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Domingo

 

João Wesley em seu tempo de estudante em Oxford, traçou para si mesmo um programa implacável de uso dos seus dias. Assim: segunda e terça-feira, Clássicos gregos e latinos; quarta-feira, Lógica e Ética; quinta-feira, Hebraico e Árabe; sexta-feira, Metafísica e Filosofia Natural; Sábado, Eloqüência e Poesia. Domingo, Deus somente.

 

Com razão escreveu William Bakstone: "A profanação do Dia do Senhor é geralmente seguida por um dilúvio de imoralidade". - Nilson Dimárzio, em O Jornal Batista.

 

Certo indivíduo insistindo uma vez com o seu empregado, que era um cristão verdadeiro, para que trabalhasse aos domingos, disse-lhe: "Não te diz porventura a tua Bíblia que se o teu jumento cair num poço num sábado podes tirá-lo?" "Sim, senhor", respondeu o empregado, "mas se o meu jumento tivesse o costume de cair no mesmo poço todos os sábados ou eu taparia o poço ou venderia o jumento". - João Soares da Fonseca, em O Jornal Batista.

 

Faz alguns anos um irmão recebeu de Deus uma compreensão claríssima do Dia do Senhor, que vale a pena refletir: Há uma ênfase que se dá em nossas igrejas ao domingo, como dia de trabalho para o Senhor, e não como dia de descanso no Senhor. O crente, fiel aos trabalhos programados pela igreja no domingo, se vê, muitas vezes, sem disponibilidade de tempo para visitar os parentes não-crentes. Creio que é preciso repensar sobre o uso do dia de descanso. - Adriano Pereira de Oliveira, em O Jornal Batista.

 

Os fariseus, em especial - sobre o que se podia ou não fazer no sétimo dia. As normas farisaicas a respeito eram muito detalhadas e extremamente rígidas. A Mishnah, compilação da Tradição Oral da religião Judaica, proibia de modo específico, 39 tipos de atividades principais no sábado. Entre outras atividades como semear, colher, tecer, cozinhar, escrever, fazer fogo ou apagá-Io e carregar fardos constavam da lista de proibições. Igualmente, amarrar ou desamarrar ainda que apenas dois fios era proibido, por ser considerado trabalho. 22.2.2008