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Negócio

 

Troco 286 com monitor por um pacote de bolacha Maria. Volto diferença.

 

Um homem vivia na beira da estrada e vendia cachorros-quentes. Não tinha rádio e, por deficiência de vista, não podia ler jornais, mas, em compensação, vendia bons cachorros-quentes. Colocou um cartaz na beira da estrada, anunciando a mercadoria, e ficou por ali, gritando quando alguém passava: "Olha o cachorro-quente especial!" E as pessoas compravam. Assim, ele aumentou os pedidos de pão e salsichas, e acabou construindo uma boa mercearia. Então, mandou buscar o filho, que estudava na Universidade, para ajudá-lo a tocar o negócio, e alguma coisa aconteceu. O filho veio e disse: "Papai, o senhor não tem ouvido o rádio? Não tem lido jornais? Há uma crise muito séria, e a situação internacional é perigosíssima!" Diante disso o pai pensou: "Meu filho estudou na Universidade! Ouve rádio e lê jornais, portanto, deve saber o que está dizendo!" E então reduziu os pedidos de pão e salsichas, tirou o cartaz da beira da estrada, e não ficou por ali, apregoando os seus cachorros-quentes. As vendas caíram do dia para a noite, e ele disse ao filho, convencido: "Você tinha razão, meu filho, a crise é muito séria!" Com qual dos personagens desta história você se identifica mais? Com o filho que influenciado pela mídia, conversas e constatações pessoais se deixou levar por uma atitude pessimista com relação às oportunidades que temos nesta vida. Quem escolhe este caminho passará o resto da vida vendo as dificuldades e não as possibilidades! - Fonte: goodnews@br.inter.net

 

Já faz muito tempo, existia um hotel chamado ESTRELA DE PRATA. O dono do hotel era muito caprichoso e higiênico. Esforçava-se muito para que o hotel fosse o mais confortável possível. Os seus preços não eram nada caros. Mas o problema é que ninguém entrava naquele hotel. Volta e meia um ou outro hóspede, mas que não dava para seguir tocando adiante o negócio. Já desesperado, sem saber o que fazer, o dono do hotel foi consultar um velhinho sábio que morava por ali. O velhinho sábio lhe disse: É muito fácil resolver o seu problema. A única coisa que o senhor deve fazer é mudar o nome do hotel. - Impossível, disse o dono do hotel. Esse nome já é tradição. Já é um nome conhecido em todo o estado, disse o dono do hotel. - Se queres meu conselho, muda o nome para OS CINCO SINOS e pendura seis sinos na frente da porta. O senhor vai ver como o movimento vai aumentar, disse o velhinho. - Seis sinos, mas isso parece um absurdo. Para que vai adiantar isso? perguntou o dono do hotel. - Faz a experiência e verás, respondeu o velhinho sábio. Quando o dono do hotel chegou em casa, fez o que o velhinho lhe havia dito. E aconteceu o seguinte: Todo viajante que passava diante do hotel entrava para advertir ao dono do hotel sobre o erro de chamar-se o hotel chamar-se OS CINCO SINOS e ter pendurados seis sinos. Uma vez dentro do hotel, os viajante ficavam impressionados com a cordialidade, a limpeza e os baixos preços e resolviam passar a noite ali mesmo. O negócio deu tão certo que quase todas as noites o hotel estava quase lotado de viajantes que se nele entravam para avisar o dono do erro.

 

Dizem que havia um cego sentado na calçada, com um boné a seus pés e um pedaço de madeira que, escrito com giz branco, dizia: "Por favor, ajude-me, sou cego". Um publicitário da área de criação que passava em frente a ele parou e viu umas poucas moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz, virou-o, pegou o giz e escreveu outro anúncio. Voltou a colocar o pedaço de madeira aos pés do cego e foi embora. Pela tarde o publicitário voltou a passar em frente ao cego que pedia esmola. Agora, o seu boné estava cheio de notas e moedas. O cego reconheceu as pisadas e lhe perguntou se havia sido ele quem reescreveu seu cartaz, sobretudo querendo saber o que havia colocado. O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o seu anúncio, mas com outras palavras". Sorriu e continuou seu caminho. O cego nunca soube, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é Primavera, e não posso vê-la". Mudemos a estratégia quando não nos acontece alguma coisa. 29.1.2008

 

Um caçador estava mirando um urso quando o urso falou: "Não é melhor falar do que atirar? O que é que você quer? Vamos negociar." Baixando a espingarda o caçador falou: "Eu quero um casaco de pêlo de urso para me cobrir." "Bom, esta é uma questão negociável" falou o urso. "Eu apenas quero um estômago cheio. Vamos negociar." Depois de algum tempo falando, o urso voltou sozinho para a floresta. As negociações foram um sucesso. Cada um recebeu o que queria. O urso conseguiu seu estômago cheio e o caçador ficou coberto de pêlo de urso (claro, dentro da barriga do urso). Entrar em acordo raramente satisfaz ambos os lados igualmente. Na negociação com nosso inimigo, ele promete o que nós queremos, mas apenas pretende levar o que ele quer - a nossa alma. Você está tentando entrar em acordo ou negociar com o inimigo? 29.1.2008

 

Dizem que a Hans Wagner, popular jogador de beisebol da cidade de Pittsburg, Pensilvânia, nos E.U. A., foram oferecidos mil dólares para que ele consentisse no uso de seu retrato na embalagem de uma certa marca de cigarros. Wagner, porém, recusou positivamente: "Não há dinheiro que compre a integridade de um caráter". 12.2.2008