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Honestidade

 

Em linguagem condensada, disse Roy Smith: "Nenhum homem é honesto até que seja honesto para com Deus". - Fonte: Roberto do Amaral Silva, em O Jornal Batista, pg 5, 29/07 a 04/08/2002.

 

A aula rolava solta. A classe atenta, o professor cheio de entusiasmo. O assunto era pesado: tratava-se do pecado, sua origem, suas implicações bíblicas, teológicas, éticas, eclesiológicas. Bem à frente da classe, ao lado mãe sentada no primeiro banco, Tiago, três anos, parecia totalmente alheio a assuntos tão fora do seu alcance, agachado, rabiscando num pedaço de papel. O menino era o filhinho do professor. No auge do entusiasmo da sua exposição, o professor conta uma ilustração e arremata em tom mais do que severo: "Um crente não pode ser um sem-vergonha". Antes que o professor respirasse para a próxima frase, o guri virou a cabeça para trás e para o alto, sem largar o papel em que desenhava e exclamou: "É o pai?" Nem é preciso dizer que a classe veio abaixo e que o professor ficou desconcertado. A grande crise do mundo hoje é uma crise de caráter. - Fonte: João Falcão Sobrinho, em O Jornal Batista, pg 5, 22 a 28/07/2002.

 

Um jovem promissor candidatou-se a uma vaga de emprego num banco. Ele era um dos muitos candidatos, mas o presidente ficou especialmente impressionado com as suas referências. Antes de o contratar, o presidente convidou o homem a almoçar com vários executivos do banco. Quando o grupo passou pela linha de self-service da cafetaria, o jovem colocou dois quadradinhos de manteiga na sua bandeja e fê-los deslizar por entre a borda exterior do seu prato para que o caixa não os visse. O presidente da companhia, que estava mesmo atrás dele, observou as suas ações. Se este indivíduo era desonesto com dois quadradinhos de manteiga, pensou ele, como se lhe poderia confiar um balcão caixa? Mesmo ali, o presidente decidiu não o contratar. O engano toma muitas formas, quer seja uma mentira verbal, ou o esconder de dois quadradinhos de manteiga, que neste caso foi o equivalente a roubar. Um rapaz de onze anos que lê o Nosso Pão Diário escreveu: "Sou o tipo de rapaz que não consegue mentir ou fico logo com formigueiro no estômago." Oh! Oxalá que todos nós fossemos assim tão sensíveis! Senhor, faz-nos pessoas de uma honestidade e integridade incontestável em todas as coisas - quer pequenas quer grandes. - Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/2002/10/page8.html

 

"Nenhuma herança é tão rica como a honestidade." William Shakespeare, Dramaturgo e poeta, ING, 1564-1616

 

Alguns anos atrás, um pregador mudou-se para Houston, Texas. Poucos dias depois que chegou, teve que ir de ônibus de sua casa até o centro da cidade. Quando se sentou, descobriu ter recebido 25 centavos a mais no troco pelo que pagara pela passagem. Considerando o que deveria fazer, ele pensou, - É melhor devolver os 25 centavos. Seria errado mantê-lo. Então ele pensou, - Oh, esquece. Apenas 25 centavos. Quem se preocuparia por quantia tão pequena? Além do mais, a empresa de ônibus já tem bastante; nunca sentirão falta. Aceite-o como um presente e fique quieto. Quando chegou ao ponto onde desceria do ônibus, parou momentaneamente na porta, então entregou a moeda ao motorista e disse, - Tome, você me deu troco a mais. O motorista, com um sorriso, respondeu, - Você não é o novo pregador? Eu tenho pensado sobre ir lhe ouvir. Eu queria apenas ver o que você faria se eu lhe desse troco a mais. Quando nosso amigo saiu do ônibus, ele agarrou literalmente o poste mais próximo, e disse: - Oh Deus, me perdoe! Eu quase vendi seu filho por vinte e cinco centavos.

 

Alguns anos atrás, um pregador mudou-se para Houston, Texas. Poucos dias depois que chegou, teve que ir de ônibus de sua casa até o centro da cidade. Quando se sentou, descobriu ter recebido 25 centavos a mais no troco pelo que pagara pela passagem. Considerando o que deveria fazer, ele pensou: - É melhor devolver os 25 centavos. Seria errado mantê-lo. Então ele pensou: - Oh, esquece. Apenas 25 centavos. Quem se preocuparia por quantia tão pequena? Além do mais, a empresa de ônibus já tem bastante; nunca sentirão falta. Aceite-o como um presente e fique quieto. Quando chegou ao ponto onde desceria do ônibus, parou momentaneamente na porta, então entregou a moeda ao motorista e disse:- Tome, você me deu troco a mais.O motorista, com um sorriso, respondeu: - Você não é o novo pregador? Eu tenho pensado sobre ir lhe ouvir.Eu queria apenas ver o que você faria se eu lhe desse troco a mais.Quando nosso amigo saiu do ônibus, ele agarrou literalmente o poste mais próximo, e disse:- Oh Deus, me perdoe! Eu quase vendi seu filho por vinte e cinco centavos.

 

Um adorador é a referência de caráter, integridade, santidade e competência; um adorador faz a diferença onde vive, onde trabalha, e com quem se relaciona.

 

Conta-se que certo pastor embarcou num ônibus, pagou à passagem, mas depois percebeu que recebera troco a mais. Virando-se para o trocador, disse-lhe: "Você por engano me deu troco a mais". O trocador com um sorriso irônico respondeu: "Pastor, não foi por engano. A verdade é que estive na sua igreja e ouvi seu belo sermão sobre honestidade. Só queria fazer um teste com o senhor".

 

Integridade é aquilo que você faz quando ninguém está olhando.

 

Um determinado candidato a vereador em São Paulo, contava a secular história de Diógenes, famoso filósofo que caminhava pela cidade carregando em sua mão uma lanterna à procura de um homem que fosse honesto; dizia o candidato a vereador: "Esse tal de Diógenes caiu na besteira de vir ao Brasil e foi até o Planalto, em Brasília, ali teve problema resolvido, pois quando menos esperava, roubaram-lhe a lanterna. Que absurdo! - Eli Bento Correa, em O Jornal Batista.

 

Certo índio foi de visita ao branco que visitava sua área. Pediu-lhe um pouco de fumo para enrolar na palha. O bom homem meteu a mão no bolso e apanhou uma porção do fumo solto, enrolou no papel e se alegrou ao ver que o índio ia correndo com o grande presente. No dia seguinte, o índio voltou à procura do homem branco. Na ausência do benfeitor, explicou que lhe trouxera 1/4 de dolar que havia encontrada dentro do fumo que este lhe dera. O atendente replicou: "Se o fumo lhe foi dado e o níquel estava no meio, segue-se que tudo é seu". O velho índio, inconformado, pediu para falar: "Eu tenho um homem bom e um homem mau dentro deste peito. O homem bom diz que o dinheiro não é meu e que devo devolvê-lo ao verdadeiro dono; o homem mau diz que ele deu o fumo, também o que estava misturado foi doado. Mas o homem bom contesta, dizendo que o fumo me foi dado, mas o dinheiro veio por engano e não é meu. O homem mau disse que devo guardar o dinheiro e comprar mais fumo com ele. Índio tentou dormir, mas o homem mau e o homem bom discutiram a noite toda e índio não dormiu bem. Depois que índio decidiu vir aqui trazer o dinheiro, está sentindo muito bem. Guarde o dinheiro para o homem". E disparou na corrida.

 

Um jovem cristão, estudante, havia falado de Jesus a uma amiga na aula de Biologia. Ela o ouviu educadamente e até concordava com o que lhe era dito, mas nada mais do que isso. Uma noite, meses depois, o estudante cristão estava jantando com alguns amigos num restaurante da vizinhança. Para sua surpresa, a moça era a garçonete que lhes atendeu naquela noite. Conversaram, fizeram o pedido da comida, comeram e então pediram a conta. Tentando lhes ajudar (à custa do chefe dela), a moça veio e lhes disse: "Eu não anotar na conta de vocês tudo o que vocês comeram". Imediatamente Deus falou ao cristão, e ele respondeu à moça: "Aprecio seu gesto, mas somos cristãos e Deus quer que nós paguemos pelo que comemos". A garçonete ficou surpresa e provavelmente pensou que aquele grupo era estranho, mas a mensagem foi clara. Antes de saírem, convidaram-na para a igreja. No domingo seguinte ela apareceu e disse: "Quando você não aceitou minha oferta semana passada no restaurante, de fato percebi que você era cristão". Essa moça tinha ouvido falar de Jesus na faculdade, mas ela teve de ver Jesus agindo no caráter do cristão antes de crer. As atitudes, ao contrário das palavras, fizeram a diferença na vida dela. - Joel Comiskey, "Multiplicando a Liderança".

 

No Rio de Janeiro, chama-se gato o fio elétrico que passa por fora do relógio a fim de se consumir energia sem pagar por ela. Muitos consumidores ligam, nesse fio, chuveiros, aparelhos de ar condicionado e até máquinas industriais. A companhia de energia vem atacando os gatos com medidas judiciais, investigação nas residências, lojas e fábricas, conseguindo eliminar a maioria das ligações clandestinas. Há algum tempo, foi feita campanha publicitária esclarecendo que gato é roubo e apelando para a consciência ética dos consumidores. O duro é que acharam desses gatos em casas de membros de igreja!

 

Ruy Barbosa proferiu diante do Senado Federal, em 1914, um discurso intitulado Vergonha, que fazia uma análise da República em sua época, e externava o sentimento popular de impotência diante da corrupção. Disse Ruy Barbosa aos Senadores: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto".

 

Você conhece Francisco Basílio Cavalcante? Talvez nem se lembre mais. Ele é o faxineiro de 55 anos que ficou conhecido nacionalmente por ter devolvido a um turista suíço os US$ 10 mil que encontrou no banheiro do aeroporto de Brasília. Muitos o criticaram e se divertiram com sua "falta de esperteza". Na época ele perdia o sono diante da dificuldade de não ter R$ 28,00 para o pagamento da conta de luz que estava atrasada. O dinheiro encontrado na maleta teria resolvido sua vida. Francisco poderia ter saído do aeroporto sem chamar a atenção ou levantar suspeitas e num passe de mágica resolveria seus problemas financeiros sem que ninguém fosse lesado, afinal ele "achou" o dinheiro, sem maracutaia ou falcatrua. O dinheiro encontrado equivalia a sete anos de trabalho, sem gastar um só centavo, se fosse juntar do salário.

 

Conta-se que por volta do ano 250 a.c, na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo  com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha  nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula : - Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas ricas  moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. E a filha respondeu : - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais  poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns  momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz. À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: - Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da China. A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc... O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que  se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez  mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que,independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram  as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe  esclareceu: - Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis. A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a  cultiva e espalha claridade ao redor - Que esta nos sirva de lição e independente de tudo e todas as situações vergonhosas que nos rodeiam , possamos ser luz para aqueles que nos cercam. - Aproveitem e leiam : Ef 5.9 ( pois o fruto da luz está ....) e Mt 5.16 (Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para ...).

 

Há algum tempo a cidade de Hong Kong foi coberta por cartazes que mostravam uma gota de água caindo em um copo de água. Cada cartaz tinha frase que dizia: “Hong Kong contra a corrupção!”. A mensagem ficou muito clara – integridade ou desonestidade espalha-se pela cidade através dos seus habitantes, um de cada vez. O Jornal Batista. 16/12/06

 

Um príncipe estava a véspera de ser coroado mais deveria casar... Então ele resolveu fazer uma disputa entre as moças da corte. Deu uma semente e disse que em 6 meses a jovem que cultivasse e nascesse a rosa mais bonita, essa seria escolhida como esposa e a futura imperatriz. Em 6 meses uma jovem, tendo certeza de seu esforço, resolveu ir assim mesmo ao palácio se apresentar; de sua semente nada nasceu, nenhuma rosa ... o príncipe observava as jovens cuidadosamente e só uma foi escolhida: a que estava com seu vaso sem a rosa, essa foi escolhida. Por que? ...as sementes eram estéril. A jovem sem a flor era possuidora de honestidade. Que possamos ser assim honestos sempre. Que Deus o abençoe. 14/5/07

 

"Nenhum homem é honesto até que seja honesto para com Deus." Roy Smith. 18.2.2008

 

É conhecido o trote telefônico em que alguém liga e pergunta: O Sr. Honesto está? Automaticamente vem a resposta. Aqui não há nenhum Honesto. Parece, realmente, brincadeira de trote. Tomando a resposta ao pé da letra, descobrimos que essa é uma verdade muito comum no Brasil. 13.3.2008

 

O senador liberal havia desistido da sua candidatura à Presidência da República. Intelectual respeitado, homem de grande cultura, havia sacudido a política econômica como ministro da Fazenda e prestado relevantes serviços na área diplomática, mas nem por isso fora poupado de ataques caluniosos da oposição. Subiu à tribuna do Senado e fez um discurso arrasador, do qual uma frase é lembrada sempre que o Brasil entra em crise de valores. Esta: "De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto". O senador é Rui Barbosa e o ano é 1914. 8.9.2008

 

Alguns anos atrás, um pregador mudou-se para Houston, Texas/EUA. Poucos dias depois que chegou, teve que ir de ônibus de sua casa até o centro da cidade. Quando se sentou, descobriu ter recebido 25 centavos a mais no troco pelo que pagara pela passagem. Considerando o que deveria fazer, pensou: - É melhor devolver os 25 centavos. Seria errado mantê-lo. Então ele pensou: - Oh!, esquece. Apenas 25 centavos. Quem se preocuparia por quantia tão pequena? Além do mais, a empresa de ônibus já tem bastante; nunca sentirão falta. Aceite-o como um presente e fique quieto.  Quando chegou ao ponto onde desceria do ônibus, parou momentaneamente na porta, então entregou a moeda ao motorista e disse: - Tome, você me deu troco a mais. O motorista, com um sorriso, respondeu, - Você não é o novo pregador? Eu tenho pensado sobre ir lhe ouvir. Eu queria apenas ver o que você faria se eu lhe desse troco a mais. Quando nosso amigo saiu do ônibus, agarrou-se literalmente o poste mais próximo, e disse: - Oh! meu Deus, me perdoe! Eu quase vendi seu filho por vinte e cinco centavos! Pensemos nisto! 21.11.2008

 

Você sacrifica a sua integridade para fechar um negócio ou uma venda? Você deixa de lado certas informações para que tudo soe melhor? Você enfatiza alguns termos para que a outra pessoa se iluda com a idéia de que está fazendo um excelente negócio, quando esta não é a realidade? Se você faz todo esse tipo de coisa, como você se sente quando o negócio é fechado? Você fica orgulhoso com o que realizou, ou sua consciência o incomoda? Se você não disse a seus clientes tudo a respeito do produto ou serviço que você representa, e eles o adquiriram de você, mais tarde, quando descobrirem o engano intencional da sua parte, você acha que continuarão fazendo negócio com você? Você acredita que vão lhe dar referência de novos negócios? São as referências saudáveis que tornam um representante de vendas bem-sucedido. Em relação ao que Davi declara no texto acima, é preciso lembrar que qualquer pessoa que lida com integridade nunca enfrentará necessidades. Ela terá o respeito da sua empresa, dos colegas e de seus clientes, que sempre voltarão a ela com novos negócios. Quero encorajá-lo a resistir a qualquer forma de engano intencional. Uma pessoa que lesa o sistema sempre terá que buscar uma nova venda, visto que não poderá voltar ao cliente anterior. Entre as duas pessoas, diga-me quem é a mais felizarda. Nélio DaSilva 15.4.2009

 

Conta-se que por volta do ano 250 a.C,na China antiga, um príncipe da região norte do país, estava às vésperas de ser coroado imperador, mas, de acordo com a lei, ele deveria se casar. Sabendo disso, ele resolveu fazer uma "disputa" entre as moças da corte ou quem quer que se achasse digna de sua proposta. No dia seguinte, o príncipe anunciou que receberia, numa celebração especial, todas as pretendentes e lançaria um desafio. Uma velha senhora, serva do palácio  há muitos anos, ouvindo os comentários sobre os preparativos, sentiu uma leve tristeza, pois sabia que sua jovem filha nutria um sentimento de profundo amor pelo príncipe. Ao chegar em casa e relatar o fato à jovem, espantou-se ao saber que ela pretendia ir à celebração, e indagou incrédula: - Minha filha, o que você fará lá? Estarão presentes todas as mais belas e ricas moças da corte. Tire esta idéia insensata da cabeça, eu sei que você deve estar sofrendo, mas não torne o sofrimento uma loucura. E a filha respondeu: - Não, querida mãe, não estou sofrendo e muito menos louca, eu sei que jamais poderei ser a escolhida, mas é minha oportunidade de ficar pelo menos alguns momentos perto do príncipe, isto já me torna feliz. À noite, a jovem chegou ao palácio. Lá estavam, de fato, todas as mais belas moças, com as mais belas roupas, com as mais belas jóias e com as mais determinadas intenções. Então, finalmente, o príncipe anunciou o desafio: - Darei a cada uma de vocês, uma semente. Aquela que, dentro de seis meses, me trouxer a mais bela flor, será escolhida minha esposa e futura imperatriz da china. A proposta do príncipe não fugiu às profundas tradições daquele povo, que valorizava muito a especialidade de "cultivar" algo, sejam costumes, amizades, relacionamentos etc... O tempo passou e a doce jovem, como não tinha muita habilidade nas artes da jardinagem, cuidava com muita paciência e ternura a sua semente, pois sabia que se a beleza da flor surgisse na mesma extensão de seu amor, ela não precisava se preocupar com o resultado. Passaram-se três meses e nada surgiu. A jovem tudo tentara, usara de todos os métodos que conhecia, mas nada havia nascido. Dia após dia ela percebia cada vez mais longe o seu sonho, mas cada vez mais profundo o seu amor. Por fim, os seis meses haviam passado e nada havia brotado. Consciente do seu esforço e dedicação a moça comunicou a sua mãe que, independente das circunstâncias retornaria ao palácio, na data e hora combinadas, pois não pretendia nada além de mais alguns momentos na companhia do príncipe. Na hora marcada estava lá, com seu vaso vazio, bem como todas as outras pretendentes, cada uma com uma flor mais bela do que a outra, das mais variadas formas e cores. Ela estava admirada, nunca havia presenciado tão bela cena. Finalmente chega o momento esperado  e o príncipe observa cada uma das pretendentes com muito cuidado e atenção. Após passar por todas, uma a uma, ele anuncia o resultado e indica a bela jovem como sua futura esposa. As pessoas presentes tiveram as mais inesperadas reações. Ninguém compreendeu porque ele havia escolhido justamente aquela que nada havia cultivado. Então, calmamente o príncipe esclareceu: - Esta foi a única que cultivou a flor que a tornou digna de se tornar uma imperatriz. A flor da honestidade, pois todas as sementes que entreguei eram estéreis. A honestidade é como uma flor tecida em fios de luz, que ilumina quem a cultiva e espalha claridade ao redor.17.6.2009

 

Ouvi do pastor Ruy Nagel a história de uma senhora cristã que precisava desesperadamente vender um imóvel para poder liquidar uma hipoteca. Quando alguém ia ver o imóvel, ela sempre dizia: “Esta pode ser uma boa compra, mas quem adquirir o imóvel terá que trocar a caldeira por outra nova.” Diante disso, muitos acabavam desistindo. Então, a filha, aborrecida com essa atitude da mãe, disse-lhe: “A senhora sempre tem que informar aos compradores a respeito da caldeira, mamãe?” “Creio que sim, minha filha. Não conheço nenhuma declaração bíblica que diga que devemos dizer a verdade sempre que pudermos e mentir quando for conveniente.” Um último interessado, depois de ouvir todas as explicações, disse: “Negócio feito. Sou técnico em caldeiras e eu já sabia do problema. O que poderia me deixar preocupado seria a senhora não me dissesse nada acerca da caldeira, porque, então, eu poderia pôr em dúvida as demais informações. Agora, me sinto seguro para comprar o imóvel.” O que você acha desse testemunho? Se aquela mulher tivesse ocultado o problema da caldeira, cedo ou tarde, o futuro proprietário do imóvel, saberia que foi enganado, e o nome de Jesus seria manchado. Lembre-se: Você que serve a Deus carrega um nome a preservar. Não o seu como pessoa de Deus, mas o nome de alguém que está acima de todo nome - JESUS CRISTO.  Façamos deste verso uma mensagem direcionada para mim e para você. Que o Senhor Deus nos ajude nessa nossa avaliação pessoal.18.6.2009

 

O livro O Desafio da Liderança (citado em Liderança e Visão, de Ramon F. Aldage Buck Joseph - Publifolha. 2002, p. 55) descreve uma pessquisa feita com 20 mil pessoas, em quatro continentes, para saber quais as características que as pessoas mais admiram em um líder, Todos tinham liberdade de citar ou escolhe qualquer característica. A pesquisa constatou que quatro qualidades estiveram presente ou se repetiam em mais de 60% dos entrevistados: competência (63%), inspiração (68%) visão de futuro (75%) e honestidade (88%). Em todo o mundo, a característica mais apreciada num líder está ligada ao caráter (honestidade), mais do que competência e carisma (inspiração).5.10.2009