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Perigo |
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Tem gente que, andando pela rua, vê uma casca de banana a 10 metros à sua frente, um perigo lá adiante, e diz: "Ai! ai! ai! Vou cair de novo!!!" |
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Uma vez alguém me disse: "é melhor pular do que cair". |
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Um historiador estava narrando de uma bomba que havia caído dentro da lama de um chiqueiro. Enquanto um soldado bombeiro, com muita cautela, se aproximava dela, um grande porco subiu na bomba e começou a lambê-la. Um porco confunde qualquer objeto não identificado com algo de comer. O homem possui instinto de defesa ao perigo. Ao ver uma bomba, sua primeira reação é manter-se afastado - isto é auto-proteção. Mas um porco não é capaz de analisar um objeto ou mesmo julgar uma situação; ele é dirigido pelo apetite e sua primeira reação é a auto-satisfação. Coisa triste é quando agimos como porcos! |
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Havia um Bispo no Rio de Janeiro, chamado Roberto MacLister, Bispo Primaz da Igreja de Nova Vida, em Botafogo, já falecido, que costumava dizer em seu Programa de todas as manhãs, "Café Espiritual", que três coisas derrubam o Servo de Deus que não está vigiando: - "Dinheiro","Mulher" e "Poder". |
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Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora. Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: - Companheiro, você entende de leis? - Não. - Responde o barqueiro. E o advogado compadecido: - É pena, você perdeu metade da vida! A professora muito social entra na conversa: - Seu barqueiro, você sabe ler e escrever? - Também não. - Responde o remador. - Que pena! - Condói-se a mestra - Você perdeu metade da vida! Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco. O canoeiro preocupado pergunta: - Vocês sabem nadar? - Não! - Responderam eles rapidamente. - Então é pena - Conclui o barqueiro - Vocês perderam toda a vida! |
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Lembre-se da banana - quando saiu do cacho, foi descascada. (Pequeno Manual de Instruções de Deus Para Mulheres, pg. 62). |
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Bem dizia Luiz de Camões no Canto Segundo dos Lusíadas: "Quem poderá do mal aparelhado/livrar-se sem perigo, sabiamente,/ se lá de cima a guarda soberana/não acudir à fraca força humana?" (João Falcão Sobrinho, em O Jornal Batista, pg 5 - 21 a 27/01/2002). |
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Um lobo não ataca uma ovelha tão logo ela se distancia do rebanho. Ele espera que ela se afaste mais e mais. Fazendo-se de inofensivo, estimula o animal desgarrado a testar aos poucos seus limites, a aventurar-se, a ir cada vez mais longe do pastor. Quando finalmente ele dá o bote, é certeiro. Não há tempo para que a ovelha fuja e ninguém mais ouça seus balidos no deserto. É a vitória da sagacidade sobre a ingenuidade. Longe de Cristo, ficamos indefesos, da mesma forma que a ovelha afastada do seu pastor se acha à mercê do lobo com seus ardis. (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 85). |
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Recebi pela Internet uma amostra das frases mais ouvidas antes de alguém morrer. São as seguintes: 01- "Atira se for homem!" 02- "Atravessa correndo que dá." 03- "Fica tranqüilo que este alicate é isolado" 04- "Sabe qual a chance de isso acontecer? Uma em um milhão" 05- "Essa camisa do Palmeiras não é minha não....eu sou corintiano como vocês" 06- "Adoro essas ruas pois são super tranqüilas" 07- "Tem certeza que não tem perigo?" 08- "Meu sonho sempre foi saltar de para-quedas. E neste instante vou realizá-lo. E eu mesmo o dobrei!" 09- "Aqui é o PT-965 decolando em seu primeiro vôo solo" 10- "Confie em mim" 11- "Aqui é o piloto. Vamos passar por uma ligeira turbulência" 12- "Capacete? Imagina, tá calor" 13- "Eu sempre mudei a temperatura do chuveiro com ele ligado. Não ia ser hoje que alguma coisa iria acontecer" 14- "Deixa comigo" 15- "Você é grande mas não é dois!" 16-"Vamos lá que não tem erro" 17- "Pode mexer É Pitbull, mas é mansinho".(Fonte: Renato Vargens - rvargens@ar.microlink.com.br). |
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A pessoa mais perigosa do mundo é aquela que tira conclusões precipitadas. |
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Há uma história sobre um jovem índio que teve que passar por um ritual antes que pudesse entrar na idade adulta. Ele precisava provar à comunidade que era bravo e podia sobreviver aos perigos do mundo. Para isso, ele teve que ir a floresta e passar uma noite sozinho. Não pôde levar nada consigo a não ser uma faca para proteção. Durante toda a noite ele ouviu ruídos estranhos e esperou pelo pior. Mais tarde, o jovem garoto descobriu que seu pai estava bem perto dele a noite inteira, tomando conta dele. |
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São os cavalos-de-tróia. Na Internet, eles roubam ou induzem o internauta a entregar dados sigilosos, como número e senha de conta bancária. Na mitologia grega o cavalo de Tróia parecia um presente, mas era um golpe. |
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Certo pregador, usando o texto de João 3.16, declarou o seguinte: "Aqui está a maior Pessoal: Deus; o maior sentimento: Amor; a maior dádiva: Jesus Cristo; a maior felicidade: a Vida Eterna; e o maior perigo: Perecer. |
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Há um adesivo, colocado em alguns carros que circulam na cidade, que diz o seguinte: "Gosto de viver perigosamente - moro no Rio". Isto faz parte do jeito de ser do carioca, que extrai humor de todas as circunstâncias. |
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Gosto de pensar nos dois primeiros versículos do Salmo 72. O cervo é o animal mais veloz que habita nas regiões áridas. Quando ele se encontra em perigo, ameaçado por seus predadores, ele corre com toda a velocidade possível, vencendo todos os obstáculos para encontrar lugar de águas profundas, onde ele mergulha e se esconde. Seria bom se nós também "mergulhássemos fundo" na Palavra do Senhor, edificando a nossa fé em intimidade com o Senhor, para podermos enfrentar os nossos inimigos. |
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Diretor de cinema explica a cena a dublê: "Quando o jogarmos na água, você grita: "olha o tuba!" "Escuta, diretor", diz o dublê, "não ficaria mais realista se eu gritasse: "Olha o tubarão!?" "Tudo bem", se der tempo você grita... |
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O camarada entra para a Aeronáutica, na divisão de para-quedismo. Recebe a primeira aula prática: - Estamos a dois mil metros de altura. Seu equipamento foi todo checado. O senhor saltará por aquela porta. Ao puxar a primeira cordinha, o para-quedas se abrirá. Se isso não acontecer, o que é pouco provável, puxe a segunda cordinha. Se ainda assim o para-quedas não se abrir, o que e improbabilissimo, puxe a terceira cordinha e ele se abrirá. Lá em baixo, haverá um jipe à sua espera, para levá-lo de volta ao quartel. 0 rapaz salta. puxa a primeira cordinha e o para-quedas não se abre, puxa a segunda, nada. Puxa a terceira e nem assim o equipamento funciona. Ele começa a ficar preocupado. - Ai. Jesus! Agora só falta o jipe não estar lá em baixo! ...é preciso ter noção do perigo! |
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Um indivíduo estava a conduzir o seu automóvel, quando viu uma placa que dizia: "Curva Perigosa à Esquerda." Ele não teve dúvidas: virou à direita! 11/1/07 |
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"...O medo é um microscópio que aumenta o perigo." Commerson - 12/1/07 |
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Dois viajantes encontraram um urso na estrada. O primeiro subiu numa árvore e se escondeu. O outro, apavorado, resolveu se jogar no chão e se fingir de morto. O animal chegou perto, cheirou as orelhas dele e foi embora. Dizem que um urso não mexe com quem está morto. O que estava na árvore desceu e perguntou ao companheiro o que é que o urso tinha cochichado. “Ele me disse para não viajar mais com quem abandona os amigos na hora do perigo”. É na dificuldade que se prova a amizade!!! 15/1/07 |
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O filho conversar com seu pai: — Pai, eu estava andando pelo mato e vi uma cobra, mas nem me assustei, porque eu percebi que era filhote! — E como você sabia disso, meu filho? — É que ela estava o tempo todo brincando com um chocalho! 12/3/07 |
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O botão errado apertado por um técnico na usina nuclear de Chernobyl e que levou ao famoso acidente de 1986 é somente um dos exemplos de como a vida humana está na ponta dos dedos de algumas poucas pessoas. Basta que elas façam uma besteira. 25-12-2007 |
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...como abelha: ou dá mel ou ferroada. 28/12/2007 |
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"Uma pequena goteira pode fazer desabar o teto de uma casa."Elias Moraes. 29/12/2007 |
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À beira de um precipício, só há uma forma de andar para a frente: é dar um passo para trás. 10.1.2008 |
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Numa experiência verdadeira, um sapo, atirado numa panela com água fervendo, saltou para fora numa fração de segundo como conseqüência do instinto de conservação! Mas depois, colocado numa panela de água fria que foi aquecida mui vagarosamente, não fez tentativa para saltar de fato; ele relaxou tanto que finalmente ferveu ate morrer. O pecado tem um modo sutil de gradualmente embalar os homens num sentimento de falsa segurança, aos poucos destrói o pecador por completo. 29-01-2008 |
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Um jornalista inglês relata a seguinte história, a respeito do general Gordon. "Durante certa guerra, houve uma batalha tão furiosa que quase desapa-receram as linhas distintas entre as forças britânicas e as do inimigo. O general Gordon saiu da trincheira e subiu a um monte de terra que servia de para-peito. Sem armas, senão com a sua bengala, começou a dar ordens às suas forças. 'Desça, general!', alguém gritou. 'O senhor está em grande perigo!' Ele, porém, permaneceu onde estava. Outro soldado disse ao seu companheiro: 'Ele não se preocupa com essas coisas, nem tem medo de morrer, crente em Cristo'." E dessa coragem que todos os crentes precisam. Coragem para enfrentar o inimigo, o pecado, e pregar o evangelho a todos. 14.2.2008 |
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Certo verão passei dois meses empregado como guarda noturno, cuidando das florestas, na prevenção de incêndios. Em virtude do ambiente do meu trabalho e da separação de outras criaturas, tive muito tempo para observar as obras da natureza. Num dia de tremenda tempestade com fortes descargas elétricas, vi uma águia voejando perto de uma árvore muito alta. De repente, um raio cortou o espaço e ouviu-se o ribombar do trovão. No local onde a águia estivera um momento antes, só havia uma nuvem de fumaça escura. Num instante, o que fora uma águia forte e poderosa foi reduzido a vapores pela intensidade do calor do raio que a atingira. Vivemos num mundo onde há pouca segurança. A qualquer momento nossas vidas podem ser ceifadas. Podemos de uma hora para outra perder nossas mães, pais, irmãos ou irmãs, filhos ou filhas, nossos melhores amigos. Nossas casas podem ser varridas de nossas mãos. Esta vida é confusa e incerta, mas podemos ter certeza de uma coisa: nosso Deus nunca nos abandonará. Robert Smith (Idaho, E.U.A.). 19.2.2008 |
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Os corpos ali jaziam sobre a areia da praia, impelidos pelas ondas. O desastre ocorrera à noite. O navio singrava águas perigosas, coalhadas de recifes. O faroleiro embriagara-se no dia anterior e não acendera a luz do indispensável farol. E o resultado foi trágico: centenas de mortos. Um poeta, crente e pregador do evangelho, presenciando o quadro doloroso, lembrou-se das palavras do Mestre e escreveu o belo hino: "Nas tormentas desta vida Perto está a perdição. Aos incautos navegantes Quem trará a salvação?
Resplandeçam nossas luzes Através do escuro mar, Pois nas trevas do pecado Almas podem naufragar." 19.2.2008 |
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| Existem medidas bem conhecidas, como não consumir álcool e drogas, usar cinto de segurança e não abusar da velocidade. Mas há outro fator importante que precisa ser lembrado; dirigir distraído. Nos Estados Unidos, estima-se que a distração ao volante cause 1,2 milhão de acidentes por ano. De cada quatro acidentes, um resulta da distração. E o que distrai o motorista? Para responder a essa pergunta, pesquisadores americanos instalaram nos carros câmeras que filmavam constantemente quem dirigia. Eles descobriram que o maior perigo acontece, quando se tenta pegar um animal que está solto no carro (o cachorrinho de estimação, por exemplo). Isto multiplica por oito o risco de acidente. Olhar para algo fora do carro – como um acidente, que sempre desperta a curiosidade dos motoristas – aumenta o risco em 3,7 vezes. Falar ao celular (o uso deste aparelho ao volante é proibido por lei!) aumenta o risco em 1,5 vez; digitar um número no celular torna 3,7 vezes mais provável um acidente. Para se falar ao celular, o melhor, é claro, é estacionar. Fonte: Seleções do Reader's Digest - fev/2008. 11.3.2008 |
| Certa noite, um homem que costumava escarnecer das coisas de Deus sonhou que estava caminhando na beira de um grande precipício e, de repente, caiu no terrível abismo. Em sua queda ele viu um pequeno arbusto e nele se agarrou na tentativa de salvar-se. Ali pendurado ele começou a gritar pedindo que alguém o ajudasse. Ele podia sentir o arbusto se desprendendo da terra devido ao seu peso. Olhou para baixo e viu apenas escuridão. Começou a gritar novamente. Olhou para cima e viu, em seu sonho, Cristo em pé junto à beira do abismo dizendo para ele: "Largue o galho e Eu o salvarei". Ao ouvir o que o Senhor lhe dizia ele tornou a olhar para baixo e não tinha coragem de soltar o arbusto. Ele voltou a clamar por ajuda. Novamente ouviu a voz de Cristo dizendo: "Largue o galho e eu salvarei você". Ele sentiu sua mão deslizando do galho e, no desespero de sua angústia, viu-se precipitado no ar e, imediatamente, as mãos de Cristo segurando-o. Ele acordou. Havia sido apenas mais um sonho. A partir daquele dia em diante ele deixou de segurar-se no que era incerto e falso e passou a confiar apenas na verdade. Às vezes mostramo-nos indiferentes e até contrários às coisas celestiais. Achamos que não precisamos de Deus e que somos suficientemente capazes de resolver todas as nossas questões à nossa maneira. Caminhamos junto a imensos abismos e não nos damos conta do perigo por que passamos. 29.4.2008 |
| Quando vejo alguém “costurando” no trânsito, imediatamente entro num estilo defensivo para dirigir. Não importa se estão bêbados, com sono ou apenas negligentes, eu sei que são perigosos. Deus quer que nós saibamos que o mesmo é verdade a nosso respeito quando nos desviamos e experimentamos toda forma de tentação disponível. Vamos permanecer no caminho certo com nossos olhos fixados firmemente em Jesus! 30.4.2008 |
| Diz um especialista, "é da natureza dos adolescentes gostar de correr riscos e eles tentarão forçar a barra. É bom que saibam que alguém está de olho neles". 7.5.2008 |
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Dentre os animais sutis, espertos, destaca-se o lobo. Em torno de sua figura giram lendas, temores e crenças; é responsável pela opressão dos rebanhos de ovelhas, símbolo do mal na terminologia bíblica, mas possui um ponto fraco. Nas regiões geladas do planeta, onde os lobos caçam e são caçados, pois a sua carne e pele têm valores altos, os caçadores descobriram uma maneira de destruir os lobos sem qualquer estrago em sua carne ou pele. Toma-se uma faca de dois gumes, bem afiada, que é banhada pelo sangue de algum animal, uma foca, por exemplo; depois, em função do clima, aquele sangue é congelado e a lâmina da faca fica totalmente oculta. Assim, o caçador coloca aquela faca com o cabo escondido na neve ficando exposta apenas a parte do sangue congelado, algo como um picolé de sangue. O lobo, atraído pelo cheiro, chega e começa a lamber o sangue, por estar congelado. Depois de alguns instantes, sem perceber, a sua língua está anestesiada. Nesse tempo, ele começa a sentir cheiro de sangue quente e fica ainda mais agressivo e araca com mais vigor; na verdade, pela anestesia, o lobo não percebe que o sangue congelado acabou, a faca de dois gumes feriu a sua língua e que está bebendo o próprio sangue. Ele morre de hemorragia. Eis aí, na vida real, uma metáfora para descrever o problema da sociedade atual, vítima de algumas armadilhas postas pelos caçadores de lobos. Os lobos são representados pelas pessoas que se acham espertas, que querem se dar bem, "que levam vantagem em tudo", que estão anestesiadas e não percebem que estão morrendo numa espécie sinistra de suicídio lento. Que exemplos temos de algumas armadilhas que atraem as pessoas? 1- Comunismo - que seduziu milhões e tirou a liberdade de trilhões de pessoas, que se tornaram reféns de um Estado absoluto; 2- Capitalismo - que devolveu a liberdade às pessoas e as transformou em selvagens sem alma e sem razão, topam tudo por dinheiro; 3- Revolução jovem - que alavancou a contracultura, jogou os valores na lata de lixo e deu, em troca, sexo, drogas e rock'n'roll. 4- Consumismo - que tirou o sentido da vida e ofereceu a futilidade, como se ter fosse mais importante do que ser. A igreja precisa ter relevância para mostrar ao mundo esta realidade, livrando pessoas, fazendo com que acordem da anestesia que não permite mais estabelecer o limite entre a vida e a morte. - Washington Rodrigues. 7.5.2008 |
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Há alguns anos, perto das Cataratas do Niágara, havia um jovem que trabalhava como guia de turistas. Um dia, não tendo o que fazer, amarrou sua canoa num lugar bem acima das cataratas e deitou-se dentro dela para descansar. Embalado no seio das águas sempre agitadas, adormeceu. Julgava ter amarrado o barco com segurança, mas, com o constante balançar, a corda desprende-se, e finalmente, a canoa começou a ser levada pela correnteza, com seu tripulante inconsciente do que se passava. As pessoas que se encontravam na margem, percebendo o grave perigo em que o jovem se encontrava, gritavam em alta voz, na esperança de o acordar para que se salvasse, enquando a correnteza não fosse forte demais. Porém, foi em vão que se esforçaram. Em dado momento o barco encalhou num rochedo que sobressaía no meio do rio. Ao notarem isso, os observadores redobraram seus esforços para despertar o adormecido, gritando freneticamente: - Agarre no rochedo!! Salte para a rocha!! Porém, o pobre rapaz continuou dormindo, inconsciente do perigo iminente que o ameaçava. Não demorou para que a força da correnteza afastasse o barco do rochedo e o levasse a grande velocidade para as cataratas. O infeliz só foi acordado pelo estrondo ensurdecedor das grandes massas de água, pelas quais foi arrastado para a morte. Que horror! Dormindo na canoa! Tranquila e inconscientemente deslizando para as garras da morte! Só de pensar nisto já nos faz estremecer. Contudo, isto serve para descrever muito nitidamente a indiferença das pessoas em nossos dias, muitas das quais completamente despreocupadas quanto ao seu rumo fatal; profundamente adormecidas nos seus pecados, e talvez, embaladas na maré dos prazeres terrestes efêmeros ou encantadas por infundada confiança numa vida aparentemente sem defeito, ou numa religião professa. TODOS ESTÃO DORMINDO NA CANOA! 21.8.2008 |
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Dr. J. Wilbur Chapman, costumava contar a respeito de um pastor metodista que freqüentemente pregava sobre o pecado. Ele não media palavras, mas e definia pecado como "aquela coisa abominável que Deus odeia". Um líder em sua congregação veio a ele em uma ocasião e tentou persuadi-lo a parar de usar aquele tipo de palavra. Disse ele: "Nós gostaríamos que você não falasse muito claramente sobre pecado. Isso afugenta os nossos jovens. Chame-o de qualquer outra coisa, como "erro", "engano" ou coisa parecida". "Eu entendo o que você quer dizer", observou o pastor, e caminhando para sua escrivaninha, pegou uma pequena garrafa. "Esta garrafa", ele disse, "contém estricnina. Você verá que a etiqueta vermelha aqui diz -- Veneno . Você seria capaz de sugerir que eu mude a etiqueta passando a dizer -- alcalóide? Quanto mais inocente for o nome, mais perigosa será a dose." Até que ponto estamos banalizando ou tolerando o pecado que procura nos afastar da presença de Deus? Temos sido rigorosos contra ele ou o tratamos com indiferença, como se já fizesse parte de nossa vida diária? Quando não o tratamos com o rigor que deve ser tratado, ele se aproxima de mansinho, vai tomando lugar em nossas ações e logo estará completamente alojado e dirigindo cada um de nossos passos. Mesmo que a princípio pareça inofensivo, vai corroendo nossa paz, ferindo nossa espiritualidade, destruindo nosso relacionamento com o Senhor e matando pouco a pouco nossa vida vitoriosa diante de Deus. Ele é um veneno mortal e se não o expulsarmos a tempo, destruirá nossos sonhos e nos impedirá de receber as bênçãos que o Senhor tem nos preparado. 26.9.2008 |
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Quando o navio atracou em uma cidade do sudoeste americano, um marinheiro recebeu autorização para sair e conhecer a cidade. Seu primeiro passeio foi a um famoso parque, repleto de árvores e flores tropicais. Enquanto caminhava sob o sol em uma área coberta de grama, notou abelhas voando ao seu redor. De repente, todas as abelhas começaram a pousar nele. Elas estavam por toda parte -- em suas roupas, suas mãos e seu rosto. Ele foi tomado de pânico e pensou em sair correndo. Mas, apesar do grande medo, ele resolveu ficar o mais quieto possível. Haviam centenas, talvez milhares de abelhas em todo o seu corpo. Ele não ousava sequer respirar. "Olhe só para aquele marinheiro", ele ouviu uma mulher falar a uma certa distância. Depois de algum tempo que parecia ser uma eternidade para aquele homem, lentamente as abelhas começaram a voar novamente até que todas se foram. Seu uniforme estava completamente molhado pela transpiração mas ele não sofreu uma picada sequer. Às vezes é melhor ficar parado e quieto no meio do perigo do que correr em meio ao pânico e ao medo e provocar consequências que poderiam ser evitadas. O que fazemos quando as coisas para nós vão de mal a pior? Perdemos a tranquilidade e começamos a correr para todos os lugares que nos indicam ou, apesar do temor do insucesso, continuamos confiando nas promessas de Deus para nossas vidas? Ele não disse que a casa dos filhos de Deus não seria atingida pelos ventos e tempestades, mas garantiu que ela ficaria de pé. Ele não disse que viveríamos em nuvens de paz, pelo contrário, disse que teríamos aflições neste mundo. Mas prometeu que estaria conosco todos os dias e que deveríamos ter bom ânimo. Você se enche de medo quando as lutas chegam? Tenha fé, espere com calma e elas logo desaparecerão. |
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| Um homem vinha dirigindo o carro em direção à sua casa. Sentindo que alguma coisa estava errada, pisou no freio na tentativa de parar o automóvel mas sem sucesso. Felizmente ele vinha bem devagar e a rua era de pouco movimento. E ele jogou o carro para o meio-fio e conseguiu fazê-lo parar. Examinando o carro para ver se descobria o problema, constatou que o mecânico, ao consertar os freios, esquecera de trocar um pino que também estava ruim. Um acidente sério poderia ter acontecido simplesmente por causa de um pequeno pino. Muitas vezes julgamos que nossa vida espiritual está alicerçada no Senhor porque grande parte dela foi transformada. Muitas coisas mudaram e o que permanece da velha natureza não tem muita importância. Estamos muito enganados! 27.1.2009 |
| Se a primeira peça do dominó tombar, vai tomar tudo... se mexer na vareta errada, todas as outras se mexerão também.12.6.2009 |
| Um amigo contou-me que fora visitar um farol e dissera ao faroleiro: — O senhor não se apavora de viver aqui? E terrível este lugar para se permanecer nele! — Não — respondeu o faroleiro. Não tenho medo. Aqui nunca pensamos em nós mesmos. — Como é isto!? Nunca pensam em si mesmos!? — Nós sabemos que estamos perfeitamente seguros e cuidamos de ter as nossas lâmpadas brilhando e nossos refletores bem limpos, de modo que aqueles que se acharem em perigo, possam ser salvos. Isto é o que os cristãos devem fazer. Eles estão salvos numa casa construíra sobre a rocha, que não poderá ser abalada pelas tempestades mais tremendas, e num espírito do mais santo altruísmo devem fazer brilhar sua luz através das trevas do pecado, a fim de que os que se acham em perigo possam alcançar as praias bonançosas de salvação. (Sword e Trowvell)18.6.2009 |
| O pico do Everest é talvez o mais alto monte do Nepal, na Índia, com 8.848 metros de altura. Em maio de 1995 dois brasileiros o escalaram pela primeira vez e escreveram uma das páginas mais importantes na história do esporte brasileiro. Durante a escalada, eles ficaram expostos aos perigos de avalanches, ao ar rarefeito, ao frio, à instabilidade climática, a outros obstáculos. Porém, para o alpinista existe, entre tantos perigos, a parte mais gratificante de toda a aventura, que é contemplar as paisagens das montanhas no horizonte, observar os nativos em suas aldeias, apreciar as cachoeiras, os bosques floridos, os animais livres em meio à natureza selvagem. Os alpinistas se aventuram a desafiar o perigo das grandes alturas para simplesmente ter o prazer de fincar no cume da montanha a bandeira de seu país. Em nossa vida espiritual também passamos por inúmeros perigos em nossa escalada rumo à Jerusalém celestial. Em nossa jornada temos o prazer de contemplar o santo monte de Deus no horizonte. Em nosso coração está acesa a viva esperança de naquele Grande Dia superarmos totalmente os desafios que nos foram impostos, e erguermos a bandeira de nossa vitória quando finalmente chegarmos ao Céu de glória.29.8.2009 |
| Um casal jovem mudou-se para Banff, um lugar que pode ser considerado um “paraíso”, no coração dos Rochedos do Canadá, e que está circundado por picos de montanhas majestosas. A maravilhosa beleza das encostas das montanhas muda conforme as estações – neve cintilante, flores silvestres coloridas, folhas douradas de outono... No primeiro ano, cada vez que o casal caminhava fora, eles paravam para admirar a beleza da paisagem das montanhas. Eles estavam seguros de que nunca se cansariam das vistas gloriosas que os circundavam. Mas eles se cansaram! Começaram a ignorar toda aquela beleza. Não demorou muito para que tudo se tornasse familiar, de maneira que já não os emocionava mais. Isso faz lembrar a história dos israelitas. Depois de escapar do Egito para o deserto eles ficaram sem comida, mas Deus os abençoou enviando-lhes diariamente, de maneira sobrenatural um alimento chamado maná. A princípio eles ficaram maravilhados pela provisão incrível de Deus. Mas, depois de algum tempo, se cansaram daquela comida a ponto de não lhe dar mais valor. Deus derrama sobre nós também, todos os dias, muitas bênçãos: vida, forças, alimento, água, moradia, ar para respirarmos, e muitas outras. Mas estas coisas parecem ter se tornado muito familiares a nós a ponto de não nos lembrarmos de agradecer a Deus por elas. Saímos de casa e voltamos intactos e sequer lembramos de agradecer a Deus por isso. Essa semana mesmo, em uma das avenidas de nossa cidade, me deparei com um momento de trânsito muito “louco”. Vários carros pequenos atrás e á frente, uma carreta enorme querendo trocar de pista (passar para a que eu estava) me obrigou a acelerar um pouco mais, me fazendo ficar lado a lado com um caminhão lotado de terra que poderia derrama-se (um pouco) sobre mim. Foi uma situação rápida, mas que, a meu ver, ofereceu algum risco. Depois, quando já estava em outro lugar e situação, mesmo no trânsito ainda, lembrei-me de agradecer a Deus por há pouco estar numa situação de risco, mas agora já estar em completa tranqüilidade. Mas esta é uma situação corriqueira, do dia a dia, que poderia ter passado completamente despercebida, sem me fazer sequer pensar em agradecer a Deus. Não esqueçamos, amados, de agradecer a Deus pelas bênçãos “corriqueiras”, do dia a dia. “Nós somamos mais aos nossos problemas quando deixamos de agradecer as nossas bênçãos”3.9.2009 |
| Uma granada surge embaixo da escada de uma casa em obras, no bairro Paraíso, em São Paulo. Estava enterrada há, pelo menos, 40 anos e foi achada por acaso, por um ajudante de pedreiro. E o que ele fez? Resolveu martelar o artefato, tentando desmontá-Io. Felizmente, o general Eduardo Wizniewsky, comandante da 2ª Região Militar e morador do bairro, chegou antes de literalmente - a coisa explodir. Seleções Dez 2008.5.10.2009 |
| Texto de Rubem Alves, do livro: “Perguntaram-me se acredito em Deus”. Editora Planeta, 2007 - A noite estava escura, céu sem estrelas. De vez em quando ouvia-se o uivo de um lobo bem longe, misturado com o barulho do vento. As crianças reunidas na tenda do Mestre Benjamin estavam com medo. Mestre Benjamim sentiu o medo nos seus olhos. Foi então que uma delas perguntou: - Mestre Benjamim, há um jeito de não ter medo? Medo é tão ruim! Mestre Benjamim respondeu: - Há sim... E ficou quieto. Veio então a outra pergunta: - E qual é esse jeito? - É muito fácil. É só pensar como as ovelhas pensam... - Mas como é que vou saber o que as ovelhas estão pensando? Mestre Benjamim respondeu: - Quando durante a noite, as ovelhas estão deitadas na pastagem, os lobos estão à espreita. E eles uivam. As ovelhas têm medo. Mas aí, misturado ao uivo dos lobos, elas ouvem a música mansa de uma flauta. É o pastor que cuida delas e não dorme nunca. Ouvindo a música da flauta elas pensam: Há um pastor que me protege. Ele me leva aos lugares de grama verde e sabe onde estão as fontes de águas límpidas. Uma brisa fresca refresca a minha alma. Durante o dia ele me pega no colo e me conduz por trilhas amenas. Mesmo quando tenho de passar pelo vale escuro da morte eu não tenho medo. A sua mão e o seu cajado me tranqüilizam. Enquanto os lobos uivam, ele me dá o que comer. Passa óleo perfumado na minha cabeça para curar minhas feridas. E me dá água fresca para sarar o meu cansaço. Com ele não terei medo, eternamente... (Salmo 23, paráfrase) Mestre Benjamim parou de falar. Os olhos de todas as crianças estavam nele. Foi então que uma delas levantou a mão e perguntou: - E os lobos? Eles vão embora? Eles morrem? - Os lobos continuam a uivar. E continuam a ser perigosos. O pastor não consegue espantar todos eles. E por vezes eles atacam e matam. Mas as ovelhas, ouvindo a música da flauta do pastor dormem sem medo, não porque não haja mais perigo, mas a despeito do perigo. Não há jeito de acabar com o perigo. Mas há um jeito de acabar com o medo. Coragem é isso: dormir sem medo a despeito do perigo... As crianças voltaram para suas tendas e dormiram sem medo, pensando nos pensamentos das ovelhas. De vez em quando, lá fora, ouvia-se o uivo de um lobo faminto. Desde então, tornou-se costume contar ovelhinhas para dormir. Walmir Vigo Gonçalves15.10.2009 |