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Envolver

 

Imagina uma casa em que a dona de casa fica se perguntando: "Onde está o açúcar? A colher, onde fica a colher?" Na hora do banho: "Cadê a toalha? aonde está a toalha?" É muito esquisito, não acha? Pois o mesmo tanto se passa com a igreja, quando você é membro dela e vive sem saber, por exemplo, as seguintes coisas: Que a minha igreja faz? Quais são os seus propósitos? Tem reunião hoje?

 

Certo domingo, o pastor convidou uma irmã para testemunhar à frente da congregação sobre como ela havia resolvido participar ainda mais do ministério da visitação da igreja. A irmã então, contou que ficara doente e precisou se ausentar das reuniões da igreja. Sentiu a saudade dos irmãos e a vontade de receber a visita de algum deles, mas, ninguém procurou visitá-la ou mesmo perguntar por ela. Aí, nessa dor sentida lá dentro, é que resolveu: "Se eu visitava meus irmãos, agora é que vou visitar ainda mais, pois sei a importância que é".

 

A história do bife à cavalo: No bife à cavalo temos o envolvimento da galinha, que contribuiu com o ovo. Temos o envolvimento nominal do cavalo, pois só entra com o nome para o bife; somente o boi é quem está comprometido, visto que dá a carne, só ele tem que morrer para que haja bife à cavalo. Dá a vida! Nosso relacionamento com Jesus precisa ser de compromisso de vida. 

 

Se você não é parte da solução é parte do problema.

 

Alguém que já observou um rebanho de ovelhas, contou: "Já presenciei vários rebanhos nos campos e pude ver que as ovelhas comem, dormem e caminham juntas. Pode acontecer de uma ovelha se perder do rebanho, mas é algo muito difícil de acontecer".

 

Certa vez ouvi de um pastor que a igreja é formada por, no mínimo, três grupos: os que fazem acontecer, os que esperam acontecer e os que torcem para nada acontecer. 25-12-2007

 

Minha horta precisava ser capinada. Recentemente comprei uma ferramenta que prometia facilitar essa tarefa. No início, fique encantado, porque não tinha de me curvar muito. Mas, ao trabalhar muito perto das plantas com minha nova ferramenta, acidentalmente cortei algumas. No final, tive que me ajoelhar e puxar as ervas daninhas à moda antiga. Outras vezes, até precisei tirar minhas luvas. Essa experiência fez-me lembrar de nosso trabalho na igreja. Sempre parece haver algum novo programa para lidar com diversas situações. Mas isso não substitui nosso envolvimento pessoal. Caso contrário, às vezes podemos nos esquecer de que estamos servindo a pessoas e não a situações; as pessoas precisam de um toque humano e de uma palavra amável. As pessoas necessitadas querem se sentir valorizadas e saber que não são apenas mais um número. Ainda uso minha ferramenta para arrancar algumas ervas daninhas, mas, quando elas estão muito próximas às plantas, fico satisfeito em poder sujar minhas mãos. 29-01-2009