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Hóspede |
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Em Macaé-RJ, durante um seminário realizado numa igreja da cidade, uma família cedeu a casa para um grupo de doze moças. A família foi dormir fora e permitiu que as moças ficassem em sua casa, desfrutando de todo o conforto: dos quartos, das frutas na geladeira, do telefone, dos joguinhos no computador... |
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Visitas sempre dão prazer. Se não na chegada, ao menos na saída. |
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O sujeito está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo em vida o máximo possível. A família chama o pastor para que ore com ele. Quando o pastor senta a cabeceira do moribundo, o estado dele parece deteriorar rapidamente, e pede freneticamente com gestos algo para escrever. O pastor lhe dá um bloquinho e uma caneta, e o doente escreve algo no bloco, e em seguida morre. O pastor faz uma breve oração pela família e guarda o bloquinho sem ler. No enterro, depois da cerimônia, o pastor mexe no bolso e encontra o bloquinho, e se lembra de que o morto tinha escrito algo. Ele aproveita a presença de todos e diz: - Nosso saudoso irmão ainda escreveu algo neste bloco antes de morrer. Suponho que todos gostariam de saber qual foi seu último pensamento. E ele abre o bloco e lê em voz alta: - Você está pisando no meu tubo de oxigênio. |
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Um testemunho dado por um pastor acerca de Jorge Washington: "Muitas vezes sua casa em Monte Vernon, nos domingos de manhã, estava cheia de hóspedes. Mas isso não era razão para que ele deixasse de ir ao culto na igreja. Ia e convidava os hóspedes a acompanhá-lo". |
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Um testemunho dado por um pastor acerca de Jorge Washington: “Muitas vezes sua casa em Monte Vernon, nos domingos pela manhã, estava cheia de hóspedes. Mas isso não era razão para que ele deixasse de ir ao culto na Igreja. Ia e convidava os hóspedes a acompanhá-lo.” |
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Ouvi uma história, anos atrás, sobre um casal de missionários que estava voltando da África para os Estados Unidos. Não tinham aposentadoria, sua saúde estava debilitada, sentiam-se derrotados, desanimados e apreensivos... Depois de muitos anos de serviço missionário, lá estavam eles, iniciando sua longa viagem de volta a bordo do mesmo navio em que estava o Presidente Teddy Roosevelt (presidente dos EUA de 1901-1909), retornando de uma temporada de caça na África. No momento do embarque, havia uma multidão de gente e uma banda tocando para a despedida do presidente, mas ninguém para se despedir dos missionários. O marido disse, então, à esposa: "Não é estranho, querida? Aqui estamos nós, sacrificamos nossas vidas no serviço do Senhor, gastamos muitos anos neste lugar, perseveramos no meio de imensas adversidades, perdemos alguns dos nossos filhos e os enterramos aqui. Tudo tem sido tão difícil, mas ninguém realmente se importa com isto, não é? Veja só toda essa fanfarra quando o presidente volta de uma simples excursão de caça! Mas ninguém se importa se fizemos algo de valor para Deus ou não." "Querido, você não deveria pensar assim", disse sua esposa. "Não dá para pensar de outra forma. É tudo tão injusto." Durante toda a viagem, enquanto cruzavam o Atlântico, este sentimento crescia e fervia em sua mente. A amargura foi tomando conta da sua alma e ele disse à sua esposa: "Aposto que quando chegarmos em Nova Iorque vai haver outra banda para receber o presidente, e ninguém esperando por nós. Estaremos sozinhos". E foi assim que aconteceu. Quando o navio atracou no porto de Nova Iorque, uma banda tocava as canções preferidas de Teddy Roosevelt, e todas as autoridades da cidade estavam lá para recepcioná-lo. Enquanto isto, o casal de missionários desembarcou completamente despercebido e foi alugar um apartamento dilapidado no Setor Leste de Nova York... Completamente arrasado, o homem disse à esposa: "Não é justo, não é justo mesmo! Aqui estamos nós, sem dinheiro, sem saber quem é que vai cuidar de nós ou para onde vamos. Deus nos prometeu grandes coisas, mas nada aconteceu. Entregamos a ele tudo que tínhamos, e o que fez por nós? Agora, veja o que acontece quando o presidente sai numa excursão de caça! Isso não é justo!" "Querido", a esposa respondeu, "eu sei que não é justo, mas esta não é a atitude certa. Não deve pensar assim. Por que você não vai até o quarto, conversa com o Senhor sobre tudo isso e veja o que ele tem a dizer?". E ele foi. Entrou no quarto e ajoelhou-se à beira da cama, sozinho. Ficou lá por um bom tempo e, quando saiu, seu rosto brilhava. Sua esposa percebeu que algo tinha acontecido. Então ela perguntou: "O que houve?". E ele respondeu: "Eu me ajoelhei e derramei toda essa história diante do Senhor. Contei para ele que havia achado tudo tão injusto, especialmente que, ao chegarmos em casa, o presidente ganhou aquela tremenda recepção, enquanto ninguém se importou conosco. Eu disse também que ele não estava nos tratando direito. Mas sabe o que o Senhor me disse? Foi como se tivesse se inclinado e colocado sua mão no meu ombro, para me dizer: 'Mas você ainda não chegou em casa!'" Do livro "TALKING TO MY FATHER" (Conversando com meu Pai), de Ray Stedman. |
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Lembro-me de uma irmãzinha que tinha muitos problemas, um certo dia ela disse ao seu pastor: "Na casa do pastor deve ter um cobertor para cada membro da igreja". Assim é que ela imaginava ser a casa do pastor. |
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O hóspede indesejável é aquele que faz você se preocupar com ele o tempo todo. |
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Aquela senhora idosa não tinha condições de freqüentar os cultos de sua igreja. Incapaz de mover-se sozinha, dependia da ajuda de outras pessoas para as mínimas tarefas domésticas de sua casa, bastante simples. Mas ela mantinha vida espiritual vitoriosa e abundante. Prezava a comunhão com Deus, lia a Bíblia constantemente, orava dia e noite, andava na comunhão do Senhor, e alegrava-se sobremaneira quando outras pessoas vinham vê-la. Nessas ocasiões, os visitantes saíam ricamente abençoados, confortados, e, com satisfação, davam testemunho disso. Um dia, uma irmã chegou quase à noite à casa da mulher fisicamente inválida, desculpando-se e dizendo: "Lamento muito ter vindo a esta hora. É que eu fiz outras visitas, antes de chegar aqui." "Eu também, querida, estive hoje visitando várias pessoas", respondeu a mulher. "Como é isso possível? A senhora não pode sair de casa!" "Ah, meu corpo está impedido, mas, como dizia o apóstolo Paulo que a Palavra não estava presa, também meu espírito está livre. Todos os dias visito o povo de Deus com minhas orações, sem sair daqui!". |
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Um parente estava hospedado na casa de João, já fazia duas semanas e não tinha intenção de partir muito cedo. Aí, João lhe pergunta: - Juca, você me disse que veio fazer só uma visitinha e já faz quinze dias que está em minha casa. Já passou o Natal comigo, e, você não gostaria de passar o Ano-Novo com sua esposa e filhos? - Claro que sim, respondeu o Juca. Boa idéia! Vou mandar chamá-los. 11/1/07 |
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Às vezes basta uma palavra para gerar angústia. Vejamos um exemplo: Julinho está com tosse. Aproxima-se alguém e diz: "Oh! Não sei não. Deve ser bronquite ... "Outro completa: 'Isso é horrível! Minha sobrinha, quando tem crises de bronquite, precisa ficar no hospital e tomar soro... Outra ainda arrisca: "Eu acho que isso é pneumonia. Veja como o coitadinho está abatido..." E lá vai! 9.1.2008 |
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Certa manhã, bem cedo, quando me punha nas mãos de Deus, como fazia diariamente para executar a sua obra, senti a impressão de que devia visitar o hospital, ainda que não fosse dia regular de visita. Num catre da enfermaria, encontrei uma mulher em desespero. Ela ia ser operada no dia seguinte. Estava com muito medo. Esforcei-me por fazê-la sentir que Jesus estava com ela e que ela devia confiar nele e entregar-se aos seus cuidados. "Ele não falhará", disse eu. Depois de orar com ela, sai. Quando voltei lá outra vez, o rosto mais alegre de toda a enfermaria era o rosto daquela senhora. Ao aproximar-me de seu leito, ela me disse: "Pastor, eu fiz como o senhor me disse. Não tive medo algum". Não precisamos argumentar como Deus nos faz conhecer a sua vontade. O importante é que confiemos nele, seja qual for a circunstância. Ele nos mostrará a sua vontade se o buscarmos em oração, em meditação, no estudo de sua Palavra e na comunhão com outros que estão buscando obedecê-lo. T. Stanley Cannon (Jamaica). 14.2.2008 |
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"Dá a quem te pede, e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes" (Mt 5.42). Tantas vezes, ao sermos solicitados a ajudar certas pessoas necessitadas, inclinamo-nos a perguntar: "São cristãos? Estão procurando viver corretamente? Se não, por que os haveríamos de ajudar?" Há uma velha alegoria judaica, mais ou menos nesse teor: Um dia Abraão estava sentado à porta da tenda, como tinha por costume, esperando hospedar estranhos, quando viu, caminhando em sua direção, um homem de cem anos, todo curvo e amparado em seu bordão, fatigado pelos anos e pela viagem. Abraão o recebeu bondosamente, lavou-lhe os pés, fê-lo sentar-se e lhe serviu a ceia. O ancião comeu, entretanto, sem pedir a bênção de Deus nem lhe dar graças. Ao ser-lhe perguntado por que não adorava o Deus do céu, o velho disse a Abraão que adorava unicamente o fogo, e não conhecia outro deus. Diante desta resposta, Abraão em seu zelo, ficou indignado a ponto de mandar embora o velho de sua tenda, expondo-o às trevas, aos males e perigos da noite, sem proteção. Deus chamou Abraão e perguntou-lhe onde estava o estrangeiro. Ao que o patriarca respondeu: "Atirei-o para fora, pois não Te adora". Deus então respondeu: "Eu o tenho suportado por cem anos, se bem que ele me desonre, e tu não o pudeste suportar por uma noite, sendo que ele não te causou nenhuma perturbação?" Em vista disso, diz a história, Abraão o chamou de volta, foi hospitaleiro com ele, e proporcionou-lhe sábias instruções. 25.2.2008 |
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Robert E. Speer contou o seguinte fato: "Há muitos anos atrás eu fui recepcionado pelo Reitor de uma pequena faculdade no sul do país. O estabelecimento de ensino tinha poucas acomodações e estas já estavam ocupadas. Fui, então, convidado a me hospedar em sua casa. Eu acordei bem cedo na manhã seguinte. De repente, eu ouvi o que parecia ser alguém andando na ponta dos pés dentro de meu quarto. Eu permaneci quieto em minha cama e abri um pouco os olhos para ver quem era. Para minha surpresa, vi o Reitor entrar e pegar minhas botas sujas e sair. Eu me levantei e fui até a porta. Abri apenas uma pequena fresta e o vi caminhar até o fim do corredor. A seguir ele sentou-se no chão e começou a polir as botas. Aquela visão me fez chorar. Sua hospitalidade e consideração me mostraram que grande homem ele realmente era. Alguns anos depois ele alcançou grande notoriedade nacional. Por causa de sua completa humildade de espírito, Deus o exaltou sobremaneira." (Speer foi um conceituado advogado, algumas vezes membro do Congresso americano e autor de "Princípios de Jesus). 15.10.2008 |
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Em 2004, Casey Fenton fundou um serviço sem fins lucrativos para ajudar pessoas que viajam a encontrar "uma alternativa mais amigável" para hotéis pouco amigáveis. Eles procuram proprietários de casas dispostos a ceder camas e sofás extras a outras pessoas. O grupo se orgulha de quase 250 mil amizades que se formaram através desse serviço. Fenton disse: "Quanto mais contatos criamos, maior é a chance deste mundo se tornar um mundo melhor". Esse serviço parece ser muito semelhante à hospitalidade bíblica. Nas últimas páginas da carta aos Hebreus, o escritor instruiu os cristãos a praticaram a sua fé em Jesus Cristo através da hospitalidade (Hebreus 13:2). Para os primeiros seguidores de Cristo, isto significava praticar atos de generosidade para com pessoas desconhecidas. No primeiro século, muitas vezes a hospitalidade incluía alojar um hospede. Isso era algo muito difícil de fazer durante os tempos de perseguição. Os cristãos não sabiam se o hóspede era um espia ou um companheiro cristão que estava sendo perseguido. Mas, ao receber estranhos, disse o escritor, eles podiam de fato estar dando boas-vindas a uma bênção para seus lares. Como povo de Deus, somos chamados a ser hospitaleiros para com outros, como parte de nossa gratidão pela salvação que recebemos de Deus. 29.10.2008 |
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Em 2004, Casey Fenton co-fundou um serviço não lucrativo que ajuda viajantes a encontrar uma "alternativa amigável" aos hotéis não amigáveis. Eles encontram donos de casas que estão disposto a oferecer as suas camas e sofás vagos a outros. O grupo gaba-se de quase 250 mil amizades terem sido feitas através do seu serviço. "Quanto mais trabalhamos em rede," diz Fenton, "mais hipóteses temos de tornar este mundo um lugar melhor." 26.1.2009 |
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A Palavra de Deus nos diz que o nosso padrão de acolhimento deve ser Cristo (Rm 15.7). Em uma pesquisa, a Standart Oil company quis saber por que os clientes desaparecem. O resultado pode servir de advertência para nós como Igreja também: • 1% dos clientes morrem. • 3% mudam para outro lugar. • 5% encontram um preço melhor. • 9% mudam em função de conveniência. • 14% desaparecem por descontentamento pessoal. • 68% nunca mais voltam em função de mau atendimento. 2.4.2009 |