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Uma vez Maria derramou um vaso de alabastro cheio de perfume sobre a cabeça do Senhor. Judas Iscariotes e outros discípulos se indignaram, dizendo: "Por que esse desperdício? Esse perfume poderia ter sido vendido por tanto, e o dinheiro dado aos pobres". Mas Jesus Cristo ficou maravilhado com aquele "desperdício" e com o serviço que Maria Lhe prestou. Não deveríamos ter medo de "fazer desperdícios" em nosso serviço ao Senhor. Dê seu coração ao Senhor Jesus Cristo. Dê-Lhe de seu tempo e de seu dinheiro. Esse "desperdício" agrada a Cristo. (Mateus 26.6-13) |
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Judas Iscariotes havia seguido Jesus Cristo durante três anos como discípulo, mas jamais Lhe oferecera por completo a sua vida e seu coração. Foi por essa razão que quando surgiu uma dificuldade, ele traiu o Senhor. |
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Há uma diferença enorme, aliás, muito interessante do Mar Morto para o Mar da Galiléia. É que o Mar Morto limita-se a receber e somente a receber – receber as águas do Rio Jordão. Não dá nada do que recebe, daí a estagnação. O Mar da Galiléia, por sua vez, recebe mas também dá. É por isso que está sempre cheio de vida. Nele há abundância de peixes, de algas e mariscos. Suas águas são renovadas e sempre frescas. |
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Sobre um membro de uma certa igreja, conhecido na congregação como um “mão-fechada”, havia um outro irmãozinho que não fazia segredo dele prá ninguém, e espalhava prá todo mundo, dizendo: “Aquilo é um avarento pervertido”, e acrescentava: “Ele é tão avarento que, se estiver assistindo a um culto em uma igreja como visitante, e houver uma coleta, quando o diácono se aproximar dele com a sacola, ele fecha os olhos, começa a bater a boca, para dizer que está orando. Quando a sacola passar, ele diz para o vizinho ouvir “amém”. Aí, além de avarento, torna-se um mentiroso”. |
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“Tem crente que não pode jogar peteca nos retiros da igreja”, anunciou um adolescente. “Por que?” perguntaram. “É que papai falou que alguns têm a mão fechada demais; não dão o dízimo, não ofertam...” Também não podem ser abençoados. Hehehe!! |
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Muitos crentes negam contribuir para o trabalho de Deus com uma oferta expressiva, porque dizem que segundo a Bíblia, “a mão esquerda não deve saber o que faz a direita”. Isto é heresia. Contudo, num aspecto estão certos: “dão tão pouco que a mão direita ficaria envergonhada se a esquerda soubesse quanto foi que a outra deu”!! |
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A um certo crente, homem de negócios, foi pedido que contribuísse com um donativo em auxílio de determinada obra missionária. De boa vontade passou um cheque nominal de 1000 dólares e o entregou ao representante que o visitava. Naquele momento, trouxeram-lhe um telegrama. Ao lê-lo, seu semblante manifestou grande perturbação. Disse: “Este telegrama me participa do naufrágio de um dos meus navios e a perda de toda a sua carga. Isto me obriga a alterar o valor do meu donativo. Tenho que passar outro cheque”. O visitante compreendeu e devolveu-lhe o cheque, imaginando que haveria de receber outro de menor quantia. O negociante, então, passou-lhe outro cheque. Mas qual não foi o seu espanto ao verificar que o novo cheque era de 10 mil dólares. “Não se enganou?" Perguntou o visitante. “Não”, respondeu o negociante. “Não me enganei”. E com os olhos rasos de lágrimas disse: “Aquele telegrama foi uma mensagem do Pai celestial. Li nele: “Não ajunteis tesouros na terra”. |
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Jacob Needleman é um filósofo americano, que numa entrevista à Revista Superinteressante de julho de 2001, contou como manter o equilíbrio emocional depois de ganhar muito dinheiro. Ele disse: É preciso cultivar valores humanos, ajudar outras pessoas. Um aluno meu, no México. tinha um filho de cinco anos. No Natal, um menino bateu à porta pedindo esmola. O pai disse ao filho: "Dê a ele um de seus brinquedos". O garoto pegou um, mas o pai lhe disse: "Não. Um de seus melhores brinquedos". O filho resistiu e chorou até que, muito triste, pegou um dos brinquedos de que mais gostava e o deu ao mendigo. Quando voltou, estava radiante e disse: "Pai, posso fazer isso de novo?" Ele descobriu a alegria de dar alguma coisa de valor. (Revista Super Interessante, pg 97 - Julho/2001). |
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Dizem que o Mar Morto, no Oriente, recebeu esse nome pelo fato de somente receber água de outras fontes, mas não canalizar para foram ou seja, não doar água para outros. Está morto, porque só recebe, mas não dá - uma experiência comum àqueles que não são capazes de dar uma única gota a quem quer que seja. |
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Uma lenda conta que certo mendigo costumava viver sentado à beira da estrada. Um dia, um príncipe passou por ele cavalgando o seu cavalo real. Humildemente, o mendigo solicitou uma esmola do príncipe. E para surpresa sua, o príncipe disse-lhe: "Dê-me um pouco do seu arroz". "Majestade, é muito pouco o que tenho", retrucou o mendigo. O príncipe, no entanto, repetiu o seu pedido: "Dê-me um pouco do seu arroz". O mendigo exclamou: "Ó grande rei, se fizer isso, morrerei". E pela terceira vez, com a mão estendida, o príncipe repetiu o pedido. Vagarosamente, contra gosto, o mendigo meteu a mão na tigela e tirou um punhado de arroz, e, contando três grãozinhos, deu-os ao príncipe. O príncipe jogo os três grãos do arroz ao lado do caminho, meteu a mão no bolso e tirou três moedas de ouro e jogou na tigela do mendigo. E, montando em seu cavalo, continuou o seu caminho. Lágrimas tardias rolaram face abaixo e mendigo lamentou consigo mesmo: "Oh! se eu tivesse esvaziado a minha tigela, pondo o arroz todo nas mãos do príncipe... aqui eu estaria agora, com as mãos cheias de moedas de ouro!" Diz 2Co 9.6 que aquele que semeia pouco, pouco também ceifará. |
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Recebi pela Internet uma lista de coisas engraçadas. A primeira delas dizia: "Não é engraçado como R$10 parecem tanto quando o levamos à Igreja e tão pouco quando vamos ao shopping?". |
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A causa de Jesus Cristo tem seu lado financeiro, o que ninguém desconhece. Isso faz lembrar a palavra de um evangelista que afirmou com muita propriedade, "Na verdade, a água da vida é grátis, mas o balde em que é transportada tem que ser comprado." Quer isso significar que quando se anuncia o reino de Deus isso é feito de modo absolutamente gratuito, havendo, no entanto, um custo financeiro. |
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Um dos livros mais preciosos que já li sobre este assunto é Fé e Finança, de Loren Cunihan, Um dos fundadores da Jocum. Um dos princípios que ele ensina aos missionários é que eles devem ser os primeiros a serem liberais se desejam ser sustentados na obra missionária. Quantas experiências de fé ele compartilha no seu livro, provenientes desta semeadura de fé. (Paschoal Piragine Jr. - Internet). |
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O garoto viu que o pai só dera um real como oferta na hora do culto. Aí, durante o almoço em casa, quando ouviu o pai criticar o “péssimo sermão” daquela manhã, comentou: — Também, pai, por um real só, o que é que o senhor esperava? |
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Nestes tempos em que há tanta gente precisando receber e há poucos dispostos a dar, esses versinhos traduzidos do inglês, contém uma mensagem preciosa: "Vai repartindo o pão da caridade/porque viver é dar", disse a bondade/"Mas dar, dar, sempre dar?"/perguntei eu/temendo perder tudo o que era meu./"Não", disse o anjo, "poderás parar/quando Jesus a ti cessar de dar". |
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Ao final do culto, o tesoureiro da congregação se dirigiu aos presentes, dizendo: - Tenho três notícias para dar a vocês: uma ruim, uma boa e a outra não sei. - A notícia ruim é que estamos precisando de um telhado novo para o nosso templo, o que vai nos custar um bom dinheiro. - A boa notícia é que já temos o dinheiro. - A outra notícia é que o dinheiro ainda está no bolso de vocês...! |
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Podes dar sem amar, mas não podes amar sem dar. |
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Depois do grande incêndio em Chicago em 1871, D. L. Moody foi a Nova York para solicitar fundos para as suas vítimas. Quando ele chegou, foi apresentado a um homem abastado, que era suposto ser muito generoso. Impressionado pela grande necessidade em Chicago, ele deu a Moody um cheque com uma grande soma de dinheiro. Encaminhou então o evangelista para alguns homens de negócios que também doaram grandes contribuições. Quando o Sr. Moody estava prestes a partir, ele apertou a mão do benfeitor e fez este comentário de despedida: "Se alguma vez for a Chicago, visite-me. Retribuirei o seu favor." O homem respondeu: "Sr. Moody, não espere que apareça. Faça isso ao primeiro homem que encontrar." Comentando esta experiência, Moody disse: "Nunca esqueci esta observação. Tinha o som do verdadeiro Bom Samaritano." O homem era o tipo de doador que agrada a Deus. Movido pelas necessidades dos outros, de boa vontade deu o que estava ao seu alcance para aliviar os seus sofrimentos. Ele não o fez para ganhar atenção ou para satisfazer o seu ego. Nem sequer deu esta oferta "de má vontade ou por necessidade," mas sim alegremente. (II Corintios 9:7). - Fonte: http://www.gospelcom.net |
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Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade que era também judeu. O diretor da instituição decidiu ele mesmo ir falar com o advogado: - Nossos registros mostram que o senhor ganha mais de RS$ 300.000,00 por ano, e assim mesmo o senhor nunca fez uma pequena doação para nossa caridade. O senhor gostaria de contribuir agora? O advogado respondeu: -A sua pesquisa apurou que minha mãe esta muito doente e que as contas médicas são muito superiores a renda anual dela? - Ah, não! murmurou o diretor. - Ou que meu irmão é cego e desempregado? continuou o advogado. O diretor nem se atreveu a abrir a boca. - Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou ela sem um tostão e com 5 filhos menores para criar? falou o advogado já com ar de indignação. O diretor já sentindo-se humilhado falou: - Eu não tinha a menor idéia de tudo isso... -Então, disse o advogado, se eu não dou um tostão para eles, por que iria dar algum a você... - Fonte: Listas de Discussão listas@cristianet.com.br |
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Em Lucas 6, Jesus faz uma lista de pessoas às quais devemos dar liberalmente, ainda que o mundo nos ensine o contrário disto. Dar aos nossos inimigos – v. 27 Dar aos que falam mal de nós – v. 28 Dar aos que nos batem – v. 29 Dar aos que nos roubam legalmente – v. 29 Dar a todos os que nos pedem – v. 30 - Fonte: Edição n° 22 - Ano 02 - Belo Horizonte/Jun 2.003 - www.urrodoleao.com.br |
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Sabe a diferença do dízimo para a oferta? No dízimo, é Deus quem diz quanto devemos dar (10% do que ganhamos); na oferta, nós dizemos a Deus quanto vamos dar. |
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A oferta de Primícias corresponde ao seu salário do mês. Você pode trabalhar o ano todo e juntar dinheiro para que exatamente aquela quantia seja entregue na festa das Primícias. |
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Pastor Rene Terra Nova estava contando que "se você devolver o dízimo a Deus, ofertar, entregar suas primícias, virá a bênção sobre você, sua família, seu ministério, seus móveis, imóveis. As bênçãos que Deus manda vêm por janelas, porque se vierem por portas, não teremos condições de recebe-las, pois é uma "enxurrada" de bênçãos". Oh! Glória! - Fonte: InfoMIR #21 - 20 de junho de 2003 |
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Aquela mulher havia se casado com o maior preguiçoso existente na face da terra. Depois de anos seguidos vendo-o sentado no sofá, tomando cerveja e vendo televisão o dia inteiro, ela não agüenta mais e começa a chorar. O que foi? Por que essa choradeira? pergunta o marido. Oh, Osvaldo, eu estou com tanta vergonha! Vergonha de quê? Estamos casados há mais de três anos e é o meu pai que paga o nosso aluguel, minha mãe que nos dá o que comer, minha irmã que paga o nosso plano de saúde... Que vergonha! Que vergonha! E o marido: É pra ter vergonha mesmo! Em três anos, aquele imprestável do seu irmão nunca nos deu nem um centavo! |
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O culto é assim: Você comparece diante de Deus para ministrar ao coração dEle. E o que se dá? ...Deus ministra ao seu coração. "Dai e ser-vos-á dado"! |
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Um dia um fazendeiro foi feliz contar à esposa e filhos que sua melhor vaca, aquela que dias antes estava à beira da morte, tivera um par de bezerros, um malhado e um branco. E disse: "Sabem veio-me a idéia que devemos dedicar um desses bezerros ao Senhor. Vamos criá-los juntos e, quando chegar a hora, venderemos um e ficaremos com o dinheiro. E venderemos o outro e daremos o dinheiro à obra do Senhor". Sua esposa perguntou-lhe: Qual deles seria do Senhor? "Não é preciso preocupar-nos com isso agora", respondeu ele, "trataremos de ambos do mesmo modo e, quando chegar o tempo certo faremos o que eu disse". Poucos meses depois o homem entrou na cozinha com a cara mais infeliz e abatida. Quando a mulher lhe indagou o que o afligia, ele respondeu: "Tenho más notícias para você: "Morreu o bezerro do SENHOR". Mas, disse ela: "Você não tinha resolvido qual seria do SENHOR". "Sim", disse ele: "Em todo o tempo a minha decisão foi que seria o branco, e foi o branco que morreu. Morreu o bezerro do SENHOR". Podemos rir desta história, mas não permita DEUS que estejamos rindo de nós mesmos. É sempre o bezerro do SENHOR que morre. Quando o dinheiro escasseia, a primeira coisa em que economizamos é a nossa contribuição à causa de DEUS, é sempre a primeira coisa a ser abandonada. |
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“Quando você dá de suas posses aos outros, você dá pouco; quando você dá de si mesmo, então você realmente dá algo de valor” - Kalhil Gibran. |
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Há um antigo provérbio latino que diz: "Aquele que dá rapidamente dá o dobro". Da próxima vez que um vizinho pedir emprestado aquilo que você pode emprestar, não o faça pedir duas vezes. |
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Certo príncipe vestiu-se de mendigo e saiu pelas ruas da cidade, desejoso de conhecer melhor o seu povo, seus súditos. Encontrando um mendigo, quis conhecer-lhe o coração e o caráter. Aproximou-se dele, e falou: "Até agora nada recebi, Você poderia me ajudar com um pouco do que já ganhou?" Com a cara feia, de poucos amigos, daquele que não gosta de dar, o mendigo meteu a mão na sacola e tirou cinco grãos de milho e deu-os ao "colega". Em retribuição, o Príncipe meteu a mão no bolso e lhe deu cinco lindas moedas de outro. Cumprimentou, agradecido, e foi embora. Quando ele se afastou, o mendigo observou: "Interessante, ele me deu justamente a mesma quantidade: cinco. Eu lhe dei cinco grãos de milho e ele me deu cinco moedas de ouro! ", E, zangado consigo mesmo, arrematou: "Como eu sou estúpido, eu devia ter dado mais!" Acontece a mesma coisa com o crente não dizimista, com aquele que não contribui, ou contribui com pouco, quando pode dar mais. - Aurecino Coelho da Silva, em O Jornal Batista. |
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Havia uma igreja cujos membros não gostavam de contribuir. Por isso não tinha recursos para melhorar o templo, nem mesmo para o conservar. Chegou o momento em que o telhado estava com a madeira apodrecida, ameaçando cair sobre a congregação. Então, o pastor, preocupado, pediu um orçamento das despesas para renovar o teto. Avisou à igreja que haveria, num dia aprazado, uma grande reunião para tratar do assunto do teto do templo. Durante a semana, em oração, preparou o sermão daquele dia. O templo estava cheio. Todos os membros presentes. Cantados alguns hinos, o pastor pronunciou um sermão poderoso, candente, exortativo e, mostrando a situação vergonhosa do teto, apelou a que todos contribuíssem. E adiantou: "Eu já tenho o orçamento. Agora, cada irmão vai levantar-se, um de cada vez, e fazer seu compromisso, de acordo com suas possibilidades e seu amor à igreja, a Deus. Então, os mais pobres, que são os que dão mais, foram logo se pronunciando, cada um fazendo seu voto. O último a falar era um diácono, homem muito rico e dono de muitas propriedades. Todos esperavam dele uma grande oferta. Mas ele era muito avarento. E ante a expectativa geral, disse: "Pastor eu dou R$ 50,00". Mas antes que ele terminasse a palavra, um pedaço de ripa apodrecida despregou-se do telhado e caiu-lhe na cabeça. Ele, pensando ser castigo divino, porque podia dar muito mais e não o fazia, gaguejou e emendou: "...está bem, dou R$ 500,00". Um irmão que conhecia bem a vida do diácono e sabia o quanto era rico, mas agarrado ao dinheiro, falou alto: "Bate mais nele, Senhor; bate mais que ele solta o dinheiro!". - Aurecino Coelho da Silva, em O Jornal Batista. |
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O falecido pastor Oswald Smith, da Igreja do Povo em Toronto, Canadá, contou a seguinte história, a respeito de um cristão na China: João Chinês estava ao lado de um ateu que lhe perguntou: Qual será a primeira coisa que você fará quando chegar no céu? Ele respondeu: Vou percorrer as ruas de ouro até encontrar o Salvador Jesus e me prostrarei perante Ele para adorá-Lo pela minha salvação. Ótimo, disse o ateu zombando. E então, João Chinês, o que fará em seguida? Ah! percorrerei as ruas do céu até encontrar o missionário que veio ao meu país trazendo o evangelho. Tomarei sua mão e lhe agradecerei pelo seu papel em minha salvação. E o que fará em seguida, João Chinês? Inquiriu o ateu. Então continuarei até encontrar o homem ou a mulher que tornou possível ao missionário vir à China, sustentando-o com orações e dinheiro e também agradecerei pelo seu trabalho e pela sua contribuição na minha salvação. - Herlânder Felizardo, em O Semeador Baptista. |
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Uma antiga história hebréia conta como uma pobre criatura deixou seu leito de enfermidade, certo dia, e, com pernas cambaleantes, foi ao templo. Tinha vergonha de ir, pois era muito pobre e não tinha sacrifício para oferecer; mas, quando se aproximava, ouviu o coro, que entoava: "Pois não te comprazes em sacrifícios, do contrário eu tos daria; e não te agradas de holocaustos. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; o coração compungido e contrito não o desprezarás, ó Deus". Vieram outros adoradores e passaram adiante dele, mas ele nada tinha. Por fim prostrou-se diante do sacerdote, que he disse: "Que queres tu, filho meu? não tens oferta?" E ele respondeu: "Não, meu pai, pois na noite passada uma pobre viúva veio a mim com seus filhos, e eu nada tinha para oferecer-lhes senão os dois pombinhos que estavam prontos para o sacrifício. "Então traga", disse o sacerdote, "um efa de flor de farinha". "Nem isso tenho, meu pai", disse o velho. "Hoje minha enfermidade e pobreza deixaram apenas o suficiente para meus filhos que morrem de fome; não tenho nem mesmo um efa de farinha". "Por que, então, vieste a mim", perguntou o sacerdote. "Porque os ouvi cantando: Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado. Não aceitará Deus meu sacrifício, seu eu disse: Senhor, tem misericórdia de mim, pecador?" Então o sacerdote levantou o velho do chão e lhe disse: "Sim, é bem-aventurado, meu filho; essa oferta é melhor do que milhares de rios de azeite". - Ebenezer Soares Ferreira, em O Jornal Batista. |
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Um missionário falava a respeito de sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Ninguém se interessou, a não ser uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou na salva o seu único tesouro - as suas muletas. Todos ficaram comovidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse feita nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada. Impressionante a influência que podemos exercer sobre outras pessoas. Otimismo ou pessimismo são contagiantes. Entusiasmo ou apatia passam de uns para outros. Nossa influência pode ser para o bem, assim como para o mal. |
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"Meu filho, como você se comportou bem toda a semana, tome uma nota bem novinha, bem limpinha e bem bonitinha de dez reais!" - "papai, eu prefiro uma bem sujinha, bem rasgadinha e bem amassadinha de cinqüenta reais, sabe?" |
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Russell Shedd disse que os Morávios precisavam de 12 crentes para sustentar um missionário. Nós precisamos de 6 mil crentes! Ficamos perturbados porque a maioria dos crentes de nossas igrejas não está conscientizada da necessidade de participarem da obra. |
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Em Abel e Caim temos dois tipos de adoradores. Um tentou adorar a Deus a seu modo e o outro, observou as exigências de Deus. Diz o texto que "no fim de uns tempos trouxe Caim do fruto da terra uma oferta ao Senhor". "Uma oferta" nos dá a entender que era uma coisa qualquer. E o Senhor a rejeitou. Abel, por sua vez, trouxe das primícias do seu rebanho e da gordura deste, dando a entender que foi escolhido o melhor e com amor. |
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Tem gente que chora e chora , e chora, na hora da oferta! O dinheiro fica até molhado! Como ocorreu certa vez: A vendedora diz à cliente da loja: "Desculpe-me, senhora, mas seu dinheiro está um pouco úmido". "É que meu marido chorou um bocado quando me deu". |
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Uma jovem que era constantemente advertida por sua mãe para que buscasse a Cristo antes que fosse tarde demais, um dia respondeu-lhe com impaciência: “Eu vou, mas não agora. Agora é meu tempo de curtir a juventude“. Quando o pastor um dia visitou essa família, aquela mãe piedosa falou sobre a atitude da filha. O pastor estava tomando um cafezinho quando a filha entrou na sala. Educadamente, ofereceu-lhe a sua xícara com um restinho de café no fundo, dizendo: você pode beber o resto, pois eu não quero mais...“. Ela se ofendeu, respondendo: “O senhor está sendo grosseiro em me oferecer o que o senhor mesmo não quer mais“. Depois de um pequeno silêncio, o pastor disse: “Mas, filha, não é isso que você pretende oferecer a Deus?“ A lição pastoral atingiu-lhe o coração. |
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Um caminhante, com muita sede, não conseguia encontrar água para beber, até que deparou-se com uma casa abandonada. Ali ele encontrou uma bomba e logo começou a acioná-la com toda a força que ainda mantinha mas não conseguiu fazer com que a água fosse puxada. Já desanimado, percebeu em um canto junto à bomba, um jarro com água, tampado com uma rolha de cortiça. Ali havia um bilhete escrito a lápis onde se podia ler: "A água deve ser despejada na bomba para que funcione." A princípio o homem sedento questionou-se a respeito de derramar a água na bomba, mas logo procedeu conforme o bilhete indicava e conseguiu bastante água para saciar sua sede. Antes de retomar sua caminhada, encheu novamente o jarro para que outra pessoa pudesse também ter ali a água de que necessitasse. Ele acrescentou à nota colocada junto ao jarro: "Creia-me, é a pura verdade. Você tem que dar algo de si antes que receba alguma coisa de volta." 4/12/06 |
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Qual é a admirável qualidade que é comum aos saguis, símios, cavalos marinhos, e jaçanãs? Aqui estão algumas pistas. Os saguis são pequenos macacos. Os símios são membros da família dos macacos. Cavalos marinhos não são na realidade cavalos e os jaçanãs são aves de pernas altas, e que por vezes são apelidadas de "nenúfares saltitantes" pois as suas longas patas permitem-lhe caminhar por entre os charcos em cima das folhas dos nenúfares.Desejava que isto pudesse ser dito acerca de cada pai crente, sobre a alimentação espiritual dos seus filhos. Os pais têm uma ótima oportunidade de encorajar, de avisar, de ensinar, de aconselhar, e de dar um exemplo de vida cristã a seus filhos. - Fonte: http://www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Junho2000.htm |
| O Barão Rothschild, membro de uma famosa família do mundo das finanças, andava, certa noite, de carruagem e, ao sair, deu ao condutor uma gorjeta que julgou adequada. Olhando a gorjeta com desdém, o condutor falou: "O filho de Vossa Senhoria sempre me dá muito mais do que isso." Eu acredito que faça isso mesmo," disse o Barão Rothschild. "Entretanto, você sabe, ele tem um pai rico e eu não." O Barão disse algo muito importante. Quando temos um Pai que nos promete suprir todos os recursos, podemos abrir o coração e, com amor, dar com liberalidade tudo o que temos de melhor. Estamos sempre tranquilos e despreocupados, porque sabemos que nada nos faltará. Temos confiado plenamente em nosso Pai? 19/12/06 |
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Há muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário em um hospital, eu vim a conhecer uma menininha chamada Liz que sofria de uma terrível e rara doença. A única chance de recuperação para ela parecia ser através de uma transfusão de sangue do irmão mais velho dela de apenas 5 anos que, milagrosamente, tinha sobrevivido à mesma doença e parecia ter, então, desenvolvido anticorpos necessários para combatê-la. O médico explicou toda a situação para o menino e perguntou, então, se ele aceitava doar o sangue dele para a irmã. Eu vi ele hesitar um pouco mas depois de uma profunda respiração ele disse: - "Tá certo, eu topo já que é para salvá-la...". À medida que a transfusão foi progredindo, ele estava deitado na cama ao lado da cama da irmã e sorria, assim como nós também, ao ver as bochechas dela voltarem a ter cor. De repente, o sorriso dele desapareceu e ele empalideceu. Ele olhou para o médico e perguntou com a voz trêmula: - "Eu vou começar a morrer logo?" Por ser tão pequeno e novo, o menino tinha Interpretado mal as palavras do médico, pois ele pensou que teria que dar todo o sangue dele para salvar a irmã! 21/2/07 |
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Um dia um fazendeiro foi feliz contar à esposa e filhos que sua melhor vaca, aquela que dias antes estava à beira da morte, tivera um par de bezerros, um malhado e um branco. E disse: "Sabem veio-me a idéia que devemos dedicar um desses bezerros ao Senhor. Vamos criá-los juntos e, quando chegar a hora, venderemos um e ficaremos com o dinheiro. E venderemos o outro e daremos o dinheiro à obra do Senhor". Sua esposa perguntou-lhe: Qual deles seria do Senhor? "Não é preciso preocupar-nos com isso agora", respondeu ele, "trataremos de ambos do mesmo modo e, quando chegar o tempo certo faremos o que eu disse". Poucos meses depois o homem entrou na cozinha com a cara mais infeliz e abatida. Quando a mulher lhe indagou o que o afligia, ele respondeu: "Tenho más notícias para você: "Morreu o bezerro do SENHOR". Mas, disse ela: "Você não tinha resolvido qual seria do SENHOR". "Sim", disse ele: "Em todo o tempo a minha decisão foi que seria o branco, e foi o branco que morreu. Morreu o bezerro do SENHOR". Podemos rir desta história, mas não permita DEUS que estejamos rindo de nós mesmos. É sempre o bezerro do SENHOR que morre. Quando o dinheiro escasseia, a primeira coisa em que economizamos é a nossa contribuição à causa de DEUS, é sempre a primeira coisa a ser abandonada. Talvez não devamos dizer "sempre", pois seria injusto, mas para muita gente, esse é o primeiro corte, e as coisas de que gostamos são as ultimas a serem cortadas... Atitudes como esta determinam nossa relação com DEUS. O simples fato de crermos nEle, não prova que estamos obedecendo à sua vontade. Quem não tem capacidade para administrar o pouco dificilmente terá para administrar muito. Cuide-se! 10/4/07 |
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A criança quer tudo para si: «Me dá, é meu, eu quero.» Ela não tem noção de propriedade alheia. Só ela possui tudo. Depois ela começa a compreender que há um limite entre o que é seu e o que é dos outros. Ao chegar à maturidade, o indivíduo está consciente de que tem que se dar a si mesmo para ser adulto. A mãe dá seu sangue, seu tempo, sua vida ao filho. Infelizmente, muitas pessoas fisicamente adultas são mentalmente crianças. 24-12-2007 |
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Minha esposa estava internada num hospital. Enquanto fazia hora para poder visitá-Ia, fui tomar uma refeição ligeira num restaurante. Eis que entra um bêbado, cambaleante, põe trinta reais sobre o balcão e, com voz enrolada, pede cerveja. - Quantas garrafas? - pergunta o taberneira. - Tudo isso aí de cerveja. - Mas, meu amigo, vai dar para mais de vinte garrafas. Quem vai beber tudo isso? - Eu e todo o mundo. Virando-se para mim, disse: - O amigo aqui vai beber comigo. Fiquei maravilhado de notar a liberalidade do pobre infeliz. Liberalidade que, infelizmente, falta em muitos filhos da luz. 10-01-2008 |
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Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra: "Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães". E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr em prática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. Acima de tudo, precisamos do espírito de Cristo como base de todos os nossos atos. Não está o espírito de Cristo resumido na Regra Áurea? Não é verdade que Cristo mesmo se colocou em nosso lugar e compartilhou conosco tudo que Ele era? Edite Riggs Gillet (Moçambique). 8.2.2008 |
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A todo verdadeiro cristão, Deus comunica luz e bênção, e isto o discípulo comunica aos outros na obra que faz pelo Senhor. A medida que ele dá do que recebe, aumenta-se a sua capacidade de receber. Cria-se espaço para novas provisões de graça e verdade... Aquele que recebe, mas nunca dá, em breve cessa de receber. "O melhor que nós temos, não é o que foi recebido, Mas aquilo que a outro demos - Um dom que refrigere a alguém a sorte - Pois tudo um dia volverá a nós; O amor que mostramos a uns e a outros, O impulso por nós dado a um coração, Que ansiava o sonho e o canto e a luz, Enquanto se esforçava pelo início da ascensão. Nós temos por tesouro o que pomos no banco, Aquilo que poupamos - lá está, Mas isto não importa, não é o melhor, O melhor que temos é certamente o que damos." Folger Kinsey. 8.2.2008 |
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Dois cristãos discutiam acerca da contribuição. Defendia um deles o dever e o privilégio de contribuir e aduzia argumentos a favor de sua tese. O outro discordava e lembrava que não somos salvos pelas obras, e, sim, pela fé. E apresentou um argumento real: "O ladrão que se converteu na cruz não contribuiu e se salvou". Ao que o outro respondeu: "Há uma diferença entre você e ele: ele era um ladrão que estava morrendo, você é um ladrão que está vivo...". 14.2.2008 |
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Demasiadas vezes damos ao Senhor apenas o que nos sobrou depois de cuidarmos de todas as nossas faltas e necessidades - como o rapazinho a quem foram dadas duas moedas, uma para ele, e outra para o Senhor. A caminho da escola, uma das moedas rolou para um esgoto de onde não lhe era possível tirá-la. "Oh, oh!", disse o menino, "lá se foi a moeda do Senhor!" Quantos de nós somos como este rapaz! Ou talvez não poucos de nós sejamos como a senhora ricamente vestida que, em uma reunião em favor dos desamparados de Nova lorque, enxugou os olhos em um dispendioso lenço artisticamente bordado depois de ouvir a história dos sofrimentos deles. Mas, ao passar a caixa de ofertas, deu uma mísera oferta de contribuição para ajudar a sociedade a promover o bem-estar. Ou ainda possamos nos comparar a um velho e querido membro da igreja, que estava uma vez discutindo o cristianismo com um descrente, o qual disse: "E melhor que o senhor não diga mais nada, porque não acredito numa palavra sequer do que está dizendo. E mais ainda, estou certo de que o senhor mesmo não acredita realmente, pois, ao que sei, não tem dado para a disseminação do cristianismo - como seja, construções de igrejas, missões locais e estrangeiras - o preço que pagou por seu cachorro de raça. Ora, amigo, se eu acreditasse em metade do que o senhor diz que acredita, faria da igreja meu critério para dar e de minhas propriedades, nenhuma exceção". Qual é o seu critério para dar? Eis uma boa pergunta para hoje. 16.2.2008 |
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"E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave" (Ef 5.2). Um pobre árabe encontrou uma fonte de água pura. Acostumado a encontrar poços de água salobra, reconheceu ser aquela água própria para um monarca. Enchendo o seu odre da fonte, resolveu ir apresentá-lo ao rei. Viajou por muito tempo e depositou sua oferta aos pés de seu soberano. O rei não desprezou a dádiva, que lhe fora trazida com tanto sacrifício. Bebeu um pouco daquela água e, agradecendo ao árabe com um sorriso, deu ordem para que o recompensassem. Os cortesãos estavam ansiosos por beber da água também, mas o califa o proibiu. Depois da partida do árabe, o rei explicou: "Durante a longa viagem, a água tornou-se impura e desagradável ao paladar, mas fora uma dádiva de amor. Como tal, recebi-a com prazer; mas eu bem sabia que se permitisse que outra pessoa dela provasse, ela não haveria escondido o seu desagrado. Por isso proibi-vos de tocá-la, para que o coração do pobre homem não fosse magoado". Se um califa não-cristão pôde ser tocado pelo motivo que inspirou um pobre árabe em seu ato, certamente nosso amante Pai celeste aprecia todo dom inspirado pelo amor que sacrifica. Tal foi seu motivo ao dar, o mesmo deve ser o nosso. 16.2.2008 |
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"Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jr 29.13). Em certa reunião, o assunto do missionário era o amor de Deus. Um velho índio americano escutava-o atentamente. Comoveu-se-lhe então o coração. Desejava dar alguma coisa pessoal a um Deus que tanto fizera por ele. Silenciosamente, saiu da reunião, voltando alguns minutos depois com uma braçada de seus tesouros terrestres. Colocando tudo aos pés do missionário, o velho chefe soluçou: "Deus deu Filho favor índio, índio dá isto para Deus". A narrativa sobre o amor prosseguiu. O coração do chefe transbordava. Pela segunda vez saiu do local da reunião e voltou arrastando uma carga de seus bens terrestres. Com a voz embargada pela comoção, chorando brandamente, disse: "Deus deu tudo para índio, índio dá tudo para Deus". Que bela ilustração do que o Senhor deseja de cada um de Seus filhos - tudo o que temos e somos, consagração completa! Dentre todos, o cristão que só entrega a metade de seu coração é o mais infeliz. Não tem coragem para largar o mundo, nem amor bastante para tornar Cristo supremo em sua vida. Como disse alguém sabiamente, ele tem apenas "religião suficiente para torná-lo infeliz". Pobres desses espíritos perturbados, temerosos de voltarem para o mundo, mas indispostos para seguirem ao Senhor, sem reservas. Unicamente quando colocamos tudo sobre o altar, como o velho chefe indígena, podemos ser verdadeiramente felizes, pois Deus diz: "Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração". 16.2.2008 |
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Numa ocasião, certa família teve de mudar-se; e, na confusão da mudança, algumas caixas que continham dinheiro não foram postas em lugar seguro. Aconteceu que uma parte da bagagem não foi transportada. Em vão tentaram encontrá-la e, nada conseguindo, desistiram, pensando que o dinheiro também se perdera com ela. Longo tempo depois, inesperadamente, encontraram as caixas. Ao abri-las, os filhos do casal verificaram que continham mais ou menos a mesma importância - cerca de dez libras. O filho mais velho queria muito um relógio e, sem hesitar, tomou toda a parte que lhe cabia para a compra do mesmo. O segundo irmão tinha a mente dividida. Gastou a metade para si mesmo, e a outra metade deu às missões. O mais novo dos três, entregou tudo o que recebeu ao Senhor, e o fez com inteireza de coração e alegria. A ação de cada um destes três rapazes foi profética, por assim dizer, indicando a futura direção de suas vidas. A medida que os anos se passaram, isto se verificou plenamente. O mais velho empenhou-se em muitas empresas que pareciam prometer fortuna. Gastou grandes somas, mas, ao fim da vida, era um homem pobre, e dependeu por algum tempo da generosidade de seu irmão mais novo. O segundo não era pobre nem rico, nem estava contente com sua situação. O terceiro, no entanto, o mais jovem, morreu deixando cem mil libras, depois de haver ainda doado a mesma quantia às missões e a outras obras de amor. 16.2.2008 |
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Ninguém, que não tenha vivido na época em que a febre amarela matava milhões na América, jamais poderá apreciar toda a significação do que fizeram alguns homens em benefício dos milhões que hoje não são contaminados pela terrível doença. Mosquitos infectados foram colocados numa sala fechada; ali, dois voluntários - os Drs. Lazear e Carrol - ficaram expostos às picadas. A observação comprovaria ou não que a doença era transmitida pelos mosquitos. Ambos finalmente adoeceram de febre amarela. O Dr. Carrol venceu a doença, mas o Dr. Lazear morreu dias depois. Pagaram alto preço, sem dúvida, pela nossa tranqüilidade. 16.2.2008 |
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"Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer aos necessitados, e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar do que receber" (At 20.35). Olhei o mar, e estava morto, Embora as neves lá do Hermom e o bom Jordão Lhe dessem do alimento o seu conforto. Por que tal sorte assim? Veio então a resposta: "Ah, quanto mais recebe, mais este mar guarda! Aos afluentes seus a morte ali aguarda Pois esse mar recebe mas não dá, oh não!" Ó mar, Mar Morto! ensina-me bem claro Que apego egoísta nos destrói assim! Senhor, que eu dê por Ti mesmo o mais caro; E pra que o faça, vem viver em mim. (Revista do Colégio Chapman). 18.2.2008 |
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Desde jovem, um cego de nascença resolveu que, com o auxilio de Deus, poderia ser uma pessoa útil. Anos depois, este homem tornou-se diretor de uma próspera indústria de pianos, e era membro ativo de uma igreja em sua cidade natal. Numa ocasião, sua igreja havia terminado a construção de um lindo edifício de educação religiosa e estava precisando de cinco pianos novos. Este negociante havia entrado na concorrência e esperava ter a preferência na compra. Num domingo, o pastor mencionou, durante o sermão, que cada membro da igreja poderia servir, na medida de suas possibilidades, fazendo o que lhe parecesse melhor. O cego ficou tão impressionado com o apelo que, depois da pregação, procurou o pastor e disse-lhe que desejava ter parte naquele lindo projeto e tinha decidido não vender mais os pianos, mas doá-los como sua oferta para a igreja. Eis aqui um exemplo de mordomia cristã. Cada um de nós pode contribuir ou servir à igreja da maneira que Deus nos permitir fazer. 18.2.2008 |
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Encomendou-se a certo pintor um quadro que representasse uma igreja em ruínas. Poderíamos pensar que ele pusesse na tela um edifício antigo com forma de templo, caindo aos pedaços. Muito ao contrário, pintou um belo e imponente templo, com lindos e multicoloridos vitrais; através da porta aberta, podiam-se ver os caríssimos bancos e o púlpito de alto custo e elevado valor artístico. No meio de tanta riqueza, percebia-se o gazofilácio para as ofertas dedicadas à obra evangelística e missionária. Seu aspecto era de abandono, evidenciando que ali as ofertas há muito não chegavam. Esta é a real figura de uma igreja decadente; não evangeliza e, por conseguinte, perde a consciência de sua missão. 19.2.2008 |
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Em certa igreja na França, um missionário falou a respeito da sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Não houve manifestação de interesse, exceto da parte de uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou nas salvas o seu único tesouro, suas muletas. Quando o ecônomo apresentou aquela oferta, todos no recinto ficaram comovidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse tomada nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada. Nós exercemos influência sobre o nosso próximo, que pode ser para o bem ou para o mal. Deus nos deu talentos e poderes espirituais. Ele espera que como seus discípulos, sejamos exemplos vivos. Deste modo, outros são inspirados a segui-lo, vendo nosso amor, nossa alegria, nossa fé, nossa paz e paciência. Ruth Luchsinger (Suíça). 19.2.2008 |
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Se você tem uma nota de cem reais e eu outra, poderemos trocá-Ias, mas sempre ficarei com cem reais e você também. Mas, se você tem uma rica experiência e eu também, e as trocarmos, cada um de nós acabará ficando com duas gloriosas experiências. 13.3.2008 |
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Uma lenda conta de certo mendigo que vivia sentado à beira da estrada, Um dia, um príncipe passou por ele cavalgando o seu cavalo real. Humildemente o mendigo solicitou uma esmola do príncipe. E para surpresa sua, o príncipe disse-lhe: "Dê-me um pouco do seu arroz". "Majestade, é muito pouco o que tenho" - respondeu-lhe o mendigo. O príncipe, no entanto, repetiu o seu pedido: "Dê-me um pouco do seu arroz". O mendigo exclamou: "Oh, grande rei, se fizer isso, morrerei". Pela terceira vez o príncipe, com a mão estendida, repetiu o pedido. Vagarosamente, muito contra gosto, o mendigo meteu a mão na tigela tirou um punhado de arroz, e, contando três grãozinhos deu-os ao príncipe. O príncipe jogou os três grãos de arroz ao lado do caminho, meteu a mão no bolso, tirou três moedas de ouro e Jogou na tigela do mendigo. E, montando no seu cavalo, continuou o seu caminho. Lágrimas tardias rolaram face abaixo e o mendigo gemeu para si mesmo: "Oh, se tivesse esvaziado a minha tigela, pondo todo o arroz nas mãos do príncipe!" (II Cor. 9:6). 25.3.2008 |
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Recentemente, apurou-se que o valor ofertado por ano para a obra missionária pelos evangélicos brasileiros é menor que o valor de uma Coca-Cola. Isto mesmo: todo o dinheiro dado para Missões pelos crentes brasileiros dividido pelo número total desses crentes, dá um valor anual menor que o preço de uma latinha de Coca-Cola, que a gente consome em poucos minutos. 26.3.2008 |
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Um missionário, retornando de férias à sua cidade, compartilhou as necessidades e anunciou que estaria recolhendo ofertas para missões estrangeiras. Um grande amigo seu lhe disse: "Muito bem, Andrew, vendo que é para você, eu darei 500 dólares". "Não", disse o missionário, "eu não posso aceitar o dinheiro já que sua oferta é motivada por ser para mim, seu amigo". Seu amigo, entendendo o que o missionário estava falando, disse: "Você está certo, Andrew, aqui está 1.000 dólares e eu estou dando porque vejo que é para o Senhor." A quem temos oferecido nosso amor cristão? Aos nossos amigos? Aos parentes? Às pessoas que nos tratam bem? Os incrédulos agem da mesma maneira. A verdadeira transformação de Cristo em nossas vidas é demonstrada quando nossas atitudes são testificadas por todos, amigos ou não, pessoas que nos tratam com cortesia ou com indiferença, que comungam de nossa fé ou se opõem a ela. 7.5.2008 |
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John Bunyan, autor de "O Peregrino", escreveu: "Havia um homem, chamado de louco, que quanto mais ofertava, mais tinha". Claro que Bunyan estava escrevendo sobre o cristão. Para o mundo, este princípio de dar é absurdo. Só para o cristão, que entende o verdadeiro valor espiritual, isto tem sentido”. 27.7.2008 |
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Uma senhora, que recusou-se a dar uma oferta mesmo após ouvir um sermão sobre a bênção de ofertar a Deus, foi roubada quando retornava para casa. Quando percebeu que seu dinheiro havia sumido, ela disse a si mesma: "O coletor de ofertas não alcançou o meu bolso, mas o diabo sim." 23.10.2008 |
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Uma mulher levou seus três filhos pequenos, dois meninos e uma menina, para assistir um filme na matinê de sábado à tarde. As entradas custavam 5 reais e a filha viu quando a mãe entregou duas notas de 10 reais e recebeu os quatro ingressos. No dia seguinte, a mãe estava na igreja com a filha. Na hora das ofertas, a menina viu quando a mãe abriu a bolsa e, retirando uma nota de 1 real, colocou no local destinado às contribuições. A pequena menina olhou firme para sua mãe e em um tom de voz que pôde ser ouvido por todos que estavam perto delas, falou: "Mãe, igreja é muito mais barato que um filme, não é?" Que valor temos dado ao trabalho em nossas igrejas? O que temos oferecido para que o nome do Senhor Jesus seja proclamado até os confins da terra? Que importância temos dado à nossa vida espiritual e ao nosso relacionamento com Deus? 19.11.2008 |
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Há alguns anos atrás, um famoso pregador fazia um apelo para que pessoas trouxessem à frente doações que seriam revertidas para uma causa especial. Muitos atenderam ao pedido e trouxeram ao altar as suas ofertas de amor. Entre eles estava uma pequena menina que sofria de paralisia. Com dificuldade ela se colocou no final da fila. Ao chegar junto ao altar, ela tirou do dedo o seu anel e colocou sobre a mesa. A seguir, com a mesma dificuldade, ela caminhou pelo corretor até o lugar onde estava sentada. Ao terminar a reunião, o pastor pediu que um irmão fosse até ela e a trouxesse a seu gabinete. Quando ela entrou, o pastor lhe disse: "Minha querida, eu vi o que você fez. Seu gesto foi muito bonito. Mas as pessoas foram generosas em atender ao apelo e já temos o suficiente para cuidar da necessidade. Não cremos que seja correto manter o seu anel guardado e decidimos devolvê-lo para você". Para sua surpresa, a pequena menina agitou vigorosamente sua cabeça e recusou a devolução. "O senhor não entende", disse ela, "eu não dei o anel para vocês, eu o dei para Deus!" Adorável. Como somos felizes quando entendemos que todo o nosso oferecimento é para Deus e não para homens. Como nosso coração exulta de alegria quando podemos entregar ao Senhor um pouco do que temos quando Ele nos dá tanto o tempo todo. Aquele pastor ficou muito feliz com a resposta da menina, mas a sua alegria era incomparavelmente menor do que a experimentada por ela própria. Quando oferecemos alguma coisa para alguém, com a expectativa de sermos reconhecidos, muitas vezes nos decepcionamos e a alegria de nosso gesto pode durar pouco tempo ou nenhum. Quando fazemos tudo para a glória do Senhor a felicidade é verdadeira e durará para sempre. Não estamos esperando retribuição e não haverá possibilidade de qualquer frustração. Se tratamos uma pessoa com amor, o amor é para Deus. Se estendemos uma de nossas mãos para ajudar alguém, o fazemos para Deus. Se em nossos lábios existe um sorriso que não desaparece, esta alegria é para Deus. Se oferecemos algum dinheiro para uma causa justa, nosso oferecimento é para Deus. O Senhor tem nos abençoado maravilhosamente. Ele é a razão de toda a nossa felicidade. Como somos felizes em poder lhe oferecer alguma coisa! 21.11.2008 |
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Em certa igreja na França, um missionário falou a respeito da sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Não houve manifestação de interesse, exceto da parte de uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou nas salvas o seu único tesouro, suas muletas. Quando o ecônomo apresentou aquela oferta, todos no recinto ficaram comovidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse tomada nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada. Nós exercemos influência sobre o nosso próximo, que pode ser para o bem ou para o mal. Deus nos deu talentos e poderes espirituais. Ele espera que como seus discípulos, sejamos exemplos vivos. Deste modo, outros são inspirados a segui-lo, vendo nosso amor, nossa alegria, nossa fé, nossa paz e paciência. Ruth Luchsinger13.7.2009 |
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John Wesley disse: "Ganhe tudo o que puder, economize tudo o que puder, doe tudo o que puder".30.9.2009 |
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J. M. Baker, um missionário trabalhando no norte da Índia, narra o seguinte fato: Um velho homem, residente a cerca de 56 quilômetros da cidade, tinha um grande desejo de oferecer algo para Jesus. Era muito pobre e a única coisa que possuía para dar ao Senhor era uma grande abóbora que ele cercou de cuidados e protegeu de ladrões por muito tempo. Mas, como ele faria para dar sua oferta ao Senhor? A aldeia não contava com nenhum professor cristão para lhe dizer o que fazer e o evangelista que atendia aquela região não estaria de volta em curto prazo. Ele resolveu ir até a cidade e entregar a abóbora ao missionário. Certamente ele saberia o que fazer. Na Índia, aquela abóbora valia, na época, o equivalente a quatro centavos. O velho homem caminhou mais de 110 quilômetros sendo que a metade desta distância ele fez com um peso de 9 quilos na cabeça e mais o peso da comida que levou para sua viagem. Tudo isso para oferecer ao Senhor um presente de "quatro centavos." Esta história hilariante pode nos levar a pensar que todo o esforço daquele velho homem foi inútil. Mas, terá sido mesmo? Teria o nosso Deus reparado no valor financeiro da sua oferta? Não teria, na realidade, valido mais do que muitos grandes tesouros guardados em palácios? O peso que ele carregou em sua longa jornada, as dores nos pés pelo muito andar e no corpo por já estar idoso, com certeza nem foram notados por aquele homem. Eu não estava lá mas ao ler esse testemunho posso entender que o seu retorno ao lar foi acompanhado de um largo sorriso em seu rosto e um coração exultante de grande regozijo. Ele havia conseguido levar seu presente para Deus. Seu sonho havia sido realizado. Ele estava feliz. Ele estava muito feliz! Eu digo isso porque, apesar de estar completamente cego, há dezessete anos, sinto grande prazer cada vez que escrevo e envio uma mensagem para meus irmãos e amigos. Muitas vezes, ao terminar, sinto as lágrimas correrem sobre meu rosto. Grito baixinho dentro de mim: "Aleluia!" Louvo a Deus porque apesar de oferecer muito pouco em relação ao muito que Ele me dá, sei que Ele olha para mim e sorri satisfeito. Eu sinto que Ele, do meu pouco, fará grandes maravilhas. Ofereça também algo ao Senhor. Seja valioso ou não, mas faça-o de todo o coração.27.10.2009 |