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Egoísmo |
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Conta uma lenda que, no inferno, gemia e sofria um egoísta. Sua alma clamava pelo céu mas parecia-lhe impossível a mudança de residência. Já estava desanimado quando lhe apareceu um anjo e lhe perguntou se lembrava de ter feito o bem alguma vez enquanto esteve na terra. Fez um esforço de memória. Não se lembrava. Fora sempre um sonegador, egoísta, só cuidava de si. Nada fazia em favor dos outros. Mas o anjo lhe lembrou uma cena de sua vida. Certa vez, quando descansava à beira do caminho, viu uma pequena aranha que ia ser pisada pelos que passavam. Tirou-a dali, poupando-lhe a vida. Esse ato de bondade fora registrado no céu e seria ele que lhe daria oportunidade de salvar-se. Então o anjo lhe mostrou um fio de teia de aranha que descia do céu até o inferno e lhe disse: “O fio é seu e você pode subir por ele até o céu”. Louco de contentamento, começou a subir. Enfim seu sonho se tornaria realidade, e em breve estaria no céu. Mas não foi só ele o único a utilizar aquele fio. Com seu egoísmo protestou: “Larguem o fio! Ele é só meu. Fui eu quem salvou a aranha. Larguem!” E bem nervoso e irritado por ver os outros querendo beneficiar-se às suas custas, sacudiu o fio para que caíssem. Aconteceu para ele o inesperado. Partiu-se o fio e o egoísta caiu de novo no inferno. Levantou-se protestando. Então o anjo se aproximou e lhe disse: “Tu não te acostumarias no céu. És muito egoísta. O céu é o reino do amor. Não te darias com o seu clima.” Será que os egoístas que não vêem as necessidades da igreja, da obra de Deus, se acostumarão mesmo na igreja, neste clima de confraternização e fraternidade? |
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Billheimer disse: “Se o seu problema tem sido a exagerada proteção de seus direitos, lembre-se de que o único direito que a alma verdadeiramente crucificada tem é de abrir mão de seus direitos”. Acho que aqui está o segredo de uma vida cristã vigorosa e transbordante do Espírito Santo como nos tempos primitivos. |
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Cláudio Ptolomeu, foi astrônomo grego que nasceu e viveu no Egito no século II. Ptolomeu acreditou ser a terra o centro do universo. E este sistema chama-se GEOCÊNTRICO. No século XVI, o astrônomo polonês Nicolau Copérnico, afirmou que no centro de tudo está o sol. Seu sistema chama-se HELIOCÊNTRICO. Agora, vem Fulano de Tal, em pleno século XXI, dizendo que no centro de tudo está ele próprio – este sistema de pensamento chama-se EGOCÊNTRICO. |
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Eram amigos e filhos da mesma aldeia na Europa. Um dia, desesperançados de conseguirem melhorar a situação em sua terra, decidiram embarcar para o Brasil e tomaram o mesmo navio. Sofreram iguais privações, compartilharam das mesmas decepções, das mesmas saudades da família que ficou, dos amigos e da própria pátria que os viu nascer. Mas um dia a situação mudou para um deles - enriqueceu; enquanto o outro continuou sempre pobre. Ambos mandaram vir suas famílias, porém, não continuaram vivendo na cidade. O rico adquiriu uma boa fazenda e nela construiu uma confortável casa e se mudou para lá; o pobre, vendo-se em extrema penúria, resolveu pedir ajuda ao conterrâneo, agora já não tão amigo. Este, embora opulento, cedeu o pior pedaço de terra que possuía e foi ali que o pobre se alojou, num velho rancho coberto de sapê, que juntamente com a família ele deu uma ajeitada. A choupana contrastava com a soberba e luxuosa casa do patrício proprietário. Certa vez, o infortunado homem cavou a terra seca e árida, enquanto o velho companheiro o espiava da sua varanda, pois gozava do privilégio de não precisar mais trabalhar. De repente, a enxada bateu num objeto resistente. Cavou mais, afundou o buraco e bem no fundo descobriu um pote que, possivelmente, há mais de um século estava ali sepultado, escondendo moedas de alto valor. Vendo-o, o rico ambicioso, avaro e desumano, se apressou em tirar o pote das mãos calejadas e queimadas pelo sol do patrício pobre, justificando que, se as terras eram suas, evidentemente também o achado lhe pertencia. Julgando que naquela área se ocultassem tesouros incalculáveis, despediu o patrício, apesar das suas súplicas. Acomodando-se novamente na rede, chamou a família para que visse o valioso tesouro descoberto em suas terras. Abrindo, porém, o pote, só encontrou uma casa de marimbondos que cobria toda a abertura do pote. Deduzindo que o amigo fez aquilo a título de zombaria, o milionário, possesso de raiva, jurou revidar o atrevimento do conterrâneo. Fechando cuidadosamente o pote, dirigiu-se para a choupana do pobre e, aproximando-se da janela, atirou o pote para o interior do rancho, dizendo: - Antes que desapareça das minhas terras para mendigar em alguma praça, recolha o presente que lhe trago e leve-o como lembrança. Dizendo isto, saiu quase correndo, com medo dos marimbondos. Acontece, porém, que a caixa de marimbondos havia ficado presa à tampa, quando o homem pobre abrira o pote; entretanto, ao recolocá-lo, a caixa se desprendeu, encobrindo as moedas. Foi por essa razão que o rico avaro se enfureceu, julgando tratar-se de uma afronta do patrício. Tão logo o pote bateu no chão, quebrou-se, espalhando as valiosas moedas. Daí ficou rico o pobre sofredor e o rico opulento sem as preciosas moedas, por haver sido tão desumano e egoísta. |
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É a falta de cooperação que leva a pessoa a dizer: "Por que vou colocar uma azeitona na empada do outro se com duas azeitonas a minha empada fica mais gostosa? Por que vou servir de escada para que outros subam?" (O Jornal Batista, pg 2 - 15 a 21/10/2001). |
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Certa vez Jesus repreendeu umas pessoas que profetizam e expulsavam demônios e faziam muitas coisas grandiosas em seu nome. Por que foram censuradas se as faziam em nome do Senhor? Porque o ponto de partida de tais obras era o ego, por isso o Senhor declarou-os "malfeitores". |
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Por natureza todos nós temos o desejo de controlar o nosso mundo. Desde a infância que nos voltamos para o nosso próprio caminho independente, tentando controlar as circunstâncias, o futuro, as pessoas – e até Deus, se pudéssemos. Uma vez que não podemos, acabamos frustrados, hostis, e críticos. A nossa necessidade de estar no controlo está enraizada no excessivo amor próprio. Por exemplo, quando as pessoas que amamos estão doentes, muitas vezes queremos que elas se recomponham para podermos descansar e não por nos preocuparmos com elas. “Resume-se nisto”, disse uma vez um ensinador da Bíblia, “nós estamos tolamente apaixonados por nós mesmos!”. - Fonte: www.gospelcom.net |
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Quando cantas louvores a ti mesmo, estás sempre fora do tom. |
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"Farinha pouca, meu pirão primeiro", já diz um ditado. |
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Aquela mulher havia se casado com o maior preguiçoso existente na face da terra. Depois de anos seguidos vendo-o sentado no sofá, tomando cerveja e vendo televisão o dia inteiro, ela não agüenta mais e começa a chorar. O que foi? Por que essa choradeira? pergunta o marido. Oh, Osvaldo, eu estou com tanta vergonha! Vergonha de quê? Estamos casados há mais de três anos e é o meu pai que paga o nosso aluguel, minha mãe que nos dá o que comer, minha irmã que paga o nosso plano de saúde... Que vergonha! Que vergonha! E o marido: É pra ter vergonha mesmo! Em três anos, aquele imprestável do seu irmão nunca nos deu nem um centavo! |
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Numa quarta-feira do mês de outubro de 1999, num momento de muita oração, o Espírito Santo falou comigo: "Nada de Deus é pequeno. Nada de Deus é pouco. Nada do que Deus dá é mesquinho". |
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"Quando se recusa a partilhar alguma coisa corre-se o risco de perder tudo". Desmond Tutu, Arcebispo, AFS, 1931. |
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Cada um - pessoa ou grupo, “puxa a brasa para o seu assado”. |
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Eleanor Roosevelt, a esposa do presidente americano, podia conversar por duas horas e meia sem se referir a si mesma. No outro extremo, diz-se que Elizabeth Taylor fala dela mesma a cada 90 segundos. |
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A maior vitória é vencer a si mesmo. Vencer os outros é ser vencedor. Vencer a si mesmo é ser mais do que vencedor. Isso porque os inimigos internos são mais poderosos do que os externos. Derrotá-los é um grande desafio para os servos de Deus. - Samuel Barreto, em O Jornal Batista. |
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Fora da cruz vencemos os outros. Na cruz vencemos a nós mesmos... ela fere, esmaga todo nosso egoísmo, orgulho, vaidade, vanglória... |
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Do padre Antônio Vieira diante da corte portuguesa: "Os ministros de Vossa Majestade não buscam o nosso bem, e sim os nossos bens". |
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É mais fácil não compartilhar. Por que eu vou repartir, se posso ficar com tudo para mim? Por que vou colocar uma azeitona na empada do outro, se com duas azeitonas a minha empada fica mais gostosa? Por que vou servir de escada para que outros subam? |
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Um pastor contou que quando viajava, ele e a esposa, viram um acidente na rodovia. Um caminhão, carregado de copos, saiu de sua pista, atravessou o canteiro e as três faixas da pista contrária e se chocou com o barranco. Caixas de copos voaram na pista. Chocou a eles ver que as pessoas paravam os carros para saquear a carga, não para ajudar o motorista! Roubar copos comuns, ordinários, de um caminhão acidentado. Que tristeza! Dá vontade de chorar... este é o nosso povo! |
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A mãe de Joãozinho o chamou e disse: "Joãozinho, pegue ali um pote para levar um pouco de doce de laranja para sua tia". Ele pegou um pote bem pequeno e colocou o doce. Quando entregou o doce para a tia e ia despedir-se, ela falou: "Espere um pouco Joãozinho, vou mandar um pouco do doce de coco que você tanto gosta nesse mesmo ponte!" Ao chegar em casa, Joãozinho disse para sua mãe: "Veja que miséria de doce a tia mandou para nós!" Será que temos agido desta maneira para com Deus? Nunca devemos esquecer a lei da semeadura e da colheita. |
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Os índios de uma reserva para a qual eu seria enviado em missão faziam um vaso de barro muito bonito. Meu amigo, capitão do esquadrão em Manaus, pediu ao tenente: “Já que você está nesse vôo, traga um vaso daqueles para mim”. O tenente o achou tão bonito que quis um também. Ao desembarcar, um dos vasos se quebrou. O capitão perguntou: “E aí, trouxe o vaso?” “Sim, senhor,. Trouxe dois, só que o seu quebrou no desembarque”. – Luiz de Abreu. 30/11/06 |
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Li a seguinte definição em um texto dos Neuróticos Anônimos: “O egoísmo é um modo de vida falido”. 18/12/06 |
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Historinha dos seis homens, soterrados numa caverna sob a neve. Esperando socorro, todos traziam um pouco de lenha que poderia ser usada na fogueira para não morrerem de frio. Depois de algumas horas, a equipe de ajuda chegou no local e encontrou seis cadáveres congelados, cada um segurando seu feixe de lenha. Olhando para aquela triste cena, o chefe da equipe lamentou: “O que os matou não foi o frio de fora, mas o de dentro”. Com medo de gastar a sua parte em função dos outros, cada qual pensou em si mesmo, e isto foi o trágico fim de todos. 1/2/07 |
| Nossa jornada é montanha acima, com um cadáver às costas – o nosso eu crucificado – e o diabo faz de tudo para puxar-nos para baixo e ressuscitar o cadáver. (Phillip Henry) 18/4/07 |
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Por que o evangélico que não dizima só penteia o cabelo pra trás? ...Pra não ter que repartir. Sabe por que o evangélico que não dizima tem o nariz grande? Porque o ar é de graça! O evangélico que não dizima diz pro filho: - Filho, há quanto tempo você está chupando essa bala? - Duas horas, pai! - Então já pode tirar o papel! 14/5/07 |
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Montesquieu, filósofo, advogado e juiz, viveu na França de 1689 a 1755, e contava uma história simples, digna entretanto de boa reflexão: O homem viajava, e seu caminho atravessava a montanha. De repente, ele viu, que uma grande pedra impedia o seguimento da viagem. O homem tentou afastá-la. Não o conseguindo, sentou-se desanimado na estrada. Pouco depois, veio outro homem, e agiu da mesma forma. Outros chegaram também, e, após algum tempo, vários homens estavam sentados, desanimados, perto da pedra. A um dado momento, alguém pensou, e disse: - Por que não unimos nossos esforços para juntos removermos a pedra? Idéia prontamente aprovada, os homens passaram logo do pensamento a e das palavras à ação. A pedra foi e afastada, e, tranqüilos e felizes, os viajantes continuaram a jornada. O pensador francês concluía assim sua parábola: “Enquanto vivemos desunidos, e cada um preocupa-se somente consigo mesmo, termos apenas sofrimento, desgraça e opressão”. Cooperação, o tema de Montesquieu, tem tudo a ver com a obra do Reino de Deus. 25-12-2007 |
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O homem rico agonizando, escreveu num papel: “Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres”. Morreu antes de fazer a pontuação. A quem ele deixou a fortuna? 1) O sobrinho fez a seguinte pontuação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a Conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim: Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta Do padeiro. Nada dou aos pobres. 3) O padeiro pontuou puxando a brasa pra sardinha dele: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a Conta do padeiro. Nada dou aos pobres. 4) Chegaram os pobres. O mais sabido deles fez a interpretação: Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a Conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres. Moral da estória: É a vida, e pode ser interpretada e vivida de varias maneiras. Nós é que colocamos os pontos.Isso faz toda a diferença. 23.1.2008 |
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Quando Madame Curie alcançou a tremenda vitória científica, oferecendo ao mundo a bênção dos raios-x, alguém sugeriu que ela tirasse patente de seu descobrimento, pois poderia assim compensar-se do trabalho que tivera e ganhar dinheiro. Ela, porém, recusou-se a fazê-lo. Queria que os raios-x fossem usados por todos, sem qualquer objetivo de lucro. O mesmo ocorreu com o grande cientista brasileiro Vital Brasil, quando seu instituto lançou um medicamento a base de curare, elemento precioso nos casos de intervenção cirúrgica. Um amigo perguntou se ele ia tirar a patente. Deu ele um sorriso e exclamou: "Patente pra quê? Quem quiser que o use para o beneficio do povo..." Atitudes raras em nossos dias, onde as pessoas para crescerem passam por cima de tudo e de todos. Porém, devemos nos conscientizar que quando fazemos crescer os que nos rodeiam certamente cresceremos com eles. 25.1.2008 |
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Na África, na década de 1980, um inglês que lutava pela união das tribos ensinou todos falar a mesma língua. Lutou contra soldados, contra o racismo. Com sabedoria e coragem, conduziu uma multidão com um único objetivo: tornar melhor o futuro de todos. Certa vez um habitante perguntou-lhe como faria para ensinar milhares de pessoas se numa sala só poderia reunir meia dúzia. Como os outros alcançariam suas mensagens e ensinamentos? Ele respondeu-lhe: "Uma cachoeira nasce de uma simples gota d`água e veja o resultado". Quem luta apenas pelo seu sucesso, achando que nunca precisará dos outros, nasce gota e morre gota. Mas quem se une a muitos pensando no sucesso de todos cresce, se torna cachoeira, junte-se aos sábios que fazem pessoas crescer. É dando "exemplo" e ensinando ao próximo que você promoverá mudanças de comportamentos e hábitos errados. 29.1.2008 |
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Um amigo contou-me que fora visitar um farol e dissera ao faroleiro: - O senhor não se apavora de viver aqui? E terrível este lugar para se permanecer nele! - Não - respondeu o faroleiro. Não tenho medo. Aqui nunca pensamos em nós mesmos. - Como é isto!? Nunca pensam em si mesmos!? - Nós sabemos que estamos perfeitamente seguros e cuidamos de ter as nossas lâmpadas brilhando e nossos refletores bem limpos, de modo que aqueles que se acharem em perigo, possam ser salvos. Isto é o que os cristãos devem fazer. Eles estão salvos numa casa construíra sobre a rocha, que não poderá ser abalada pelas tempestades mais tremendas, e num espírito do mais santo altruísmo devem fazer brilhar sua luz através das trevas do pecado, a fim de que os que se acham em perigo possam alcançar as praias bonançosas de salvação. Sword e Trowvell. 7.2.2008 |
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A cobiça ou avareza tem seu fundamento num desejo pervertido de posses, com raiz no egoísmo. Um coração egoísta nunca está satisfeito. Um menino está muito satisfeito com sua patinete, até que veja outro com um automovel-zinho. Uma menina fica toda contente com sua boneca de corpo de pano, até que veja a vizinha ninando ao colo uma fina boneca de borracha. Jorge está contente com sua caneta tinteiro comum, até ver nas mãos do primo uma Parker. E isto não se limita às crianças. O Sr. "F" alegra-se com o aumento de salário que lhe deram, até ouvir que o Sr. "S" recebeu duas vezes aquele aumento. Quando a cobiça predomina em nosso pensamento, avaliamos as coisas em termos de nossos bens em comparação com os dos outros. E quando vemos neste mundo todas as desigualdades na distribuição da fortuna, uns tendo tanto mais que outros, ficamos descontentes e irritados. Seguem-se a inveja, o ciúme, o ódio, e tudo isto traz em resultado maior cegueira diante dos verdadeiros valores da vida. Nossos bens não são um mal em si mesmo; podem ser um grande bem. Não é tanto o que a pessoa possuí, mas o que a possui que tem importância. Caso um homem seja possuído por amor, um desígnio envolvente, ou por uma obsessão magnífica, todos os seus bens estarão sob controle e serão usados para a realização de seus objetivos. 12.2.2008 |
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"Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer aos necessitados, e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar do que receber" (At 20.35). Olhei o mar, e estava morto, Embora as neves lá do Hermom e o bom Jordão Lhe dessem do alimento o seu conforto. Por que tal sorte assim? Veio então a resposta: "Ah, quanto mais recebe, mais este mar guarda! Aos afluentes seus a morte ali aguarda Pois esse mar recebe mas não dá, oh não!" Ó mar, Mar Morto! ensina-me bem claro Que apego egoísta nos destrói assim! Senhor, que eu dê por Ti mesmo o mais caro; E pra que o faça, vem viver em mim. (Revista do Colégio Chapman). 18.2.2008 |
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Um time de futebol, de volibal, não pode ser propriamente chamado de time se cada elemento joga só para si, individualmente, para atrair a atenção dos torcedores. 13.3.2008 |
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À medida que o homem morre para o eu, ele cresce em vida diante de Deus. G. B. Cheever. 10.4.2008 |
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Para vencer o egoísmo, desenvolva uma paixão em ajudar os necessitados. Para o homem que passou sua vida inteira no narcisismo, esse conceito soa completamente estranho. "Veja, cara, só quero ser libertado desse problema de lascívia (por exemplo). Não estou procurando virar o mundo de cabeça para baixo”. Contudo, a resposta que Jesus deu àqueles que precisavam de uma grande purificação interior, Ele disse para dar. É o espírito oposto de querer ganhar para si mesmo. 10.4.2008 |
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Steve Gallagher, observou: Os pecadores sexuais são peritos em tomar um cuidado extremo com cada uma de suas necessidades e desejos, e pouquíssimo interesse têm mostrado pela vida dos outros. Isto decorre do fato de serem extremamente narcisistas. Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual. 10.04.2008 |
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Uma enfermeira estava mostrando o quarto a uma paciente. "Nós queremos que você se sinta muito bem enquanto estiver aqui. Se houver alguma coisa que você deseje e não exista aqui, por favor, comunique-me e eu lhe mostrarei como viver muito bem sem ela". Muitas vezes deixamos a amargura e a infelicidade tomar conta de nossas vidas simplesmente porque não conseguimos realizar um determinado sonho ou adquirir algo que tanto desejávamos. Se tão somente olhássemos para o alto e contemplássemos o que Deus tem para nós, veríamos que podemos ser muito felizes mesmo sem aquilo. 31.7.2008 |
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Contou alguém: Estava ocupado com tarefas caseiras e prestei pouca atenção à voz distante que chegava pela porta dos fundos. Achei que estava ouvindo os filhos dos vizinhos brincando, mas dali a pouco dei-me conta de que alguém estava gritando por socorro. Finalmente, alarmado, corri em direção ao som e encontrei um vizinho com os dedos presos na correia do motor de seu trator de jardim. Ajude-me!, ele gritou. Cortei a correia e soltei-o. Ele havia tentado consertar o motor com o trator em funcionamento. Felizmente, o propulsor desligou, deixando os dedos de meu vizinho apenas comprimidos e machucados. Afastei-me sentindo-me culpado, sabendo que, se tivesse atendido ao seu primeiro grito, poderia tê-lo poupado de algum sofrimento. Ao orar para me tornar mais sensível aos acontecimentos próximos de mim, Deus ajudou-me a ver que às vezes também deixo de perceber o sofrimento emocional das pessoas à minha volta. Compreendi que a preocupação com interesses pessoais muitas vezes me havia feito insensível. A partir desse momento, determinei-me a escutar mais atentamente e ser sensível às necessidades das pessoas ao meu redor. 26.8.2008 |
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Passeando com sua avó em um shopping, o menino se encantava com os brinquedos expostos nas vitrines. Vendo o interesse do neto, a senhora lhe perguntou: "O que você gostaria de ganhar de presente no Natal, querido?" "Ah, vovó," respondeu o garoto, "eu queria ganhar dois caminhões, dois carrinhos com controle remoto e dois video-games." A avó, intrigada com a pedida do neto, indaga-lhe: "Mas por que você quer dois brinquedos de cada?" "Assim, vovó, eu poderei compartilhar com meus amiguinhos os brinquedos que ganhar." Bom seria se todos nós tivéssemos o mesmo pensamento do menino de nossa ilustração. Quão felizes seríamos se aproveitássemos o Natal para deixar de lado nosso egoísmo, nossas vaidades, nossa indiferença em relação ao nosso próximo e procurássemos compartilhar aquilo que temos de melhor. 26.8.2008 |
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Uma jovem estava a espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto. Como deveria esperar várias horas, resolveu comprar um livro para passar o tempo. Comprou, também, um pacote de biscoitos. Sentou-se numa poltrona, na sala Vip do aeroporto, para poder descansar e ler em paz. Ao lado da poltrona onde estava o saco de biscoitos sentou-se um homem, que abriu uma revista e começou a ler. Quando ela pegou no primeiro biscoito, o homem também tirou um. Sentiu-se indignada mas não disse nada. Apenas pensou: “Mas que atrevido! Se eu estivesse com disposição dava-lhe um soco no olho, para que ele nunca mais se esquecesse deste atrevimento!” A cada biscoito que ela pegava, o homem também tirava um. Aquilo foi-a deixando cada vez mais indignada, mas não conseguia reagir. Quando restava apenas um biscoito, ela pensou: “ah... o que vai esse abusador fazer agora?” Então, o homem dividiu o último biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava soprando de raiva! Então, pegou no livro, e no restante das suas coisas e dirigiu-se para a porta de embarque. Quando se sentou confortavelmente numa poltrona, já no interior do avião, olhou para dentro da bolsa para tirar os óculos. Para sua grande surpresa, viu intacto o pacote de biscoitos que tinha comprado! Sentiu imensa vergonha! Percebeu que quem estava errada era ela... Tinha-se esquecido que tinha guardado os biscoitos na sua bolsa. O homem tinha dividido os biscoitos dele com ela, sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado. Entretanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar a dividir os biscoitos dela com ele. E já não havia ocasião para se explicar... nem pedir desculpa!” Existem 4 coisas, que não se podem recuperar nunca... A pedra depois de atirada! A palavra depois de proferida! A Ocasião depois de perdida! O tempo depois de passado... Portanto, devemos fazer valer a pena cada segundo em nossas vidas e transformar pelo Amor de Deus todas as coisas ruins que estão à nossa volta! 26.8.2008 |
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"Metade de nossos problemas vem de desejar tudo conforme nossos próprios interesses e a outra metade vem de consegui-los." 15.9.2008 |
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Há pouco tempo, um apostador ganhou, sozinho, a mega-sena. O jogo foi feito em uma casa lotérica de uma pequenina cidade. Durante duas semanas, ninguém soube a identidade do contemplado. A vida na cidadezinha, entretanto, mudou por completo. Como havia a possibilidade do novo milionário ser um vizinho, um colega de trabalho ou um parente, todos começaram a tratar-se bem, pensando numa possível retribuição. Os moradores se cumprimentavam, sorridentes, pelas ruas. As donas de casa enviavam guloseimas umas às outras. Tudo era paz e cordialidade. Mas depois de quinze dias, descobriu-se que o ganhador do prêmio morava, de fato, em São Paulo, e estivera na pequena cidade apenas de passagem. Então, tudo voltou ao "normal"... Essa história possui toques de comédia, mas revela, na verdade, uma tragédia. É terrível quando as pessoas são gentis umas com as outras apenas por interesse. 30.9.2008 |
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A mulher está indicando seu apartamento às amigas, que iam visitá-la. - Quando vocês chegarem no prédio, na porta da frente tem um grande painel. Eu moro no apartamento 301. Apertem o botão do interfone com o cotovelo, que eu abro a porta. Entrem, o elevador é à direita. Apertem o três com o cotovelo. Quando vocês saírem do elevador, meu apartamento é na esquerda. Com o cotovelo, apertem a campainha. - Parece fácil, mas...por que temos que apertar os botões com o cotovelo? - Ué... vocês estão vindo de mão vazia? 14.4.2009 |
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Conta o folclore europeu que há muitos anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados resolveram se casar. Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso. A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro. Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma. Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo: - Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar. Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais. - Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então. O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou. Casaram-se. Decididos a melhorar de vida ambos trabalharam muito e foram recompensados. Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais. E tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos. Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza. Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro. Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si. Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações. - Você não liga para mim! - gritou o marido - só pensa em você, em roupas e jóias. - Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos. A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada. - Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora. Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados. Ele concordou. A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia. Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama. Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho: - Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento. - Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso. Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar. Envolveram-se num abraço de ternura e voltaram para casa mais apaixonados do que nunca. O egoísmo, muitas vezes, nos turva a visão e nos faz ver as coisas de forma distorcida. Faz-nos esquecer os verdadeiros valores da vida e buscar coisas que têm valor relativo e passageiro. Importante que, no dia-a-dia, façamos uma análise e coloquemos na balança os nossos bens mais preciosos e passemos a dar-lhes o devido valor. 14.5.2009 |
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Conta-se que três homens ficaram presos numa caverna devido a uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira, ao redor da qual, se aqueciam. Se o fogo apagasse, eles sabiam que todos morreriam de frio antes que o dia amanhecesse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira, era a única maneira de sobreviver. O primeiro homem era um rico, avarento. Olhou para seus companheiros e pensou: eu dar minha lenha para aquecer esses preguiçosos, esta lenha para mim tem muito valor e pode gerar lucros. E pensando assim, não colocou sua lenha. O segundo era homem da montanha e conhecia mais que aos outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Na hora de colocar a sua lenha pensou: essa nevasca pode durar vários dias e eu vou guardar minha lenha, pois posso precisar dela. E pensando assim, também não colocou sua lenha. O terceiro homem era um trabalhador, tinha as mãos calejadas, sinal da sua vida dura de trabalho. E na hora de colocar a sua lenha pensou: esta lenha é minha, custou o meu trabalho e não darei a ninguém nem sequer um graveto dela. Guiados por esses pensamentos, os três homens permaneceram imóveis diante da última brasa da fogueira que se apagou. No dia seguinte, quando o socorro chegou os três estavam mortos e congelados. Cada um com o feixe de lenha nas mãos. O chefe da equipe de resgate diante do fato comentou: O frio que os matou não foi o frio da neve, mas o frio dos seus corações. Caro leitor, por acaso você já se deu conta que muitos em virtude do egoísmo que lhes consome a alma vivem uma vida pobre e mesquinha? Infelizmente não são poucos que em detrimento de seus objetivos pessoais experimentam uma existência ensimesmada e egoísta, desconhecendo, que o segredo para uma jornada vitoriosa é compartilhar aquilo que tem. E você? Como tem se portado diante das avalanches do cotidiano? Pois é, pense nisso com todo carinho, até porque, o final da SUA história você decide!29.6.2009 |
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"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei. No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei. No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar...". Martin Niemöller, 193310.9.2009 |
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Quando adolescente, pertencia a uma igreeja onde havia muitos russos. Lembro-me de um muito idoso que me ensinou uma lição. Ele dizia que, na região onde morava, as pessoas costumavam escrever a palavra "ya", eu em russo, na sola do sapato. Isso as faria lembrar onde deveria estar seu Eu. Nunca me esqueci dessa lição sábia, e luto para tirar o meu do trono que não é dele. Antônio Mendes5.10.2009 |
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Caio Fábio, ilustre pregador e escritor, entre seus livros lançou um pequeno opúsculo com o título "A Igreja Fora do Portão". O livro é pequeno. A mensagem é profunda e muito oportuna. Diz o autor que há cristãos que vivem atrás dos portões, fechados para si. Certa feita os discípulos também ficaram atrás de portas trancadas, com medo dos judeus. Jesus ressuscitado, entrou ali e prometeu paz a eles, e incentivou a que saíssem levando as boas novas a todas as gentes.21.10.2009 |