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Relacionamento

 

É uma lei da vida humana, tão certa como a da gravidade: "para vivermos plenamente, precisamos aprender a USAR as coisas e a AMAR as pessoas... Nunca AMAR as coisa nem USAR AS PESSOAS!"

 

O primeiro passo para viver bem com outra pessoa é viver bem consigo mesmo. (Revista UniJovem Ano XIX Nº 79, pg 42)

 

É interessante observar algumas pessoas falando e reclamando dos outros. A família não as compreende, a igreja não as ama, o mundo não se importa com elas... É como dizia o filósofo Sartre: "O inferno são os outros". (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 18).

 

Zenon Lotufo Jr, psicólogo cristão diz: "Nos relacionamentos sadios as pessoas não são amadas pelo que fazem, mas sim, pelo que são". (Sergio e Magali Leotto, em Casamento: Reavaliar Para Crescer, pg 22).

 

Na Alemanha, um homem chamado Grunch experimentou um feito que foi considerado fora do comum. Ele treinou alguns passarinhos para assoviarem conhecidas canções populares; a reprodução exata era uma das importantes chaves na realização dessa tarefa. Grunch tentou apressar o processo gravando as canções em uma fita. Fazendo isso ele pensou que poderia ensinar os pássaros mais rapidamente sem despender muito esforço pessoal na tarefa, mas a experiência falhou. Mesmo que os pássaros tivessem aprendido, haveria em suas canções uma qualidade desbotada e um estilo mecânico. "O gravador só pode repetir um som" - disse Grunch, mas não pode demonstrar amor aos pássaros. Era necessário um toque humano para que se tornassem bons cantores. Do mesmo modo no nosso relacionamento com os outros, somente uma aproximação calorosa pode ser inteiramente eficiente. Se não houver uma preocupação genuína, a superficialidade de nossos sentimentos se refletirá numa atitude igualmente incolor e anêmica. Tal como nos pássaros do senhor Grunch, um dos maiores segredos do sucesso no relacionamento pessoal é o amor. (Internet)

 

O pastor Amarildo, líder com sua esposa da Rede de Casais de uma numerosa comunidade evangélica em Ribeirão Preto/SP, comentou ter percebido uma coisa - que as pessoas não querem saber que são amadas, as pessoas querem sentir que são amadas. (Koinonia, pg 3 / Ano XI Nº 36, 01/01/2002).

 

Alguns relacionamentos, precisamos confessar, são puramente interesseiros. Certo pastor bateu à porta da casa de um dos membros da sua igreja e aguardou alguns segundos para que lhe atendessem. Como ninguém apareceu, bateu de novo e esperou. Nada aconteceu e, muito bem humorado, ele anotou uma passagem bíblica num cartão de visita seu, colocou por debaixo da porta e foi embora. A referência anotada era Apocalipse 3:20: “Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo.” No dia seguinte, o irmão que tinha sido visitado pelo pastor, coloca um cartãozinho seu na cestinha de oferta com a seguinte passagem anotada: “Ouvi a tua voz no jardim, e, porque estava nu, tive medo e me escondi.” Gênesis 3:10. 

 

¿Por qué ataría una niña de 10 años una nota a un globo lleno de helio y la enviaría al cielo? Según el columnista Bob Green, una afligida niña de Illinois llamada Sarah envió una carta a su abuelo, quien había muerto antes de que ella pudiera visitarlo por última vez. El sobre estaba dirigido al «Abuelo Bernie, en el cielo». Representaba la expresión de amor de una niña y su esperanza de que su abuelo la leyera. Pasaron dos meses, y entonces llegó una carta dirigida a Sarah. Empezaba diciendo: «Tu carta al abuelo Bernie aparentemente llegó a su destino y él la leyó. Entiendo que no pueden conservar allí cosas materiales, así que la devolvieron a la tierra. Allá sólo guardan pensamientos, recuerdos, amor y cosas por el estilo.» Si nos conmueve el amor de una niña por su abuelo, ¿Qué se puede decir de aquellos a quienes amamos y que todavía viven? La muerte y la eternidad ponen las cosas en la perspectiva correcta.

 

O monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passaram por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido a dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. Foi então a margem, tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada. Eles haviam assistido a cena e o receberam perplexos e penalizados. - Mestre, deve estar doendo muito! Por quê foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu a sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!". O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu: -"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha!" Esta parábola nos faz refletir a forma de melhor compreender e aceitar as pessoas com que nos relacionamos. Não podemos e nem temos o direito de mudar o outro, mas podemos melhorar nossas próprias reações e atitudes, sabendo que cada um dá o que tem e o que pode. Devemos fazer a nossa parte com muito amor e respeito ao próximo. Cada qual conforme sua natureza e não conforme a do outro. 

 

"Igreja é gente e gente é sinônimo de problema e solução em todas as épocas e lugares", escreveu um pastor lá do Recife-CE. (Fonte: Edvar Gimenes, em O Jornal Batista, pg 7, 20 a 26/05/2002). 

 

"São poucas as pessoas que ao deitarem a noite, ousariam dirigirem-se assim a Deus: Senhor, trata-me amanhã como tratei os outros hoje." - Fonte: pastores@yahoogroups.com 

 

Há muito tempo, num certo local de clima ameno e temperado, ocorreu um estranho fenômeno climático: um frio incomum, como nunca acontecera antes, chegou acolhendo os animais de surpresa. Havia ali uma colônia de porcos-espinhos, que, como os outros animais, nunca haviam passado por esta situação. Percebendo o problema, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas eles eram porcos espinhos, e os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. Por isso alguns, não querendo conviver com os espinhos alheios (só os alheios porque os seus próprios espinhos não incomodavam), tornavam a se afastar uns dos outros. Voltaram a sofrer de frio, e alguns chegaram a morrer congelados. Precisaram então fazer uma escolha: ou desapareceriam da face da terra, ou aceitavam conviver com os espinhos de seus semelhantes. Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos. aprenderam assim a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima pode causar, já que o mais importante era o calor do outro, ingrediente essencial à sobrevivência. E a colônia sobreviveu, está lá até hoje, e continua crescendo. Esta pequena história nos ensina a viver em comunhão. Não a comunhão irreal, que às vezes povoa nossa imaginação e exigimos que exista na Igreja, mas a comunhão real, onde pessoas pecadoras se rendem ao toque do espírito de Deus, aprendem a perdoar os "espinhos" alheios, procuram aparar as pontas agudas dos seus próprios espinhos e conseguem perdão quando um espinho teimoso fere quem está próximo, aquecendo nossa vida. - Fonte: goodnews@br.inter.net

 

Narra uma lenda que um príncipe poderoso caiu em mãos inimigas que decidiram tirar-lhe a vida, condenando-o à forca. Dada sua linhagem nobre, o rei dos inimigos lhe propôs um acordo. Se ele conseguisse decifrar um certo enigma, sua vida seria poupada. Para isso, concedeu-lhe a liberdade de procurar a resposta por três dias. Com a pergunta lhe fervendo na cabeça, o príncipe começou a buscar entre os habitantes do lugar quem o pudesse ajudar a encontrar a solução. A pergunta era: o que mais deseja uma mulher? Ao final do terceiro dia, já desanimado e antevendo sua morte na forca, o príncipe encontrou uma mulher muito feia. Na boca, somente dois dentes. Os cabelos desgrenhados. As vestes sujas. Era chamada por todos, pelo seu aspecto horrível, de bruxa. Ela disse que tinha a resposta. Mas exigia que, tendo salva a vida, ele voltasse e casasse com ela. Não desejando morrer, ele consentiu e ela lhe disse: "o que mais deseja uma mulher é ter soberania sobre a sua vida." Com a resposta, o príncipe teve poupada a sua vida e voltou para casar com a bruxa. Não queria, mas tinha prometido. Triste destino o meu, pensava. Casar com uma bruxa. Entristecido, na noite de núpcias, sentou-se na cama aguardando a noiva de horrível aspecto. Qual não foi sua surpresa quando ela se apresentou belíssima, num vestido branco, com cabelos louros, olhos azuis brilhantes e um sorriso perfeito. Como pode?, Perguntou o príncipe. É que esqueci de lhe falar que durante o dia eu sou bruxa e à noite viro uma linda mulher. Agora, você pode escolher: quer que eu seja bruxa de dia ou de noite? Ele olhou para aquela figura maravilhosa e disse: deixo que você escolha se quer ser bruxa à noite e donzela durante o dia ou o contrário. A noite foi extraordinária. No dia seguinte, ao raiar do sol, o príncipe abriu os olhos e surpreso, viu deitada ao seu lado, a jovem maravilhosa da noite anterior. Como?, Falou ele, você não disse que durante o dia virava bruxa? Meu amor, falou ela, como você deixou que eu decidisse sobre o que quisesse ser e quando quisesse, eu decidi ser donzela de dia e de noite. Lembra que eu lhe falei que o que mais deseja uma mulher é a soberania sobre a sua vida, poder decidir sobre sua própria vida? No mundo existem pessoas assim. Fora do lar, no contato com as pessoas são excelentes. Gentis, atenciosas, ponderadas. Basta que adentrem o lar para se tornarem déspotas. Gritam, exigem, magoam. Acreditam que o seu lar é seu reino e ali tudo podem fazer, sem limites. Também existem as criaturas que no campo profissional, no trato social são ríspidas, grosseiras, exigentes em demasia. E, no entanto, com a esposa, os filhos são dóceis, educados, prestativos. O que ser, como ser e quando ser é decisão individual. Mas quando optarmos por sermos bons o dia todo, em todo lugar, com todas as pessoas, o mundo se tornará um lugar muito melhor para viver amar e ser feliz. - Fonte: momento.reflexao@grupos.com.br 

 

Gosto muito de uma frase de Doug Fields, um dos pastores da Igreja saddleback: "Cristãos sem relacionamentos monitorados estão dando chance para os problemas surgirem". (Um Ministério Com Propósitos - Editora VIDA, pg 142).

 

Quantos crentes não conversam, não olham nos olhos, muito menos sentam perto de outros irmãos. "Se o fulano for a igreja eu não vou, quero distância dele". Que amor é esse que não perdoa? (Josino Judson Ribeiro, O Jornal Batista, pg. 3 - 15 a 21/10/2001).

 

A união conjugal pode ser comparada a dois "porcos espinhos" no Alasca. Com a chegada do inverno, a neve, o frio violento começaram a ficar mais juntinhos. Mas, muito juntos, começavam a se espetar, então se separavam. Mas, ficavam com tanto frio que se juntavam novamente e, para suportar o frio, tiveram de se ajustar um ao outro. Casamento é o mais difícil dos relacionamentos humanos. Exige paciência, perícia, tato e maturidade emocional e espiritual. (Internet).

 

Martin Luther King Jr. em um dos seus eloqüentes discursos contra a intolerância: "Ou todos aprendemos a conviver como pessoas, ou morreremos todos como animais". (Carlos Cesar P. Novaes, em O Jornal Batista, pg. 6 - 15 a 21/04/2002).

 

Uma vez ouvi uma história sobre Lady Astor, que não gostava de Winston Churchill. Um dia ela disse: "Winston, se fosse meu marido, eu colocaria arsênico em seu chá". Churchill respondeu: "Se a senhora fosse minha esposa, eu o beberia!" A maioria de nós tem a inclinação de não gostar de pessoas que não gostem de nós. (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 44 - Ed Vida).

 

Quando eu era garoto, se acontecesse de nosso vizinho ficar chateado comigo, aquilo não me incomodava muito. Mas se fosse o meu pai quem estivesse aborrecido comigo, aí já era outra história. Nosso relacionamento ficava interrompido; não conseguia encará-lo e não podia chegar perto dele alegremente. Quando havia alguma coisa errada entre mim e meu pai, eu não suportava aquela situação. Tinha que acertar as coisas. Quando há alguma coisa errada entre nós e o nosso Pai celestial, você não consegue suportar a situação e tem que acertar as coisas.

 

"Aprendemos a voar como pássaros, e a nadar como peixes. Mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos". Martin Luther King

 

Um especialista em crescimento da igreja, declarou isto numa de suas palestras: "Para que a igreja seja uma igreja saudável, ela precisa investir na saúde dos relacionamentos familiares".

 

"Geralmente somos levados a temer mais as pessoas do que aos sentimentos". Vagner Bernal

 

"As pessoas são solitárias porque constroem mais paredes do que pontes." - Joseph F. Newton

 

Em uma de suas pregações na igreja que pastoreia em São Paulo (Projeto Ágape) o pastor Sandro Baggio disse: "Relacionamentos saudáveis nunca acontecem por acaso; é preciso aprender a desenvolve-los." Nós, como igreja, precisamos aprender imediatamente como nos relacionar, e buscar esta comunhão com nossos irmãos (cristãos ou não-cristãos), pois foi por elas que Jesus morreu em uma cruz e nos deu uma missão de amor.

 

Como Cavett Robert nos diz: "Muitas pessoas podem aprender a lidar com coisas, mas são poucos que se tornam especialistas em lidar com gente." Eu absolutamente creio que no ministério nós temos que fazer ambos.

 

Você é um construtor de pontes ou de cercas? Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. - Estou procurando trabalho - disse ele. - Talvez você tenha algum serviço para mim. - Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. - Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: - Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: - Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse. De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas. - Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: - Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir... Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e até com nossos inimigos... Pense nisso e construa pontes ao seu redor. Que tal começar agora! 

 

Um estudo da Harvard mostra que 2/3 das demissões nas empresas são causadas por dificuldades de relacionamento com os colegas. - Nelson Botter Junior

 

"Na cidade de Stepanavan, Armênia, eu encontrei uma mulher que todos chamavam de 'esposa do Palasan.' Ela tinha seu próprio nome, é claro, mas a população a chamava pelo nome do seu marido para mostrar a sua grande honra. Quando o terremoto devastador de 1988 atingiu a Armênia, era quase meio-dia, e Palasan estava no trabalho. Ele correu para a Escola Primária onde seu filho estudava. A fachada do prédio estava ruindo mas mesmo assim ele entrou no edifício e começou a retirar crianças para um local seguro. Após livrar 28 crianças, um novo abalo fez todo o prédio ruir e ele acabou morrendo sob os escombros. Por isso, as pessoas de Stepanavan honram sua memória e sua jovem viúva chamando-a de esposa do senhor Palasan." (L. Nishan Bakalian - Beirut, Líbano) - Muitas vezes a maior honra de uma pessoa não está propriamente em quem ela é e sim com quem está relacionada. A mais alta honra de um cristão consiste em ser chamado "discípulo do Senhor Jesus Cristo" que ofereceu Sua vida em favor de toda a humanidade.

 

Um pessoa do lado com quem se possa contar ajuda, ajuda a controlar melhor a pressão arterial, contribui para proteger os vasos sangüíneos de possíveis lesões, equilibra o batimento cardíaco e dá uma força e tanto contra a depressão. - paodavida@yahoogrupos.com.br

 

D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".

 

Certa vez ouvi a história de um viajante que subia numa estrada montanhosa a caminho de uma cidade atrás das montanhas. No topo da montanha, chegou a uma cabana onde morava um ancião. Parou e perguntou ao senhor idoso: "Que tipo de gente mora atrás da montanha?" O ancião respondeu: "Que tipo de pessoas eram seus vizinhos na cidade de onde veio?" O viajante respondeu: "Eram todos bons vizinhos. Chorei quando tive que deixá-los". O ancião disse: "Então, você encontrará os mesmos tipos de vizinhos além da montanha". Mais tarde, um segundo viajante chegou à cabana no topo da montanha. Este homem parou e perguntou que tipos de pessoas habitavam atrás da montanha. Mais uma vez o ancião perguntou: "Que tipo de vizinhos você deixou na cidade de onde veio?" "Ah!", o viajante replicou: "eles eram maus, avarentos e indignos. Eu não tinha sequer um vizinho em quem pudesse confiar". O ancião respondeu: "Sinto muito em dizer que você encontrará os mesmos tipos de vizinhos do outro lado da montanha". Nunca teremos boas relações com os outros se não cultivarmos um espírito de confiança mútua.

 

Para ter bons relacionamentos é preciso ser estável. E para ser estável é necessário equilíbrio. Equilíbrio entre as seguintes coisas, por exemplo: Ser alegre, e não inconveniente. Ser sincero, e não machucar. Ser disciplinado, e não rígido. Ser comunicativo, e não exagerado. Ser doce, e não melado. Ser corajoso , e não agressivo. (autor desconhecido)

 

A Fundação Carnegie descobriu que para se ter sucesso no trabalho, as capacidades de relacionamento são muito mais importantes do que o conhecimento. A sua pesquisa verificou que apenas 15 por cento do sucesso duma pessoa é determinado pelo conhecimento do trabalho e capacidades técnicas. Oitenta e cinco por cento é determinado pela atitude e capacidade individual de relacionamento com outras pessoas. - www.gospelcom.net/rbc/pd/2005/03/page16.html

 

Para um bom relacionamento humano, as seis palavras mais importantes: Admito que o erro foi meu. As cinco palavras mais importantes: Você fez um bom trabalho. As quatro palavras mais importantes: Qual a sua opinião? As três palavras mais importantes: Faça o favor. As duas palavras mais importantes: Muito obrigado. A palavra mais importante: Nós. A palavra menos importante: Eu.

 

Dificilmente um ser sobre a face da terra suporta viver sozinho por muito tempo. A revista VEJA nº 13, de 27/03/96, publicou um artigo sobre um urso Panda que adoeceu e morreu num zoológico de Nova Iorque (EUA) por causa da solidão. Após a morte de sua companheira, ele começou a entristecer, perdeu o apetite, adoeceu e acabou morrendo também. Com o ser humano não é diferente. Pela própria essência da sua criação, ele tem uma grande necessidade de estar acompanhado.

 

Li um manifesto religioso de um movimento de renovação carismática, publicado na década de 60, que orientava os fiéis a irem imediatamente para suas casas após as celebrações da igreja, a fim de evitarem fofoca. Essa solução é semelhante àquela que indica tiro de revólver como remédio para matar piolho na cabeça. Acabar com fofoca, destruindo uma das melhores coisas da vida, que é estar com amigos, seria um grande equívoco.

 

Certo psiquiatra disse que são poucas as pessoas que, de fato, gostam do sabor amargo da cerveja. A cerveja, disse ele, seria apenas uma desculpa para se estar numa roda de amigos.

 

"Esta é a era da página lida pela metade.

Do comer às pressas.

Da brecada violenta.

Da noitada alegre, com os nervos tensos.

Da viagem curta,

Da parada breve.

Da pele bronzeada à luz artificial.

Do figurão numa boa posição.

Da mente esgotada,

Do coração enfermo,

Das noites mal dormidas.

Até que uma engrenagem quebra e a festa acaba".

- Este poema lembra a correria dos nossos dias, e de como o homem é absorvido pela velocidade, tecnologia e loucura deste século, prejudicando os relacionamentos. Este poema foi escrito por Virgínia Brasier, e publicado no Saturday Evening Post, em maio de 1949. Já imaginou?

 

Existe um projeto em UTI neonatal denominado Canguru. Consiste em bebês prematuros ficarem em contato com o corpo da mãe durante algumas horas a cada dia. Dessa forma, os bebês se desenvolvem melhor do que se apenas recebessem cuidados médicos dentro de incubadora. O corpo humano em contato com outro se aquece. Além disso, o contato corporal produz sentimentos prazerosos e saudáveis para as emoções.

 

Há mais de um ano, quando de viagem para os EUA, um dos presentes que trouxemos na bagagem foi um ursinho Puff para nossa primogênita, Susanne, hoje com quase 17 anos. Ela gosta muito daquele urso. Quase todos os dias, antes de ela acordar, pego aquele urso e coloco numa situação engraçada. Num dia ponho o urso debruçado na janela. Outro dia, na cadeira de praia, com óculos escuros. Um dia desses coloquei-o com um pote de biscoito aberto (até procurei um pote de mel, mas não tinha). Ao acordar, às vezes, tendo já saído, ela já sabe que o seu ursinho Puff está fazendo alguma coisa. Pode parecer apenas uma brincadeira familiar, mas o que estou estabelecendo com a minha filha é mais uma forma de nos manter conectado um ao outro. Quando ela acorda já sabe que há uma grande possibilidade de procurar o urso e encontrá-lo numa situação nova (um dia desses ela o encontrou sentado no vaso sanitário!). Quando minha filha acorda, mesmo às vezes mal-humorada, e procura pelo ursinho Puff e o encontra numa situação engraçada, ela inconscientemente pensa: "Meu pai se lembrou de mim e gastou alguns segundos procurando me distrair. Não sou hóspede nesta casa. Eu pertenço à uma família!" - Gilson Bifano, 2005.

 

Conta-se que Abraão Lincoln, quando presidente dos Estados Unidos, certa vez recusou-se a receber uma pessoa. Sua secretárias lhe perguntou o porquê. Lincoln respondeu: "Não vou com a cara dele". "Mas, presidente, que culpa o homem tem de ter a cara que tem?", perguntou a secretária. A resposta de Lincoln foi singular: "Depois dos 40 anos, um homem é responsável pela cara que tem". Ele estava certo.

 

Um poeta expressou: "Viver nos céus com os santos, isso será uma glória; viver na terra com os santos, isto é uma outra história!"

 

Todos sabemos quão fácil e rapidamente as relações humanas se deterioram.. o grande escritor russo Dostoievski teria confessado certa vez que se tivesse que conviver com a melhor pessoa deste mundo, dentro de vinte e quatro horas já começaria a odiá-la.

 

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado. Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. "Estou procurando trabalho. Sou carpinteiro. Talvez você tenha algum serviço para mim." "Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda ali, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta." "Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos." O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade. O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro. Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: "Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei." Mas as surpresas não pararam ai. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: "Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte mesmo depois do que eu lhe disse." De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho, começou a fechar a sua caixa de ferramentas. "Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você." E o carpinteiro respondeu: "Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir..." Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos... Muitas vezes desistimos de quem amamos por causa de magoas e mal entendidos. Vamos deixar isso de lado, ninguém é perfeito, mas alguém tem que dar o primeiro passo. - http://br.groups.yahoo.com/group/forum-batistas

 

Dois homens estavam zangados entre si há muito tempo. Certo dia, no caminho, passaram um pelo outro. Um deles levava uma vaca à caminho da roça. Então, o outro falou:  "Atão, pra onde vai levando o boi?" O outro, muito admirado, respondeu: "Ora sô! A gente não se fala há tanto tempo... e isto não é um boi. É uma vaca". O outro, percebendo o clima, respondeu: "Êpa! Eu num falê consigo. Foi com a vaca".

 

Relacionamentos frios, distantes... com a Internet a coisa está assim. Certa vez, uma senhora comentou: “Pedro e eu estamos juntos há dez anos, mas nunca nos encontramos”.

 

Você cumprimentou seu vizinho hoje? Desejou bom dia ao porteiro? Esperou o carro da frente andar sem buzinar? Se disse não a alguma das perguntas acima, pode estar fazendo mal à sua saúde. Jornal do Brasil. 30/11/06

 

“As crianças que, desde cedo, aprendem habilidades sociais com os pais se relacionam melhor com os colegas”, afirma Ross Park, respeitado professor de psicologia da Universidade de Califórnia, em Riverside. – Seleções, Ago/2005. 15/12/06

 
Certo dia um escritor acompanhou um amigo até à banca de jornal onde este costuma comprar o seu exemplar diariamente. Ao se aproximarem do balcão, seu amigo cumprimentou amavelmente o jornaleiro e como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. O amigo pegou o jornal, que foi jogado em sua direção, sorriu, agradeceu e desejou um bom dia ao jornaleiro. Quando ambos caminhavam pela rua, o escritor perguntou ao seu  amigo: - Ele sempre o trata assim, com tanta grosseria? - Sim - respondeu o rapaz. Infelizmente é sempre assim... - E você é sempre tão polido e amigável com ele? - perguntou o escritor admirado. - Sim, eu sou... - respondeu prontamente seu amigo. - E porquê você é educado, se ele é tão grosseiro e inamistoso com você? - Ora - respondeu o jovem, porque não quero que ele decida como eu devo ser. 18/12/06
 

Estudo: segurar a mão do marido alivia estresse - Um estudo de um neurocientista da Universidade de Virgínia mostrou que mulheres casadas que estejam estressadas sentem um alívio imediato - comprovável em imagens do cérebro - ao segurar a mão do marido, desde que tenham um bom relacionamento com ele. James Coan, que comandou a pesquisa, utilizou 16 casais considerados felizes e se disse surpreso com o impacto de um gesto tão simples nos níveis de estresse das mulheres. - Reuters . 30/1/07

 
Recentemente aprendi algo muito precioso. Há quatro tipos de relações entre uma pessoa e Cristo. A primeira diz: Tudo eu e nada de Cristo. A segunda: Eu e Cristo. A terceira: Cristo e eu. A quarta: Não eu, mas Cristo. É exatamente esta última que apresenta a expressão genuína do cristianismo. O apóstolo Paulo afirmou: Porquanto, para mim, o viver é Cristo. Filipenses 1:21ª. 14/2/07
 
"As relações que desafiam o tempo são aquelas construídas sobre a arte de conversar". Friedrich Nietzsche, filósofo, ALE, 1844-1900. 6/3/07
 
Um professor, diante de sua classe de filosofia, sem dizer uma só palavra, pegou um pote de vidro, grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golf. Em seguida, perguntou aos seus alunos se o frasco estava cheio e imediatamente todos disseram que sim. O professor então pegou uma caixa de bolas de gude e esvaziou-a dentro do pote. As bolas de gude encheram todos os vazios entre as bolas de golf. O professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio e voltou a ouvir de seus alunos que sim. Em seguida, pegou uma caixa de areia e esvaziou-a dentro do pote. A areia preencheu os espaços vazios que ainda restavam e ele perguntou novamente aos alunos, que responderam que o pote agora estava cheio. O professor pegou um copo de café (líquido) e o derramou sobre o pote umedecendo a areia. Os estudantes riam da situação, quando o professor falou: - Quero que entendam que o pote de vidro representa nossas vidas. As bolas de golf são os elementos mais importantes, como Deus, a família e os amigos. São com as quais nossas vidas estariam cheias e repletas de felicidade. As bolas de gude são as outras coisas que importam: o trabalho, a casa bonita, o carro novo, etc. A areia representa todos as pequenas coisas. Mas se tivéssemos colocado a areia em primeiro lugar no frasco, não haveria espaço para as bolas de golf e para as de gude. O mesmo ocorre em nossas vidas. Se gastamos todo nosso tempo e energia com as pequenas coisas nunca teremos lugar para as coisas realmente importantes. Prestem atenção nas coisas que são primordiais para a sua felicidade. Brinquem com seus filhos, saiam para se divertir com a família e com os amigos, dediquem um pouco de tempo a vocês mesmos, busquem a Deus e creiam nele, busquem o conhecimento, estudem, pratiquem seu esporte favorito... Sempre haverá tempo para as outras coisas, mas ocupem-se das bolas de golf em primeiro lugar. O resto é apenas areia. Um aluno se levantou e perguntou o que representava o café. O professor respondeu: - Que bom que me fizestes esta pergunta, pois o café serve apenas para demonstrar que não importa quão ocupada esteja nossa vida, sempre haverá lugar para tomar um café com um amigo. http://www.teuministerio.com.br/brspcobabibjli. 13/3/07

 

Um professor da Escola Bíblica para crianças quis ensinar ao seu grupo a necessidade de viver em harmonia. Pegou um violão e começou a tocar uma canção suave. A música não ficou boa e ele começou a mexer nas cordas, uma a uma, ao mesmo tempo que começou a falar com as crianças. "Eu não estou gostando do som que está saindo das cordas desse violão, da mesma forma que Deus não gosta do som que sai de nossas brigas e desavenças. Nós precisamos trabalhar e manter um entendimento uns com os outros, assim como as cordas de um violão precisam estar em harmonia uma com as outras." Ele começou a afinar novamente as cordas do violão e, em seguida, tocou a mesma melodia, agora bem mais bonita. "Não ficou bem melhor assim?" perguntou o professor, concluindo o ensinamento. A nossa ilustração, que fala de um ensino para crianças, bem pode ser aplicada à vida de todos nós. Nada melhor e mais agradável do que viver em plena comunhão e harmonia uns com os outros. Uma briga ou desentendimento sempre traz prejuízos para todos. 2/4/07
 
"Não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso." William Shakespeare, dramaturgo, poeta, com temas que abordam a complexidade da alma humana, ING, 1564-1616. 23/4/07
 
Conta o psicólogo Martin Seligman: Descobri que homens e mulheres satisfeitos têm uma vida social mais rica e produtiva. Os muito felizes passam o mínimo de tempo sozinhos e mantêm ótimos relacionamentos. Cultivam mais as amizades e permanecem casados por mais tempo. Veja, 10 de março de 2004. 24-12-2007
 
Uma famosa socióloga escreveu que o homem é um ser gregário e não pode viver sozinho: para nascer precisa de duas pessoas — o pai e a mãe, e ao morrer precisa de pelo menos quatro para carregar o caixão. Manancial 1T95; 24-12-2007
 
Recorra à dignidade das pessoas e elas farão tudo por você. Ignore-a, e elas não moverão um dedo sequer. Thomas Friedman, no New York Times. 08-01-2008
 
“Ama as pessoas como são, que elas terminarão sendo o que devem ser”. 08-01-2008
 
"Trate as pessoas e conviva com elas de tal modo que, se você morrer, chorem a sua falta e, enquanto estiver vivo, desejem ardentemente sua companhia." (Nahjul Balagha). 25-01-2008
 
"Passamos metade da vida à espera daqueles que amamos e outra metade a deixar os que amamos." (Victor Hugo). 29.1.2008
 
"Homem e mulher de Deus são aqueles que constantemente vivem bem com sua família". 29-01-2008
 
Relacionamento é difícil. Até Jean Paul Sartre fi!ósofo francês, ratificou isso quando disse que "inferno é o outro". 18-03-2008
 
Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças. O martelo era o presidente, mas teria de renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho e vivia o tempo todo golpeando O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo: "Ele dá muitas voltas para conseguir o que deseja." O parafuso concordou, mas pediu a saída da lixa. Ela é muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que expulsassem o metro. Ele mede os outros segundo a sua medida, como se fosse o único perfeito. Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou todas as ferramentas e iniciou o seu trabalho, transformando uma rústica madeira em um fino móvel. Senhores, todos temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Notamos que o martelo é forte, o parafuso une e dá força, a lixa retira as asperezas e o metro é preciso e exato. Quando uma pessoa busca defeito em outra, a situação torna-se tensa e negativa. Quando se busca os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. Visão Missionária 1T2005. 19.3.2008
 
Oscar Tompson diz que a palavra mais importante do dicionário é relacionamento, ela resolve os problemas sociais do homem. 26.3.2008
 
Até que tenhamos um relacionamento pessoal com Deus, amando-O e confiando nEle, não conseguiremos jamais nos relacionar bem com os outros. Não teremos amor ver­dadeiro para compartilhar. Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual, 3.4.2008
 
Oswald Chambers disse: "Quando o Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, então esse amor exige cultivo. Nenhum amor na terra se desenvolverá sem ser cultivado. Temos de nos dedicar a amar, o que significa iden­tificar-nos com os interesses de Deus por outras pessoas". Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual, 10.4.2008
 
Quando o homem aprender a interceder verdadeiramente pelas necessidades de outras pessoas, acontecerá uma transformação. Ele se tornará um doador em seu coração, em lugar de recebedor. Deus quer que haja um espírito de bênção dentro de Seu povo o tempo todo. Quanto mais um homem ora pelos outros, menos fica irritado, ofendido e provocado por eles. 10.4.2008
 
Uma lenda africana conta a história de um rei cuja esposa vivia triste, definhando. Um dia, ele nota que a mulher de um pobre pescador que morava próximo à corte era o próprio retrato da saúde e da felicidade. Então, ele se dirige ao pescador: - Como você consegue fazê-la tão feliz? - É fácil, responde o pescador. Dou a ela carne de língua. O rei imagina que agora tem a solução. Ele ordena que os melhores açougueiros do reino tragam língua para sua esposa, e passa a servir uma dieta reforçada. Mas suas esperanças são frustradas. Ela piora. O rei não entende, vai até o pescador e diz: - Como pode? Minha mulher não melhora com a tal carne de língua!. O pescador é explica: - Todos os dias, quando chego em casa, ela se senta comigo, me conta histórias, ouve as que tenho para contar, canta, me faz rir, me enche de vida. Essa é a carne de língua, alguém que converse com ela e dedique a atenção à ela. Sem atenção, não há gentileza, nem calor humano, nem proximidade, nem relacionamento. 29.4.2008
 

O ancião descansava sentado em um velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista de um automóvel que estacionou a seu lado : - Bom dia! - Bom dia ! Respondeu o ancião. - O senhor mora aqui? - Sim, há muitos anos... - Venho de mudança e gostaria de saber como é o povo daqui. Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem. - É verdade, falou o ancião. Mas por favor me fale antes da cidade de onde vem. - Ah ! É ótima. Maravilhosa ! Gente boa, fraterna... Fiz lá muitos amigos. Só a deixei por imperativos da profissão. - Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual. Vai gostar daqui. O forasteiro agradeceu e partiu. Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião: - Estou chegando para morar aqui. O que me diz do lugar? O ancião, lançou-lhe a mesma pergunta: - Como é a cidade de onde vem? - Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso! - Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente... Todos vemos no mundo e nas pessoas algo do que somos, do que pensamos, de nossa maneira de ser. Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver com gente assim. Em outras palavras, o mundo tem a cor que lhe damos através das nossas lentes. 15.9.2008

 

Há duas coisas que chamamos de grande: o Grande Mandamento e a Grande Comissão. Os relacionamentos são o coração de ambas. Seja o amor do Grande Mandamento ou o discipulado da grande Comissão, o que faz alguém ser grande ou excelente é sua habilidade de desenvolver relacionamentos comprometidos e saudáveis - David Kornfield, em O Líder Que Brilha. 15.10.2008

 

Um homem viu na vitrine de uma joalheria várias pedras preciosas. Observou diamantes, esmeraldas, rubis e tantas outras pedras lindas e atraentes. Porém, no meio daquelas pedras de rara beleza e alto valor, estava também uma pedra opaca que por diferente, chamou-lhe a atenção. Movido pela curiosidade, perguntou ao joalheiro porque aquela pedra sem brilho estava exposta na vitrine como uma pedra preciosa. O joalheiro, sem dizer palavra alguma, tomou a pedra da vitrine e a apertou por alguns instantes na concha da sua mão. Depois de alguns minutos, ao abrir a mão, aquela pedra estava brilhando, revelando uma beleza singular e encantadora. Aquela pedra era uma opala. A opala só brilha quando é tocada, quando é cercada de calor e de contato. Às vezes, por vivermos isolados uns dos outros, não conhecemos a beleza nem o valor das pessoas. Mas quando nos aproximamos, nos tocamos com um gesto de amor, as pessoas desabrocham em expressões de luminosa beleza e encanto. Por isso vamos nos aproximar uns dos outros e sermos cada dia mais felizes. 2.12.2008

 

Cinco moças, professoras universitárias, após o final do ano letivo, se uniram em um passeio de férias. Era um agradável descanso da vida movimentada entre a multidão com quem estavam acostumadas a conviver. "Eu amo o meu trabalho", disse uma delas, "mas, às vezes, parece que eu daria qualquer coisa para me livrar das pessoas por algum tempo. Eu nunca tenho um momento tranqüilo para mim mesma. Há sempre alguém querendo me ver. Vocês também pensam como eu?" "Oh, sim", disse uma; e "Sim", suspirou outra, "eu tenho vontade de ir para uma ilha deserta onde não veria nenhuma outra alma". Então, uma das moças, de nome Maria, falou: "Eu sei como vocês se sentem. Eu me sentia do mesmo modo. Mas quando isso acontecia comigo, eu pensava nas multidões que seguiam  a Jesus, e como Ele nunca se esquivou delas. Ele devia se sentir muito cansado, mas jamais foi impaciente com todos que O buscavam. “Lembrar-me disso me ajudou muito em tais situações”. Nós, cristãos, discípulos do Senhor Jesus, alegramo-nos pelo privilégio de poder testemunhar as grandes maravilhas operadas por Deus em nossas vidas. Estávamos perdidos e fomos achados, não tínhamos certeza do lugar para onde íamos e agora, como filhos amados, sabemos que somos herdeiros do Céu de glória. Estávamos sujeitos aos enganos do mundo e hoje estamos alicerçados na Rocha Eterna.  E como deve ser o nosso relacionamento com as pessoas desse mundo? Como agir diante daqueles que não compreendem o nosso modo cristão de viver? Como reagir diante dos escarnecedores de Deus? Com amor e carinho, com paciência e simpatia, com a certeza de que o Senhor espera que nossa vida brilhe diante deles. Eles também são amados de Deus e a nós cabe mostrar-lhes a verdadeira alegria existente em um coração transformado pela graça do Senhor. Não pertencemos a este mundo, mas enquanto aqui estivermos, procuraremos viver de maneira digna do Senhor para que muitas vidas sejam alcançadas e experimentem também a mesma felicidade que já alcançamos. 9.12.2008

 

Um pregador acabara de falar sobre o reconhecimento dos amigos no Céu. Descendo da plataforma e dirigindo-se a um dos corredores, foi abordado por uma mulher que lhe estendeu a mão e falou: "Eu lhe agradeço muito por este sermão. Agora eu gostaria de lhe solicitar que fizesse uma pregação sobre o reconhecimento dos amigos na terra. Eu tenho freqüentado este lugar por três anos e jamais alguém se aproximou para falar comigo." Temos deixado a luz de Cristo brilhar em nossas vidas através de nossas atitudes? Estamos vivendo, realmente, os ensinos de Cristo? Temos sido Seus amigos através de um relacionamento de amor com aqueles que estão à nossa volta? Temos praticado o amor que o Senhor nos ensinou através das Escrituras? 13.1.2009
 
Fazendo uma adaptação, a história é boa: Conta uma velha lenda dos índios Sioux, que uma vez, Touro Bravo, o mais valente e honrado de todos os jovens guerreiros, e Nuvem Azul, a filha do cacique, uma das mais formosas mulheres da tribo, chegaram de mãos dadas na tenda do velho feiticeiro da tribo e falaram: Nós nos amamos e vamos no casar. E nos amamos tanto que queremos um feitiço, um conselho, ou um talismã. Alguma coisa que garanta que poderemos ficar sempre juntos. Que nos assegure que estaremos um ao lado do outro até a morte. O velho sábio, ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse: Tem uma coisa a ser feita, mas é uma tarefa muito difícil e sacrificada... Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte dessa aldeia. E apenas com uma rede e tuas mãos caçar o falcão mais vigoroso do monte e traze-lo com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono, onde encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com as tuas mãos e uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a viva. Os jovens abraçaram-se com ternura, e logo partiram para cumprir a missão recomendada. No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves dentro de um saco. O velho pediu que, com cuidado, as tirassem dos sacos, e viu que eram belos exemplares... E agora, o que faremos, perguntou o jovem? Nós as matamos e depois bebemos à honra de seu sangue? Ou cozinhamos e depois comemos o valor de sua carne? Propôs a jovem. Não! Disse o feiticeiro. Apanhem as aves e as amarrem entre si pelas patas, com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas, para que voem livres... O guerreiro e a jovem fizeram o que lhes foi ordenado, e soltaram os pássaros... A águia e o falcão tentaram alçar vôo, mas apenas conseguiram saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as aves jogaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar. E o velho disse: jamais esqueçam o que estão vendo... Este é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão... Se estiverem amarrados, um ao outro, ainda que por amor, viverão arrastando-se e, cedo ou tarde, começarão a machucar-se mutuamente. Se quiserem que o amor entre vocês perdure...voem juntos... Mas nunca amarrados. 27.1.2009
 
Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviverem. O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso, nem pensar". O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento nos ensina. Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado. O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha." O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Sua reflexão: "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos". Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente, apagou-se. No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro". 17.2.2009
 
Um pregador acabara de falar sobre o reconhecimento dos amigos no Céu. Descendo da plataforma e dirigindo-se a um dos corredores, foi abordado por uma mulher que lhe estendeu a mão e falou: "Eu lhe agradeço muito por este sermão. Agora eu gostaria de lhe solicitar que fizesse uma pregação sobre o reconhecimento dos amigos na terra. Eu tenho frequentado este lugar por três anos e jamais alguém se aproximou para falar comigo." Temos deixado a luz de Cristo brilhar em nossas vidas através de nossas atitudes? Estamos vivendo, realmente, os ensinos de Cristo? Temos sido Seus amigos através de um relacionamento de amor com aqueles que estão à nossa volta? Temos praticado o amor que o Senhor nos ensinou através das Escrituras? O que tem representado, para nós, os irmãos de nossa igreja, os colegas de trabalho, os vizinhos e todos que conosco convivem? Temos compreendido que todos eles são oportunidades que o Senhor nos oferece para testemunhar de uma vida transformada ou não passam de uma pessoa a mais em nossa frente e que podemos tratá-los com a mesma indiferença com que as pessoas sem Cristo os tratam? A vida cristã não pode ser superficial, sem sal, sem luz e sem compromissos. O Senhor nos chamou para sair e produzir frutos e não para ser galhos secos e sem utilidade. Ele nos amou para que aprendêssemos também a amar. Ele nos mostrou o caminho da salvação para que pudéssemos mostrá-lo a todos os perdidos. Ele se colocou como nosso Amigo para que seguíssemos Seu exemplo e nos tornássemos amigos dos nossos irmãos. Se alguém tivesse que descrever a você, diriam tratar-se de uma pessoa amiga? 19.2.2009
 
Muitos anos atrás, Michelangelo, o escultor, e Rafael, o pintor, estavam  comissionados para executar obras de arte para o embelezamento do Vaticano. Embora cada um deles fosse grandemente respeitado e tivesse um trabalho diferente a realizar, surgiu um amargo espírito de rivalidade a ponto de não se falarem quando se encontravam. O ciúme existente de um para com o outro era muito evidente para aqueles que os conheciam. O mais surpreendente de tudo isso era que ambos deveriam estar fazendo seu trabalho "para a glória de Deus". Muito tempo perdemos e muitas bênçãos  deixamos de receber simplesmente porque não aprendemos a glorificar a Deus em todos os momentos e situações de nossas vidas. Queremos notoriedade, queremos reconhecimento, queremos ser aplaudidos, queremos isso e aquilo e nos esquecemos de que sem Cristo nada somos. Nossa vida, quase sempre, transforma-se em uma competição. Eu mereço um emprego melhor do que meu amigo porque sou mais inteligente e mais capaz. Mereço um cargo de liderança na igreja porque tenho muito mais condição de obter sucesso que meu  irmão. Mereço mais atenção de meu líder porque sou o mais experiente e mais competente para realizar as tarefas necessárias para o bom andamento de qualquer projeto. Além de não darmos a glória devida ao Senhor ainda esquecemos que todos os méritos de nosso sucesso se devem aos méritos de Jesus. Se compreendemos que cada um de nós pode, no nome do Senhor, ser bem sucedido e feliz ao  mesmo  tempo que outros, conseguiremos realizar muito mais obras para a glória do nome do nosso Salvador. Os resultados serão muito mais grandiosos e o mundo ao nosso redor será muito mais agradável para todos que nele vivem. Quando fazemos tudo para a glória do Senhor, todos  somos igualmente vitoriosos. 17.4.2009
 
Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente. Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros. Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: Desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante. Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. obreviveram... O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades! 28.4.2009
 
Um jovem entrou numa vila, chegou a um velho e perguntou: - Como é o povo daqui? Disse o ancião. — Como é o povo donde você vem? Fala o rapaz. — É um povo egoísta e malvado, estou feliz por deixá-lo. Afirma o velho: — O mesmo achará aqui. Outro jovem entrou na vila; viu o ancião, e fez a mesma pergunta sobre o povo dali. Indagado quanto a seu povo. disse: — É um povo bom, amigo, honesto, hospitaleiro. Foi triste deixá-lo. Falou o ancião: — O mesmo achará aqui. Alguém que ouviu os dois diálogos, indagou: — Porque diferentes respostas à mesma pergunta? O velho disse: - Cada um leva no ser, o mundo em que vive. Aquele que nada achou de bom lá, não terá aqui. O que achou amigos ali, os terá aqui. Seu mundo é feito com base na formação do seu ser. 28.4.2009
 
Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia  de suas bodas de prata. A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida". Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: - Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir! Moral da história: 1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe... 2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você... 3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho.  Peça que ele se explique melhor. 4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho. 14.5.2009
 
Quando Jesus andava aqui na terra, não foram os pecadores perdidos os seus maiores inimigos. Pelo contrário, Jesus estava sempre rodeado por eles. Seus piores inimigos foram os religiosos. No fim, até O pregaram na cruz. Hoje em dia acontece o mesmo. O maior desprezo você encontrará nos cristãos sem Cristo.8.6.2009
 
As pessoas que estão ao seu redor têm uma enorme influência sobre as suas atitudes. Essa influência se refletirá na qualidade da sua vida - e talvez muito mais do que você imagina. Possivelmente não seja sua intenção deliberada transmitir-lhe mau humor e azedar o seu dia. Contudo isso não significa que tal não poderá acontecer. As pessoas de um modo geral têm três atitudes básicas quando confrontadas com uma atitude negativa. Elas podem alterar a situação com um comentário positivo; podem manter uma atitude de indiferença; ou podem se juntar numa conversa negativa. Infelizmente o terceiro cenário é o caminho mais fácil de seguir. Entretanto, em situações como essa é necessário tão-somente usar o bom senso. Se você sabe de antemão que uma determinada pessoa ou um grupo nada mais irá lhe acrescentar do que desânimo e negativismo, a melhor coisa que você pode fazer "para seu próprio bem" é evitar tais situações. Nélio DaSilva1.7.2009
 
Don Tack queria saber como era a vida dos moradores de rua. Então disfarçou-se e foi morar nas ruas de sua cidade. Descobriu que muitas organizações ofereciam comida e abrigo, e que poderia passar a noite num desses abrigos se antes ouvisse uma preleção. Don gostou da mensagem que ouviu e queria falar com o palestrante convidado após o término daquele evento. Mas, quando Don estendeu a mão para cumprimentá-lo e perguntou se poderia falar com ele, o pregador passou direto por ele como se não o tivesse visto. Don percebeu que faltavam pessoas que estivessem dispostas a construir relacionamentos, e esta era a maior falha daquele ministério para os moradores de rua no seu bairro. A partir dessa experiência, ele fundou uma entidade chamada Centro de Servos; para oferecer ajuda através da amizade. O que Don encontrou no abrigo foi o oposto daquilo que as pessoas que ouviram o apóstolo Paulo experimentaram. Quando Paulo compartilhou o evangelho, também deu-se a si mesmo. Ele testificou em: “… assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós” (1 Tessalonicenses 2:8). E disse também: “… nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” (1 Tessalonicenses 2:7). E nós? Será que em nosso serviço ao Senhor compartilhamos não somente nossas palavras ou dinheiro, mas também nosso tempo e amizade? Anne M. Cetas10.7.2009
 
Conta-se que, certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro. Durante anos percorreram uma estreita, porém longa, estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-Io e desfrutarem um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Entretanto, agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal-entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã o irmão mais velho ouviu baterem em sua porta. Ao abri-Ia, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão. - Estou procurando por trabalho, disse ele. Talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-Io? - Sim! disse o fazendeiro. Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo. Brigamos muito e não mais posso suportá-Io. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-Io. - Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro. - Mostre-me onde estão os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito. Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu. 0 homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia: medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra, ao mesmo tempo em que o fazendeiro retomava. Porém, seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. Era realmente um belo trabalho, mas, enfurecido, exclamou: - Você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei! No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos perrmaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte. Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferrramentas e partindo. - Não, espere! - disse o mais velho. - Fique conosco mais alguns dias. Tenho muitos ouutros projetos para você. E o carpinteiro respondeu: - Adoraria ficar, mas eu só sei construir pontes. Tenho muitas outras pontes para construir. O Senhor quer fazer novas, todas as coisas. Em sua vida, em sua família, em nossas igrejas, em nossa denominação. Deixe as coisas que para traz ficaram, coisas que não edificam, que corrompem, que maculam os bons costumes. Fite seus olhos no autor e consumador da nossa fé. Sejamos construtores de pontes e não de cercas.1.10.2009
 
Soube recentemente de um psicólogo que “virou” gari durante oito anos e varreu as ruas da maior universidade do país para concluir sua tese de mestrado sobre “invisibilidade pública”. Em suas observações constatou que a maioria dos trabalhadores braçais são “seres invisíveis”, ou seja, a percepção humana do outro não os alcança. Sua existência foi ignorada pelos seus amigos e professores, que esbarravam por ele, sem se desculpar, como se tivessem esbarrado num poste, pois não o “viam”. Uma vez precisou entrar no prédio onde estudava, com uniforme de gari, passou na frente de todos seus conhecidos, mas ninguém o enxergou. Ficou atordoado pela sua “não existência”, e chorava quando voltava para o seu mundo real. Descobriu que um simples “bom dia”, que nunca recebeu como gari, pode representar uma lufada de vida e de esperança na vida de uma pessoa. Confesso que a experiência desse homem tocou em minha alma, pois me levou a enxergar minhas doenças sociais. Também sou igual aos seus professores e amigos, que têm um olhar seletivo. Mas com um agravante: sou um homem de fé (que seguramente tem muito a aprender). er ignorado talvez seja a pior sensação que existe para um ser humano. Não é o ódio o contrário do amor, mas a indiferença. Nossos olhos estão acostumados a enxergar o belo, a valorizar o esteticamente apresentável, a granjear amigos que apresentam qualidades morais adequadas, que sejam limpos, decentes, bem casados, pessoas bem resolvidas, que professem nossa fé e nos façam bem…. afinal, não queremos manchar nossa reputação. Duvido que reconheceríamos Jesus como Enviado de Deus, se o víssemos andando pelas estradas poeirentas da Judéia, pedindo um copo d’água à beira de um poço. Afinal, Isaías diz que ele “não tinha aparência nem formosura; olhamo-lo mas nenhuma beleza havia que nos agradasse, era desprezado e o mais rejeitado entre os homens” (Is 53.2-4) 27.10.2009.
 
“Se você se sente Só é porque construiu Muros em vêz de Pontes".27.10.2009
 
Pode ser um bom cristão aquele que gasta sua religião lá fora e não reserva nada para seus relacionamentos mais íntimos no lar? (William Gurnall) 28.10.2009
 
Com o tempo, você vai percebendo que, para ser feliz, você precisa aprender a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. Mário Quintana 28.10.2009