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Reconciliação

 

O site Louvornet, entrevistando a pastora Alda Célia (cantora com mais de 17 CD's gravados), perguntou: "Algum momento marcante na sua carreira, algo inesquecível, que poderia compartilhar?" Ela respondeu: "Bom, em doze anos de ministério, são inúmeros os testemunhos que tenho recebido, mas vou compartilhar um deles: Recentemente estava ministrando em Anápolis - Go , uma canção nova intitulada "amigo, irmão", e enquanto cantava, duas irmãs que não se falavam a 3 anos e meio , chorando, se reconciliaram!" 

 

Um oficial francês, cujo navio foi capturado por Nelson, subiu até o grande Almirante a bordo de sua capitânia, e ofereceu sua mão. "Sua espada primeiro, por favor," disse Nelson. O pecador deve abaixar seus braços de rebelião para que possa levantá-los novamente a fim de ser reconciliado com Deus.

 

Luciano Subirá numa mensagem declarou: "O tempo não apaga as ofensas. Deve haver reconciliação. Jesus ensinou isto: "Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta, ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando, faze a tua oferta" (Mt 5.23,24).(Fonte: Renato Vargens, em paodavida@yahoogrupos.com.br).

 

Numa grande fábrica, um engenheiro e um operário discutiram seriamente e se tornaram inimigos. Em conseqüência o engenheiro proibiu o operário de entrar em seu escritório, dizendo que se ele atravessasse a porta um centímetro sequer teria de que se arrepender. Acontece que na mesma fábrica trabalhava um gerente especialista em "reconciliar homens". O diretor chamou-o e, dizendo não querer dispensar nem o engenheiro nem o operário, pediu-lhe que interviesse no caso. "Tentarei", foi a resposta. E o reconciliador logo se dirigiu, sorrindo, à sala do engenheiro. "Diga-me", perguntou, "que há entre você e o operário?" "Oh! eu odeio o olhar dele, e se ele atravessar aquela porta ali, dar-lhe-ei uma surra". "Você gostaria então que ele ficasse debaixo de um trem?", perguntou o gerente. "Oh! não, nem tanto assim!" "Ou será que você preferia que ele ficasse cego?" "Naturalmente que não", respondeu o engenheiro. "Não quero prejudicá-lo tanto!" "Neste caso, gostaria que os filhos dele ficassem com paralisia infantil?" "Não, não, também não", respondeu o engenheiro, que gostava muito de crianças. O gerente sorriu. "Bem, eu penso que você não odeia tanto assim o rapaz. Você pensa que o odeia. Agora, por que vocês não se esquecem disso e se tornam amigos? O engenheiro considerou esta possibilidade, e disse, timidamente, que faria a sua parte, indo até à porta, se o operário fizesse outro tanto. As mesmas perguntas foram feitas ao operário, e tiveram as mesmas respostas. Ainda naquele mesmo dia os dois homens se encontraram e apertaram as mãos, dando fim a briga e tornando-se amigos inseparáveis. Este incidente verdadeiro envolve uma grande verdade. O homem que encara o ódio e reconhece suas conseqüências lógicas e desastrosas só tem um caminho a seguir: ou abandonar a luta ou deixar de ser um verdadeiro homem. O gerente de que falamos levou o engenheiro e o operário a sentirem, por meio de suas perguntas, que realmente não se odiavam de todo. Recuaram diante da hediondez do ódio e preferiram reconciliar-se no ponto em que pensavam ser irreconciliáveis. - Moysés de Sá, em O Jornal Batista.

 

Frederico, O Grande, rei da Prússia por 46 anos, encontrou um de seus antigos generais em uma determinada cidade por onde estava passando. Havia entre eles uma desavença que já durava longo tempo. Quando viu o rei, o general o saudou com elegância e respeito, mas Frederico virou-lhe as costas. "Estou muito feliz que Sua Majestade não esteja mais zangado comigo," falou serenamente o general. "Como assim?", respondeu Frederico. "Porque Sua Majestade jamais virou, em toda a vida, as costas para um inimigo." Foi uma declaração ousada, mas que provocou uma reconciliação! Às vezes guardamos ressentimentos que duram anos e anos e que nenhum bem traz à nossas vidas. As mágoas armazenadas no coração servem apenas para minar nossas forças, fomentar amarguras e privar-nos da alegria de um viver em paz.

 

Uma senhora contraiu câncer e estava em seus últimos dias de vida quando expressou o desejo de rever o filho que, tendo brigado com o pai, estava fora de casa. Seu maior deseja era morrer sabendo que ambos, pai e filho, haviam se reconciliado. Seu desejo foi satisfeito. O filho atendeu o seu chamado e, ao chegar, colocou-se num dos lados do leito onde estava a mãe. No lado oposto, o pai. Com grande esforço, ela conseguiu unir as mãos de ambos sobre o seu peito, num momento de grande emoção quando ambos choraram e se reconciliaram, enquanto aquela mulher entregava o espírito a Deus. Foi preciso que ela morresse para que pai e filho se reencontrassem para o amplexo reconciliador. Assim também foi necessário que Jesus morresse, sofrendo os horrores da cruz, para que nós pudéssemos nos reconciliar com o Pai celestial. 15/12/06

 
Duas vizinhas viviam em pé de guerra. Um dia, Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com Clotilde. Ao se encontrarem disse Maria: Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Proponho que façamos as pazes e vivamos como duas boas amigas. Clotilde, disse que iria pensar no caso. Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vaca. Mandou levar o presente a casa da rival, com um bilhete: “Aceito sua proposta de paz e para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente”. Dias depois dona Clotilde recebe uma linda cesta de presentes. É a vingança daquela asquerosa da Maria. Ao abrir a cesta viu um lindo arranjo das mais belas flores com um cartão: “Este ramalhete de flores é o q te ofereço em prova da minha amizade. Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e q proporcionou excelente adubo para meu jardim. Afinal, cada um dá o que tem em abundância em sua vida!” 30/1/07
 
"Um único momento de reconciliação vale mais do que toda uma vida de amizade". Gabriel Garcia Márquez, escritor, COL, 1928. 6/3/07
 
Em Cristo, todos os homens podem experimentar a unidade (não uniformidade) na diversidade. William Barclay, em seu comentário sobre Efésios, faz a seguinte afirmação: "A reconciliação com Deus implica e exige a reconciliação com os homens". 26.3.2008
 
Em um grande Encontro de Louvor e Oração, acontecido há alguns anos atrás, o pregador estava convocando a todos para colocar no altar de Deus todo o impedimento para um perfeito relacionamento com o Senhor. Os que assim agissem receberiam dEle o perdão imediato. Ele viu um homem deixar seu banco apressadamente e entrar em uma saleta de oração ao lado do salão principal. Silenciosamente, o irmão que estava junto à porta recebendo os visitantes, chamou dois ou três homens e pediu que seguissem aquele homem que havia deixado o salão. Pouco tempo depois, tanto o primeiro homem como os que o seguiram, retornaram tranquilamente a seus bancos. No final da reunião, o pastor perguntou o motivo para a saída daqueles homens. Ele foi informado que, alguns dias antes, houve um grande desentendimento entre eles e o primeiro, ouvindo a Palavra do Senhor, desejou estar com o coração em paz diante de Deus e sabia que precisava reconciliar-se com os irmãos que havia ofendido. Por isso ele solicitou ao porteiro que os chamasse e os enviasse até a sala de oração. Lá ele lhes pediu perdão pelo que havia feito e foi alegremente perdoado por todos que voltavam a ter a grande amizade que sempre os uniu. A Palavra de Deus nos ensina a buscar a paz com todos. É verdade que muitas vezes isso não acontece e não é nossa culpa, mas o ensino do Senhor nos motiva a um esforço na procura do  entendimento perfeito com todos.  É muito triste quando o nosso relacionamento com a família, com os colegas do trabalho, com os amigos da vizinhança e até com os irmãos da igreja não é bom. Mais triste ainda quando os comentários das pessoas que nos cercam nos qualificam como "um irmão arrogante", ou "um irmão mal-humorado", ou um irmão esquisito que não se dá com ninguém". Nas festividades das casas dos irmãos nós não estamos, às comemorações de nossa repartição também não comparecemos, quando a vizinhança convida a todos para um mutirão, os únicos ausentes somos nós. Não somos amados, não demonstramos amor e o Senhor não brilha através de nós. Se isso está acontecendo na sua vida, faça o mesmo que aquele homem da igreja. Busque a todos e procure restaurar a sua imagem de verdadeiro cristão. A vida voltará a sorrir para você e o Senhor também sorrirá. 21.11.2008
 
Depois de visitar um lar para os sem-abrigo, um grupo de adolescentes não esperou para expressar o que tinha experimentado. Excitados, escreveram sobre as visitas que fizeram a homens e mulheres, pobres e necessitados, de todas as idades. Uma adolescente escreveu: "Eu falei com um veterano do Vietnam e disse-lhe que no céu ele teria um corpo novo. Pude fortalecer assim a sua fé." Outro relatou: "Um sujeito chamado Michael demonstrou-me que embora estivesse morando num lar para os sem-teto, ter fé fazia toda a diferença." Um outro escreveu: "Eu falei com um homem que tinha quase deixado de crer em Deus. E tentei [encorajá-lo na sua fé]." Ao desejar comunicar a mensagem da reconciliação de Deus, estes adolescentes ficaram surpreendidos ao verificar que algumas das pessoas já conheciam Deus. Eliminando o desconforto das suas diferenças, os jovens descobriram pessoas que precisavam restabelecer a confiança de que Deus ainda cuida delas. Os papéis dos adolescentes variaram desde comunicar as boas novas até conduzir os seus novos amigos a uma fé mais profunda. Sermos "embaixadores da parte de Cristo" (2 Co 5:20) abre portas à oportunidade tanto de comunicarmos o Evangelho como de fortalecermos os que fraquejam. Procura hoje alguém que precise de encorajamento ou da "palavra da reconciliação" (v.19). - Dave Branon