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Doença

 

Alguém contando: Eu estava no carro com meu filho Robby e sua noiva. O tanque de gasolina achava-se quase vazio, e fiquei insistindo com ele para parar e abastecer. Mas ele respondia: - "Pai, eu só ponho da Chevron". Seguimos em frente, passando por vários postos, e eu cada vez mais nervoso. Afinal, encontramos um posto da Chevron. Enquanto meu filho abastecia, fui ao caixa para pagar. A moça do caixa percebeu que eu estava sentindo dores e perguntou-me o que eu tinha. Agradeci-lhe pelo interesse e expliquei que sofria de câncer e no momento estava sob os efeitos da quimioterapia. Perguntou se era grave. Respondi que sim, e ela disse: - "Ah, coitado, que pena!" - "Tudo bem", respondi: "É verdade que não gosto do câncer nem da dor, mas tenho que aceitar a idéia de que vou morrer. Entretanto, sei que quando morrer vou para o céu". Em seguida, indaguei educadamente: - "Quando a senhora morrer, também irá para o céu?" - "Acho que sim", replicou, "pois tenho relacionamento com Deus". - "Que tipo de relacionamento?" Perguntei. - "Bom", respondeu, "eu era viciada em drogas - heroína, cocaína - tudo que o senhor pensar, eu tomei, e agora estou me libertando. E se eu não tivesse a ajuda divina não teria conseguido". - "A senhora quer ter a certeza de que irá para o céu?" Falei. - "Quero", disse ela. A essa altura, o telefone começou a tocar e outros fregueses foram chegando; então expliquei rapidamente: - "A senhora precisa confiar no Senhor Jesus. Só Ele pode dar-nos a salvação. Olhe aqui. Este livrete explica tudo isso com clareza". Ela estendeu uma das mãos para atender ao telefone e com a outra pegou o livrete, agradecendo. Quando saímos do posto, ela o estava lendo. Aquela breve conversa de três minutos fora ocasionada pela dor que eu sentia, e que por sua vez fora causada pelo câncer. É por essa e outras razões que digo que Deus, o meu Pai celeste, me deu essa doença. Ele me concedeu o dom do câncer, que me foi dado para a glória de Deus, e também para que outros conheçam a graça e a misericórdia dele...Como aquela senhora no posto da Chevron.

 

Há um versinho assim: “Aquele que nos modelou, faz do homem um perfeito ser, e a saúde do corpo, da alma só depender”. 

 

Faz tempo que tenho colecionado um pensamento assim: “Às vezes Deus nos permite adoecer e cair de cama para nos obrigar a olhar para cima”.

 

"As pessoas estão cada vez mais expostas a alergias, principalmente nos grandes centros urbanos", comentava um médico. (Revista Tudo, pg 20 - 3 de maio de 2002).

 

Tem pessoas que aprenderam a gostar da doença. Dizem: "O de que eu mais gosto na vida é ficar doente". É que descobriram que quando adoecem, podem ter algumas das coisas de que mais gostam na vida: a mãe ao seu lado, o pai fazendo-lhe carinho, a comida trazida à cama... Foi para uma pessoa assim que Jesus perguntou: "Queres ser curado?" (Jo 5.1-9). (Marcelo Aguiar, em Cura Pela Palavra, pg 19).

 

Coceira de rico é alergia, de pobre é sarna!

 

Um médico experiente, analisou as preocupações características de seus pacientes e verificou que 40% deles estavam preocupados com coisas que nunca iriam acontecer; 30% estavam preocupados com coisas acontecidas no passado; 12% tinham medo de perder a saúde, embora sua única doença estivesse na imaginação. Os outros 18% tinham outras preocupações, mas o médico descobriu, que em geral, elas não tinham qualquer fundamento. Compare-se isto à Fp 4.5,6

 

Um homem, muito frustrado com a sua falta de poder para resolver seus problemas, resumiu sua frustração dizendo: “Estou doente e cansado de estar doente e cansado”. – É assim que nos sentimos também quando tentamos resolver nossos problemas sozinhos, por conta própria.

 

Disse um médico: “Sem amor, perdemos o desejo de viver. Desiquilibra-se nossa vitalidade física e mental, diminui-se nossas resistência e sucumbimos às enfermidades que demonstram, muitas vezes, fatais. Talvez escapemos à morte real, mas o que fica é uma resistência pobre e vazia, tão empobrecida de emoções, que não podemos ser considerados senão semivivos”. As alternativas são, na verdade, amar ou perecer.

 

O turco estava resfriado mas não queria gastar dinheiro com uma consulta. Resolve procurar um amigo, também turco, que era médico. Puxa um papo descompromissado e a certa altura da conversa pergunta: - "Salim, o que você faz quando esta resfriado?" - "Eu espirro!"

 

Um idoso pastor se encontrava gravemente enfermo na cama e sofria terríveis dores. Um jovem obreiro que o visitava desejou consolá-lo. Cheio das melhores intenções, falou: "Deus disciplina a quem ama!" Ao que o velho homem retrucou, cheio de dores: "Sim, mas agora, neste instante, eu desejaria que Deus amasse outra pessoa!"

 

Mas, pode acreditar - estes barracos são palácios comparados às repugnantes condições em que viviam os dez leprosos nos dias de Jesus! Eles não possuíam cobertura social do governo, não tinham aposentadoria, auxílio-doença, convênios médicos, vales-refeição, internações hospitalares, suporte social algum. Tinham sido abandonados totalmente pela sociedade. Eram párias sem teto - obrigados a viverem num acampamento longe da cidade. A lei exigia que os leprosos ficassem à distância de pelo menos 100 metros dos não enfermos. Quando passava alguma pessoa, os doentes tinham de gritar: "Impuro, impuro!" Dependendo da duração da lepra, uns tinham perdido dedos das mãos, dos pés, orelhas, dentes, braços, nariz. A pele possuía lesões e estava podre - e o mau cheiro e o aspecto eram insuportáveis. Estes homens mendigavam, pediam, e ingeriam comida que os outros nem iriam querer olhar. Provavelmente viviam do lixo. Porém, o que mais atormentava estes párias, era a lembrança dos queridos que tiveram de abandonar quando o sacerdote os declarou leprosos. Eles perderam esposas que os amavam, filhos adoráveis que brincavam com eles. Perderam lares, carreiras, o respeito, e qualquer esperança de serem úteis. Alguns deles provavelmente haviam sido judeus fiéis, enraizados na tradição da igreja. Contudo agora estavam acampados fora de uma aldeia sem nome, expostos, num viver de vergonha e sofrimento inexprimíveis. - David Wilkerson

 

O holandês Leewenhoek, um fabricante de lentes do século XVII, ficou pasmo ao ver, através de seu tosco amontoado de lentes, um mundo de seres se movimentando numa gota d´água, invisíveis a olho nu. Algum tempo depois, Pasteur viu a possibilidade daqueles seres estarem relacionados com doenças, e Roberto Koch, após exaustivos experimentos, provou que os micróbios eram causadores de várias doenças, e ele mesmo, mostrou que a Tuberculose era resultado da ação de um bacilo que recebeu o seu nome. - Wilson Salles, em O Jornal Batista de 16.01.1994.

 

Os primeiros indícios dessa enfermidade (a Aids) que agora apavora o mundo apareceram em meados de 1981, em São Francisco e Nova Iorque, nos EUA. As pessoas doentes apresentavam sempre uma característica em comum: eram jovens e até então isentas de enfermidade de base grave e, na sua maioria homossexuais e alguns viciados em drogas injetáveis. No Brasil esse vírus maligno chegou através de elementos americanos, sendo o Estado de São Paulo sua porta de entrada. No início alguns jornais publicavam notas alarmantes sobre a nova doença, mas muitas pessoas não davam a menor atenção, pensando ser apenas um exagero da imprensa. - Gorgônio Barbosa Alves, em O Jornal Batista.

 

Quando se alcança certa idade, certas limitações do corpo são inevitáveis. Quando um homem de trinta e poucos anos reclamou de dores numa das pernas, alguém lhe disse: "Isso é problema de DNA - Data de Nascimento Avançada".

 

Uma avó, desejosa de conversar com sua neta, ligou para sua casa. Um bisneto atendeu ao telefonema e ela perguntou por que ele estava em casa e não no colégio. Ele respondeu: ", estou descansando no Senhor". Em outras palavras, ele estava doente mas por causa da religião dos pais não podia admitir que estava doente - uma doença para eles significava pecado na vida.

 

Passar alguns minutos acariciando um cachorro pode diminuir a ansiedade de um doente do coração e até mesmo ajudar na recuperação dele durante uma internação hospitalar, disseram pesquisadores dos EUA. Os cientistas avaliaram 76 pessoas com insuficiência cardíaca internadas em um hospital. Desse grupo, alguns receberam a visita de um cachorro por 12 minutos, outros receberam a visita de um voluntário treinado e outros ficaram sozinhos. Os índices de ansiedade caíram 24 por cento para os doentes visitados por um cão, caíram 10 por cento para os que receberam a visita de uma pessoa e permaneceram inalterados para os que não receberam nenhuma visita. - 15/11/2005, http://br.groups.yahoo.com/group/cristianismo_pleno

 

Diz o psicoterapeuta João Figueiró, da Faculdade de Medicina do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Quem tem fé tem melhores condições de enfrentar a dor e a doença.” - http://br.groups.yahoo.com/group/clippingevangelico

 

Quando ficam doentes, os homens agem como bebês, dizem as mulheres. Mas talvez elas devam seguir o exemplo dos rapazes – isso poderia salvar-lhes a vida, explicam pesquisadores da Universidade de Michigan. Quando as mulheres sofrem um enfarte, têm mais probabilidade de adiar a busca por ajuda médica e, depois, dificilmente tomam providências para melhorar a saúde em geral. O motivo? As mulheres são fortes demais; elas acham que seus problemas simplesmente não têm muita importância. Quando Steven Erickson e colaboradores perguntaram a 348 homens e 142 mulheres, que haviam sido internados por causa de enfarte, sobre seus sintomas e a medicação, descobriram que, embora as mulheres tivessem tido mais sintomas e estivessem tomando mais remédios, classificaram sua doença como menos grave do que os homens. – Seleções. 30/11/06

 
Fazer tarefas domésticas pode ajudar a reduzir risco de câncer de mama: A atividade física e, em particular, fazer tarefas domésticas, contribui para reduzir o risco de contrair câncer de mama em mulheres de todas as idades, segundo um estudo divulgado hoje no Reino Unido. A pesquisa, patrocinada parcialmente pelo Cancer Research UK acompanhou 218 mil mulheres de nove países europeus durante 6,4 anos, ao longo dos quais 3.423 delas desenvolveram câncer. (...) Os pesquisadores analisaram o efeito de atividades como o trabalho, as tarefas domésticas e o lazer no desenvolvimento da doença. Todas estas ações combinadas reduziam o risco de contrair câncer de mama nas mulheres que já estavam na menopausa, mas, por outro lado, não foi detectado um impacto claro no caso das mais jovens. No entanto, os pesquisadores descobriram que fazer trabalhos domésticos regularmente contribuía para reduzir significativamente o risco de câncer em ambos os casos. "Neste amplo grupo de mulheres, o aumento da atividade física não ocupacional e, em particular, o do trabalho doméstico, foi associado significativamente a um risco reduzido de câncer de mama, independente de outros fatores de risco", afirmam os especialistas em artigo a ser publicado em janeiro na revista "Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention". Fonte: da Efe, em Londres, 8/12/2006. 11/1/07
 
Doutor, todas as noites eu vejo crocodilos azuis. — Você já viu um psicólogo? — Não, não. Só crocodilos azuis. 26/2/07
 
Estamos instalando em nossa igreja um novo fogo de luz elétrica, em memória de um dos nossos ex-pastores muito estimado. Não esqueço do que me disse a sua viúva, a seu respeito. Ele suportou uma terrível enfermidade. Todos os que o conheceram admiravam-se de tão boa alma, com uma longa folha de serviços prestados à Causa. Fora exatamente a vítima de uma enfer­midade que lhe trouxera dores tão atrozes durante as últimas semanas. Con­tudo, no meio de todo aquele sofrimento atroz, ele disse: "Eu sei que é pro­fundo o escuro vale, mas há uma luz do outro lado". Vendo-o sofrer tanto, sua esposa devotada confessa perguntou-lhe: "Porque o bom Senhor permite tudo isto? Eu não posso compreender". E ele Replicou: "Devo negá-lo? Devo ser seu seguidor somente nos dias de sol e não na escuridão?" No meio das grandes provações da vida, precisamos desta espécie de fé que nos leva a cantar: "Onde quer que seja, com Jesus irei". Arthur W. Brown (Ontário, Canadá). 18.2.2008
 

Se estiver com qualquer enfermidade, no corpo ou na alma, recomendo a seguinte clinica:

Médico Cirurgião: Jesus Cristo

Graduação: Filho de Deus

Médico Auxiliar: O Espírito Santo

Sua experiência: Infalível

Consultório: Todos os locais

Sua especialidade: O impossível

Seu instrumento: O poder

Seu favor: A Graça

Livro de receitas: A Bíblia

Doenças que cura: Todas

Preço tratamento: A Fé

Sua garantia: Absoluta

Sala de cirurgia: O altar

Seu hospital: A Igreja

Sua dieta: Oração e Jejum

Seus exercícios: Boas obras

Horário de consultas - 24 horas por dia

Pode tratar pessoalmente com Dr. Jesus Cristo - 4.12.2008

 

O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo: - Doutor, eu tenho dupla personalidade. - Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro... 2.4.2009
 
Se não quiser adoecer... "Fale de seus sentimentos". Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como: gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo a repressão dos sentimentos degenera até em câncer. Então vamos desabafar, confidenciar, artilhar nossa intimidade, nossos segredos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra, é um poderoso remédio e excelente terapia. 29.4.2009
 
Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. - Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.  Assim ela fez e teve um dia maravilhoso. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. - Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje. Assim ela fez e teve um dia magnífico... No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. - Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo. Assim ela fez e teve um dia divertido. No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça. - Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo. Atitude é tudo. 4.5.2009
 
A doença do sono assolava certa região africana; por isso não havia pregadores do evangelho. Uma jovem muganda, chamada Bakeri, vendo que aquele povo estava morrendo sem Cristo, ofereceu-se para ensinar às mulheres e crianças, já que ela amava e conhecia o Salvador. Durante longos e afanosos meses, andou por toda parte, falando do amor de Cristo. Todavia, a jovem pregadora veio a adoecer e o mal diagnosticado era a doença do sono. No hospital, enquanto a doença a consumia lentamente, continuou a obra de evangelização. Soube aproveitar seus últimos dias, e sem lamentos, serviu ao seu Senhor e ao seu povo enquanto pôde.25.8.2009
 
A primeira vez em que se falou em "guerra contra o câncer" foi em 1934, em um artigo da revista médica British Medical Journal. Passados 73 anos, a guerra parece não ter fim.6.10.2009