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Divórcio |
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Conheci um homem que era radical: rejeitava o divórcio e o divorciado. Até que uma de suas filhas casadas começou a enfrentar graves problemas conjugais. Quando ele soube que sua filhinha estava infeliz, sendo inclusive espancada pelo marido, mudou imediatamente de opinião. (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001). |
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Um experiente conselheiro do Rio Grande do Sul disse de casos "onde pessoas que casaram-se pela segunda vez descobriram que o novo cônjuge era parecido com a primeira escolha". E concluiu: "Então, o ideal é procurar restaurar". (Revista Eclésia, pg 17 Ano VI Nº 72 - Dez/2001). |
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Kleverson saiu um pouco tarde do trabalho e no caminho de sua casa lembra-se que é aniversário de sua filha e que ainda não havia comprado seu presente. Ele para seu carro diante de uma loja de brinquedos, entra e pergunta à vendedora: "Quanto custa a Barbie que está na vitrine?" De uma forma educada a vendedora responde: "Qual Barbie? Pois nós temos: Barbie vai a academia por R$ 19,95; Barbie joga volley por R$ 19,95; Barbie vai as compras por R$ 19,95; Barbie vai a praia por R$ 19,95; Barbie vai dançar por R$ 19,95; Barbie divorciada por R$ 265,95". Kleverson assombrado pergunta: "Por que a Barbie divorciada custa R$ 265,95, enquanto as outras custam apenas R$ 19,95?" A vendedora responde: "Senhor, a Barbie divorciada vem com: O carro do Ken, a casa do Ken, a Lancha do Ken, o trailler do Ken, os móveis do Ken, o celular do Ken..." - Fonte: taborda@telesurf.com.py |
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Ilustrativo e esclarecedor é o artigo "Sim ao Divórcio?", de Lacy Cordeiro Simão, publicado em O Jornal Batista de 31.05.92: "É bem mais fácil para os bem casados a defesa do casamento indissolúvel. Só quando a punhalada penetra na própria carne é possível alguém sentir o quanto dói". |
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O Instituto Gallup diz que 56% dos divórcios são causados por problemas financeiros, uma pesquisa realizada pela H2R Pesquisas Avançadas, empresa especializada em comportamento do consumidor, revelou que 33% dos casais brigam com certa freqüência por dinheiro; e 7,5% discutem sempre por esse motivo. "Não é só a incompatibilidade de gênios que pode separar um casal. A incompatibilidade financeira também". |
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Não há dúvida, ou vocês aprendem a administrar as finanças conjugais, ou logo, logo, vocês passarão do "vem cá, meu bem" para o "dá cá meus bens". |
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John Gottman, estudioso das relações conjugais nos EUA, descobriu, após anos de pesquisas, que os casamentos não terminam de um dia para o outro. O divórcio começa quando pequenas coisas deixam de existir na relação do casal. |
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Li uma entrevista de Romário, por ocasião do seu 6º filho, na qual ele declarava: "Deus não quis que fosse com a mesma mulher". Ridículo! |
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Perguntaram à dona Ruth Graham, esposa do grande evangelista Billy Graham, se alguma vez ela havia pensado em se divorciar de seu marido, e ela respondeu: “Divorciar não, mas matar já”. O Jornal Batista. 16/12/06 |
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O divórcio começa no namoro. 15/1/07 |
| Lembro-me da história de um casal comemorando bodas de ouro e a esposa fez um frango especial, e o marido pediu: - Eu quero a coxa. A esposa estranhou -Você sempre gostou do peito, porque hoje quer a coxa? - Eu nunca gostei do peito, você que colocava no meu prato e eu comia. Assim, existem muitas famílias. Pessoas que não se comunicam. Vivem insatisfeitas, mas preferem não falar nada. Até o dia que não suportam mais e querem a separação. Por falta de amor? NÃO. Por falta de comunicação. 9/2/07 |
| Hoje em dia, parece, a pessoa está tendo mais sucesso em casar do que em permanecer casada. 22/2/07 |
| Alguém disse que a coisa mais próxima do inferno na terra é um lar sem Deus, quebrado pelo pecado, em que os pais vivem em discórdia e acabam separando-se e os filhos são abandonados. Por outro lado, a coisa mais próxima do céu na terra é a família cristã. 25.1.2008 |
| Economista cria calculadora que prevê chance de divórcio - A economista americana Betsey Stevenson desenvolveu uma "calculadora do casamento" que poderia prever as chances de divórcio. A ferramenta, disponível na internet, funciona com uma comparação de estatísticas dos divórcios realizados nos Estados Unidos com os dados fornecidos pelos usuários. O "cálculo" resulta da análise de informações como idade, tempo de casamento, número de filhos e grau de escolaridade do usuário. Essas informações são então comparadas com estatísticas do Censo americano sobre os divórcios realizados no país. Dessa forma, o usuário da calculadora recebe uma estimativa do percentual de pessoas com perfis similares que se divorciaram no passado e faz projeções sobre as chances de divórcio dentro de cinco anos. "Com a calculadora do casamento, você pode descobrir como muitas pessoas com perfil parecido se divorciaram", explica Stevenson. "Em resumo, o passado está sendo usado para determinar o futuro com essa calculadora", disse G.Cotter Cunninghma, diretor do site divorce360.com, que hospeda a ferramenta. Riscos: Segundo Stevenson, pesquisadora da Universidade da Pensilvânia e especialista em casamentos e divórcios, o risco de divórcio é menor para pessoas que possuem pelo menos grau superior de escolaridade e se casam mais velhas. Ela afirma que, entre as pessoas que se casaram nos últimos anos, a taxa de divórcio é menor entre aquelas que se casaram depois dos 30 anos. Ela explica ainda que, quanto mais cedo se casa, maiores são as chances de divórcio. "Apesar de ser difícil identificar o que está causando essa relação, a partir dessas informações eu aconselharia meus amigos a casarem quando estiverem mais velhos", disse a economista. g1.globo.com 19.2.2009 |
| IBGE: taxa de divórcio cresce 200% em 23 anos no País - A taxa de divórcio em 2007, quando se completou 30 anos da instituição do divórcio no Brasil, atingiu o pico da série iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1984 e chegou a 1,49 por mil (1,49 divórcios por cada mil habitantes), crescimento de 200% em relação a 1984, quando era de 0,46 por mil. Em números absolutos os divórcios concedidos passaram de 30.847, em 1984, para 179.342 em 2007. Os dados foram apresentados hoje na pesquisa Estatísticas do Registro Civil. Em contrapartida, o número de casamentos realizados no País vem crescendo desde 2003. Segundo os técnicos do IBGE, a elevação das taxas de divórcio revela uma gradual mudança de comportamento da sociedade brasileira, que passou a aceitar o divórcio com maior naturalidade e a acessar os serviços de Justiça de modo a formalizar as dissoluções. Somando separações e divórcios, houve 231.329 uniões desfeitas em 2007, uma para cada quatro casamentos. Em 2007 foram realizados 916.006 casamentos, crescimento de 2,9% ante o ano anterior. O número maior de casamentos "decorre, em grande parte, de iniciativas de formalização de uniões consensuais", já que os casais têm sido incentivados pelo Código Civil renovado em 2002 e pelas ofertas de casamentos coletivos promovidos desde então, conforme os técnicos do IBGE. No que diz respeito à natureza das separações realizadas no Brasil, em 2007 a maior parte delas (75,9%) foi consensual, enquanto as separações não consensuais foram 24,1% do total. A pesquisa ressalta, nas estatísticas sobre divórcios, a "hegemonia das mulheres" na guarda dos filhos menores. No ano passado, em 89,1% dos divórcios, a responsabilidade pela guarda dos filhos menores foi concedida às mulheres. As Estatísticas do Registro Civil são divulgadas desde 1974 e reúnem os dados, relativos a 2007, de cartórios, varas de família, foros, varas cíveis e tabelionatos de notas de todo o País. A pesquisa mostra que a taxa de nupcialidade legal atingiu, no ano passado, o valor de 6,7 casamentos por mil habitantes, a maior taxa da série e equivalente a 1999. Ainda segundo a pesquisa, as taxas de nupcialidade legal de indivíduos de 60 anos ou mais de idade revelam significativa diferença por sexo. Entre as mulheres de 60 a 64 anos, a taxa foi de 1,5 por mil. Para os homens do mesmo grupo etário, a taxa foi de 3,6 por mil. O levantamento mostra também que os homens casam pela primeira vez, em média, aos 29 anos e a mulher, aos 26 anos. Agencia Estado, em 4/12/2008. 16.4.2009 |
| A cena se deu no seriado Malhação, destinado ao público adolescente. Um pai estava conversando com o filho na piscina. O tema era justamente o divórcio. O menino, de uns 7 anos, perguntou ao pai porque tinha se separado da mãe. O pai então respondeu: "Filho, casamento é igual sala de cinema. Você entra e se não gostar do filme, sai e vai para outra". Quantos ouviram aquela frase e a adotaram com filosofia de vida?1.10.2009 |