão valioso. Ruskin levou o lenço e o devolveu alguns dias depois ainda mais valorizado. Aproveitando o pontinho preto e usando tinta nanquim, acrescentara alguns desenhos e, pronto, salva­ra o pequeno tesouro. Se a vida de alguém está manchada, nas mãos de Cristo pode ser intei­ramente recuperada e tornada mais bela. 14.2.2008

 

A Igreja de Cristo é um hospital onde todos estão, em alguma medida, doentes com algum tipo de enfermidade espiritual. Que todos tenhamos oportunidade para exercitar mutuamente o espírito de sabedoria e humildade. – Richard Sibbes. 14.5.2008

 

(variante) A águia Chega a viver setenta anos. Mas, aos 40 anos ela toma uma difícil decisão. Suas unhas compridas, não conseguem mais agarrar as presas. O bico alongado se curva e perde a força. As asas ficam pesadas em função da grossura das penas, e voar se torna difícil! Então a águia enfrenta um dolorido processo que dura cento e cinqüenta dias. Ela se recolhe em um ninho no penhasco. E começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, e espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as gorduras de suas unhas. E com as unhas livres, ela passa a arrancar as velhas penas. E cinco meses depois, ela sai no formoso vôo de renovação. Deus vai fazer isso em voce. Teu Deus vai renovar tuas forças, e você vai voar o vôo da vitória. 27.7.2008

 

Enquanto terminava meus estudos na universidade, dava aulas de banjo de cinco cordas, numa loja de música. O trabalho me dava a oportunidade de comprar um instrumento novinho, de qualidade profissional, quase pela metade do preço. Isso aconteceu mais de 30 anos atrás e o banjo tem me acompanhado nos trabalhos missionários em todo o mundo. Mas apesar de ser uma peça de artesanato excelente, teve que ser restaurada. Um restaurador profissional observou como certas imperfeições haviam danificado o banjo. Ele tinha certeza que os reparos resultariam num som muito melhor do que de um instrumento novo. Não fiquei decepcionado. A ação nas cordas e a clareza do som são, admiravelmente, superiores à sua condição original, quando comprei o instrumento. De certa forma, nossas vidas são como instrumentos musicais, destinadas "para o louvor da sua gloriosa graça [de Deus]" (Efésios 1:6). Mas com o passar do tempo, a vida nos cansa. Nossos corações clama por uma renovação. O salmista orou: "Acaso não nos renovarás a vida?" (Salmo 85:6). A palavra hebraica para reviver significa: "restaurar e renovar", mas também "reparar". É vital que submetamos nossas almas ao toque de restauração do Mestre. Por que não tomar algum tempo para um retiro espiritual e pedir que o Senhor repare seu coração? 13.1.2009

 

Um rei possuía um valioso diamante, um dos mais raros e perfeitos do mundo. Um dia o diamante caiu de grande altura e um arranhão estragou parte dele. O rei chamou os melhores peritos para que tentassem corrigir a imperfeição, mas todos concordaram que não poderiam retirar o arranhão sem cortar fora uma boa parte da superfície, assim reduzindo o peso e o valor do diamante. Finalmente apareceu um artesão, não tão famoso, e garantiu: - Tenho muito observado o maior artesão de todos e, com ele, muito aprendi. Posso lhe garantir que saberei reparar o diamante sem reduzir seu valor. Sua confiança era tanta que, convencido, o rei entregou o diamante ao homem. Depois de alguns dias, o artesão retornou com o diamante ao rei, que ficou surpreso ao descobrir que o feio arranhão tinha desaparecido e em seu lugar fora entalhada uma bela rosa. O arranhão anterior tinha se tornado o talo de uma rara flor! O rei, empolgado, falou ao artesão: - Que belo trabalho, que ótima idéia. Diga-me, quem é este grande artesão que é seu mestre? E o artesão respondeu: - Deus, o artesão da vida. Deus está sempre, se permitimos, transformando nossos arranhões em algo de belo.16.6.2009