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Livramento

 

A Bíblia diz que a misericórdia do Senhor é a causa de não sermos consumidos. O jornalista Pedro Bial, da Rede Globo, afirmou reconhecer isto, no dia quando foi fechado por um carro e atacado por quatro homens armados. Segundo ele, um dos assaltantes puxou o gatilho do revólver, mas a arma não funcionou, e afirmou numa entrevista: "Deus estava entre mim e a bala". (Revista Tudo, pg 39, 12 de abril de 2002).

 

El carnero cimarrón del Parque Nacional de las Montañas Rocosas de Colorado a menudo permite a los visitantes que se le acerquen desde abajo y le tomen fotos de cerca. Pero si tratas de colocarte por encima de ellos, el rebaño completo sale corriendo. La ruta que usa el carnero cimarrón para escapar de los depredadores es siempre ascendente. A nivel del suelo, un lince o un puma puede fácilmente alcanzar al carnero, pero gateando hacia arriba por una colina llena de piedras, el carnero se escapa siempre. Hace años escuché decir a un orador: «Cualquiera que sea el peligro en que te encuentres de problemas o tentaciones, no permitas que se interponga entre tú y Dios.» Como cristianos, nuestra ruta de escape siempre es ascendente, hacia el Señor, nunca descendente hacia el pecado ni la autocompasión. (Fonte: Osvaldo Carnival; osvaldocarnival@sio.com).

 

Uma frase diz assim: "Deus não fala sobre problema; Deus fala sobre solução".

 

Há alguns anos a nação brasileira ficou horrorizada com um incêndio de grandes proporções no Edifício Joelma, no centro de São Paulo. Parecia impossível apagar aquele incêndio. As escadas magirus dos bombeiros não alcançavam a todos os andares, e as pessoas, nos inúmeros escritórios e empresas, começaram a se desesperar. A fumaça rapidamente asfixiava as vítimas, que tentavam respirar junto às janelas e acenar com tremendos gritos por socorro. Quando as chamas avançavam, os flagelados não escutavam as vozes que recomendavam calma, e desatinadamente começaram a saltar de grandes alturas para a morte. Dramas de desespero e dor aconteciam dentro e fora do Joelma onde parentes e curiosos assistiam a uma das maiores tragédias. Com intensa dificuldade os que estavam nos últimos andares, chegaram ao heliporto onde o resgate ficava cada vez mais difícil pelo calor da laje e pelos ventos que direcionavam afoitamente as chamas para todos os lados. Muitos morreram exatamente no momento em que procuravam o escape. Milhões hoje estão também à procura do escape para os seus dilemas, os seus problemas, e sua dor. - Fonte: vp@sisac.org.br

 

Há uma igreja nos EUA chamada "Almighty God Tabernacle" (Tabernáculo do Deus Todo-Poderoso). Num sábado à noite o pastor dessa igreja ficou trabalhando até mais tarde e decidiu chamar sua esposa por telefone antes de voltar para casa. Era por volta das 22h. A esposa não atendeu ao telefone, apesar do pastor deixar tocar várias vezes. Ele pensou que sua esposa estivesse ocupada e continuou a fazer mais algumas coisas. Mais tarde, ele tentou de novo e sua esposa atendeu de imediato. Ele perguntou por que ela não havia atendido antes e ela disse que o telefone sequer havia tocado. O pastor ficou bravo, esquecendo-se de que deveria ser um marido compreensivo. Na segunda-feira seguinte, o pastor recebeu um telefonema no escritório da igreja do número que ele havia discado no sábado à noite. O homem com quem falava queria saber o por que o pastor havia ligado para ele no sábado. O pastor não entendeu o que aquele homem estava dizendo. Então, o homem disse: "O meu telefone tocou, tocou, mas eu não respondi." O pastor então lembrou-se do engano e pediu desculpas por perturbá-lo, explicando que ele havia tentado falar com sua esposa. O homem respondeu: "Tudo bem. Deixe-me contar minha história: Eu estava planejando me suicidar no sábado à noite. Antes, porém, eu orei dizendo: 'Deus, se tu existes e estás me ouvindo e não queres que eu faça isso, dá-me um sinal, agora." Naquele momento, o telefone começou a tocar. Eu olhei para o identificador de chamadas e lá estava escrito: "Almighty God" (Deus Todo-Poderoso). E eu fiquei com medo de atender!" Nem sempre podemos saber a importância de um telefonema ou e-mail enviado a um amigo ou até por engano a alguma pessoa. Não se chateie se, de repente, perceber que o fez por engano. Deus nunca se engana! - Fonte: Alessandra de Oliveira, em webmaster@mkpublicita.com.br

 

Num cruzeiro de luxo, um dos passageiros avistou um homem barbudo acenando e pulando numa ilha. Se apressou para dizer ao comandante: "Olha lá aquele homem fazendo sinais"!! "Deixa ele pra lá. Todo ano, quando a gente passa por aqui, é a mesma coisa: ele fica doido desse jeito!"

 

Dizem que para quem está se afundando, jacaré é tronco. 

 

"Há uma só condição que Deus exige para sermos socorridos e é que nos coloquemos em busca de socorro. Há um só problema que pode impedir-nos de ser ajudados, e é que nos examinemos: Estamos pertos? distantes? Temos nos desanimado até o ponto de pensar que não temos mais remédio, que jamais chegaremos à meta?" (da revista chilena "Águas Vivas", pg.16 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

 

Mas tem gente que só fala em Deus quando se despede dos outros: "Vai com Deus!"; ou então, quando gritam com alguém no campo de futebol: "Vai! Vai! Ai meu Deus do céu!".

 

Um certo homem saiu em uma viagem de avião. Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria. Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada. Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso da morte. Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia, ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual tamanha não foi sua decepção, ao ver sua casa toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra chorando e dizendo em prantos: "Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?" Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo: "Vamos, rapaz?" Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "Vamos, rapaz. Nós viemos te buscar." "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?" "Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante." Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus queridos. Quantas vezes "nossa casa se queima" e nós gritamos como aquele homem gritou? Na Bíblia, em Romanos 8:28 lemos que todas as coisa contribuem para o bem daqueles que amam a Deus. Às vezes, é muito difícil aceitar isto, mas é assim mesmo. É preciso acreditar e confiar! - sohsermoes@yahoogrupos.com.br

 

Há uma história sobre um jovem índio que teve que passar por um ritual antes que pudesse entrar na idade adulta. Ele precisava provar à comunidade que era bravo e podia sobreviver aos perigos do mundo. Para isso, ele teve que ir a floresta e passar uma noite sozinho. Não pôde levar nada consigo a não ser uma faca para proteção. Durante toda a noite ele ouviu ruídos estranhos e esperou pelo pior. Mais tarde, o jovem garoto descobriu que seu pai estava bem perto dele a noite inteira, tomando conta dele.

 

Damico era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer. Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas. Minutos depois, percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e, se aquela mãe o tomasse, seria morte instantânea. Desesperado, tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Gritou em desespero... o tempo passava e nada acontecia. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino. O tempo passava e ele, de joelhos ficava pensando que a mulher poderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso. Refletiu sobre suas intemperança, sobre seu mau humor principalmente sobre sua insensatez. De repente, sentiu uma mão tocar-lhe o ombro esquerdo. Ao virar-se deparou-se com a criança em prantos. Naquele momento ficou desconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de fato, não existia. Já podia imaginar o que estava para lhe acontecer. O choro e o olhar triste daquela criança lhe atravessava a alma. No entanto, como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquela criança começou a dizer: "Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que caí e quebrei o vidro do remédio, o senhor poderia me dar outro?" Enquanto embalava o remédio, agora certo, sentiu não somente que sua fé mudara, sentiu a presença de Deus. - Internet, GoodNewsGrupo.

 

Outro dia assisti um dos desenhos do Pica-pau. De olhos fechados, em sono profundo, o pica-pau se levantou da cama, abriu a porta de casa e ganhou a rua. Atravessou a avenida sem se dar conta do perigo de ser atropelado. Carros vinham e iam e passavam por ele de raspão. O pica-pau, porém, nem se dava conta dos livramentos recebidos. Quantas vezes somos assim como o pica-pau do desenho animado?

 

Um velho fazendeiro japonês havia acabado de colher uma safra de arroz que o deixaria rico. De seus campos ele podia contemplar, do alto, o vilarejo que se encontrava à margem do oceano. Olhando para o mar ele percebeu a aproximação de uma grande onda que, chegando à praia, destruiria a aldeia e seus moradores. "Traga-me rápido uma tocha, gritou ele para o neto." Logo a seguir, correu até as pilhas de arroz e ateou fogo. Sem saber sobre o perigo que corriam devido à subida da maré, mas preocupados com os campos do fazendeiro, os aldeãos correram apressadamente para ajudá-lo e, assim, salvaram suas próprias vidas da morte. Duas demonstrações maravilhosas de amor e solidariedade. Um fazendeiro que renuncia à riqueza para salvar pessoas com quem, talvez, nem tivesse qualquer vínculo de amizade e pessoas humildes que, solidárias, deixam tudo para trás e oferecem as mãos e o coração para socorrer um vizinho em apuros. Como nós, cristãos, temos lidado com o amor ao próximo?

 

Moody conta a história de um passageiro em um navio que atravessava o Atlântico e que descansava em seu beliche durante uma forte tempestade, acometido de um forte enjôo do mar. De repente ele ouve um alvoroço e um grito: "Homem ao mar." "Que Deus ajude a este pobre homem," orou ele, "mas não existe nada que eu possa fazer." Logo a seguir, pensou ele: "(eu posso, pelo menos, acender minha lanterna e colocar nesta pequena janela." Com muito esforço ele fez isso. Finalmente o homem que havia caído no mar foi salvo. No dia seguinte ele contou a história para todos: "Eu estava, na escuridão, afundando talvez pela última vez quando alguém colocou uma luz através de uma portinhola. A luz brilhou direto em minha mão e um marinheiro, em um barco salva-vidas, conseguiu me resgatar." A debilidade não pode ser usada como justificativa para usar a pouca força que temos. Quem pode dizer como Deus trabalhará? 12/2/07

 

O único sobrevivente de um naufrágio acabou numa ilha desabitada e fora da rota de navegação. Ali, orou a Deus para ser resgatado, mas os dias passaram e nenhum socorro veio. Exausto, fez um abrigo de madeira para proteção do sol, da chuva, de animais e do que ficou. Um dia, saiu em busca de comida. Na volta, encontrou seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça. Muito revoltado, gritou chorando: - Que desgraça! Deus, por quê me fez isto? Chorou tanto, que adormeceu de cansaço. No dia seguinte, despertou ao som de um navio que chegava. - Viemos salvá-lo, disseram. - Como me descobriram? - perguntou. - Vimos o seu sinal de fumaça! 26/2/07

 

É o caso daquela velha história que eu li num livro de escola quando eu era criança: Henrique foi nadar com os amigos. Querendo chamar a atenção de todos, ele gritou desesperado: Socorro, socorro! Todos correram para “salvar” o Henrique. Aí, ele deu uma gargalha espetacular na cara de todos, como se dissesse: “Seus bobos, enganei vocês”. Henrique deixou passar uns minutos e depois repetiu a cena. De novo, todos correram para “salvá-lo”. De novo, Henrique gargalhou e zombou deles. Algum tempo depois, a correnteza levou Henrique para uma área mais funda. Sentindo que ia morrer afogado, Henrique gritou, agora realmente desesperado. Mas desta vez, pensando tratar-se de uma piada sem graça de Henrique, os amigos nem se mexeram. Henrique bebeu multa água, passou um sufoco de verdade. Ele só foi alvo porque alguém percebeu que desta vez ele não estava de brincadeira. Ufa, por pouco! Já descobriu qual é a moral dessa história? É a seguinte: ninguém leva o mentiroso a sério. 25-12-2007

 

Camões, o célebre autor do poema épico Os Lusíadas narra, em um dos Cantos, que, quando navegava de Macau para Goa, o seu barco naufragou e, para salvar o seu querido poema, Os Lusíadas, ele precisou nadar segurando-o em uma das mãos. Assim, pôde salvar a sua obra-prima. Deus não queria que o homem, o seu poema magnífico fosse naufragado no mar do pecado em que caíra, por isso, enviou Jesus que, com grande amor e sacrifício na cruz conseguiu salvar do naufrágio eterno sua obra-prima — o homem, por quem Jesus, na cruz, bradou ao Pai: Perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. 25-12-2007

 

Um soldado disse a seu comandante: "Meu companheiro não voltou do campo de batalha senhor, peço permissão para ir buscá-lo". "Não!" respondeu o comandante, "ele deve estar morto e não posso arriscar a vida de um soldado para buscar um cadáver". O soldado se afastou e ignorando a ordem de seu superior foi em busca do amigo. Após algum tempo ele retorna ferido mortalmente trazendo nos ombros o corpo do amigo morto. Não falei para você não ir? Bradou o comandante. Agora vou perder outro soldado por causa de um homem morto, diga-me se valeu a pena este sacrifício que você fez. Valeu sim senhor, respondeu o soldado ferido. Quando cheguei ao seu encontro ele ainda estava vivo e teve tempo de me dizer: "Sabia que você viria me buscar". 23-01-2008

 

Um Sábio viu quando um escorpião caiu no lago e, percebeu que o mesmo estava se afogando, então decidiu tirá-lo da água; mas quando o fez, o escorpião o picou. Pela reação de dor, o Sábio o soltou e o animal caiu novamente na água e voltou a se afogar... O Sábio, mais uma vez tentou tirá-lo e novamente ele o picou. Alguém que estava observando se aproximou do Sábio e lhe disse: Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo? O Sábio respondeu: "A natureza do escorpião é picar... E isto não vai mudar a minha, que é AJUDAR." Então, com a ajuda de um galho seco o Sábio tirou o escorpião da água e salvou sua vida... Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal. 25.1.2008

 

Fé é força criadora. Uma personalidade vitoriosa é dotada de fé que inventa, cria, resolve. Quando um grande cantor perdeu seu filho único na guerra, disse a um amigo: “Quem se acha na situação igual à minha, tem três saídas: a bebida, o desespero e Deus. Pela graça divina, escolhi a Deus como refúgio”. Eis aí a diretriz para todos quantos são alcançados pelas frustrações da vida. 29.1.2008

 

Num pelotão, um jovem soldado sentiu a falta de seu grande amigo e companheiro e correu em direção ao seu capitão, dizendo: - Senhor, por um acaso sabe onde está meu amigo? - Está perdido em território inimigo. - Peço autorização para procurá-lo. - Autorização negada, não posso ficar sem dois soldados. Muito triste, o soldado aguardou um descuido de seu capitão e correu em busca de seu amigo. Dois dias depois, aparece de volta ao acampamento gravemente ferido e com seu amigo morto nos braços. O capitão, ao avistá-lo, correu em sua direção e disse: - Não te disse para não sair do acampamento? Agora tenho dois soldados feridos. - Me perdoe Senhor, mas precisava encontrá-lo. - Do que vale a pena encontrar um morto?. - Quando eu o encontrei ele ainda não estava morto. E, agonizando, quand me viu se aproximando bradou dizendo: "Tinha certeza que você viria"... Amigo é aquele que aparece quando tudo está perdido. 01-02-2008

 

Um treinador de circo consegue manter um elefante aprisionado porque usa um truque muito simples: quando o animal ainda é criança, ele amarra uma de suas patas num tronco muito forte. Por mais que tente, o elefantinho não consegue soltar-se. Aos poucos, vai se acostumando com a idéia de que o tronco é mais poderoso que ele. Quando adulto, e dono de uma força descomunal, basta colocar uma corda no pé do elefante e amarrá-la num graveto que ele nem tenta libertar-se - porque se lembra que já tentou muitas vezes, e não conseguiu. Assim como os elefantes, nossos pés estão amarrados em algo frágil. Mas como, desde criança, nos acostumamos com o poder daquele tronco, não ousamos fazer nada. Sem saber que basta um simples gesto de coragem para descobrir toda nossa liberdade. 1.2.2008

 

Spurgeon disse: "Tenho pregado o evangelho de Cristo por muitos anos e jamais conheci alguém que tenha confiado em Cristo e pedido perdão pelos seus pecados e Ele o tenha lançado fora. Nunca me encontrei com um só homem que tivesse sido recusado por Jesus. Tenho conversado com mulheres às quais Ele restituiu a pureza primiti­va; com bêbados a quem Ele livrou dos hábitos vis, e com outros culpados de horríveis pecados que se tornaram puros como criança. Sempre ouço a mes­ma história: "Busquei o Senhor e Ele me ouviu; lavou-me no seu sangue e es­tou mais branco do que a neve". 7.2.2008

 

Conta-se a história de um trem de passageiros que, certa noite, fazia sua rota regular a caminho de Londres. Chovera torrencialmente durante todo o dia. Com o cair da noite, intenso nevoeiro descera sobre a estrada de ferro. De repente, o maquinista avistou uma pessoa com os braços abertos em desespe­ro. Ele freou o trem, que rangeu sobre os trilhos e parou. O condutor saiu pa­ra investigar o que havia e descobriu que, pouco adiante, uma ponte havia ruído ao peso das águas encapeladas de uma corrente. Procuraram, pois, a pessoa que salvara a vida de tantos passageiros, mas não encontraram nin­guém. Foi então que o maquinista, examinando os faróis da máquina, deparou com uma cena estranha. Uma grande mariposa de asas abertas estava morta e colada ao farol. Foi o reflexo da sua agonia que lhe serviu de aviso. Este incidente da mariposa pode ser comparado ao amor de Cristo pela humanidade. O reflexo do corpo de Cristo, de braços abertos sobre a cruz do Calvário, tem salvo a vida de milhares de almas, através dos séculos. Seria por mero acaso que tal vespa surgira exatamente no momento oportuno? Sra. J. Hardin Neal (Virgínia, E.U.A.). 8.2.2008

 

"Deus é amor." Esta expressão é o resultado da experiência pessoal de João. Como os primeiros mártires do cristianismo, ele aprendeu que a cora­gem não podia ser frustrada. O segredo do destemor dos cristãos em face da perseguição e da morte era seu sincero amor pelo Salvador. Um dia, uma casa incendiou. Muitas pessoas acorreram para ver o fogo. Sabiam que havia umas crianças presas no interior da casa em chamas, mas ninguém se animava a entrar na casa para salvá-las. Chegou, pois, a mãe das crianças e, sem detença, penetrou no meio das chamas, buscando salvar seus filhos. Era uma mulher tímida, mas no momento em que soube que seus filhos periclitavam, o amor materno lançou fora o temor. Instantaneamente, perdeu o medo de todo o perigo e salvou os seus filhos. Estamos vivendo numa época de grandes perigos. É só o amor por nosso Salvador que pode lançar fora todo o nosso temor. Somos nós destemidas testemunhas de Cristo, num mundo cheio de pecados e injustiças? Chew Hock Hin (Malaísia). 9.2.2008

 

A pequena aldeia de Beaulieu, em Hampshire, Inglaterra, é famosa por seu mosteiro, hoje em ruínas. Ali, em 1539, respeitava-se a lei de asilo. Na­quele lugar, ladrões, assassinos ou quaisquer fugitivos da justiça podiam se refugiar e salvar suas vidas. Ninguém podia prendê-los ali. H. V. Morton diz o seguinte, a propósito dessa lei: "O delegado da polí­cia podia golpear os portões e os cavaleiros podiam galopar em volta de seus muros por quanto tempo quisessem, mas a raposa tinha se evadido para uma terra santa, estava salva como se nunca tivesse cometido pecado". A graça de Deus em Cristo Jesus provê asilo para os pecadores. Por mais grave que seja seu pecado, o homem pode voltar-se arrependido para Deus e ser perdoado. E como se nunca tivesse pecado, torna-se uma nova criatura em Cristo Jesus. Sobre ele se ergue o santo escudo do favor divino. Neste refúgio por Deus preparado, ele poderá permanecer até ser recebido na inexpugnável cidade celestial. 12.2.2008

 

Ouvimos a respeito de um vaso de guerra inglês, que estava navegando pelos mares do Sul, quando a tripulação descobriu uma ilha desconhecida pelos cartógrafos. Os homens desceram à terra para tomar posse e ali coloca­ram sua bandeira. Então os canhões do navio saudaram a bandeira, quebran­do o silêncio da ilha. Um homem de longas barbas, escassamente vestido e de cabelos compridos, foi visto saindo de entre as rochas. Saudou a bandeira e depois desapareceu. Mais tarde, soube-se que ele era um marinheiro inglês, que havia naufragado anos antes, naquelas águas. Sua mente tinha sido afe­tada pela solidão. Depois de reconhecer e saudar a bandeira, fugiu dela, em­bora fosse ela sua única salvação das dificuldades da vida na ilha. Cristo veio e a bandeira do reino celestial está tremulando como um símbolo da esperança que é nossa, por meio das grandes misericórdias de sua abundante salvação. Alguns saúdam a bandeira e aceitam Jesus como seu Salvador. Mas mui­tos fogem, não reconhecendo que Ele é a única esperança de salvação das mi­sérias e tristezas de uma vida sem Cristo. Robert P. Turner (Carolina do Sul, E.U.A.). 14.2.2008

 

Há alguns anos, meu irmão mais moço mudou-se para os Estados Uni­dos, a fim de estudar. Com o passar dos dias, minha mãe começou a preocu­par-se com ele. Um dia, ela abriu-lhe o coração numa carta e indagou do seu estado espiritual. Eis a resposta que recebeu: "Mãe querida, as tentações são muitas; contudo, à medida que elas cruzam os meus caminhos, eu as venço todas. Quando éramos crianças, realizávamos o culto doméstico. Geralmente tu nos ajuntavas ao redor de teus joelhos e lias a Bíblia. Depois, enquanto continuávamos ajoelhados, tu oravas a Deus em favor de cada um de nós. As vezes, eu abria os olhos para contemplar tua face erguida em oração. Quando as tentações me assaltam, eu contemplo com meus olhos espirituais a tua face levantada para Deus, orando por nós. Mãe, é este o segredo de minha vitória sobre as tentações". Quando esta carta chegou, minha mãe encheu-se de gozo e rendeu gra­ças a Deus. Vahram Solibiam (Líbano). 16.2.2008

 

Quando a Babilônia corria o perigo de ser invadida pelos persas, o povo pensou que devia salvar primeiramente os deuses Bel e Nebo. Os deuses fo­ram então colocados sobre animais que iam na frente da multidão. Como fos­sem uma carga muito pesada, a fuga tornou-se muito lenta. E assim, em vez de salvar o povo, os deuses tornaram-se um empecilho para a multidão. Desse modo o povo foi vencido e levado ao cativeiro. Quão diferente é o Deus vivo a quem nós amamos e confiamos. Nós não o salvamos; Ele nos salva e nos livra nas horas de provação. A religião não é uma carga para nós. Ela não impede a nossa marcha. Ao contrário, ela nos eleva e nos conduz pelo caminho da perfeição. São, porventura, as asas uma carga para a ave? São, por ventura, as ve­las uma carga para o barco? Do mesmo modo Deus é para nós a fonte da nossa força. Seu poder habilita-nos a triunfar sobre todas as provas e tentações. Não somos nós quem o carregamos, mas sim, Ele é quem nos leva e nos traz sempre em segurança. Charles Gallacher (Austrália). 16.2.2008

 

Em uma cabana nas montanhas da Suíça, morava uma família feliz: um casal e sete filhos. A vida era difícil para eles, havendo o perigo constante de avalanches destruidoras. Mas todos confiavam em Deus. Certo dia, uma grande avalanche de neve cobriu a casa e sepultou os pais e as crianças. Em vez de se deixarem dominar pelo desespero, eles oraram a Deus para ajudá-los e livrá-los, se fosse sua vontade. Depois de cinco dias de trevas, a família aprisionada notou um pequeno ponto de claridade na janela. A luz está aparecendo", gritaram todos. Para libertá-los, os bravos soldados suíços tinham cavado dia e noite. Graças a Jesus o povo que jazia em trevas viu uma grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz. Quando Jesus penetra nas trevas de nossa alma, estamos seguros e não carecemos temer o perigo e a morte. Para garantir nossa segurança espiritual, precisamos abrir nossos corações para que sua luz possa entrar. Ruth Luchsnger (Suíça). 19.2.2008

 

Na linda ilha francesa de Guadalupe estava sendo realizada uma reunião evangélica ao ar livre. Um jovem, bastante alcoolizado, deteve-se para ouvir a palestra. Henrique tivera boa educação, e chegara a ter perspectivas brilhan­tes de uma carreira futurosa. Mas a bebida forte e as más companhias o arras­taram para a sarjeta do pecado e da derrota. Agora, ao ouvir a pregação, o Espírito de Deus penetrou-lhe o cérebro entenebrecido, levando-o à convicção de que aquela vida inútil devia ser transformada. E Jesus Cristo estendeu Sua mão para salvar Henrique de seus pecados. Quando anos mais tarde me en­contrei com ele, vi-me face a face, não só com um fino cavalheiro cristão, mas também com um pregador voluntário de êxito - testemunho vivo do poder salvador de nosso Senhor. 25.2.2008

 

Deus tratou Jesus como se Ele mesmo houvesse cometido todos os pecados em lugar de toda pessoa que creria nEle; e Deus considerou os crentes como pessoas que viveram a vida perfeita do Senhor Jesus. 17.3.2008

 

Contou alguém: Estava ocupado com tarefas caseiras e prestei pouca atenção à voz distante que chegava pela porta dos fundos. Achei que estava ouvindo os filhos dos vizinhos brincando, mas dali a pouco dei-me conta de que alguém estava gritando por socorro. Finalmente, alarmado, corri em direção ao som e encontrei um vizinho com os dedos presos na correia do motor de seu trator de jardim. Ajude-me!, ele gritou. Cortei a correia e soltei-o. Ele havia tentado consertar o motor com o trator em funcionamento. Felizmente, o propulsor desligou, deixando os dedos de meu vizinho apenas comprimidos e machucados. Afastei-me sentindo-me culpado, sabendo que, se tivesse atendido ao seu primeiro grito, poderia tê-lo poupado de algum sofrimento. Ao orar para me tornar mais sensível aos acontecimentos próximos de mim, Deus ajudou-me a ver que às vezes também deixo de perceber o sofrimento emocional das pessoas à minha volta. Compreendi que a preocupação com interesses pessoais muitas vezes me havia feito insensível. A partir desse momento, determinei-me a escutar mais atentamente e ser sensível às necessidades das pessoas ao meu redor. 26.8.2008

 

Benjamim Carpenter tem distrofia muscular e se desloca somente numa cadeira de todas elétrica. Certo dia, quando estava atravessando um cruzamento, o sinal fechou e uma carreta bateu na alças da cadeira de rodas, que ficou presa ao veículo. Sem perceber o fato, o motorista seguiu seu caminho pela rua, e logo Benjamim estava sendo empurrado a 80 quilômetros por hora. Em seguida a borracha dos pneus da cadeira de rodas começou a queimar. Transeuntes viram aquele acontecimento estranho e telefonaram para a polícia. Quando o motorista da carreta parou no acostamento, ficou atônito ao ver o que estava preso na grade de ferro de seu veículo. Benjamim levou um enorme susto, mas escapou sem nenhum ferimento. Às vezes, nós também sentimos como se nossas vidas fossem seqüestradas por circunstâncias inesperadas. Quando Davi foi convidado a ir ao palácio do rei Saul, ele tranqüilizou os nervos do rei tocando sua harpa. Mas logo, de forma inesperada, o rei invejoso atirou uma lança contra ele. Davi viu-se preso num drama perigoso de perseguição, no qual o rei Saul tentava matá-lo. Contudo, Davi olhou para Deus em busca de proteção imediata e, por fim, recebeu o livramento. Por causa dessa experiência, ele escreveu sobre a fidelidade de Deus: "Pois tu és o meu alto refúgio, abrigo seguro nos tempos difíceis" (Salmo 59:16). Não importa qual seja o nosso problema, Deus está presente. 26.8.2008

 

Antônio, um pai de família, um certo dia, quando voltava do trabalho, dirigindo num trânsito bastante pesado, deparou-se com um senhor que dirigia apressadamente. Vinha cortando todo o mundo e, quando se aproximou do carro de Antônio, deu-lhe uma tremenda fechada, já que precisava atravessar para a outra pista. Naquela hora, à vontade de Antonio foi de xingá-lo e impedir sua passagem, mas logo pensou: - Coitado! Se ele está tão nervoso e apressado assim... Vai ver que está com um problema sério e precisando chegar logo ao seu destino, pensando assim, foi diminuindo a marcha e deixou-o passar. Chegando em casa, Antonio recebeu a notícia de que seu filho de três anos havia sofrido um grave acidente e fora levado ao hospital pela sua esposa. Imediatamente seguiu para lá e, quando chegou, sua esposa veio ao seu encontro e o tranqüilizou dizendo: —Graças a Deus está tudo bem, pois o médico chegou a tempo para socorrer nosso filho. Ele já está fora de perigo. Antonio, aliviado, pediu que sua esposa o levasse até o médico para agradecer-lhe. Qual não foi sua surpresa quando percebeu que o médico era aquele senhor apressado para o qual ele havia dado passagem! 27.1.2009

 

Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo. Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento. 27.1.2009

 

Certo homem depois de um acidente de avião. Ficou boiando à deriva até que chegou a uma ilha não habitada. Cansado, agradeceu a Deus por este livramento maravilhoso.. Conseguiu derrubar algumas árvores construiu uma casinha. Era um abrigo e o protegia. Satisfeito mais uma vez agradeceu a Deus, porque podia dormir sem medo dos animais Um dia, estava pescando Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, viu sua casa em chamas,Ele se sentou, chorando e dizendo: O Senhor sabe que preciso desta casa para abrigo, e deixou minha se queimar. Deus, o Senhor não tem compaixão de mim? Neste mesmo momento ouviu uma voz dizendo: Vamos rapaz? Ele se virou para ver quem estava falando com ele, e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro dizendo: vim te buscar - Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui? Ora, Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. E o capitão mandou te buscar. Lembre-se teu Deus,não te abandona nunca!27.1.2009

 

Certa vez uma família cristã, que viajava com destino a extinta sete quedas, teve o pneu do carro furado três vezes durante a viagem. Quando o pneu furou pela terceira vez, a família se reuniu e orou ao Senhor, pois percebiam que algo anormal estava acontecendo. Terminado o conserto seguiram viagem, e para surpresa deles, quando chegaram ao parque Iguaçu, as pontes sobre as sete quedas haviam rompido, resultando em algumas pessoas mortas e várias feridas. Atentaram para o tempo em que "perderam" consertando os pneus, e ficam surpresos em chegar a conclusão de que eles fatalmente seriam as vítimas, se tal coisa não tivesse se sucedido. Se você fizer um levantamento de sua vida constatará que Deus já agiu de modo semelhante a seu favor, dando-lhe livramento. 3.2.2009

 

Durante a Segunda Guerra Mundial, uma divisão das tropas do exército norte-americano foi cercada por soldados alemães. Imediatamente o comandante daquela divisão enviou uma mensagem de socorro às demais tropas do exército norte-americano, com o seguinte conteúdo: "Estamos em perigo, ajudem-nos ou seremos estraçalhados!". Ao receberem a mensagem pelo rádio, os comandantes das outras tropas enviaram imediatamente um grupo especial de combatentes que salvou aqueles soldados daquela emboscada. Muitas vezes nós nos sentimos cercados pelo Inimigo de nossas almas, e não vemos nenhuma saída. Nesses momentos devemos pedir socorro ao Senhor e nos manter calmos, confiantes de que o anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra. "Como estão os montes à roda de Jerusalém, assim está o Senhor em volta do seu povo desde agora e para sempre" (Salmo 125:2).25.8.2009

 

Lista de Schindler é encontrada na Austrália. A lista contém 13 páginas amareladas, onde estão escritos os nomes e nacionalidades de 801 judeus - 06 de abril de 2009 AFP - Nick Bryant, BBC Brasil. A lista preparada pelo industrial alemão Oskar Schindler, que ajudou a salvar mais de mil judeus dos campos de concentração na Segunda Guerra, foi encontrada em uma biblioteca de Sydney, na Austrália, que não sabia que estava de posse do documento. A lista foi encontrada em meio a notas de pesquisa e recortes de jornais alemães usados pelo escritor australiano Thomas Keneally, autor do livro A arca de Schindler, em que se baseou o filme A lista de Schindler, de Steven Spielberg. A biblioteca obteve a lista quando comprou o material de pesquisa de Keneally em 1996. A lista contém 13 páginas amareladas, onde estão escritos os nomes e nacionalidades de 801 judeus e foi descrita como um dos documentos mais poderosos do século 20. "Ela salvou 801 vidas das câmaras de gás... é uma peça histórica incrivelmente tocante", disse a co-curadora da biblioteca Olwen Pryke. Segundo Pryke, nem a biblioteca nem o livreiro, de quem comprou o material, se deram conta de que a lista estava entre os documentos. A lista foi datilografada apressadamente em 18 de abril de 1945, ao fim da Segunda Guerra, e compilada por Oskar Schindler. Durante a Segunda Guerra, Schindler dirigiu uma fábrica na Cracóvia, Polônia, onde usou mão de obra judia. Horrorizado com a conduta dos nazistas ele conseguiu convencer oficiais de que seus funcionários eram essenciais para os esforços de guerra e não deviam ser enviados a campos de concentração. A lista foi entregue ao escritor australiano Thomas Keneally em uma loja em Los Angeles, quase 30 anos, atrás por uma das pessoas que Schindler ajudou a escapar, Leopold Pfefferberg. Pfefferberg queria que o escritor contasse a história da lista.25.8.2009