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Pai

 

Em uma escola para crianças pequenas, cada um deveria dizer, na véspera do dia dos pais, "O que é um pai e por que gosta dele". A resposta de uma criança: "um papai é um pai e um namorado. O namorado da mamãe. Gosto dele porque ele me abraça e me beija. Minha mãe também gosta do meu pai". (Internet) 

 

Qual é a admirável qualidade que é comum aos saguis, símios, cavalos marinhos, e jaçanãs? Aqui estão algumas pistas. Os saguis são pequenos macacos. Os símios são membros da família dos macacos. Cavalos marinhos não são na realidade cavalos e os jaçanãs são aves de pernas altas, e que por vezes são apelidadas de "nenúfares saltitantes" pois as suas longas patas permitem-lhe caminhar por entre os charcos em cima das folhas dos nenúfares.Desejava que isto pudesse ser dito acerca de cada pai crente, sobre a alimentação espiritual dos seus filhos. Os pais têm uma óptima oportunidade de encorajar, de avisar, de ensinar, de aconselhar, e de dar um exemplo de vida cristã a seus filhos. - Fonte: http://www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Junho2000.htm

 

"Um pai, ainda que o mais pobre, tem sempre uma enorme riqueza para deixar ao filho: seu exemplo!" (Coelho Neto)

 

De alguns pastores até se ouve dizer que são "paistores".

 

Sem a direção de Deus para as nossas vidas, fatalmente conceberemos conceitos falhos a respeito daquilo que nos cerca, especialmente se essas coisas afetarem os nossos profundos sentimentos. Tantas vezes o Pai nos tem feito ver e conhecer circunstâncias e fatos que por nós mesmos jamais descobriríamos e, talvez, nem aceitaríamos. Conveniências, amor-próprio, superproteção e algo mais têm cegado tantas visões ao ponto de não lhes permitir mais distinguir nem mesmo o óbvio. Em face de semelhantes contingências, nos acomodamos tanto à deturpação das coisas, de tal maneira que, mesmo sendo elas tortas, já nos parecem direitas... certas. Nossas avós repetiam a fábula que contava a respeito da coruja e da águia, que viviam como inimigas declaradas. Certo dia, as duas decidiram mudar a situação e viverem em paz, sem rancor e sem inimizade. - Chega de guerra - disse a coruja. - O mundo é tão espaçoso e por que andarmos a comer os filhotes uma das outras, só por vingança? - Bem pensado. Concordo plenamente com a senhora – respondeu a águia. - Nesse caso, combinemos o seguinte: a partir de agora você não perseguirá e nem comerá os meus filhotes - observou a coruja - a mais prejudicada. - Muito bem. Mas de que maneira poderei eu distinguir os seus filhotes entre tantos outros encontrados por aí afora? - indagou a águia. - É muito simples. Cada vez que encontrar um ninho contendo criaturinhas lindas, jeitosas e delicadas, com corpinhos bem-feitos, simpáticos, alegres, cheios de um encanto todo especial - coisa que nunca encontrará em filhotes de nenhuma outra ave - já saberá que são meus filhos... Está acertado! Não vou me esquecer de um só detalhe da sua descrição, concluiu a águia, com muito respeito e seriedade. Separaram-se e ali mesmo cada uma tomou o seu rumo. Ambas, porém, estavam decididas a cumprir o trato na íntegra! Poucos dias após os acertos, a águia, andando à caça de alimento para os novos filhos, deparou com um ninho onde três monstrengos, horrorosos, piavam desesperadamente de bicos escancarados. - Mas que filhotes horríveis - monologou a águia. Vê-se logo que não podem ser os filhotes da coruja. E... num piscar de olhos, acabou com eles. Acontece que eram exatamente os filhotes da coruja. Esta, ao regressar, constatou a triste realidade. Chorou com amargura por sentir-se traída pela águia. Saiu em desespero e foi ajustar contas com a traidora... - O quê?! - disse a rainha das aves com surpresa. – Eram seus filhos aqueles monstrenguinhos? Mas tenha paciência, eu não tive culpa porque eles não se assemelhavam em nada com a descrição que você me fez... Esse fato só vem confirmar a verdade: "Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai." É... todos são cegos!

 

Fiquei surpreso ao encontrar num livro velho, escrito há várias décadas e de autoria do Dr. W.C.Taylor, isto: "Parece-me ainda que o motivo por que alguns filhos de crentes nunca se convertem, antes se tornam os mais duros incrédulos, é que as conversas incessantes que ouvem acerca do Evangelho são monótonas, frias e banais e, diante disso, não percebem a maravilha das Boas Novas de que seus pais falam mas não ilustram na sua vida cristã rotineira."

 

A melhor dádiva que você pode dar ao seu filho é o seu tempo.

 

Certo homem, havia entrado no sítio do vizinho em companhia do seu filho ainda pequeno, a fim de tirar algumas espigas de milho, quando o garotinho, instruído pela religião, falou: “Papai, alguém está olhando”. Assustado, o homem perguntou: “É!! Quem?” Falou o menino: “É Deus, papai; é Deus!” E o homem desistiu de apanhar as espigas do vizinho, porquanto se envergonhou do que fazia.

 

Certa vez um crente dirigiu-se ao supermercado numa noite gelada, como acontece no inverno na outra América. Ao chegar, viu um garoto encostado à vitrine. Estava pouco agasalhado e tremia de frio. Sendo pai percebeu algo errado. Perguntou ao menino: "Que é que há, meu filho?" "Nada" respondeu. "Sei que há algo errado. Tenho dois filhos e sei muito bem quando eles estão perplexos. Conte-me o que há", replicou o Senhor. Com lábios trêmulos o garoto explicou que havia perdido a nota de cem cruzados que o pai lhe dera para fazer compras. Ao ser aconselhado para voltar para casa e explicar tudo ao pai, o menino, chorando, replicou: "Não, não posso. O senhor não conhece o meu pai. É um beberrão. Se eu voltar sem as compras, ele é capaz de me matar. Vou esperar que ele durma." Com isso, o crente encheu-se de compaixão; levou o garoto para dentro do supermercado, comprou tudo que ele precisava e depois levou-o para onde morava. Ao sair do carro o garoto botou as bolsas no chão, pediu ao seu benfeitor que saísse do carro e, abraçando-o fortemente, exclamou: "Que bom se o senhor fosse meu pai!" O homem que havia mostrado um pouco de compaixão deu o seguinte testemunho: "Depois que deixei esse garoto em casa, percorri as ruas, à procura de outros meninos que haviam perdido notas de cem cruzados!" A compaixão verdadeira sempre conduz à ação! 

 

Quando eu era garoto, se acontecesse de nosso vizinho ficar chateado comigo, aquilo não me incomodava muito. Mas se fosse o meu pai quem estivesse aborrecido comigo, aí já era outra história. Nosso relacionamento ficava interrompido; não conseguia encará-lo e não podia chegar perto dele alegremente. Quando havia alguma coisa errada entre mim e meu pai, eu não suportava aquela situação. Tinha que acertar as coisas. Quando há alguma coisa errada entre nós e o nosso Pai celestial, você não consegue suportar a situação e tem que acertar as coisas.

 

Um garoto brincava no quintal de sua casa, inventou de empurrar uma enorme pedra, claramente superior às suas próprias forças. Empurrou-a com as mãos, com os pés, com as mãos e uns dos pés, com o corpo, de costas, e a pedra não se movia. Aí, seu pai que observava disse: “Você ainda não usou todos os recursos, filho”. “Usei, sim, papai”, respondeu o pequeno já quase chorando. “Não”, replicou o pai, “você ainda não pediu a minha ajuda”. Não é o que fazemos muitas vezes tentando resolver ou remover sozinhos certos problemas, esquecidos dAquele que é o nosso Ajudador?

 

Perguntaram ao atleta Gustavo Borges, em entrevista ao Esporte Espetacular: "Que você aprendeu com seus filhos?" E ele respondeu: "A ser filho."

 

“Espera do teu filho o mesmo que fizeste a teu pai.” - Tales de Mileto

 

Nossas avós repetiam a fábula que contava a respeito da coruja e da águia, que viviam como inimigas declaradas. Certo dia, as duas decidiram mudar a situação e viverem em paz, sem rancor e sem inimizade. - Chega de guerra - disse a coruja. - O mundo é tão espaçoso e por que andarmos a comer os filhotes uma das outras, só por vingança? - Bem pensado. Concordo plenamente com a senhora - respondeu a águia. - Nesse caso, combinemos o seguinte: a partir de agora você não perseguirá e nem comerá os meus filhotes - observou a coruja - a mais prejudicada. - Muito bem. Mas de que maneira poderei eu distinguir os seus filhotes entre tantos outros encontrados por aí afora? - indagou a águia. - É muito simples. Cada vez que encontrar um ninho contendo criaturinhas lindas, jeitosas e delicadas, com corpinhos bem-feitos, simpáticos, alegres, cheios de um encanto todo especial - coisa que nunca encontrará em filhotes de nenhuma outra ave - já saberá que são meus filhos... Está acertado! Não vou me esquecer de um só detalhe da sua descrição, concluiu a águia, com muito respeito e seriedade. Separaram-se e ali mesmo cada uma tomou o seu rumo. Ambas, porém, estavam decididas a cumprir o trato na íntegra! Poucos dias após os acertos, a águia, andando à caça de alimento para os novos filhos, deparou com um ninho onde três monstrengos, horrorosos, piavam desesperadamente de bicos escancarados. - Mas que filhotes horríveis - monologou a águia. Vê-se logo que não podem ser os filhotes da coruja. E... num piscar de olhos, acabou com eles. Acontece que eram exatamente os filhotes da coruja. Esta, ao regressar, constatou a triste realidade. Chorou com amargura por sentir-se traída pela águia. Saiu em desespero e foi ajustar contas com a traidora... - O quê?! - disse a rainha das aves com surpresa. - Eram seus filhos aqueles monstrenguinhos? Mas tenha paciência, eu não tive culpa porque eles não se assemelhavam em nada com a descrição que você me fez... Esse fato só vem confirmar a verdade: "Para retrato de filho ninguém acredite em pintor pai." É... todos são cegos!

 

Em uma classe de Escola Dominical, crianças foram estimuladas a desenhar um retrato de Deus. Ao final do tempo determinado, a professora pediu que os alunos mostrassem seus trabalhos. Com muita alegria e descontração, um a um foi apresentando sua criação. Uma delas pintou Deus na forma de um arco-íris brilhantemente colorido. Outra desenhou o rosto de um homem velho saindo de uma nuvem. Houve um que mostrou Deus como um super-homem. Porém, talvez o que melhor descrevia Deus era mostrado por uma orgulhosa e risonha menina que falou: "Eu não sabia como era Deus e, por isso, desenhei o retrato do meu papai."

 

Coelho Neto dizia: "Um pai, ainda o mais pobre, tem sempre uma riqueza para deixar aos filhos: o exemplo". E sabemos, o exemplo fala mais alto que as palavras.

 

Certo pai, na América do Norte, veio à descobrir anos mais tarde, quando sua filho contava com 18 anos de idade, que seu "amor" era falso; descobriu que "muito deu", mas sem revelar o verdadeiro amor. Sua falha consistiu em ter um conceito errôneo acerca do amor. Para ele, amar e demonstrar amor, significava dar tudo o que sua filha lhe solicitava: doces, brinquedos, grandes quantias em dinheiro... Pobre pai, falhou. O verdadeiro amor pode ser traduzido nas pequenas coisas. - Esdras Salles Dias

 

Um provérbio árabe diz: "Se o pai for a cebola e a mãe o alho, como pode o filho cheirar como um doce perfume?"

 

"O maior feito que um pai pode realizar em favor dos filhos é amar a mãe deles." - Josh McDowell

 

"Uma criança provavelmente não encontrará um pai em Deus, a não ser que encontre algo de Deus em seu próprio pai." - Glen Wheeler

 

James Dobson tem um livro cujo título é: "Ser Pai Não É Coisa Para Covardes". Não é mesmo nada fácil ser pai. É uma tarefa exigente e difícil.

 

Há mais de um ano, quando de viagem para os EUA, um dos presentes que trouxemos na bagagem foi um ursinho Puff para nossa primogênita, Susanne, hoje com quase 17 anos. Ela gosta muito daquele urso. Quase todos os dias, antes de ela acordar, pego aquele urso e coloco numa situação engraçada. Num dia ponho o urso debruçado na janela. Outro dia, na cadeira de praia, com óculos escuros. Um dia desses coloquei-o com um pote de biscoito aberto (até procurei um pote de mel, mas não tinha). Ao acordar, às vezes, tendo já saído, ela já sabe que o seu ursinho Puff está fazendo alguma coisa. Pode parecer apenas uma brincadeira familiar, mas o que estou estabelecendo com a minha filha é mais uma forma de nos manter conectado um ao outro. Quando ela acorda já sabe que há uma grande possibilidade de procurar o urso e encontrá-lo numa situação nova (um dia desses ela o encontrou sentado no vaso sanitário!). Quando minha filha acorda, mesmo às vezes mal-humorada, e procura pelo ursinho Puff e o encontra numa situação engraçada, ela inconscientemente pensa: "Meu pai se lembrou de mim e gastou alguns segundos procurando me distrair. Não sou hóspede nesta casa. Eu pertenço à uma família!" - Gilson Bifano, 2005.

 

Conta-se que certo pastor foi visitar que estava chegando para sua comunidade. A mãe e as crianças estavam em casa, mas o pai tinha saído. O pastor disse que visitaria mais tarde, mas as crianças disseram: "Espere uns poucos minutos. Papai logo estará em casa". Então as crianças começaram a falar animadamente sobre seu pai e as coisas que ele fazia. Logo o pai chegou. O pastor se surpreendeu. Da conversa das crianças ele esperava encontrar um homem grande, vistoso, bem vestido, quem sabe com um belo terno, gravata e uma pasta de executivo nas mãos. Em Em vez disso, ele viu um homem médio, de aparência comum, uma pessoa a quem você não olharia duas vezes se encontrasse na rua. Mas uma coisa o pastor percebeu, aquele homem de aparência frágil tinha o respeito de sua família.

 

"O pai é fundamental na concepção da criança, na criação ele é dispensável", disse, pela boca da atriz Candice Bergen, a personagem Murphy Brown, da série televisiva de mesmo nome, que foi sucesso nos Estados Unidos na década de 90.

 

Um pai sempre ia tomar cachaça numa tendinha. Seu filho ia atrás colocando os pés nas marcas dos seus pés. Resultado, o filho tornou-se tal qual ele: um bêbado.

 

Duas crianças muito interessantes. Elas se chamam Zoé e Zezé. Esses dois meninos não são filhos de nenhum casal amigo meu. Sempre quando posso, procuro saber um pouco a respeito deles. Zoé e Zezé são dois irmãos que aparecem nos cartoons do jornal O Globo aqui no Rio de Janeiro. Eles são personagens de Jerry Scott e Rick Kirkman. Um dia desses achei muito interessante o diálogo que ocorreu entre zoé e Zezé e seu pai. O pai desses dois meninos estava sentado quando um deles fez a seguinte pergunta: "Papai, você corre atrás da gente lá no quintal?" O pai surpreso respondeu: "Correr?" Os meninos disseram: "É, finja que somos excursionistas e você é o urso mau da floresta". O pai tentou inutilmente argumentar: "Sinto muito, crianças, não dá, cheio de coisas para fazer!" Os meninos saíram, mas antes disseram: " bom! Então avisa quando não estiver muito ocupado para ser nosso pai!" No quadrinho seguinte aparece o pai brincando de urso com Zoé e Zezé no quintal. Para muitos, ser pai é apenas desempenhar muito bem o papel de provedor da família. Mas, para Zoé e Zezé, ser pai é brincar de urso mau da floresta.

 

Orgulho mesmo é isto: O filho vai andando com o pai e diz: "Papai, quando crescer quero ser como você". Todo contente, o pai pergunta: "E por que, filho?" "Para ter um filho como eu!"

 

É terrível para um pai perder seu filho. É tão terrível a dor da perda de um filho que não há palavra para descrever essa situação. Ora, se o marido perde a esposa, ele fica viúvo; se a esposa perde o marido, ela fica viúva; se um filho perde o pão, ele fica órfão... mas se o pai perde o filho, como ele fica? Não há palavra que o classifique!

 
Feliz foi Tiago que teve uma família que não desistiu facilmente dele. Refiro-me a Tiago Felix de Souza, de 9 anos de idade, que no final de dezembro (2005), caiu num poço e levou seis dias para ser encontrado. A história foi amplamente noticiada pela mídia. O menino, morador de Guarulhos-SP, na volta para casa, depois de levar o almoço de seu pai, preferiu voltar por um outro caminho. Resultado: caiu num poço aberto. Os bombeiros foram chamados. Procura daqui, procura dali e nada. Treinados para resgatar pessoas, e até considerados heróis da população, os bombeiros deram a busca por encerrada. Mas o pai não se conformou. Continuou a procurar pelo pequeno Tiago. Por isso que afirmo: Feliz é o Tiago, que tem um pai que não conformou com o veredicto dos bombeiros e continuou a procurar pelo seu filho. Uma reportagem deu conta que durante o período que ficou no fundo do poço Tiago pediu ajuda de Deus. Mas talvez Tiago também tenha pensado: “Papai vai me achar. Ele não vai desistir de procurar por mim”. 15/12/06
 
O Barão Rothschild, membro de uma famosa  família do mundo das finanças, andava, certa noite, de carruagem e, ao  sair, deu ao condutor uma gorjeta que julgou adequada. Olhando a gorjeta com desdém, o condutor falou: “O filho de vossa Senhoria sempre me dá muito mais do que isso." Eu acredito que faça isso mesmo," disse o Barão Rothschild. "Entretanto, você sabe, ele tem um pai rico e eu não." O Barão disse algo muito importante. Quando temos um Pai que nos promete suprir  todos os recursos, podemos abrir o coração e, com amor, dar com liberalidade tudo o que temos de melhor. Estamos sempre tranqüilos e despreocupados, porque sabemos que nada nos faltará. Temos confiado plenamente em nosso Pai? 19/12/06
 
O pai é irrelevante? Os meios de comunicação parecem dizer que sim. “O pai é fundamental na concepção da criança, na criação ele é dispensável”, disse, pela boca da atriz Candice Murphy Brown, da série televisiva de mesmo nome, que foi sucesso nos Estados Unidos na década de 90. 21/12/06
 
Soube que a filha de Russel Shedd afirmou a respeito do pai: “Sei que papai tem pecado porque a Bíblia diz que todos pecaram, mas eu nunca vi meu pai pecar”. Como seria bom cada pai ouvir isso de seus filhos! 30/1/07
 
Se o pai não se cuidar, o filho toma conta até do espaço geográfico da cama. A criança vem de noite para a cama dos pais, é claro, para ocupar a posição entre o casal, e por peninha do filhi­nho que teve um pesadelo, ou porque ele está com frio tadinho, ou por cansaço e acomodação do pai que se cansa de carregar o filho para a cama, ou até mesmo por prazer do aconchego gostoso, a criança vai ficando, até tirar por completo o pai, que vai para a cama de sol­teiro ou para o sofá. Já ouvi de pais que preferem o chão mesmo. De repente, quando a mãe se dá conta, está com um filho de 18 anos dormindo com ela. Isso é muito mais comum do que queremos acreditar. 8.1.2008
 
35% dos filhos desejam sair mais vezes para passear com o pai, segundo o Núcleo de Análise do Comportamento da Universidade Federal do Paraná (UFPR). 9.1.2008
 
Alguns botânicos exploravam umas regiões montanhosas. Através de binóculos, avistaram uma flor desconhecida numa estreita fresta de uma encosta muito inclinada. Somente seria possível pegá-la se uma pessoa pequena e leve fosse baixada por meio de uma corda. Pediram a um menino que aceitasse a tarefa. O pequeno olhou para o fundo do abismo, saiu em direção ao acampamento e disse-lhes que voltaria num instante. Voltou trazendo o pai pelas mãos e explicou suas condições: "Eu descerei para pegar a flor, se o meu pai segurar a corda". 25.1.2008
 
"Um certo Senhor, acompanhado por sua filhinha, ia subir uma montanha muito alta. Sugeriu que a menina fosse na frente e ele atrás. Ela começou a subida com muito entusiasmo, pois queria mostrar ao pai como era forte e capaz. O caminho, porém, tornava-se cada vez mais íngreme e difícil e a menina por isso, caía de vez em quando, mas porque era corajosa, levantava-se e punha-se novamente a subir. Os espinhos lhe rasgavam a roupa e as carnes, mas mesmo assim, continuava a subir. Finalmente não pôde subir mais e levou um tombo cruel. Então chorando se virou para o pai. Ele a tomou nos braços e a levou assim até o cume. Nunca ele esperava que ela subisse sozinha. 30-01-2008
 
William Stidger narra como um rapazinho que jazia na mesa de opera­ção, tendo de sofrer uma intervenção séria, pediu ao pai que ficasse com ele para lhe segurar a mão enquanto o médico o anestesiava. Justamente antes de lhe colocarem a máscara de éter, ele olhou para o pai, e disse com inteira confiança: - O senhor ficará comigo até o fim, não é, papai? O pai respondeu com lágrimas de compreensão: - Certamente ficarei, meu filho. Eis o que significa a verdadeira amizade. Significa acompanhar por todo o caminho, até o fim. O amigo que é mais chegado do que um irmão, Jesus, nosso melhor amigo, acompanha por todo o caminho. Ele diz: "De maneira alguma te deixa­rei nunca jamais te abandonarei. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século" (Hb 13.5; Mt 28.20). Cultivemos-Lhe a amizade e, à Sua semelhança, sejamos um amigo verdadeiro para todos - os que têm e os que não têm amigos. 8.2.2008
 

Ao ouvir o toque da campainha, Paulo, de seis anos de idade, foi abrir a porta. Era seu pai que estava voltando de uma viagem pelo sudeste asiático. Ao invés de perguntar: "Pai, o que o senhor trouxe para mim?", ele passou os braços em torno do pescoço do pai e disse: - Ah! papai, este é o melhor presente de Natal que o senhor poderia me dar. Oração: Jesus foi um presente que custou muito para ti, Pai, mas ele satisfaz todos os desejos e anseios do meu coração. 8.2.2008

 

Efraim (Israel) afastara-se para longe de Deus. As dez tribos tinham caí­do em tão crassa idolatria, que Deus disse: "Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo" (Os 4.17). A inconstância espiritual de Efraim foi descrita pelo pro­feta como pão que não foi virado" (7.8). Israel erguera "altares para pecar" (8.11) e provocara "a Sua ira" (12.14). Efraim era "inclinado a desviar-se" de Deus (11.7). Perdera a força, e "não o sabia" (7.9). Certamente, Deus teria ra­zão se volvesse as costas a Efraim e deixasse-lhe as conseqüências de seu mau procedimento. Mas não faria isso o nosso Deus misericordioso! Longe disso, Ele lamenta: "Como te deixaria, ó Efraim? Como te entre­garia, ó Israel?" Aí está uma das mais comovedoras passagens da Escritura. Servindo-se da figura da repetição, tão característica da poesia hebraica, duas vezes o Senhor expressa comovente preocupação por Seu povo. "Eu o amei", declara Ele (11.1). Que riqueza de afeição envolve essas palavras! "Como te entregaria?" "Eu ensinei a andar a Efraim", diz Ele ainda (11.3), referindo-se aos anos durante os quais instruíra pacientemente Israel, por meio de Seus profetas. Nesse mesmo versículo, serve-se Ele do quadro de um pai amante, a ensinar seu filhinho a andar, tomando-o pelos braços. Se tropeça, o bondoso pai levanta o filho e o ajuda a prosseguir. "Como te deixa­ria?" "Atraía-os com cordas humanas, com laços de amor" (11.4). Novamente o Pai celestial serve-se da figura de um pai amoroso, em relação a um filho desgar-rado, a fim de ilustrar Seu grande afeto para com o relapso. "Com amor eterno eu te amei, por isso com benignidade te atrai" (Jr 31.3). "Como te deixaria?" Deus ainda trata com a mesma ternura Seus filhos erradios. Ainda hoje Ele insta conosco: "Como te deixaria?" "Com benignidade te atraí". "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entre­gou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" (Am 8.32). 9.2.2008

 

Nos tornamos uma geração de pessoas que cultua o trabalho e trabalha no lazer. O escritor Charles Swindoll ilustra esse fato. Certo dia a sua filhinha disse para ele: “Papai, eu quero lhe dizer uma coisa,mas vou dizer bem depressa”. Percebendo a sua frustração, o pai respondeu: “Pode falar, querida, e não precisa falar depressa. Fale devagar”. A resposta da garotinha então, foi: “Então, papai, escute devagar!” 22.2.2008

 

Dennis Rainey, em seu Iivro Meditações Diárias Para Casais, relatou que nos Estados Unidos uma firma distribui cartões para os presos enviarem no Dia das Wães. Com dois dias de promoção, os cartões tinham se esgotado. O mesmo foi feito na semana que antecedia ao Dia dos Pais. O resultado foi desanimador. Sobraram cartões. Por quê? A resposta é fácil: os presos não conheciam os seus pais ou não tinham o mínimo interesse em manter contato com eles. Antes que tirem conclusões precipitadas em relação às mães, é bom afirmar que foi a ausência dos pais (e não a presença, na maioria dos casos) que criou um campo propício para os filhos se inclinarem para a marginalidade. 22.2.2008

 

Declarou Lenina Alice de Macedo, dirigente do projeto Desperta Débora: “Na cabeça da criança, é desastroso perceber que o que ela aprende na igreja não é praticado dentro de casa”. 13.3.2008

 

Foi com alegria que li na revista VEJA, de 13 de dezembro de 2006, uma reportagem muito interessante sobre a iniciativa do promotor José Heitor dos Santos, do município paulista de Mirassol. O promotor está obrigando todos os pais (homens) a reconhecerem seus filhos e registrá-Ios. Heitor, numa rápida entrevista à VEJA, afirmou que a maioria do jovens que comete crimes não tem o nome do pai na certidão de nascimento. Ele está certo quando afirmou: "Acho que a ausência paterna leva muitos meninos ao crime". 13.3.2008

 

Quando estiver em casa, realmente esteja "em casa". 18.3.2008

 

Chico Anísio disse certa ocasião em entrevista que o grande problema do casamento são os filhos, ele já casou-se cerca de oito vezes, não sabia, mas estava dando para si um atestado de incapacidade de ser marido e pai. 26.3.2008

 

Um pregador conta que, no início de seu ministério, precisou trabalhar em outro emprego para aumentar a sua renda mensal. Durante quinze dias, em seu novo trabalho, ele chegou em casa com as roupas sujas. Seus dois filhos, de 2 e 3 anos, sempre o recebiam com um largo sorriso. Um deles lhe disse em uma das vezes: "Papai, você está todo empoeirado". A resposta do pai a ele foi: "Sim, filho, é verdade que estou muito empoeirado. Mas logo estarei limpo novamente". Ele não pensou mais naquele assunto até que, no outro dia, ao lavar o carro, notou que seu filho mais velho estava fazendo algo muito estranho. Ele estava apanhando um pouco de cascalho junto ao passeio e passando em suas calças. O pai lhe perguntou: "o que você está fazendo?" A resposta do filho foi: "Eu quero ficar empoeirado como você, papai!" Ele concluiu que, se uma criança é capaz de se sujar apenas para copiar seu pai, pode olhar para ele e segui-lo em qualquer coisa. Que exemplo estamos passando para nossos filhos? 26.8.2008

 

A escola onde meus filhos estudam tem uma estrutura muito interessante denominada “vivência”. Nesta estrutura, os pais uma vez ao ano são convidados a assistirem juntos com os seus filhos um dia de aula. Na ocasião, cada professor ministra sua aula normalmente, com a diferença é claro, da presença dos pais. Na vivência do ano passado pude perceber em Luiz Filipe, meu filho de 10 anos um enorme sentimento de satisfação. Até porque, juntos, participamos de todas as atividades o que gerou em nós um sentimento de cumplicidade. No entanto, o que mais nos marcou foi o momento em que participamos da aula de educação física. Na ocasião, brincamos de bandeirinha, corremos, saltamos e como não poderia deixar de ser, rimos muito. Certa vez eu li um artigo escrito por um pastor bem idoso, que se ele pudesse regressar no tempo e recomeçar sua família de novo, uma das coisas que faria, seria desenvolver com seus filhos uma relação onde o riso sempre se mostrasse presente. Rir faz bem, e rir juntamente com os filhos faz a gente se sentir melhor ainda. Tenho aprendido que a relação entre pais e filhos deve ser uma relação onde à festa e a celebração se fazem presentes em quase todo tempo. Renato Vargens. 23.10.2008

 

Uma das histórias mais fascinantes escritas em anos recentes é intitulada "Questão 7." Conta a experiência de um pregador, seu filho e uma escolha que ele foi forçado a fazer. O jovem era um pianista realizado. O governo opressor de seu país queria realizar uma propaganda. Ele foi convidado para uma apresentação em uma reunião. O pai disse ao filho que não gostaria que ele participasse aconselhando-o a não tocar naquele dia. O governo enviou ao jovem um questionário que ele começou a preencher. No dia da reunião o pianista compareceu. Antes de subir ao palco para a apresentação, o jovem ouviu o locutor falando ao microfone: Nós somos benevolentes para com a igreja. Nosso próximo participante é prova disso." O jovem lembrou-se do quadro pregado na parede de sua casa que dizia: "Sê fiel até a morte e te darei a coroa da vida." Ele não podia continuar. Quebrou um vidro e cortou a sua mão ficando, assim, impedido de tocar. Logo a seguir ele fugiu, atravessando a fronteira oeste da Alemanha. Quando o pai soube de sua fuga, foi até o quarto do filho. Sobre sua escrivaninha estava o questionário social que recebera para preencher. A questão número sete perguntava: "Que pessoa tem sido a maior influência de sua vida?" Em letras maiúsculas estava escrita a resposta: "Meu pai." 4.12.2008

 

Dois pequenos homens estavam contemplando uma montanha. Um se chamava "Não Posso" e o outro "Eu poderei". O primeiro falou: "Não posso subir esta montanha de jeito nenhum". Ele continua quieto na parte inferior da montanha. O outro disse: "Eu poderei subir, sem dúvida, esta montanha". Ele está, agora, no topo da montanha. Dois pequenos homens estão vivendo junto à montanha -- na parte de baixo se encontra o "Não Posso" e na parte de cima o "Eu poderei". Quantas bênçãos deixamos de receber e quantos sonhos ficam esquecidos no caminho de nossas vidas simplesmente porque a nossa confiança é semelhante a do pequeno homem "Não Posso". As dúvidas se instalam em nossos corações, a determinação nos assiste de longe, a vontade se torna cada  vez mais fraca e inoperante. Falta-nos o condimento essencial para uma mudança: a fé. Aconteceu na Romênia: Um homem dizia sempre a seu filho: Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado. Houve, nesta época, um terremoto de intensidade muito grande, que quase arrasou as construções lá existentes nesta época. O homem estava em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho estava na escola. Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé... Tomado de uma enorme tristeza. Ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa (não cumprida). Haja o que houver, eu estarei sempre a seu lado. Seu coração estava apertado, e sua vista apenas enxergava a destruição. A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha. O portão (que não mais existia); Corredor Olhava as paredes, aquele rostinho confiante. Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão... Corredor... Virou a direita e parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado. E continuava a ouvir sua promessa. Haja o que houver, eu sempre estarei com você. E ele não estava... Começou a cavar com as mãos. Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo: Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém. Vá para casa. Ao que ele retrucava: Você vai me ajudar? Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Além disso, haviam outros locais onde se poderia ter mais esperança. Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era : Você vai me ajudar? Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa... Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar, pois continuam havendo explosões e incêndios. Ele retrucava: Você vai me ajudar? Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça. Você vai me ajudar? Um a um todos se afastavam. Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24, 30 horas. Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto. Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu: Pai ...estou aqui! Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou: Você esta bem? Estou. Mas com sede , fome e muito medo. Tem mais alguém com você? Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem. Neste momento se ouviram seus gritos de alegria. Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora... Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado. Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco. Não! Deixe que eles saiam primeiro... Eu sei que haja o que houver... Você estará me esperando! Cumprir uma promessa! Não desistir diante das adversidades! Lutar sempre, continuar não importa o que aconteça! Tentar novamente até conseguir, esta é a característica de todo o vencedor: a perseverança. 27.1.2009

 

Alexandre, o Grande, compõe a lista dos poucos homens que influenciaram consideravelmente a trajetória da história humana. Esse homem, que nasceu em 356 a.C., foi um grande imperador macedônio que conquistou importantes cidades no Oriente, e tornou-se temido, respeitado e prestigiado até pelos seus inimigos. O sucesso desse imperador deveu-se em grande parte à influência de sua mãe Olímpia, que o incentivou desde cedo a ultrapassar todas as limitações de um menino comum. O jovem acreditou que era alguém que nascera para impactar o mundo, e cresceu magnífico em estatura, poder e força, sendo educado nas artes da guerra e nas ciências físicas e naturais: matemática, filosofia, literatura, medicina e geografia. Em quase todos os casos o elogio e o incentivo dos pais contribuem para a formação da personalidade e da escolha profissional dos filhos. 28-01-2009

 

Certa vez meu pai admitiu e me disse: "Quando você estava crescendo, muitas vezes eu estava ausente". Eu não me lembro disso. Além do seu trabalho de tempo integral, muitas noites ele estava ausente para ensaiar o coral na igreja, o ocasionalmente viajava por uma semana ou duas com o quarteto masculino. Mas em todos os momentos significativos (e alguns de menor importância), ele estava lá. Por exemplo, quando eu tinha oito anos, eu participei de uma apresentação simples na escola. Todas as mães vieram assistir, e somente um pai - o meu. Através de diferentes maneiras ele sempre deixava saber, a mim e às minhas irmãs que nós éramos importantes para ele e que ele nos amava. E, ao vê-lo cuidar com carinho da minha mãe, nos seus últimos anos de vida, ensinou-me o que é o amor abnegado e altruísta. Meu pai não é perfeito, mas sempre foi um pai que me deu uma pequena idéia do que é o nosso Pai celestial. E, de forma ideal, isso é o que deve fazer um pai cristão. Às vezes os pais terrenos decepcionam e ferem seus filhos. Mas nosso Pai celestial é "compassivo e misericordioso, mui paciente e cheio de amor" (Salmo 103:8). Quando um pai que ama o Senhor corrige, conforta, instrui e provê as necessidades de seus filhos, ele lhes serve de modelo do nosso Pai perfeito celestial. 19-02-2009

 

Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho: - Pai, quanto o senhor ganha por hora? O pai, num gesto severo, responde: - Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado! Mas o filho insiste: - Mas papai, por favor, diga, quanto o senhor ganha por hora? A reação do pai foi menos severa e respondeu: - Três reais por hora. - Então, papai, o senhor poderia me emprestar um real? O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu: - Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais!  Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou: - Filho, está dormindo? - Não, papai! - o garoto respondeu sonolento e choroso. - Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu: Um real. - Muito obrigado, papai! - disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama. - Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo? Pense nisso: " Vamos refletir sobre isto e espero quem em sua via nunca chegue a este ponto. Um feliz final de semana a todos!" 20.5.2009

 

No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse: - Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador. - Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha. Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha: - Melissa, o que você acha de irmos? Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos! O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração. Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha: - Hora de irmos, agora? Mas, outra vez Melissa pediu: - Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos! O homem sorriu e disse: - Está certo! - O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado. O homem sorriu e disse: - O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui. Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele. Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar... Em tudo na vida estabelecemos prioridades. Quais são as suas? Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável! Dê, hoje, a alguém que você ama mais cinco minutos de seu tempo.13-07-2009