Ilustrações Ilustrações I

Indiferença

 

"Como se morre de velhice ou de acidente ou de doença, morro, Senhor, de indiferença. Da indiferença deste mundo onde o que se sente e se pensa não tem eco, na ausência imensa (...). Já não se morre de velhice nem de acidente nem de doença, mas, Senhor, só de indiferença". - Cecília Meireles

 

Um cardeal brasileiro "alfinetou" o Presidente Lula afirmando que ele é mais "caótico do que católico".

 

Em um cruzeiro de luxo, o passageiro avista um homem barbudo acenando e pulando numa ilha. Diz ao comandante: Olha lá aquele homem fazendo sinais... Deixa ele pra lá. Todo ano, quando a gente passa por aqui, é a mesma coisa: ele fica doido desse jeito! 

 

Damico era dono de uma bem sucedida farmácia numa cidade do interior. Era um homem bastante inteligente mas não acreditava na existência de Deus ou de qualquer outra coisa além do seu mundo material. Um certo dia, estava ele fechando a farmácia quando chegou uma criança aos prantos dizendo que sua mãe estava passando mal e que se ela não tomasse o remédio logo iria morrer. Muito nervoso e após insistência da criança, resolveu reabrir a farmácia para pegar o remédio. Sua insensibilidade perante aquele momento era tal que acabou pegando o remédio mesmo no escuro, entregou-o à criança, que agradeceu e saiu dali às pressas. Minutos depois, percebeu que havia entregado o remédio errado para criança e, se aquela mãe o tomasse, seria morte instantânea. Desesperado, tentou alcançar a criança mas não teve êxito. Gritou em desespero... o tempo passava e nada acontecia. Sem saber o que fazer e com a consciência pesada, ajoelhou-se e começou a chorar e dizer que se realmente existia um Deus que não o deixasse passar por assassino. O tempo passava e ele, de joelhos ficava pensando que a mulher poderia já estar morta e, certamente, ele teria de pagar por isso. Refletiu sobre suas intemperança, sobre seu mau humor principalmente sobre sua insensatez. De repente, sentiu uma mão tocar-lhe o ombro esquerdo. Ao virar-se deparou-se com a criança em prantos. Naquele momento ficou desconsolado. Mas tinha uma certeza: Deus, de fato, não existia. Já podia imaginar o que estava para lhe acontecer. O choro e o olhar triste daquela criança lhe atravessava a alma. No entanto, como um lampejo de sabedoria, perguntou ao menino o que lhe havia acontecido. Então aquela criança começou a dizer: "Senhor, por favor não brigue comigo, mas é que caí e quebrei o vidro do remédio, o senhor poderia me dar outro?" Enquanto embalava o remédio, agora certo, sentiu não somente que sua fé mudara, sentiu a presença de Deus. - Internet, GoodNewsGrupo

 

Um irmão compartilhou através da Internet: Havia ido ao Shoping e como gostava de fazer, ficou na praça de alimentação a observar as pessoas, algumas em seus passos apressadas, outras a contemplar vitrines. Contou que observou uma moça que havia saído de uma loja, ela aparentava uma tristeza intensa de quase desespero. Para sua surpresa, a moça começou a chorar, andava e chorava. O irmão, então, passou a prestar atenção para ver o comportamento das pessoas que presenciavam aquilo. Um casal aparentando quarentões endinheirados vinha na mesma direção que ela; quando a senhora viu a cena, deu um toque no marido apontando com os olhos e puxou-o forçando a mudar de direção, da mesma forma que fazemos quando vemos fezes de cachorro na calçada. Essa declaração dele me chocou: "mudar de direção, da mesma forma que fazemos quando vemos fezes de cachorro na calçada".

 

Sobre a morte do papa João Paulo II, o ex-jogador Diego Maradona disse: "Estou triste, porque se vai um ser humano". Só peço a Deus... que mande um novo papa que tire os ornamentos de ouro do Vaticano e os use para dar de comer às crianças da África e da Argentina, por exemplo". - http://jg.globo.com/JGlobo

 

Um exemplo clássico de pessoas que não levaram Deus a sério foram os hebreus que haviam saído do Egito por ocasião do êxodo. O apóstolo Paulo mostrou aos coríntios que esse povo tinha tudo para vencer. Todos eles tinha tudo: orientação sobrenatural, uma nuvem de dia e uma coluna de fogo à noite; uma libertação sobrenatural: a passagem pelo mar vermelho; uma liderança sobrenatural: Moisés, um homem amigo de Deus; um cardápio sobrenatural até: maná do céu e água da rocha. Os hebreus estavam cercados de privilégios sem precedentes. Entretanto, e Paulo faz uso dessa palavra... entretanto, com o passar do tempo todas aquelas bênçãos e toda aquela conversa sobre Deus foi ficando azeda. Sucedeu que o povo não levou Deus à sério, Mas como isso foi acontecer? Aconteceu a medida em que eles permitiram que uma mente voltada para banalidades tomasse o lugar de uma vivência pela fé com Deus (1 Co 10.1-11).

 

L.H. Bubee (Christ Today) narra, segundo informa Miguel Rizzo Júnior, o seguinte: "Para exemplificar o descaso com que a religião encarava a miséria humana, certa ocasião, quando se feria séria batalha perto de Constantinopla e o número de feridos crescia assustadoramente, certo militar correu a um convento das cercanias e pediu que os monges ajudassem a tratar dos feridos. Esses responderam que não atendiam ao pedido porque não deviam interromper a seqüência das ladainhas que diariamente ali se cantavam". - Ebenézer Soares Ferreira, em O Jornal Batista.

 

Guilherme R. Moody, na biografia de seu pai, D.L. Moody, conta-nos que o grande evangelista estava em um trem com o professor D.B. Towner, quando um jovem bastante bêbado e ferido, com uma vista completamente fechada e terrivelmente desfigurado, reconheceu a Moody e começou a cantar hinos e murmurar algumas palavras consigo mesmo. Moody ficou muito incomodado e pediu ao condutor que tirasse dali aquele passageiro. O condutor falou mansamente ao jovem, levou-o ao carro de bagagem e lavou-lhe a vista doente, atando-a com o próprio lenço, depois do que o ébrio adormeceu. Moody deteve-se a pensar um pouco e então disse: "Twner, aquilo foi uma forte repreensão para mim. A noite passada eu exortei o povo a imitar o bom samaritano e esta manhã Deus me deu oportunidade para praticar o que preguei e eu me coloquei no caminho do sacerdote e do levita". Naquela noite ele relatou o incidente ao auditório, confessando sua humilhação. - Ebenézer Soares Ferreira, em O Jornal Batista.

 

"O verdadeiro oposto do amor não é o ódio, mas a indiferença" - Joseph Flecher.

 

Um homem, muito incrédulo, se viu em grande aflição e resolveu orar. Sem saber o que dizer a Deus, resolveu recitar o Pai Nosso. Disse ele: "Pai nosso que estás nos céus." Logo que pronunciou estas palavras, sentiu-se condenado pela hipocrisia de chamar Deus de seu Pai. Quando acrescentou à oração, "santificado seja o Teu nome," ficou perplexo e chocado porque sabia que não era sincero e que suas palavras não expressavam seu pensamento. Ele nunca havia se importado com a santidade do Senhor. A seguir ele adicionou à sua oração: "Venha o Teu reino." Aqui ele se sentiu quase sufocado. Ele nunca desejou que o reino de Deus fosse estabelecido, que era hipócrita ao falar tais palavras, e que não deveria tê-las dito, porque não refletiam o desejo sincero de seu coração. Então, na sua oração, surgiram as palavras: "Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu." Seu coração rebelde não permitia que dissesse tal coisa, ele não conseguia mais falar, pois, se viu cara a cara com a vontade do Deus Altíssimo. Como nos sentimos quando recitamos o Pai Nosso? Temos visto, em nossas palavras, sinceridade e verdadeira adoração ao Senhor ou, como o incrédulo de nossa ilustração, hipocrisia e indiferença às coisas de Deus?

 

Bernard Shaw, grande escritor irlandês, ganhador do prêmio Nobel, em 1925, é o autor da seguinte frase realista: "O maior pecado para com o próxi­mo não é odiá-lo, mas ser-lhe indiferente; esta é a essência da desumanida­de". 25.2.2008

 

Há alguns anos, perto das Cataratas do Niágara, havia um jovem que trabalhava como guia de turistas. Um dia, não tendo o que fazer, amarrou sua canoa num lugar bem acima das cataratas e deitou-se dentro dela para descansar. Embalado no seio das águas sempre agitadas, adormeceu. Julgava ter amarrado o barco com segurança, mas, com o constante balançar, a corda desprende-se, e finalmente, a canoa começou a ser levada pela correnteza, com seu tripulante inconsciente do que se passava. As pessoas que se encontravam na margem, percebendo o grave perigo em que o jovem se encontrava, gritavam em alta voz, na esperança de o acordar para que se salvasse, enquando a correnteza não fosse forte demais. Porém, foi em vão que se esforçaram. Em dado momento o barco encalhou num rochedo que sobressaía no meio do rio. Ao notarem isso, os observadores redobraram seus esforços para despertar o adormecido, gritando freneticamente: - Agarre no rochedo!! Salte para a rocha!! Porém, o pobre rapaz continuou dormindo, inconsciente do perigo iminente que o ameaçava. Não demorou para que a força da correnteza afastasse o barco do rochedo e o levasse a grande velocidade para as cataratas. O infeliz só foi acordado pelo estrondo ensurdecedor das grandes massas de água, pelas quais foi arrastado para a morte. Que horror! Dormindo na canoa! Tranquila e inconscientemente deslizando para as garras da morte! Só de pensar nisto já nos faz estremecer. Contudo, isto serve para descrever muito nitidamente a indiferença das pessoas em nossos dias, muitas das quais completamente despreocupadas quanto ao seu rumo fatal; profundamente adormecidas nos seus pecados, e talvez, embaladas na maré dos prazeres terrestes efêmeros ou encantadas por infundada confiança numa vida aparentemente sem defeito, ou numa religião professa. TODOS ESTÃO DORMINDO NA CANOA! 21.8.2008

 

Certa vez um garoto entrou na sala de emergência de um hospital depois de ter sido atropelado. O motorista que o socorreu, ao ser interpelado para efetuar o depósito necessário ao atendimento, informou que não possuía, naquele momento, dinheiro ou cheque que pudesse oferecer em garantia, mas certamente, se o hospital aceitasse, poderia efetuar o depósito na primeira oportunidade. O atendente, na impossibilidade de liberar o atendimento, mas, com a vantagem de ter um dos diretores do hospital, que também era médico, de plantão naquele momento, resolveu consultá-lo. Todavia, por não ter dinheiro nem garantias para o tratamento, não liberou o atendimento, fato que levou a criança atropelada a falecer. O diretor, novamente chamado para assinar o atestado de óbito do garoto, ao chegar para o exame cadavérico, descobre que o garoto atropelado era seu filho, que poderia ter sido salvo, se tivesse recebido atendimento. 27.1.2009

 

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...". Martin Niemöller, 193310.9.2009

 

O velhinho aposentado procura o oculista da previdência, que diz: - Leia o que está escrito naquele cartaz! - Mas, doutor... Não vendo nem o cartaz... - Realmente, não tem nenhum cartaz ali. A sua vista está ótima, não precisa de óculos!22.10.2009

 

As pessoas, de um modo geral se posicionam diante da vida como se fossem viver para sempre. Philip Adams22.10.2009