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Fingimento |
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Nós, como servos de Jesus, devemos ter cuidado para não imitar uma sociedade hipócrita, que prega que não se deve matar e mata, que não se deve roubar e rouba, não se deve ser alcoólatra e vende o álcool, não se deve ser toxicômano e vende o cigarro, combate a violência no trânsito e fabrica carros com velocidade que extrapola o previsto pela lei (80km/h). (Natanael Menezes Cruz, em O Jornal Batista, pg 4 - 17 a 23/09/2001). |
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Conta-se a história de um palhaço que, de tão acostumado a andar maquiado, esqueceu-se de como era a sua real fisionomia. Aquele sorriso pintado na cara não correspondia ao que de fato sentia. (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 79). |
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Você não pode andar disfarçado, sendo na igreja "muito crente", em casa "quase crente" e no colégio e no trabalho "nada crente". |
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Há uns anos atrás uma universidade foi acusada de plágio (que significa, pegar nos escritos de alguém e fazê-los passar como sendo seus). O caricato da situação é que a universidade plagiou a secção de plagiato dum manual de uma outra universidade. Um relato noticioso dizia, “Um estudante graduado de uma universidade, que considerava o emprego de assistente noutra universidade, quando lia o manual desta notou que a secção que avisava os estudantes contra o plagiato era idêntica à do manual da outra universidade”. Um outro estudante disse, “O que mais me irritou foi a hipocrisia”. - Fonte: www.gospelcom.net |
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Quantas vezes agimos como a mulher que olhou pela sua janela, apenas para ver uma vizinha barulhenta e indiscreta, que chega a sua porta! Os seus jovens e impressionáveis filhos, ouviram-na murmurar: "Oh, não - não esta de novo!" E a quem ela abriu a sua porta e deixou escapar hipocritamente "Que bom vê-la!" - Fonte: www.gospelcom.net |
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Está presente nos anúncios, como este que foi veiculado numa ocasião de Natal e que dizia: "Cuidado. Nesta época do ano, os anúncios estão cheios de ding dings, blém bléns e ho ho hos. Mas o que eles querem mesmo é o seu 13º." - Citibank - Fonte: www.reflita.brs.com.br |
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Um hipócrita é uma pessoa que ao domingo é uma pessoa diferente. |
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Uma freira que abandonou o convento por problema de consciência, recordando seu tempo já passado, disse: “Depois de ter vivido vinte anos entre “santas” num convento, compreendi porque Jesus preferia a companhia dos pecadores”. |
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Conta-se que certo senhor foi passar uns tempos fora, visitando os seus familiares da zona rural. Quando voltou, encontrou um tal de João na estação e perguntou: “Houve alguma novidade na minha ausência?” “O senhor nem imagina”, relatou João, “deu uma ventania tão forte que derrubou minha casa”. “Isso não me espanta nem um pouco”, disse o senhor, que aliás se dizia crente. “Eu bem lhe avisei que seus pecados iam ser castigados, João”. João respondeu: “O vento derrubou sua casa também, senhor!” “Não me diga!” exclamou horrorizado e acrescentou: “Os desígnios do Senhor são insondáveis”. |
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Cuando yo era muchacho, unos cuantos de mis amigos tenían papás que dirigían a sus familias en la lectura diaria de la Biblia y nunca faltaban a un culto de la iglesia. Pero también sabía que algunos de ellos eran orgullosos, tiranos en el hogar, crueles en sus tratos de negocios, y desalmados para con los necesitados. Aunque yo era joven sabía que esa hipocresía no agradaba a Dios. Daba gracias porque mi padre y varios otros hombres que conocía eran un ejemplo de verdadera fe y humildad. Admitían sus errores rápidamente y trataban a los demás con compasión. Obviamente se veían a sí mismos como receptores indignos de la maravillosa gracia de Dios. |
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Um grupo de cristãos ao visitar Gandhi, ouviu dele: "Gosto muito do Cristianismo e admiro suas doutrinas, mas não aprecio os cristãos. Assim se expressou o filósofo indiano em face dos cristãos pregarem ou ensinarem uma coisa e viverem outra. |
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"Com a pele do leão vestiu-se o burro um dia. Porém no seu encalço, a cada instante e hora: - Olha o burro! Fiau! Fiau! gritava a bicharia... Tinha o burro esquecido as orelhas de fora!" - Mário Quintana. Confessemos sem subterfúgios que, vez por outra, agrada-nos usar máscaras. |
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Eram dois vizinhos. O primeiro comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também pediram um bicho e ganharam um pastor alemão. Depois, o papo entre vizinhos: - Mas o cachorro vai comer o coelho! - De jeito nenhum. Imagina. É filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de bicho! E parece que o dono do cachorro tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Um dia, era sexta-feira, o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. No domingo, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche, quando vem o pastor alemão, trazendo o coelho entre os dentes, todo imundo, sujo de terra e, claro, morto. Quase mataram o cachorro a pauladas... Quando é domingo, o dono do coelho voltaria. Tiveram uma idéia: - Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador e colocamos na casinha dele, lá no quintal. Assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou bonito, parecia vivo! Três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Ouvem os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. - O que foi? Que cara é essa? - O coelho...o coelho.... - O que tem o coelho? - Morreu! E todos: - Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem... E as crianças disseram: - Não. Morreu na sexta-feira! - Na sexta? - Sim! Antes de a gente viajar o enterramos no fundo do quintal! A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o personagem principal nesta história, é o cachorro. Imaginem o pobre do cachorro que, desde sexta-feira, procurava em vão pelo coelho, seu amigo de infância. Depois de muito farejar, o cão descobriu o corpo. Morto. Enterrado no fundo do quintal. O que fez o cachorro então? Com o coração partido, desenterrou o pobrezinho e foi mostrar para os seus donos. O cachorro é o herói. Bandido é o dono do cachorro, que julgou pela aparência e achou que um banho, um secador de cabelos e um perfume disfarçariam a hipocrisia. Coitado do cachorro. Coitado do dono do cachorro... |
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Denúncia feita por um provérbio árabe: "A agulha veste os outros, mas vive nua". - João Soares da Fonseca. |
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Um homem, muito incrédulo, se viu em grande aflição e resolveu orar. Sem saber o que dizer a Deus, resolveu recitar o Pai Nosso. Disse ele: "Pai nosso que estás nos céus." Logo que pronunciou estas palavras, sentiu-se condenado pela hipocrisia de chamar Deus de seu Pai. Quando acrescentou à oração, "santificado seja o Teu nome," ficou perplexo e chocado porque sabia que não era sincero e que suas palavras não expressavam seu pensamento. Ele nunca havia se importado com a santidade do Senhor. A seguir ele adicionou à sua oração: "Venha o Teu reino." Aqui ele se sentiu quase sufocado. Ele nunca desejou que o reino de Deus fosse estabelecido, que era hipócrita ao falar tais palavras, e que não deveria tê-las dito, porque não refletiam o desejo sincero de seu coração. Então, na sua oração, surgiram as palavras: "Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu." Seu coração rebelde não permitia que dissesse tal coisa, ele não conseguia mais falar, pois, se viu cara a cara com a vontade do Deus Altíssimo. Como nos sentimos quando recitamos o Pai Nosso? Temos visto, em nossas palavras, sinceridade e verdadeira adoração ao Senhor ou, como o incrédulo de nossa ilustração, hipocrisia e indiferença às coisas de Deus? |
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Um fator que contribui para o homem manter seu pecado encoberto é que é muito fácil levar uma vida dupla de aparência religiosa e pecado sexual secreto, por exemplo. Ao contrário do vício do álcool ou das drogas, o homem consegue manter uma vida exteriormente normal sem ser descoberto. Existe um estilo de vida para quem vive viciado. As drogas e o álcool afetam a capacidade da pessoa de trabalhar. A maioria não consegue manter segredo desse tipo de hábito. Mas com o vício sexual, o homem pode ser um presidente, uma celebridade, até um evangelista famoso e ainda manter uma fachada de respeitabilidade. - Baseado em Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual, 3.4.2008 |
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O hipócrita é estrábico, pois olha mais para sua própria glória do que para a de Deus. (Thomas Watson)2.7.2009 |
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"Santo de pau-oco" foi uma expressão utilizada no Brasil colônia para designar as imagens de escultura usadas pelos padres que contrabandeavam ouro e pedras preciosas para Portugal, escondendo-os dentro dessas imagens da Igreja Romana. Hoje essa expressão é usada para designar as pessoas de falsa piedade, que não apresentam características de verdadeiros cristãos.15.10.2009 |