Ilustrações Ilustrações I

Irmão

 

Turgeneff, o célebre escritor russo, ia passando pela rua quando um mendigo lhe pediu esmolas. O escritor respondeu: “Eu não tenho nada para lhe dar, irmão”. Porém, esse tratamento de “irmão”, fez mais pelo mendigo do que a esmola!

 

Ana Paula Valadão, do ministério Diante do Trono, conta: "Eu e meus irmãos crescemos em um lar evangélico, e nossos pais tinham muitas atividades na igreja. Gostávamos muito de ir aos ensaios do coral com a nossa mãe, pois podíamos correr e brincar entre os bancos da igreja e conhecíamos tudo naquele lugar. Havia "lugares secretos" para escondermos, sentíamos à vontade para entrar e sair pelos corredores e portas. Assim também devemos ser na presença de Deus". 

 

Eclesiastes 2:12-16 relembra-me a história acerca de dois irmãos cujas vidas seguiram rumos opostos. O mais novo partiu o coração de seus pais pelo seu estilo de vida sem Deus.. Tornou-se um cínico amargo e morreu relativamente novo. Poucas pessoas assistiram ao funeral. O outro irmão cria em Jesus desde criança, tornou-se um pastor, e formou uma família amorosa. Tinha de longe uma vida mais satisfatória. Quando morreu aos oitenta anos, ele foi chorado pela sua família e amigos. Mas um céptico poderia dizer, ”O homem de Deus acabou por morrer como o irmão. E Então?”. Esta era a visão que Salomão expressou quando escreveu, “Como morre um homem bom; assim morre o tolo!” (v.16). Mesmo sabendo que mais tarde Salomão abandonou o seu cinismo e observou a sabedoria de viver em obediência a Deus, ele não teve a vantagem de conhecer a Jesus e a esperança que Ele oferece. Por exemplo, enquanto o apóstolo Paulo enfrentava uma iminente execução, podia falar de uma alegre antecipação do dia em que encontraria Jesus e receberia d’Ele “a coroa da justiça”. Esta recompensa está guardada para todos aqueles “que amaram a Sua Vinda” (II Tim.4:6-8). Como crentes não temos de enfrentar a morte com a perspectiva dos infiéis. Podemos enfrentá-la com alegria! - Fonte: http://www.gospelcom.net/rbc/pd/2000/Marco2000.htm

 

Uma das coisas que gosto numa igreja é quando nela ninguém é professor ou doutor, mas apenas "irmão". O tratamento "irmão" indica um desejo de relacionamento, e só há relacionamento entre iguais.

 

Que nunca nos esqueçamos que nossos irmãos em Cristo são antes de tudo os filhos do Senhor. Devemos amar os filhos do Senhor, orar pelos filhos do Senhor. Servir os filhos do Senhor. E que bênção é saber que os filhos do Senhor são nossos irmãos! 8.1.2008

 

"Bem podemos nos chamar irmãos, porque somos redimidos por um sangue; somos participantes da mesma vida; alimentamo-nos do mesmo pão celestial; estamos unidos pela mesma Cabeça vivente; buscamos os mesmos fins; amamos o mesmo Pai; somos herdeiros das mesmas promessas; e habitare­mos juntos para sempre no mesmo céu." 19.2.2008

 

A resposta correta à insolente pergunta de Caim - "Acaso sou eu tutor de meu irmão?" - seria um muito positivo "Sim!" Indubitavelmente, somos guardadores de nossos irmãos. Temos responsabilidade para com todos os que entram em contato conosco. Certo comerciante conservava, na parede de seu escritório, três mapas. "Antes de eu aceitar Cristo", explicou ele, "como negociante de imóveis, eu tinha este mapa de várias subdivisões sempre à minha frente. Só pensava em propriedades. Então, me tornei crente, e pendurei outro mapa. Este segundo mapa é de meu país e meu estado, e sempre me lembra o dever que tenho pa­ra com a minha comunidade e os habitantes de minha terra. Então, comecei a pensar em obrigações mais vastas - o campo mundial - e dependurei um ter­ceiro mapa: o mapa mundi. Este mapa abrange os outros dois. Ele sempre me lembra que sou guardador de meus irmãos em todo o mundo." 19.2.2008

 

Certo mendigo pediu esmola e um pedestre, que parou e lhe disse: "Irmão, não tenho nada comigo para lhe dar. "Mas", respondeu o mendigo, "o senhor já me deu muita coisa. O senhor me chamou de irmão". 25.3.2008

 

Uma menina chinesa conduzia às costas um pequenino de dois anos de idade. Ao vê-Ia passar, vergada ao peso daquela carga, um sacerdote perguntou­lhe: -É pesado, menina? - Não, senhor - respondeu a menina, ela muito viva - é meu irmão! Que linda resposta deu a menina. Atente no profundo ensinamento que suas palavras encerram. Quando temos o espírito de boa vontade e amor, as cargas não nos pesam. 6.5.2008

 

Os crentes têm de fazer para os irmãos aquilo que eles alegam os outros não estarem fazendo por eles. John Farese. 7.5.2008

 

Dois irmãozinhos maltrapilhos, um de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo comida de porta em porta. Depois de muitas portas na cara, acabaram ganhando uma latinha de leite condensado. Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O maior fez um furo na latinha, levou-a a boca, sorveu só uma gotinha e passou a lata para o menor. - Agora é a sua vez. O pequeno chupava o leite condensado com um prazer indescritível. Para evitar que ele bebesse muito depressa, o maior tomava-lhe a lata e dava à entender que ia beber à vontade, mas, só molhava os lábios, para deixar mais leite para o caçula. - Agora é a sua vez. Só um pouquinho, heim... Quando o leite acabou o mais velho começou a cantar, a sambar e a jogar futebol com a lata vazia. Estava radiante. O estômago vazio, mas o coração cheio de alegria. E recomeçaram sua caminhada de porta em porta...25.5.2009