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Herói

 

Simão Pedro – morreu em Roma, aos 29 de junho de 67, crucificado como Jesus, mas de cabeça para baixo. Sepultado na Basílica Vaticana. Tiago – O primeiro apóstolo a morrer mártir, por volta do ano 42. Seu corpo foi levado depois para a Espanha, onde surgiu um dos maiores santuários da Idade Média, o de Compostela. João – Morreu em Éfeso no tempo do Imperador Trajano (98-117). André – Morreu crucificado em Patras, na Acaia, no dia 30 de novembro. A ele está relacionada a Cruz de Santo André em forma de X. Ao vê-la, antes do suplício, teria dito o apóstolo: “Salve, santa cruz, tão desejada, tão amada. Tira-me do meio dos homens e entrega-me ao bom Mestre e Senhor, para que eu de ti receba o que por ti me salvou.” Filipe –Morreu mártir após ter pregado o Evangelho na Ásia Menor. Bartolomeu – esfolado vivo, suplício comum na Pérsia e no Egito. Mateus, cobrador de impostos, morreu mártir na Etiópia, após ter pregado o Evangelho na Palestina por vários anos. Tomé – morreu mártir, testemunhando Jesus Cristo como os outros apóstolos. Seu apostolado se estendeu pelo Oriente até à Índia. Tiago Menor – Morreu apedrejado em Jerusalém, por volta do ano 62. Judas Tadeu – morreu mártir em Edessa. No tempo de Carlos Magno (800) suas relíquias foram transferidas do Oriente Médio para o Ocidente e atualmente são veneradas na Basílica de São Pedro, em Roma. Simão – Foi um nacionalista guerrilheiro antes de entrar para o grupo dos discípulos. Morreu na cruz pelos próprios judeus. Judas Iscariotes – Do apóstolo que traiu Jesus todos sabemos o fim: enforcou-se. Matias. Apóstolo escolhido para substituir Judas, morreu apedrejado pelos judeus. Pregou o Evangelho na Palestina, na Ásia Menor. 

 

Quando era criança, um dos meus heróis era Rintintin; também havia o golfinho Flipper, a cadela Lassie... Mas hoje é diferente. Atualmente, os heróis dos nossos filhos são quase sempre monstros deformados, grotescos e mutilados. 

 
Os verdadeiros heróis não são os que nunca caíram, mas sim, os que caíram e tiveram coragem de se levantar e continuar no caminho. 16/4/07
 
Latimer e Ridely, lutadores heróicos em prol da Reforma da Igreja, foram condenados à morte. Amarrados às estacas, sentindo as dores das primeiras queimaduras, encorajavam-se mutuamente. A certa altura, Latimer gritou, diri­gindo-se a Ridely: "Estamos acendendo uma fogueira na Inglaterra que ja­mais se apagará". 18.2.2008
 

Viveu em Nova Delhi, Índia, um oficial inglês, o coronel Wilayat, que pregava o evangelho ao povo. Um grupo de fanáticos o seqüestrou e exigiu que ele recitasse o credo maometano. Negou-se a fazê-lo e se declarou cris­tão. Espancado e pisoteado, foi intimado a tornar-se muçulmano. "Jamais! Nunca negarei meu Salvador, o Senhor Jesus Cristo", confirmou veemente­mente. Pouco depois, o golpe seco da espada assassina eliminava seus sofri­mentos e permitia que sua alma subisse para Deus. Mais um mártir do cristia­nismo. 19.2.2008

 

Bernard Palissy, nascido em 1510, na França, dedicou-se com todo vigor à preparação de um esmalte para louça, o que só conseguiu depois de dezes­seis anos de duro trabalho com imensos sacrifícios, chegando ao extremo da fome, pois teve de queimar os próprios móveis para aquecer o forno, onde fa­zia suas experiências. Chamado a servir no palácio real, ali esteve a serviço dos reis da França por quarenta e cinco anos. Havia sido acusado de heresia, muitos anos antes, por ser protestante; aos sessenta e oito anos voltou ao protestantismo. Dese­jando evitar que seu grande artista morresse na fogueira, como era a punição da época, o rei Henrique III foi à Bastilha, onde ele estava preso, tentar con­vencê-lo a retratar-se: "Meu bom homem, serviste a mim e a minha mãe por espaço de quarenta e cinco anos. Não fizemos caso de tua posição religiosa no meio dos incêndios e das matanças. Mas, agora, sinto-me constrangido pelo partido que segues e vejo-me obrigado a abandonar-te às mãos dos teus ini­migos; amanhã morrerás queimado". "Senhor", respondeu o invencível ancião, "estou pronto a dar a minha vida pela glória do meu Deus!" Palissy morreu logo depois, na prisão, escapando assim à fogueira (1589 ou 1590). 19.2.2008

 

Lista de Schindler é encontrada na Austrália. A lista contém 13 páginas amareladas, onde estão escritos os nomes e nacionalidades de 801 judeus - 06 de abril de 2009 AFP - Nick Bryant, BBC Brasil. A lista preparada pelo industrial alemão Oskar Schindler, que ajudou a salvar mais de mil judeus dos campos de concentração na Segunda Guerra, foi encontrada em uma biblioteca de Sydney, na Austrália, que não sabia que estava de posse do documento. A lista foi encontrada em meio a notas de pesquisa e recortes de jornais alemães usados pelo escritor australiano Thomas Keneally, autor do livro A arca de Schindler, em que se baseou o filme A lista de Schindler, de Steven Spielberg. A biblioteca obteve a lista quando comprou o material de pesquisa de Keneally em 1996. A lista contém 13 páginas amareladas, onde estão escritos os nomes e nacionalidades de 801 judeus e foi descrita como um dos documentos mais poderosos do século 20. "Ela salvou 801 vidas das câmaras de gás... é uma peça histórica incrivelmente tocante", disse a co-curadora da biblioteca Olwen Pryke. Segundo Pryke, nem a biblioteca nem o livreiro, de quem comprou o material, se deram conta de que a lista estava entre os documentos. A lista foi datilografada apressadamente em 18 de abril de 1945, ao fim da Segunda Guerra, e compilada por Oskar Schindler. Durante a Segunda Guerra, Schindler dirigiu uma fábrica na Cracóvia, Polônia, onde usou mão de obra judia. Horrorizado com a conduta dos nazistas ele conseguiu convencer oficiais de que seus funcionários eram essenciais para os esforços de guerra e não deviam ser enviados a campos de concentração. A lista foi entregue ao escritor australiano Thomas Keneally em uma loja em Los Angeles, quase 30 anos, atrás por uma das pessoas que Schindler ajudou a escapar, Leopold Pfefferberg. Pfefferberg queria que o escritor contasse a história da lista.25.8.2009