Outros Sermões Malaquias

A BASE DA ESTABILIDADE FAMILIAR É A PALAVRA
Malaquias 1

Introdução
Hoje terminamos o livro de Malaquias. Percebemos a actualidade do profeta. Vimos que a realidade dos seus dias não é diferente dos nossos dias. As crises vividas nos dias de Malaquias são as crises que vive a igreja em nossos dias.

Sei que pareço duro, mas o laxismo dos dias de Malaquias é o mesmo laxismo que vemos em nossos dias. Este relaxamento começa pela liderança. Não me excluo, não quero acusar ninguém, estou a falar que o profeta está a chamar à nossa atenção como fez com o povo de Israel.

Notemos que o texto começa de modo enfático. Malaquias inicia com um imperativo: "Lembrai-vos". O que ele está a dizer é que o povo deve trazer a memória à Palavra do Senhor. Agora, permitam-me perguntar o seguinte: Quem é que deve lembrar à Palavra do Senhor?

Se olharmos para o contexto do livro perceberemos que Malaquias está a dizer que os líderes religiosos devem se voltar para à Palavra. Está a dizer que o povo como um todo deve parar e se voltar para as Escrituras. É na Palavra de Deus que está a verdadeira orientação para a vida e a garantia de vitória.

Nós que estamos a viver dias conturbados, devemos nos voltar para a Palavra do Senhor. Devemos procurar meditar no que o Senhor tem preparado para nós nestes dias de liberalismo e secularização. É necessário firmeza e profundidade na Palavra para não cedermos ao liberalismo que reina em nossos dias. Não podemos aceitar com naturalidade que se fale em liberalização do aborto. Não podemos aceitar como algo normal a relação homossexual. Não podemos ficar quietos quando se fala da liberalização da droga e onde já se começa a falar de eutanásia. Nós como povo de Deus devemos levantar nossas vozes, não política, mas profética e anunciar os arautos do Senhor.

"Lembrai-vos da lei de Moisés", este é o desafio que temos pela frente. Quando esquecemos à Palavra do Senhor, dizemos como o povo de Israel «Inútil é servir a Deus» (Ml 3.14). "Sempre que a adoração perde seu valor, instala-se o tédio e o sentido de inutilidade da vida se torna dominante. Inconscientemente ou não, mesmo as pessoas comuns percebem a ligação entre inutilidade - ou vazio - e a perda da adoração.

O vazio da vida espiritual traz sua consequência: Mais vazio. Quando vãs repetições tornam-se um hábito, voltamos a repetir, e o resultado é mais inutilidade."[1]

A grande questão que devemos responder antes de olhar para as Escrituras é a seguinte: O que significa para nós a Bíblia? Somos daqueles que afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus, nossa regra de fé e prática?

Não podemos crer que isto não tem importância. É de suma importância saber o que pensamos da Bíblia. Sabe por que? "É na forma como a igreja olha para a Palavra de Deus, a ela se submete e nela busca por referenciais que reside a própria razão de ser e o próprio futuro da igreja."[2] O povo de Israel desvalorizou a Palavra e virou às costas ao Senhor. Se deixarmos a Palavra corremos o risco de viver apenas uma liturgia vazia, sem efeito prático. Uma igreja sem a Palavra é uma igreja sem autoridade, pois "uma igreja que reduz ou relativiza a autoridade bíblica derruba um dos pilares centrais sobre os quais está edificada."[3]

Malaquias estava chamando o povo à verdade. Queria que o povo recuperasse o conceito da autoridade da Palavra de Deus. Que o povo compreendesse o quão importante é viver sob a orientação dos Estatutos do Senhor. Esta deve ser a realidade da igreja também. "A mais poderosa atividade da igreja neste mundo é a proclamação da verdade, mesmo que isso atraia perseguição, como ocorreu muitas vezes através da História."[4]

Hoje falamos que temos liberdade, mas qual é o preço da nossa liberdade? A Igreja Batista de Cambuí foi processada por ter publicado uma mensagem do seu pastor onde o tema abordado era a homossexualidade. Em conseqüência deste facto a Ordem dos Pastores Batistas e a Convenção Batista de São Paulo publicou um artigo intitulado: "Temos Permissão para Pregar?", pois um pastor e a igreja foram levados perante o tribunal por interpretar a Bíblia como autoridade, como regra de fé e prática. Qual é o problema então?

Respondo esta pergunta dizendo que devemos compreender a sociedade em que vivemos. "Nossa cultura é pós-cristã. Isso não significa que não haja muitos cristãos; na verdade, há mais crentes hoje do que antes, especialmente nas nações não orientais. O que o termo pós-cristão quer dizer é que o cristianismo não tem mais um papel dominante na formação da vida cultural. As crenças e compromissos cristãos não têm a mesma presença pública que já teve."[5] A religião foi retirada da esfera pública. A Bíblia já não é levada a sério e muitas vezes é desvalorizada pelo próprio povo de Deus. É isto que Malaquias está a falar. Ele diz ao povo e a nós: "Lembrai-vos da lei de Moisés". Sendo assim, para que possamos voltar a consideração séria das Escrituras devemos meditar em quatro teses antes de continuar nosso estudo.

1.. Afirmamos e buscamos a recuperação do "somente a Escritura", uma das marcas distintivas da Reforma. Seria trágico manter esta confissão nos nossos escritos confessionais enquanto outros critérios e autoridades estejam sendo escolhidos no nosso processo decisório.
2.. Queremos busca a interpretação das Escrituras pela própria Escritura. Neste processo, alguns textos, por vezes mais claros e óbvios, ajudam na interpretação de outros, às vezes mais difíceis. Respeitamos e afirmamos, pois, a unidade das Escrituras como a Palavra de Deus, segundo a afirmação da própria Reforma.
3.. Embora a natureza humana seja afirmada, não se abre mão do fato de que é o Espírito Santo que, afirmando as Escrituras, provê orientação para fé e a vida. Não se pode, pois, afirmar que a Escritura não provê orientações claras em questões essenciais da vida.
4.. Onde e quando a Bíblia fala, nós silenciamos.[6]
Não podemos esquecer esta realidade. Não podemos deixar de olhar para este texto como sendo Palavra de Deus. Cabe a nós, voltarmo-nos para as Escrituras e ver o que o Senhor tem preparado para nós. Sendo assim, vejamos as lições que estes versículos nos ensinam

1 - Somos chamados a olhar para a Palavra de Deus e fazer uma escolha 4
Este versículo é um resumo de todo o Pentateuco. O termo, lembrai-vos é típico do Deuteronómio. Aparece treze vezes ali e chama a atenção do povo para os actos de Deus. Não somente isto, o texto mostra que o povo deve considerar os estatutos do Senhor e os seus juízos. Sobre este aspecto vale a declaração de Baldwin que diz: "Estatutos e juízos, estritamente a lei geral e a lei específica, é uma maneira muito comum de se referir a toda a lei (Lv 26:46; Dt 4:1,5, etc, Ed 7:10,11, Ne 1:7, Sl 147:19). O nome Horebe como alternativa para Sinai muitas vezes é considerado deuteronômico, mas já ocorre em Êx 3:1, 17:6 e 33:6, e Sinai ocorre em Dt 33:2. Se Israel não der ouvidos à pregação de Malaquias, deve se lembrar que a lei de Deus foi prescrita, e as ordens de um grande Rei não são desprezadas impunemente."[7]

Malaquias está a conclamar o povo a olhar para o passado, ver o que o Senhor fez e por causa disso, reconhecendo que é o Senhor entregar-se obedientemente a Ele. Malaquias diz ao povo para olhar para trás para assim, conclamá-lo a assumir um compromisso autêntico com o Senhor. Deus está a chamar o povo para servi-lo. Aceitar o chamado do Senhor é receber as bênçãos que Ele tem preparadas para o seu povo. Recusar é ficar sob a maldição do Senhor.

Malaquias está a dizer-nos que devemos optar entre o servir o Senhor ou seguir o nosso próprio caminho, mas que também devemos estar conscientes que a Palavra de que os que optam por servir o Senhor tem direito à vida, recebem as bênçãos do Senhor. Todos os que seguem os seus próprios caminhos estarão sujeitos à maldição (Dt 28.1-68).

Este foi o procedimento de Josué diante do povo. Falou que era necessário fazer uma escolha. Nós também devemos fazer uma escolha. Devemos olhar para a Palavra de Deus e ver se ela é relevante para nós e para nossas famílias e depois, conscientemente fazer uma escolha ou de servir ao Senhor ou então de virar as costas para Ele.

Quando Malaquias diz para o povo e para nós: «Lembrai-vos da lei de Moisés», a ideia é que não se pode adorar a Deus sem o conhecimento da Palavra. Não é possível adorar o Senhor sem conhecer a verdade. Só podemos conhecer a verdade examinando a Palavra.

Malaquias diz para olhar o passado. Olhar para a Palavra. Meditar no que foi ensinado. "O ensinamento é a semente plantada no coração e na mente, cujo fruto pode ser levado como sacrifício a Deus. Sem ensinamento, a colheita pode ser frustrada, senão inútil."[8]

Deus diz que devemos olhar para trás, ponderar na nossa vida para que possamos decidir se queremos obedecê-lo. O Senhor deseja um culto sincero. Ele quer uma adoração autêntica. Qual será a nossa escolha?

2 - Somos chamados para olhar para as Escrituras e ver que elas testificam de Jesus 4-5
Agora encontramos Moisés e Elias. Há um encontro entre o passado e o futuro. Mas por que o termo futuro entra aqui? A melhor explicação é a contida na nota de rodapé da Bíblia TEB, das edições Loyola que diz o seguinte: "Na literatura judaica contemporânea dos inícios do NT, a pessoa de Elias ocupa um grande espaço como precursor do Messias. Jesus atesta que esta função foi cumprida por João Batista (Mt 17.9-13 par.: cf. Lc 1.17). A aparição de Elias ao lado do Messias transfigurado (Mt 17.1-8 par.) sublinha sua importância."[9] As Escrituras são compostas pela Lei e os Profetas. O que é interessante notar que Moisés recebe a Lei no monte Horebe, ali recorda o povo dos estatutos do Senhor. Diz que este deve obedecer a Lei do Senhor. O povo se afastou dos caminhos do Senhor, Elias chama o povo à renovação. Ele enfrenta os 450 sacerdotes de Baal e os 450 profetas do poste-ídolo no monte Carmelo. Ali ele confronta o povo para que faça uma escolha entre o Senhor ou Baal. Elias tem uma grande vitória. Depois foge e vai se esconder numa caverna no monte Horebe e é aí que o Senhor o chama e o envia para cumprir o seu ministério. (1 Rs 18-19). Elias não viu a morte e este facto fez com que as pessoas acreditassem que ele viria para terminar o seu ministério. É por este motivo que ele aparece antes do «grande e terrível dia do Senhor».

Moisés e Elias juntos falam-nos da Lei e dos profetas. Esta junção de Moisés e Elias é muito interessante pois o Senhor Jesus disse o seguinte: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna; e são elas que dão testemunho de mim." (Jo 5.39). Quando olhamos para a Bíblia devemos procurar Jesus. Toda a Escritura vai ter que testificar do Senhor. A Escritura vai ter que nos apontar para a graça de Deus. Neste aspecto é interessante o que diz Isaltino: " Moisés tipifica a Lei. Elias tipifica os Profetas. Em Mateus 17:5, eles estão com Jesus, no episódio da transfiguração. Lei e Profetas (a velha revelação) e a Graça (a nova revelação) estão presentes. Temos, então, a declaração do Pai: "Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi." A nova idade a ser inaugurada será regida pela voz de Jesus Cristo. O povo é exortado a lembrar a lei de Moisés e dos estatutos e ordenanças que o Senhor entregou em Horebe, mas como bem o dirá o Novo Testamento: "Porque a lei foi dada por meio de Moisés, a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo" (João 1:17). O Velho Testamento vai definindo a vinda súbita do Senhor e o Novo utilizará seus elementos para mostrar que Deus interveio na pessoa de Jesus de Nazaré. "E erguendo eles os olhos não viram a ninguém, senão a Jesus somente" (Mat. 17:8). É Jesus, e não Moisés e Elias, quem deve ser ouvido. É Jesus o foco de atenção na nova revelação, e não Moisés e Elias."[10] Nosso objectivo quando abrimos as Escrituras é procurar por Jesus.

3 - Somos chamados para olhar para as Escrituras e ver que elas são o factor unificador da família 5-6
O texto aponta para o futuro e diz que o profeta Elias viria com uma missão específica. O Elias que é anunciado aqui é João Batista (Mt 11.14; 16.14; 27.47; Jo1.21). O grande e terrível dia do Senhor se deu em Jesus Cristo. A era messiânica inicia com a chegada de Jesus ao mundo. Contudo, notamos que o texto diz que o ministério deste novo Elias é a conversão dos pais aos filhos e dos filhos aos pais e isto para que o Senhor não venha e fira a terra com maldição.

Nós não podemos esquecer o seguinte: "No judaísmo, o lar era um centro de ensino sobre Deus e sua Palavra. A nova idade que Elias viria anunciar e que Jesus Cristo, o Messias, implantaria, teria uma mensagem possível de reunir toda família. Os laços familiares continuam sagrados na nova revelação."[11] Veja que está ideia permeia o Novo Testamento. Note o que é dito em Actos: "Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa." (Act 16.31). A salvação é para ser vivida por toda família. Quem se converte deve ser uma testemunha autêntica da transformação que o Senhor efectua. Quem se converte, deve trabalhar para que seu lar se transforme num centro de proclamação da graça de Deus. Como afirmou Pape: "O bendito evangelho começa no lar. Se o evangelho não funcionar no lar, não funcionará em parte nenhuma. É curioso que muitas vezes a gente se esquece desta verdade fundamental. Há pregadores tão ocupados, salvando o mundo, que negligenciam seus próprios filhos. A mais bela expressão do evangelho é o lar feliz, onde pais entendem os filhos e têm tempo para eles, onde os filhos, cercados de amor, crescem no conhecimento de Jesus. Se os raios benditos de luz e amor que emanam do Sol da justiça não transformarem o lar do pregoeiro do recado divino, o mundo cético não acreditará."[12] A ideia de Pape é fundamentada nos princípios bíblicos. Quando olhamos os textos que falam das qualificações de um ministro encontramos que ele deve governar bem sua casa e que tenha os seus filhos sob disciplina, com todo respeito e que seus filhos sejam fiéis (1 Tm 3.4; Tt 1.6). Sem a Escritura nossos lares serão destruídos.

Devemos reflectir o que nos diz o texto de Deuteronômio 6.1-9 que fala da relação familiar e do testemunho familiar. Devemos reflectir como é que estamos a viver o nosso compromisso cristão na família. Qual tem sido o testemunho que estamos a transmitir aos nossos filhos.

Sabe, é possível ser uma bênção para os outros e ser uma tragédia em casa. É possível ser amado e venerado pelos outros, mas desprezar os de casa. Davi, o grande rei e poeta é este tipo de pessoa. Davi é um exemplo para mim em muitas coisas, mas no campo familiar não quero ser comparado com Davi. Ele é uma tragédia. Não é exemplo para ninguém. O poder tomou conta dele e por isso, ele despreza sua família. É um homem que não sabe dialogar com a esposa e muito menos com os filhos. É um pai ausente e permissivo, que não corrige seus filhos. É um marido infiel. Agora olhe para os filhos de Davi, veja a tragédia que eles são. Ninguém duvida do amor de Davi ao Senhor. Ninguém duvida da sua entrega e de como o Senhor o abençoou. Contudo, podemos notar que a vida dos seus filhos foi marcada pela tragédia e tudo por causa dos erros que Davi cometeu. Como é que nós nos encontramos como pais? Nossos lares são centro de adoração ou centro de confusão?

Só de passagem, quero indicar dois livros que falam dos problemas de Davi com muito pertinência, quem desejar poderá adquiri-los e não irá se arrepender. Os livros são: O mito da família perfetia de Isarel Belo de Azevedo e O Drama de Absalão de Caio Fábio.

Como saber se nossos lares são um centro de adoração? Quais as características apresentadas por pais e filhos que estão convertidos uns aos outros?

Utilizaremos as ideias de Caio Fábio, pois são muito interessantes:

Marcas de pais convertidos aos seus filhos

Pais convertidos a seus filhos não transferem responsabilidades nem para o melhor avô, nem para a melhor avó; nem para o filho mais velho e mais responsável; nem para o pastor mais consagrado; nem para o psicólogo mais renomado; nem para a escola mais conceituada; nem para a igreja mais ungida.

Pais convertidos a seus filhos não minimizam o poder das amarguras familiares.

Pais convertidos a seus filhos não brincam com o ódio existente entre os filhos e não acham que isto é algo sem importância; ao contrário, levam tal situação a sério, buscando resolvê-la.

Pais convertidos a seus filhos consideram, cuidadosamente, os sentimentos perniciosos, nocivos a uma relação familiar sadia e tratam-nos de forma amadurecida.

Pais convertidos a seus filhos não reagem aos filhos apenas emocionalmente.

Pais convertidos a seus filhos não fogem dos seus pecados da juventude, antes os resolvem na presença dos filhos.

Marcas de Filhos convertidos aos seus pais

Filhos convertidos aos pais têm consciência de não estão fadados, predestinados a serem produto dos pecados dos pais, nem a cometerem os mesmos erros deles.

Filhos convertidos aos pais não atribuem ao tempo a cura dos ferimentos da alma.

Filhos convertidos aos pais tomam cuidado para não caírem na teia das amarguras familiares.[13]

Que esta seja a nossa realidade!

Pais e filhos convertidos evitam a maldição. Em toda a Bíblia o Senhor sempre anuncia a graça antes da maldição. Sempre avisa que há uma possibilidade de se ver livre do castigo. Se pais e filhos se convertem e obedecem à Palavra estão livres da maldição. Contudo se rejeitam se convertam serão amaldiçoados no sentido de receber a punição do Senhor.

O Antigo Testamento termina com uma palavra de maldição. Mostra-nos que a Lei e os Profetas indicam nossa condição e o facto de estarmos condenados e sermos merecedores desta punição. Entretanto o Novo Testamento nos apresenta a graça e termina com uma palavra de graça.

O Antigo Testamento é o Aio que nos conduz a Jesus. Jesus é o único que pode tirar o fardo da maldição de nós e isto porque Ele se fez maldição por nós (Gl 3.13).

Quem aceita obedecer o Senhor e viver sob os seus ensinamentos está livre da maldição de desfruta da verdadeira vida. Como é que tens vivido?

Guisa de Conclusão
Malaquias nos convida a levar Deus a sério.

Ele nos mostra que o laxismo e o esquecimento da Palavra de Deus têm consequências funestas para as nossas vidas e para a sociedade. Sendo assim, lembremo-nos sempre da Palavra do Senhor.

Que nossos lares sejam um centro de adoração. Que nossas famílias vivam em harmonia e comunhão a demonstrar o amor do Senhor.

Que seja assim e se faça assim para honra e glória de Jesus!

Marcos Antônio

[1] ZACHARIAS, Ravi. Do Coração de Deus, Textus Editora, Rio de Janeiro, 2002.

[2] WEINGATNER, Martin (ed.). Igreja e Homossexualismo, Encontro Publicações, Curitiba, 2000

[3] Ibid.

[4] HORTON, Michael Scott (ed). Religião de Poder,1ª Edição, Editora Cultura Cristã, São Paulo, 1998

[5] Ibid.

[6] Op.Cit. A tese prossegue, pois o tema é sobre a questão da ordenação de homossexuais ao ministério. A tese é enfática ao afirma que a Bíblia diz não. Nós não podemos dizer outra coisa também.

[7] BALDWIN, Joyce G., Ageu, Zacarias e Malaquias, 1ª edição Edições Vida Nova, São Paulo 1991

[8] Op. Cit.

[9] Bíblia TEB, Edições Loyola, São Paulo, 1996.

[10] COELHO FILHO, Isaltino Gomes. Malaquias, nosso contemporâneo: um estudo contextualizado do Livro de

Malaquias, 2ª edição JUERP, Rio de Janeiro, 1994

[11] Op. Cit.

[12] PAPE, Dionísio. Justiça e Esperança para Hoje: A mensagem dos profetas menores, 3ª Edição ABU Editora São

Paulo, 1993
ARAÚJO FILHO, Caio Fábio. O drama de Absalão, 3ª Edição Vinde Comunicações, Niterói, RJ 1995