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Pobre

 

Conquanto seja deplorável ver o homem na favela, também é lamentável constatar o crescimento de uma "favela" no coração do homem. Tirar a favela de dentro do homem será pois um grande desafio para os terapeutas, teólogos, conselheiros, educadores, em fim, para todos que tem um compromisso com a existência e dignidade humana. (Fonte: yahoogrupos.com.br).

 

Tem gente tão conformada com a situação que anda dizendo: "Nasci careca, sem roupa e sem dente. O que vier é lucro!" 

 

Dizem que algumas sintomas de pobreza são: Lamber a tampa metálica do Iogurte. Colocar "BOMBRIL" na antena da TV. Colocar o maiô (ou o short de banho) e tomar sol na laje ou atrás da casa. Entrar na loja perguntando os preços para o vendedor e dizer que: "Só estou dando uma olhadinha...". Ficar balançando lâmpada queimada para ver se ela volta a funcionar. Usar pregador de roupa para fechar sacos de arroz, biscoitos, açúcar... 

 

Pobre mesmo é pegar o pó de café usado, colocar no sol para secar e usar de novo. 

 

Dizem que é coisa de pobre: Abrir tubo de pasta de dente com tesoura para aproveitar o restinho que sobrou... Calçar o sofá sem perna com tijolo...Colocar bombril na antena da televisão... Consertar tira de sandália havaiana com grampeador.

 

Não tenho tudo que amo, mas um muambeiro de Miami ficou de me arrumar...

 

Em nosso país, infelizmente é assim: madame dá festinha de aniversário para cachorrinho, enquanto crianças ficam sem comida. 

 

Pobreza é motivo de festa? Claro que não! É por isso também que não vou muito com festa junina. Ela tem aquele negócio de homenagear São João, mas tem também a questão do caipira, do pobre de roupas remendadas, que fala errado porque de tão pobre, não pôde estar numa escola para aprender a ler e a escrever. Por que então se vestir de caipira na festa junina? É para debochar do caipira, do pobre. 

 

O presidente Lula, em julho de 2004, mandou fazer na Granja do Torto, a residência oficial, o "Arraiá do To Torto". Ele se vestiu de pobre, a esposa de pobre, e todos os convidados, mesmo chegando de carrões importados, todos chegavam para a festa vestidos de pobre. A festa junina é um deboche do pobre.

 

Quatro em cada 10 latino-americanos vivem em favela, diz Cepal. SANTIAGO, 18 jan (AFP) - As condições de pobreza junto à desigualdade fazem com que 44% da população da América Latina viva em favelas ou bairros precários, que só oferecem as condições mínimas para sobreviver, segundo um estudo da Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (Cepal). - Fonte: Renato Vargens

 

Enquanto estiver ganhando o pão de cada dia, não deixe de oferecer uma fatia aos menos afortunados. (S. Brown)

 

São bem-aventurados os que não têm pedigree. Afortunados os que vêm de famílias pobres e por isso podem cantar, como Luis Gonzaga: "Ai, Ai, que bom/ que bom que é/ Uma estrada e a lua branca/ No sertão de Canindé/ Automóvel lá nem sabe se é homem ou se é mulher/ Quem é rico anda em burrico/ Quem é pobre anda a pé/ Mas o pobre vê nas estradas/ O orvalho beijando as flores/ Vê de perto o galo campina/ Que quando canta muda de cor/ Vai molhando os pés no riacho/ Que água fresca, nosso Senhor!/ Vai olhando coisa a granel/ Coisa que, pra mode vê/ O cristão tem que andar a pé". - Ricardo Godin.

 

"Meu desejo é que no próximo ano tenhamos uma mesa farta", diz o político demagogo, no interior. E o capiau, na bucha: "Já temo, dotô. Farta feijão, farta arroz, farta carne, farta tudo".

 

Sobre a morte do papa João Paulo II, o ex-jogador Diego Maradona disse: "Estou triste, porque se vai um ser humano". Só peço a Deus... que mande um novo papa que tire os ornamentos de ouro do Vaticano e os use para dar de comer às crianças da África e da Argentina, por exemplo". - jg.globo.com/JGlobo

 

"A pobreza é a pior forma de violência" - M. Gandhi, no filme Gandhi.

 

O bilionário John Rockfeller Jr disse: "O mais pobre homem que conheço é aquele que não tem outra coisa a não ser dinheiro". - Nathaniel M. Brandão Jr, em O Jornal Batista.

 

"São Gonçalo, município do Grande Rio, possui 106,9 mil cidadãos em situação de miséria, de acordo com dados do IBGE. São pessoas que chegam a ganhar menos de um quarto de salário mínimo por mês.  O número de indigentes em São Gonçalo, bem como os que vivem abaixo da linha da pobreza segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), chega a 130 mil”. Jornal O Fluminense em 27/06/2005

 
Vivemos num mundo onde poucos têm muito, e muitos têm pouco. 16/12/06
 
Uma frase que me abençoa muitíssimo até hoje é a seguinte: "Nunca Alguém tão grande se fez tão pequeno para tornar os pequenos tão grandes". Jesus fez isto por nós. Aleluia! 11/1/07
 
Rico lendo jornal: Intelectual; Pobre lendo jornal: Desempregado. Rico subindo o Morro: Rapel; Pobre subindo o Morro: Voltando para Casa. Rico na loja: Onde pago?  Pobre na loja: Estou só olhando... 14/2/07
 
Eu sou pobre, pobre, pobre,/ De marré, marré, marré./ Eu sou pobre, pobre, pobre,/ De marré de si./ Eu sou rica, rica, rica,/ De marré, marré, marré./ Eu sou rica, rica, rica,/ De marré de si. Por que colocar a realidade tão vergonhosa da desigualdade social em versos tão doces!! É impossível não lembrar do amiguinho rico da infância com um carrinho fabuloso, de controle remoto, e você brincando com seu carrinho de plástico... Fala sério!!! 10/4/07
 
Conta Sundar-Sing, que, nas cercanias de Nepal (Índia), um mendigo pediu esmola durante 21 anos, sentado numa pedra, à beira do caminho. Depois de sua morte foi a pedra removida. Verificou-se, então, com grande assombro, que um tesouro de jóias riquíssimas, pertencentes outrora a um rei famoso, estava enterrado debaixo daquela pedra. O mendigo ignorava a existência daquele tesouro. Mas sua ignorância é explicável. O que é estranho é que o pecador viva espiritualmente pobre, quando Deus oferece um tesouro de salvação e felicidade, bastando apenas examinar e aceitar o que a Palavra de Deus diz. 29.1.2008
 

Escreveu Santo Agostinho, um dos mais célebres padres da Igreja Católi­ca latina: "A pobreza é o fardo de alguns e a riqueza é o fardo de outros e, talvez, o maior. Fardos que podem pesar-lhes para a perdição. Ajuda teu pró­ximo a levar seu fardo de pobreza e deixa que ele te ajude a levares teu fardo de riqueza. Aliviarás tua carga aliviando a dele". 18.2.2008

 

Em 1789, nos dias vermelhos da Revolução, os campos de semeadura na França estavam de tal maneira cansados, que o trigo não produziria mais de cinco por um. Foi por essa ocasião que um convencional, de nome Gufroy, te­ve uma idéia que mostra, episodicamente, o estado de desespero da época e a mentalidade reinante. O país possuía, então, vinte e cinco milhões de habitan­tes, mas só lhe era possível, pela pobreza e abandono das terras, assegurar subsistência a cinco milhões.

"Massacraremos vinte milhões! A França está povoada demais!", propôs Gufroy, na tribuna e no seu jornal. Esse episódio, que vem narrado por Charles d'Hericault, em "La France Revolutionnaire", deixa entrever o que era, para o homem, o problema do pão, e para as noções, então vigorantes, o da capacidade produtiva do solo. Humberto de Campos. 18.2.2008

 

"Quem, sendo amado, poderia ser pobre?" Oscar Fingal O'Flaherty Wills Wilde, escritor, poeta, IRL, 1856-19007.7.2009