|
Gentil |
|
|
|
"Uma das coisas mais difíceis de deitar fora é a gentileza. Quase sempre a recebemos de volta." Fonte: info@pensenisso.com |
|
|
|
Toda verdade dura pode ser dita de uma maneira mais diplomática, menos desastrosa. Assim fez aquele vendedor de sapatos que disse à sua cliente: “Me desculpe, senhora. Este sapato é pequeno demais para seu pé”. Porém o outro, sem medir as palavras: “Não dá. Seu pé é muito grande!” |
|
|
|
Por que tratamos com simpatia e delicadeza os de fora e com rispidez e grosseria os que moram em nossa casa? |
|
|
|
- "O cidadão quer informar-me onde poderei almoçar por três reais?" - "Ali naquela esquina há um boteco". - "Já que o senhor foi tão amável, quer dizer-me onde poderei encontrar três reais?" |
|
|
|
Conta-se que Alexandre, o Grande, era extremamente generoso. Certa vez, antes de sair com seu exército para uma de suas batalhas, dividiu com seus amigos todos os seus bens. Um deles o advertiu, dizendo: "Senhor, desta forma, estarás pobre quando votares". Ao que Alexandre respondeu: "Certamente voltarei mais enriquecido, porque serei vencedor". Ele tem sido exaltado até hoje pelos historiadores por suas conquistas. Ele foi o grande dominador, senhor de muitas batalhas. |
|
|
|
Como escreveram sob o viaduto do Gasômetro, no Rio de Janeiro: “gentileza gera gentileza”. 30/11/06 |
|
|
|
Pessoas gentis são mais saudáveis, vivem mais e são mais felizes. Por outro lado, a falta de gentileza gera sentimentos negativos e pode até deixar a pessoa doente. – Cíntia Parcias. 30/11/06 |
|
Sempre se lembre daqueles que te serviram. Numa época em que um sorvete custava muito menos do que hoje, um menino de 10 anos entrou na lanchonete de um hotel e sentou- se a uma mesa. Uma garçonete colocou um copo de água na frente dele. - "Quanto custa um sundae?" ele perguntou. - "50 centavos" - respondeu a garçonete. O menino puxou as moedas do bolso e começou a contá-las. - "Bem, quanto custa o sorvete simples?" ele perguntou. A essa altura, mais pessoas estavam esperando por uma mesa e a garçonete perdendo a paciência. "35 centavos" - respondeu ela, de maneira brusca. O menino, mais uma vez, contou as moedas e disse: - "Eu vou querer, então, o sorvete simples". A garçonete trouxe o sorvete simples, a conta, colocou na mesa e saiu. O menino acabou o sorvete, pagou a conta no caixa e saiu. Quando a garçonete voltou, ela começou a chorar a medida que ia limpando a mesa pois ali, do lado do prato, tinham 15 centavos em moedas - ou seja, o menino não pediu o sundae porque ele queria que sobrasse a gorjeta da garçonete. 21/2/07 |
|
|
|
À noite, enquanto o marido lê o jornal, sua esposa comenta:- Você já percebeu como vive o casal que mora aí em frente? Parecem dois namorados! Todos os dias, quando chega em casa, ele traz flores para ela, abraça-a e os dois ficam se beijando apaixonadamente. Por que você não faz o mesmo? - Mas querida, eu mal conheço essa mulher! 26/3/07 |
|
|
|
Muito nervoso, o cliente grita: - Garçom, essa sopa está com gosto de inseticida! O garçom responde, inconformado: - Cliente nunca fica satisfeito! Se tem mosca, reclama. Quando a gente toma uma providência, reclama também! 27/3/07 |
|
|
|
Oculta em seu sótão, do terror nazista, a pequena judia Anne Frank ainda pôde escrever em seu diário: “A despeito de tudo, ainda creio que as pessoas têm bom coração”. 25-12-2007 |
|
|
| Minha esposa estava internada num hospital. Enquanto fazia hora para poder visitá-Ia, fui tomar uma refeição ligeira num restaurante. Eis que entra um bêbado, cambaleante, põe trinta reais sobre o balcão e, com voz enrolada, pede cerveja. - Quantas garrafas? - pergunta o taberneira. - Tudo isso aí de cerveja. - Mas, meu amigo, vai dar para mais de vinte garrafas. Quem vai beber tudo isso? - Eu e todo o mundo. Virando-se para mim, disse: - O amigo aqui vai beber comigo. Fiquei maravilhado de notar a liberalidade do pobre infeliz. Liberalidade que, infelizmente, falta em muitos filhos da luz. 10-01-2008 |
| Uma mulher acordou uma manhã para a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. - Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje. Assim ela fez e teve um dia maravilhoso. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. - Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje. Assim ela fez e teve um dia magnífico. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. - Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo. Assim ela fez e teve um dia divertido. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça. - Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo. ATITUDE ? TUDO! Seja mais humano e agradável consigo mesmo e com as pessoas. 24.1.2008 |
| Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra: "Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães". E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr em prática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. 29.1.2008 |
| O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte e o vento disse: - Provarei que sou o mais forte. Vê aquele velho que vem lá embaixo com um capote? Aposto como posso fazer com que ele tire o capote mais depressa do que você. O sol recolheu-se atrás de uma nuvem e o vento soprou até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais o velho segurava o capote junto a si. Finalmente o vento acalmou-se e desistiu de soprar. Então o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para o velho. Imediatamente ele esfregou o rosto e tirou o capote. O sol disse então ao vento que a gentileza e a amizade eram sempre mais fortes que a fúria e a força. 1.2.2008 |
| Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra: "Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães". E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr em prática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. Acima de tudo, precisamos do espírito de Cristo como base de todos os nossos atos. Não está o espírito de Cristo resumido na Regra Áurea? Não é verdade que Cristo mesmo se colocou em nosso lugar e compartilhou conosco tudo que Ele era? Edite Riggs Gillet (Moçambique). 8.2.2008 |
|
Desde jovem, um cego de nascença resolveu que, com o auxilio de Deus, poderia ser uma pessoa útil. Anos depois, este homem tornou-se diretor de uma próspera indústria de pianos, e era membro ativo de uma igreja em sua cidade natal.Numa ocasião, sua igreja havia terminado a construção de um lindo edifício de educação religiosa e estava precisando de cinco pianos novos. Este negociante havia entrado na concorrência e esperava ter a preferência na compra. Num domingo, o pastor mencionou, durante o sermão, que cada membro da igreja poderia servir, na medida de suas possibilidades, fazendo o que lhe parecesse melhor. O cego ficou tão impressionado com o apelo que, depois da pregação, procurou o pastor e disse-lhe que desejava ter parte naquele lindo projeto e tinha decidido não vender mais os pianos, mas doá-los como sua oferta para a igreja. Eis aqui um exemplo de mordomia cristã. Cada um de nós pode contribuir ou servir à igreja da maneira que Deus nos permitir fazer. 18.2.2008 |
|
|
|
Certo mendigo pediu esmola e um pedestre, que parou e lhe disse: "Irmão, não tenho nada comigo para lhe dar. "Mas", respondeu o mendigo, "o senhor já me deu muita coisa. O senhor me chamou de irmão". 25.3.2008 |
|
|
|
Há pouco tempo, um apostador ganhou, sozinho, a mega-sena. O jogo foi feito em uma casa lotérica de uma pequenina cidade. Durante duas semanas, ninguém soube a identidade do contemplado. A vida na cidadezinha, entretanto, mudou por completo. Como havia a possibilidade do novo milionário ser um vizinho, um colega de trabalho ou um parente, todos começaram a tratar-se bem, pensando numa possível retribuição. Os moradores se cumprimentavam, sorridentes, pelas ruas. As donas de casa enviavam guloseimas umas às outras. Tudo era paz e cordialidade. Mas depois de quinze dias, descobriu-se que o ganhador do prêmio morava, de fato, em São Paulo, e estivera na pequena cidade apenas de passagem. Então, tudo voltou ao "normal"... Essa história possui toques de comédia, mas revela, na verdade, uma tragédia. É terrível quando as pessoas são gentis umas com as outras apenas por interesse. 30.9.2008 |
|
|
|
Em um fascinante poema de Edwin Markham, "Os Sapatos da Felicidade," Conrad, o velho sapateiro, sonhou uma noite que o Mestre viria visitá-lo. Logo nos primeiros minutos do dia, ele levantou e decorou toda a sua pequena loja com flores brilhantes e alegres e esperou. Quando o mestre chegasse, ele lavaria os Seus pés e beijaria Suas mãos onde os cravos perfuraram. Mas o Mestre não veio. Um mendigo entrou na loja e Conrad deu a ele um par de sapatos. Uma velha mulher entrou também na loja. Andava curvada devido a um pesado saco que trazia em suas costas. Ele retirou aquela pesada carga de seus ombros e deu-lhe comida para reanimar suas forças. Finalmente, pouco antes do dia dar lugar à escuridão, um pequeno menino entrou na loja. Seus olhos estavam molhados de lágrimas. Conrad pegou-lhe pela mão e levou-o de volta até sua mãe. Mas o convidado divino não veio. Então, no silêncio da noite, ele ouviu uma voz suave e meiga: "Alegre o seu coração. Eu mantive minha palavra. Três vezes Eu vim até sua porta amorosa. Três vezes minha sombra estava em seu chão. Eu era o mendigo com feridas nos pés, eu era a mulher que você alimentou, eu era a criança perdida na rua." Como é maravilhoso saber que estamos entre os filhos amados de Deus. Nosso coração se enche de gozo e felicidade porque sabemos que o Senhor está ao nosso lado, cuidando de nossas vidas, guardando-nos de todo mal, suprindo todas as nossas necessidades, fortalecendo-nos nos momentos de fraqueza espiritual, ajudando-nos a vencer cada uma de nossas lutas. Ele está sempre ao nosso lado e podemos vê-lo em cada uma de nossas atitudes cristãs. Quando estendemos nossa mão para atender um irmão necessitado, também temos os nossos "sapatos da felicidade". Quando encontramos uma pessoa angustiada e passando por grandes lutas e oferecemos um ombro amigo e uma palavra de encorajamento, os nossos "sapatos da felicidade" brilham um pouco mais. Quando aprendemos a doar um pouco de nós para o nosso próximo, em vez de pensar apenas em nossos interesses pessoais, o nome do Senhor é glorificado e os nossos "sapatos dançarão de felicidade". 10.12.2008 |
|
|
|
Certo homem, era vizinho de uma igreja evangélica. Todos os dias de culto ele passava em frente do templo, olhava, mas não fazia questão de entrar. E assim passaram-se anos. Um dia, porém, aquele homem adentrou ao templo, ouviu a mensagem e, na hora do apelo, foi à frente, aceitando a Cristo como salvador. O pastor, muito feliz, fez questão de cumprimentar o novo convertido, dizendo-lhe: Estou muito feliz porque você ouviu a mensagem que preguei nesta noite, e aceitou a Cristo! Ao que o homem respondeu: Não, não foi por causa da mensagem. O que me fez entrar na igreja foi o sorriso daquele porteiro que fica lá, na frente do templo. Ele me contagiou. Sempre que passo, ele me cumprimenta com um sorriso. E isso me fez pensar que ele é feliz, e resolvi entrar e ser crente. 28.4.2009 |
|
|
|
Ouvi há pouco tempo de um dos pastores mais bem-sucedidos deste tempo que o mundo não precisa mais de exemplos de prosperidade, mas ainda carece muito de exemplos generosidade. Concordo totalmente com ele.15.6.2009 |