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Dor

 

O português vai ao médico: - "Doutor, o senhor precisa me ajudar, pelo amor de Deus! Meu corpo todo está doendo! Eu aperto a barriga, dói! Aperto o peito, dói! Aperto a perna, dói!" O médico examina o sujeito e conclui: - "Você não tem nada... só um dedo quebrado..."

 

A dor serve para nos alertar. Se tocar num fogão quente, a dor nos avisa da necessidade de retirar a mão o mais rápido possível. Dor do espírito apresenta motivo para nós buscarmos a Deus, querendo ser salvos por ele.

 

A primeira coisa que a criança recebe ao nascer é um tapa do obstreta.

 

Deus sussurra em nossos ouvidos em nossos prazeres, mas Ele grita conosco em nossa dor. Dor é o megafone de Deus.

 

No The problem of pain (Problema da Dor), C. S. Lewis escreveu: "Deus sussurra nos nossos momentos de deleite...mas grita nas horas de dor." Se recusamos escutar quando Ele nos sussurra, Ele pode usar gritos para chamar a nossa atenção. Isso aconteceu aos Israelitas. Embora Deus lhes tenha dado "uma terra que manava leite e mel," eles afastaram-se d'Ele, por isso Ele ordenou "que lhes sucedesse todo este mal" (Jeremias 32:22-23). - Fonte: www.gospelcom.net

 

Só sabe a profundidade da poça quem cai nela.

 

Dois amigos judeus, aldeães, conversavam certo dia. Dessa conversa extraímos uma lição interessante: “Dize-me, amigo Ivan, amas-me?” “Amo-te”. “Sabes, amigo, o que me dói?” “Oh! Não! Como posso saber o que te dói?” “Se não sabes o que me dói, como podes dizer que me amas?” - O verdadeiro amigo procura saber o que dói ao outro, e em seguida, toma providências para aliviar essa dor.

 

Ouvi num seminário da Igreja Com Propósitos: "A melhor pessoa para ajudar um canceroso é uma pessoa que já teve câncer; para ajudar um casal em dificuldade conjugal, é outro casal que já passou por isso".

 

Na mitologia grega, Édipo foi abandonado por seus pais, Laios e Jocasta, no alto de uma montanha, amarrado, para que fosse morto por uma fera qualquer. O motivo foi o de evitar a dor: Haviam sido advertidos, por um oráculo, de que o filho mataria o pai e se casaria com a mãe. Mais tarde, resgatado por um pastor, Édipo é adotado por uma família abastada, de outra nação. Mas, depois de crescido, mesmo tentando fugir de seu destino, sem saber, encontra com o pai numa encruzilhada qualquer, e mata-o. Mais tarde, ainda sem saber, casa-se com a rainha viúva. Finalmente, descobre a verdade, fura os próprios olhos e volta à mesma montanha de onde fora originalmente abandonado.

 

Um homem dirigindo seu automóvel atropelou um cachorro. Desceu do carro e procurou socorrer o animal, que estava levemente ferido. Num movimento rápido, o cãozinho mordeu o braço do motorista. O homem, entretanto, não se zangou. Sabia que o cão o havia atacado porque estava ferido. Continuou, mais tarde, em seus trabalhos e lembrou-se do ocorrido, extraindo a seguinte lição: Há muitas pessoas que também atacam as outras com palavras duras, porque foram feridas antes. Não sendo crentes ou sendo crentes imaturos, não sabem reagir de outra maneira, por isso, agridem até mesmo quando são ajudadas.

 

O homem é engraçado. Um homem não mostra dor quando é ferozmente espancado mas queixa-se quando uma mulher lhe tenta limpar as feridas. Já observou?

 

Há uma história sobre uma criança indígena que foi até um velho chefe com um pássaro machucado na sua mão. O índio olhou para o pássaro e disse: "Leve-o de volta e coloque-o no lugar onde você o encontrou. Se você ficar com ele, ele morrerá. Se você o colocar de volta nas mãos de Deus, Ele o curará e o pássaro viverá." Aqui está uma lição de como devemos agir quando somos magoados pelo sofrimento. Nenhuma mão humana pode curar um coração ferido. Tem de ser entregue a Deus (Lc 4:18; Mt 11:18-30).

 

O sofrimento intenso da crucificação foi descrito vividamente na "The International Standard Bible Encyclopedia": "Inflamação local severa, acrescida de uma hemorragia insignificante das feridas abertas, produzia febre traumática, que era agravada pela exposição ao calor do sol, a posição inconfortável do corpo e uma sede insuportável. As feridas inchavam ao redor dos pregos e os tendões e nervos rasgados e dilacerados causavam uma agonia excruciante. As artérias da cabeça e do estômago ficavam sobrecarregadas de sangue e uma dor de cabeça latejante era causada...". Joseph F Green.

 

Um calo é produzido por um dos mecanismos mais simples que se pode analisar: pressão e atrito contínuos. É assim quando compramos aquele sapato novo. O couro aperta e o pé não tem para onde fugir: do trauma da compressão surge um calo. Mas isto não ocorre de uma única vez; é necessário que o tempo de permanência em uso seja grande os "gritos" de socorro não sejam atendidos; primeiro um avermelhamento, depois vem uma irritação, mais à frente uma bolha que mais tarde se seca e se transforma num belo calo. Geralmente é muito traumático: a região dói, pode haver um processo inflamatório e, em alguns casos, pela persistência pode haver deformidade. - Noélio Duarte, em O Jornal Batista.

 

Se voltarmos os olhos e contemplarmos o triste exemplo de Davi, em seu pecado de adultério, e se pudéssemos perguntar: "Davi, o que é dor?" Ele na certa diria: "Já perdi pai, mãe, filhos, inclusive meu amado Absalão, mas tristeza semelhante a que senti quando o homem de Deus, Natã, me fez reconhecer o meu pecado, jamais vivi antes". - Elzir Durval de Carvalho, em O Jornal Batista.

 

Enquanto no cativeiro, Israel clamava por libertação. Uma vez na terra prometida, Deus foi colocado de lado. Apesar do Senhor ter avisado o que lemos em Dt 8.11-14. O aviso não foi levado à sério. O cativeiro, guerras, fome e escravidão, foram usados por Deus para reconduzir o povo ao primeiro amor. Hoje Deus faz o mesmo. - Julio de Oliveira Sanches, em O Jornal Batista.

 

A dor não respeita sequer os homens célebres da História. Os reis, os magistrados, os guerreiros, os cientistas... Colombo, descobridor da nossa América, sofria amargamente de artrite, inflamação nas articulações. Calvino, o Reformador, sofria dores de cabeça alucinantes. Luiz XIV, o Rei-Sol, da França, tinha uma fístula rebelde que muito o fazia padecer. Charles Spurgeon, notável pregador da Inglaterra, sofria de reumatismo gotoso e, por vezes, subia ao púlpito sob a pressão de fortes dores para transmitir ao seu auditório a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo. Napoleão Bonaparte foi atormentado por dores cruéis no exílio de Santa Helena até que a morte o levou. - Assis Cabral, em O Jornal Batista.

 

Como disse Antero de Quental, o maior poeta português depois de Camões, no soneto "O Palácio da Ventura": "Abrem-se as portas d'ouro com fragor/ Mas dentro encontro só, cheio de dor/ Silêncio e escuridão - e nada mais!".

 

"A dor é o megafone de Deus para chamar a nossa atenção". - C.S. Lewis

 

A Seicho No Ie tem a sua força de atração num sistema de cura sem remédios, alegando que toda doença só existe na mente da pessoa e que mudada a maneira de pensar, ignorando-se os sintomas da doença, esta desaparece e isto sem remédios. Do mesmo modo procede a Ciência Cristã. A Seicho No Ie ensina que: "O homem não é matéria, não é corpo carnal, não é cérebro, não é célula nervosa, não é glóbulo sangüíneo, nem é o conjunto de tudo isso”.

 

Diz o psicoterapeuta João Figueiró, da Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Quem tem fé tem melhores condições de enfrentar a dor e a doença.” - http://br.groups.yahoo.com/group/clippingevangelico

 

Um dia, uma paciente faltou à consulta dentária que havia marcado. Telefonou no dia seguinte e disse que não pôde ir porque estava com muita dor de dente. – Simone Moura Oliveira

 

Se pudéssemos perguntar: Davi, o que é dor? Ele na certa diria: Já perdi pai, mãe, filhos, inclusive meu amado Absalão, mas tristeza semelhante a que senti quando o homem de Deus, Natã, me fez reconhecer o meu pecado, jamais vivi antes". Enquanto eu calei o meu pecado envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. 26/2/07

 

Na escola, o professor pergunta ao aluno: - O que se deve fazer quando alguém está sentindo dores no coração? - Apagar a luz! - Apagar a luz? Você ficou maluco? - Ora, professor, o senhor nunca ouviu dizer que o que os olhos não vêem o coração não sente? 26/2/07

 

Você sabia que uma ostra que não foi ferida não produz pérolas? As pérolas são uma ferida curada. Pérolas são produto da dor, resultado da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia. A parte interna da concha de uma ostra é uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra. Como resultado, uma linda pérola é formada. Uma ostra que não foi ferida, de algum modo, não produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada. 26/2/07

 

Você nunca será a pessoa que poderá ser se dores, pressões, tensões e disciplinas forem retiradas da sua vida. James G.Bilkey. 30/3/07

 

"Quando não compreendemos a dor ela nos dilacera. Quando entendemos seus fins, ela nos aperfeiçoa." 28/12/2007

 

Cerca de 17 milhões de brasileiros sofrem de enxaqueca e 25% desses têm, no mínimo, quatro crises por mês. Fonte: Seleções Reader Digest Novembro/2005. 9.1.2008

 

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre. - "Ruim " disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse: - "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - "Qual é o gosto?" - "Bom!" disse o rapaz .- Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre? - "Não" disse o jovem. O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende do lugar onde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago... 25.1.2008
 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. Carlos Drummond de Andrade. 29-01-2008
 

Estamos instalando em nossa igreja um novo fogo de luz elétrica, em memória de um dos nossos ex-pastores muito estimado. Não esqueço do que me disse a sua viúva, a seu respeito. Ele suportou uma terrível enfermidade. Todos os que o conheceram admiravam-se de tão boa alma, com uma longa folha de serviços prestados à Causa. Fora exatamente a vítima de uma enfer­midade que lhe trouxera dores tão atrozes durante as últimas semanas. Con­tudo, no meio de todo aquele sofrimento atroz, ele disse: "Eu sei que é pro­fundo o escuro vale, mas há uma luz do outro lado". Vendo-o sofrer tanto, sua esposa devotada confessa perguntou-lhe: "Porque o bom Senhor permite tudo isto? Eu não posso compreender". E ele Replicou: "Devo negá-lo? Devo ser seu seguidor somente nos dias de sol e não na escuridão?" No meio das grandes provações da vida, precisamos desta espécie de fé que nos leva a cantar: "Onde quer que seja, com Jesus irei". Arthur W. Brown (Ontário, Canadá). 18.2.2008

 

"Os loucos desprezam a sabedoria.’’ Pv 1:7 O dentista do hospício atende um interno que havia extraído um dente na véspera: - E então? O seu dente parou de doer? - Sei lá! O senhor ficou com ele! - Missionário Ripari 25.2.2008

 

Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos" (SI 119.71). Claro que o poeta não era adepto da herética afirmação: "Se não vem por amor, vem pela dor". Nada mais falso tal pensar. Não é assim o agir benevolente do Senhor. Sua bondade ilimitada jamais atrai pelo sofrimento. Embora possa usá-Io para revelar a glória do seu amor às suas criaturas. Mas não para forçar alguém a amá-Lo. Temos dificuldade em amar os que nos fazem sofrer. 13.3.2008

 

Há uns versos, que dizem assim:

Quem passou pela vida em branca nuvem

E em plácido repouso adormeceu;

Quem não sentiu o frio da desgraça,

Quem passou pela vida e não sofreu;

Foi espectro de homem, - não foi homem,

Só passou pela vida, - não viveu.

Esse poeta (Francisco Otaviano de Almeida Rosa – 1825-1889) põe o sofrimento como condição indispensável da vida. Não é bem assim. Deus criou o homem para ser feliz. O sofrimento é um acidente, uma circunstância.

 

Michael Gold faz uma ressalva importante. Ele diz que quando não podemos ajudar, devemos desviar o olhar, porque as vítimas têm direito à privacidade de sofrerem sua dor sem serem humilhadas pela contemplação dos curiosos.  Plaavra e Vida, 1T2008. 18.3.2008

 

"Há coisas que só os olhos que choram podem ver direito". Louis Veuillot, escritor, FRA, 1813-1883. 24.3.2008

 

O sofrimento acompanha o ser humano desde o nascimento até à morte. O ato de nascer já envolve, segundo os especialistas, vários tipos de dores. As distensões musculares em praticamente todos os músculos do corpo são doloridas. A penetração do oxigênio nos pulmões provoca uma dor profunda. Os ouvidos se abrem para receber as vibrações sonoras, o que também causa muita dor. A partir do nascimento, cada indivíduo vai aprendendo que o sofrer faz parte do viver. 5.5.2008

 

Francisco Otaviano, poeta do século XIX, escreveu em seus versos: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em plácido descanso adormeceu; / Quem não sentiu o frio da desgraça, / Quem passou pela vida e não sofreu; / Foi espectro de homem, não foi homem. / Só passou pela vida, não viveu". 14.5.2008

 

Ninguém gosta de sentir dor, seja ela física, emocional ou espiritual. Tem dor pior que a dor de dente? Ela traz, por tabela, dor de cabeça, dor no olho e irritação. Curiosamente, existe uma criança entre 400.000, que nasce com uma enfermidade rara, chamada “desautonomia familiar”, doença essa que atinge o sistema nervoso autônomo e que se caracteriza pela total ausência de dor, ou seja, a pessoa perde todas as sensações. Pode se cortar, se queimar, quebrar a perna e não sentir dor. Ótimo, não é mesmo? Na verdade, isso é grave, pois pessoas assim morrerão com infecções internas, sem sentir os sintomas de dor. Só se percebe a gravidade de sua enfermidade tarde demais. O rabino Harold Kushner, em seu livro “Quando Coisas Ruins Acontecem às Pessoas Boas” (Ed. Nobel, 1981), reflete sobre a necessidade de sentirmos dor; não que seja ótimo sentir dor, mas a dor é um aviso que o organismo humano envia para nos lembrar de que alguma coisa não está indo bem e que precisa ser regularizado. É uma oportunidade para revisarmos nossa saúde. Outras vezes a dor vem em virtude de esforços que fazemos superiores àqueles que podemos suportar. Para Kushner, “a vida seria perigosa, talvez impraticável, se não pudéssemos sentir dor” (p.67). A dor, seja ela física, emocional ou espiritual, é um custo de nossa existência humana. A leitura do livro de deixa um sentido que não podemos explicar conveniente sobre a origem e o porquê de determinadas experiências dolorosas, mesmo que num âmbito geral, com o pecado do casal no Éden, o sofrimento se tornou uma marca do ser humano. Não creio em um Deus que fica sentado em seu trono de Gloria, enviando dores para nos punir ou nos testar, como se fôssemos marionetes em suas mãos. Mas, sei que posso crescer e me tornar mais humano à medida que enfrento algumas experiências dolorosas, podendo assim trabalhar alguns aspectos de minha vida, moldados a partir de um novo momento. Não é a “causa” da dor, mas o seu “efeito” que pode trazer algum sentido à nossa vida. As coisas acontecem, mas “Deus” faz com que todas concorram para o bem daqueles que o amam...” (Rom. 8:28). Compreendo-me assim como um “vaso de barro” rachado (II Co. 4:7), recipiente da graça de Deus, onde opera o Seu poder. Marcos Bittencourt 17.2.2009

 

Você sofre de uma dor terrível, que não tem VOLTAREN, nem BUSCOPAN, nem DIPIRONA que resolve? Considere que a Bíblai diz: Jesus levou sobre si as nossas dores". 7.4.2009

 

Um coração ferido necessita de ar para respirar.  Frank Adams16.6.2009

 

Quando criança, os garotos no pátio de recreação citavam brincando a famosa frase de Shakespeare: “Ser ou não ser – eis a questão!” Mas na realidade nós não entendíamos o que ela significava. Mais tare aprendi que o herói de Shakespeare, Hamlet, que falava estas palavras, é um príncipe melancólico que soube que seu tio matou seu pai e casou com sua mãe. O horror que ele sentiu é tão perturbador que ele pensou em suicídio. A questão para ele era: “ser” (seguir vivendo) ou “não ser” (tirar sua própria vida). Às vezes, a dor na vida pode tornar-se tão devastadora que somos induzidos ao desespero.13.7.2009

 

Sempre julguei que os furacões seriam alguma coisa que a humanidade poderia simplesmente dispensar - se pudesse... Entretanto, apenas recentemente tomei conhecimento de que eles são absolutamente necessários para manter o equilíbrio na natureza. Essas tempestades tropicais, com ventos que vão acima de 300 quilômetros por hora, acompanhados de chuvas torrenciais, raios e relâmpagos, podem ser devastadoras. Contudo, cientistas nos informam que esses furacões tem um valor incrível. São eles que dissipam uma grande porcentagem do calor opressivo acumulado no equador; também são indiretamente responsáveis pela maior parte das chuvas que ocorrem nas florestas das Américas do Sul e do Norte. A conclusão final a que chegamos é que os furacões oferecem à humanidade muito mais benefícios do que podemos imaginar. As Escrituras nos ensinam que as aflições que Deus permite que sobrevenham a seus filhos são muito semelhantes aos furacões. Elas chegam de maneira violenta, trazendo com elas dores e promovendo grandes devastações. No entanto, são essas mesmas aflições que tem o incrível potencial de produzir eternos dividendos. Se você se encontra em meio a um furacão... não desista! Ele é temporário; logo vai passar, e os resultados certamente poderão transformar a sua vida para todo o sempre!3.11.2009

 

Um menino muito do esperto percebeu que o seu pai chorava copiosamente. Sem titubeios dirigindo-se a ele perguntou: - "Papai, porque você está chorando?" O homem, com o rosto marcado pelas lágrimas, os cotovelos apoiados nos joelhos, recurvado, silencioso, nada respondia. O garoto achava estranho que um homem chorasse ainda mais seu pai. Jamais o vira daquele jeito. Causava-lhe mal estar aquelas lágrimas. - "Pai, fala alguma coisa! O que está acontecendo?" Junto à janela com os olhos também marejados, pensando nos três filhos, nos encargos da família, aguardava a mãe a resposta do marido. -"Morreu alguém, Pai?" - "Não, meu filho. Ninguém morreu. Seu pai perdeu o emprego. Eu fui despedido."3.11.2009

 

Freqüentemente as bênçãos mais reais se manifestam a nós mediante as dores, perdas e desapontamentos.  Joseph Addison 3.11.2009