AS BÊNÇÃOS DA PARTICIPAÇÃO FINANCEIRA
Deuteronômio 26: 1-15 e Malaquias 3:8-12
Orientação para tua vida
Leve este estudo para tua casa, e ministre benção financeira para a tua
família. Para isso selecione um momento com sua família, sente-se com eles
durante 30 minutos, ore, leia a palavra e ministre o conteúdo desta lição.
Introdução
1) A participação financeira do crente no reino de Deus é um assunto que merece
ser tratado na Igreja, pois observamos muita negligência sobre esta questão.
2) Falar sobre dinheiro na Igreja é uma necessidade, pois muitos desvios dos
ensinos bíblicos se verificam nos dias atuais. Tais desvios geram uso incorreto
do dinheiro, e trazem maldição para a Igreja em vez de bênçãos.
· O Dinheiro pode ser uma benção na vida do crente e da Igreja se ele for
administrado em harmonia com os princípios da palavra. O dinheiro se transforma
em maldição quando amamos mais ele, do que o reino de Deus.
Participar financeiramente do reino de Deus é uma benção para o crente: “mais
bem aventurado é dar do que receber” (Mt.20:35). Na palavra encontramos algumas
formas de contribuição:
· Dízimos - Refere-se a décima parte de tudo que você arrecada financeiramente.
Jacó dizimou (Gn. 28:20-22). Em Malaquias 3:8-12, vemos que o dízimo e benção e
deve dado na Igreja Local.
· Ofertas - São dadas voluntariamente para campanhas e projetos desenvolvidos
pela Igreja ou em projetos missionários.
Pontos para reflexão
3.1. Quando contribuímos demonstramos gratidão pelas bênçãos recebidas.
1) Em Deuteronômio 26:9-14, vemos que o dízimo era uma expressão de gratidão do
povo a Deus, por Deus os ter tirado do Egito e os levado a uma terra próspera. A
“terra que emana leite e mel”.
· Deus fez algo parecido conosco. Ele nos tirou de uma condição espiritual de
perdição eterna e nos transportou para a vida. Isto deve nos levar a uma atitude
de adoração e louvor expressada através dos dízimos e ofertas
2) A Bíblia diz que: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito é lá do alto, descendo
do Pai das Luzes...” (Tg. 1:17). Portanto, já que recebemos muito de Deus, temos
o dever de retribuir muito a Ele.
3.2. Nossa contribuição é uma expressão de adoração.
1) II Coríntios diz: “Cada um contribua segundo tiver proposto no coração; não
com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama a quem dá com alegria”. A
contribuição não pode ser confundida com impostos ou taxas que somos obrigados a
pagar. A contribuição deve ser feita de forma voluntária, com alegria e devoção
a Deus.
2) A contribuição voluntária expressa uma atitude de adoração a Deus.
O v. 10 e 11 desta lição expressam essa idéia: “Então as porás perante o Senhor
teu Deus, e te prostrarás perante Ele”. Quando levarmos o nosso dízimo até o
altar do Senhor, estamos voluntariamente expressando nossa adoração a Deus.
3.3. Quando contribuímos demonstramos nosso compromisso social.
1) Sua contribuição mantém a obra de Deus, e permite que os alvos do Senhor para
a Igreja sejam alcançados. A Igreja se torna forte quando o povo assume um
compromisso financeiro com a obra de Deus. Deus tem prazer em fazer o povo
prosperar para que possamos contribuir para o fortalecimento do reino.
3.4. A contribuição é um desafio a fidelidade do Senhor.
1) Deus fala em Ml. 3:10: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, ...., e
depois fazei prova de mim, diz o Senhor”. O dízimo é um desafio a fidelidade de
Deus para conosco. Nossa fidelidade para com Deus, o estimula a manter sua
fidelidade para conosco.
2) Uma das razões para muitos crentes não prosperarem é explicado pelo fato do
crente não dizimar. Alguns evangélicos tratam o dízimo como a menor entre suas
prioridades no planejamento de suas finanças.
Quando recebem seus salários estes crentes cumprem todos os seus compromissos
financeiros, e deixam o que sobra para dizimar. Quase sempre, não sobra nada
para Deus. O compromisso financeiro com Deus cai no esquecimento. Crentes nesta
condição não podem fazer provas de fé com o Senhor.
Conclusão
Nesta lição você aprendeu que sua participação no reino de Deus pode ser
efetuada numa dimensão financeira. Aprendemos também que não podemos ser omissos
no dever de contribuir. A nossa omissão acarreta em perda das bençãos de Deus
para nossas vidas, impede que os alvos da Igreja do Senhor sejam alcançados e
reduz o potencial da Igreja de realizar a obra de Deus e investir em vidas.
Portanto, não podemos ficar nulos diante do convite de Deus para que
participemos do seu reino com nossas finanças. Que o Senhor te ajude a ser um
crente fiel na administração de suas finanças.
PR JOSIAS MOURA DE MENEZES