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Gravidez

 

Imagine uma prostituta, sofrendo de enfermidade como o sífilis e a rubéola, que foi engravidada por um dos maiores alcoólatras do lugar. Essa mulher, por uma questão de bom senso, para evitar um filho com problemas, deveria abortar? Pois essa era a situação da mãe do grande músico Ludwig Von Bethoven quando engravidou. 

 

O The New York Times do dia 16/11/2001 trouxe o depoimento acerca dos refugiados da guerra no Afeganistão: "Eu vi uma família no caminho, o marido e a esposa grávida, levando dois filhos pequenos, além de seus pertences. Eles não puderam continuar com as crianças. Então, beijaram seus filhos e os deixaram nas montanhas". 

 

Se você conhecesse uma mulher que está grávida e já tem 8 filhos, dos quais 3 são surdos, 2 são cegos, um é retardado mental, e ela tem sífilis... Recomendaria que ela fizesse um aborto? Leia a próxima pergunta antes de responder a essa. É tempo de escolher um presidente e o seu voto é importante. O comportamento dos candidatos é o seguinte: - Candidato A: é associado a políticos corruptos e costuma consultar astrólogos. Teve duas amantes, fuma um cigarro atrás de outro e bebe de 8 a 10 Martinis por dia. - Candidato B: foi despedido do trabalho duas vezes, dorme até meio-dia, usava drogas na Universidade e bebia meia garrafa de Whisky toda noite. - Candidato C: é um herói condecorado de guerra, é vegetariano, não fuma, bebe às vezes um pouco de cerveja e nunca teve relações extra-conjugais. Qual Desses candidatos você escolheria? Decida antes de procurar a resposta... Candidato A: é Franklin Roosevelt Candidato B: é Winston Churchill; Candidato C: é Adolph Hitler E sem esquecer a primeira pergunta: A resposta da questão do aborto... Se respondeu que sim, você Acaba de matar: BEETHOVEN. Nem tudo o que brilha é ouro, e nem tudo o que é ouro deve brilhar. O importante são as decisões que você toma no caminho, e como elas te ajudam a chegar ao final. Por isso é que não devemos pré-julgar ninguém. Principalmente com a descrição de duas ou três linhas. Amém? 

 

0 amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas. Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito. "O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor" (Ct 8.6).

 

"O que a senhora tem na barriga?", pergunta o menino a uma gestante. "É o meu filhinho, que eu tanto adoro", responde ela. "Adora, dona? E pra que engoliu ele?"

 

"Família é fábrica de gente", define Gilda Franco Montoro, uma das escritoras do livro "Um Olhar Sobre a Família".

 

Assim como toda a comunidade evangélica, ficamos perplexos com as notícias levadas ao ar, no dia 25 de abril, pelo Jornal Nacional da Rede Globo de televisão. A reportagem mostrava a justiça arrombando a Primeira Igreja Batista de Goiânia, para garantir a realização de um casamento, justificando que a igreja havia se negado realizar a cerimônia por que a noiva estava grávida.

 

A pílula do dia seguinte faz com que o muco (líquido) que protege o sistema reprodutivo feminino fique mais espesso. Assim, o espermatozóide tem dificuldades de alcançar o óvulo e fazer a fecundação. O medicamento também impede a fixação do embrião no útero. "A fecundação só é considerada completa quando o embrião é implantado no útero. Se isso não acontece, a mulher não está grávida. Como a pílula age antes dessa fixação, ela não é considerada abortiva", afirma a médica ginecologista Carolina Carvalho, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 30/1/07

 

Mais vale chegar atrasado neste mundo, do que adiantado no outro. 19/3/07
 
Quantos pais deveriam preferir se passar como quadrados do que ver a filha redonda?! 28/12/2007
 
Joãozinho, você prefere que a mamãe dê a você um irmãozinho ou uma irmãzinha? - Sinceramente? - Sinceramente. - Eu preferia uma bicicleta... 13.3.2008
 
Depois da fecundação forma-se o embrião que vai se desenvolver até a hora do nascimento. Veja essa história contada por um bebê antes de nascer: "Depois da união do óvulo da minha mãe com o espermatozóide do meu pai comecei a me desenvolver. Com duas semanas eu parecia um girino menor que um grão de arroz. Com um mês, meu pequeno coração já baia forte. Meus braços e minhas pernas eram apenas saliências. Nem parecia gente; tinha até cauda. Aos dois meses, meus principais órgãos já estavam desenvolvidos e os meus braços e minhas pernas e meus dedos se tornavam mais visíveis. Tornei-me então um feto. Com três meses, já parecia um ser humano. Era possível até reconhecer se eu era um menino ou uma menina. Nessa fase já tinha reflexos, pois o meu cérebro começava a funcionar. Aos quatro meses, meus ossos começavam a aparecer. Minha pele era tão fina que era possível ver toda a rede de vasos sangüíneos. A partir do quinto mês, comecei a crescer bastante. Meus cabelos começaram a nascer e escutava os sons lá de fora. Aos seis meses, movimentava-me bastante, pois meus músculos estavam totalmente formados e também gostava de dormir por um bom período. Aos sete meses, estava tão grande que quase não tinha espaço para me mexer. Já estava me posicionando com a cabeça próximo à vagina de minha mãe, porque a hora de nascer estava chegando. Já era um bebê no oitavo mês! Só faltavam alguns órgãos terminarem de amadurecer. Aos nove meses, estava prontinho e nasci. 25.3.2008
 
A depressão pós-parto é um mal que ataca a muitas mulheres. Segundo opinião do obstetra Hildebrando Carneiro, professor da UERJ, quando o bebê nasce, a mulher tem a sensação de que ele não está mais protegido e que ela não será capaz de cuidar dele fora do seu ventre, o que gera o estado depressivo. O jornal dá ainda a opinião de outro obstetra, José Roberto Tisi Ferraz, de que a depressão pós parto pode também ser causada por situações difíceis enfrentadas pela gestante, tais como gravidez indesejada, traumas de parto, dificuldades econômicas e sociais.6.10.2009