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Intenção |
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Há muitos anos no hospital do Faial, no arquipélago dos Açores, aconteceu uma coisa que deixou muita gente consternada: Um homem de 32 anos, operado havia 4 horas, acorda da anestesia e pede água. Um velhote que ali se encontrava internado, com pena do rapaz e vendo-o com tanta sede olha para um copo que se encontrava sobre uma mesa próxima, e dá-a ao recém operado. Chegou-lhe o copo à boca e ele bebeu sofregamente. Passados 3 minutos o homem estava morto. Aquele ancião, movido por tão boas intenções, acabara de matar um homem de 32 anos, sem querer. Primeiro o copo era afinal uma jarra onde tinham estado umas flores, que alguém retirara entretanto. E o jovem tinha sido operado ao estômago. Esta história pungente serve para ilustrar o ditado popular ‘de boas intenções está o mundo cheio’. Nem sempre as boas intenções produzem bons efeitos. Aquele velhote nunca supôs que o seu gesto tão bem intencionado causasse a morte daquele homem. Afinal o rapaz estava com tanta sede e pediu água... Mas o que ele não sabia é que estava cometendo um grave erro. Nós todos quantas vezes não cometemos erros, e por vezes gravíssimos, movidos pelas melhores intenções, julgando que estamos a praticar ações corretas? A ignorância não é causa de castigo, mas as ações incorretas cometidas sob o efeito das boas intenções, quando estas não são devidamente ponderadas, já podem ser condenáveis. Aquele ancião, no hospital do Faial em vez de ter agido irrefletidamente e precipitadamente, querendo valer ao rapaz pelas suas próprias mãos, se tivesse chamado uma enfermeira ou alguém habilitado, nunca tinha ocorrido em homicídio involuntário. - Fonte: www.iujc.pt/Revcomp1.html |
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Um advogado faz uma visita a seu cliente na prisão. Este expõe seu caso e, visto a gravidade dos fatos, propõe este acordo ao advogado: - Se eu pegar 5 anos, eu lhe pago R$ 1000. Mas se eu pegar só 3 anos, eu lhe pago R$ 2000. Agora, se eu pegar só um ano, eu lhe pago R$ 3000. Depois da audiência, o advogado vai visitar novamente seu cliente na prisão e explica, feliz da vida: - Eu lhe consegui um ano, portanto o senhor me deve R$ 3000. E olhe, tivemos sorte: eles queriam absolvê-lo! |
| Antigamente mulher gostava de cara que era cavalheiro, educado,romântico, carinhoso. Depois, passou a gostar de cara que se mostrava, que lutava JIU JITSU... Agora a moda é KARATÊ! O kara-tê dinheiro, o kara-tê carro, o kara-tê fama... 19/3/07 |
| O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até o local onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: Filho como está se sentindo agora? Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Agora, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores. TG 2:8,9 -Pr Davi Buriti. 25.10.2008 |