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Desobediência |
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Esta história foi-nos contada por um colega norte-americano. Era inverno e seu filho, então com três anos, metido a independente do pai, saiu com a mãe para passear na estrada coberta de neve. O menino nunca tinha andado na neve e aquela seria sua primeira experiência. Quis, de pronto, andar sozinho e largou a mão da mãe. Mais alguns passos e, escorregou feio e caiu. Levantando-se ressabiado, segurou imediatamente a mão da mãe a fim continuar o passeio. |
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Certo navio procedia do Oriente e singrava nas proximidades do litoral da América do Sul. A viagem fora longa. O suprimento de água fora insuficiente e, aquela altura, acabou-se. Ali estavam, em pleno oceano, sem água potável, com a terrível ameaça de morrer de sede. Felizmente, um navio de bandeira brasileira aproximou-se o bastante para que o barco em dificuldade pedisse por sinais: “Por favor, cedam-nos um pouco de água potável”. A resposta do navio brasileiro foi imediata: “Desçam os baldes onde estão”. O aflito capitão pensou em tratar-se de uma ordem descabida e repetiu o pedido. E, de novo, o sinal com as mesmas palavras: “Desçam os baldes onde estão”. Obedecendo ao sinal, um balde então foi baixado e mergulhou no oceano. Içado para bordo, o capitão tocou com eles a língua e constatou que a água era doce. O que não sabia é que estavam no centro da larga corrente de água doce, que a força das águas do rio Amazonas empurra para o Atlântico! |
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O arcanjo transformou-se em satanás quando tentou usurpar a autoridade de Deus. Lúcifer quis competir com Deus e assim se tornou um adversário de deus. Foi a rebeldia que provocou a sua queda. Ver Is 14/12-15; Ez 28.13-17 |
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A terra abriu sua boca e engoliu todos os homens que pertenciam a Coré, Datã e Abirão e todos os seus bens. Portanto, eles e tudo quanto lhes pertenciam, desceram vivos ao abismo. As portas do inferno não prevalecerão contra a igreja, mas um espírito rebelde abre suas portas. Um dos motivos por que a igreja às vezes não prevalece é a presença da rebeldia, da desobediência. |
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A bicharada estava em polvorosa. Caçadores dizimavam indiscriminadamente os animais da floresta. O coelho, reunindo sua numerosa família, sugeriu uma fuga. Ao anoitecer, saíram todos das tocas, andando a noite inteira sem saber aonde chegariam. Só de manhãzinha é que foram dar num velho roçado, onde se alojaram. Os primeiros dias representaram tempos penosos, mas pouco a pouco a família foi se habituando e conseguindo os meios necessários à sobrevivência. Sentiam saudade do convívio na floresta, mas entendiam que ali onde se encontravam, havia segurança e paz. A vida sofreu grande transformação, porque teve de ser moldada de acordo com os hábitos do novo habitat; porém, depois de algum tempo fizeram-se amigos da vizinhança e já se sentiam novamente em casa. Tudo ia bem, até o dia em que o filho mais velho comunicou que voltaria ao convívio da floresta. Os pais usaram de todos os argumentos possíveis para dissuadi-lo da idéia, mas foi em vão. Ele dizia que não permaneceria lá por muito tempo; só desejava matar as saudades! E, se despedindo, partiu. Chegando lá, foi jeitosamente se infiltrando no seu antigo meio, até que se viu de novo enturmado entre os remanescentes do seu povo. Ficou. Ali ele constituiu família e se acomodou às delícias que a vida lhe pôde oferecer novamente. Estava então seriamente envolvido e comprometido com o ambiente. Um dia, entretanto, o cenário mudou. Os caçadores voltaram! E como sói acontecer com qualquer inimigo, eles também chegaram de surpresa, sem permitir espaço para a fuga. Todos entraram em pânico. E assim, em meio ao desespero, foi que aquele coelho começou a sentir em seus ouvidos o eco das advertências paternas. Parecia-lhe ouví-los falando agora mais uma vez sobre a segurança e a paz que podiam sentir ali, ainda que privados do conforto e das facilidades desfrutadas no ambiente da floresta. Mas era tarde demais. Tentou ainda retroceder, levando outros consigo, porém, caíram todos nas malhas dos caçadores... Triste destino! Tentando gozar de uma vida que julgava cômoda, pereceu irremediavelmente sem que houvesse alguém para salvá-lo! |
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Se já visitaste o Alasca, sem dúvida que viste avisos quanto aos ursos que vagueiam livremente. Pessoas experimentadas que conhecem os hábitos dos ursos fazem as seguintes sugestões para segurança: Não suba às árvores. Os ursos conseguem subir. Não corra. Os ursos correm mais rápido. Se o urso for castanho, enrole-se e finja-se morto. Se for preto, mova-se agitadamente e faça muito barulho. Nunca, nunca ofereça comida a um urso. Acima de tudo, nunca se ponha entre a mãe e as suas crias. Na leitura da Bíblia em Oséas, Deus descreveu-se como estando tão zangado com Israel como uma mãe urso que foi privada dos seus filhotes (13:8). Deus tinha feito tanto para mostrar o seu amor, mas o povo tinha se afastado d’Ele e tomado o trilho da desobediência. - Fonte: http://www.gospelcom.net |
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Refere uma lenda que certo mágico deu a um príncipe um anel de grande valor, dizendo-lhe: "Enquanto procederes bem, esse anel te será confortável no dedo; mas quando fizeres o mal, ele há de apertar tanto que hás de sofrer horrivelmente. Aquele anel era o símbolo da consciência. Mas a consciência pode cauterizar-se. E é o que ocorre, muitas vezes. Baseado nesse fato um cristão rústico comparou-a a um ferro de três pontas, dentro de nós. Quando erramos ele gira e nos atormenta. Se continuarmos errando, as voltas que ele dá, já não são por nós sentidas. Oh, que isso não aconteça a um filho de Deus! Fonte: Assis, em O Jornal Batista. |
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Semaías era um líder espiritual, mas ele escreveu cartas difamatórias contra o profeta de Deus, chamado Jeremias. Ver Jr 29.24-32. |
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Todo aquele que tenta servir sem primeiro entrar em contato com a autoridade está oferecendo fogo estranho sobre o altar. Qualquer um que diz: "Se ele pode, eu também posso", está sendo rebelde. Além de Deus ter o cuidado de fornecer o fogo, Ele também tem o cuidado de observar a natureza do fogo. A rebeldia muda a natureza do fogo. Aquilo que não era ordenado por Jeová nem por Arão era fogo estranho. Os homens deveriam aprender a sempre desempenhar um papel de menor importância (Lv 10.1,2). |
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Arão e Miriã eram os irmãos mais velhos de Moisés. Portanto, em casa, Moisés deveria se sujeitar à autoridade deles. Mas na vocação e no trabalho de Deus eles deveriam se sujeitar à autoridade de Moisés. Eles não gostaram da mulher etíope com quem Moisés se casou, por isso murmuraram contra Moisés: "Porventura tem falado o Senhor somente por Moisés? Não não tem falado também por nós?" Os etíopes são descendentes de Cão. Moisés não deveria ter-se casado com esta mulher etíope. Na posição de irmã mais velha, Miriã poderia ter repreendido seu irmão com base em seu relacionamento familiar. Mas quando ela abriu a boca para difamaram tocou na obra de Deus, pondo em dúvida a posição de Moisés. Sempre que o homem se rebela contra a autoridade delegada por Deus, rebela-se contra o próprio Deus que se encontra nessa pessoa; pecar contra autoridade delegada é pecar contra Deus. (Nm 12). |
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Quando o diabo tentar você à algo, diga: "Eu não te obedeço. Eu só obedeço ao Senhor Jesus!" |
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Halley fala de Policarpo (69-156 d.C.), discípulo de apóstolo João que foi queimado vivo por se recusar a amaldiçoar a Cristo. Policarpo falou: "oitenta e seis anos faz que sirvo a Cristo e Ele só me tem feito bem, como podia eu, agora, amaldiçoá-lo, sendo Ele meu Senhor e Salvador?". |
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O crente somente será derrotado se ele permitir e fizer a vontade dos seus três inimigos, que são os desejos da carne, os prazeres do mundo e as tentações do diabo. - Silas Malafaia, em "Vencendo Batalhas", pg 52. |
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Pierre Hurlat era o atirador mais proficiente no exército francês. Com grande esforço e economia conseguira comprar uma pequena casa na cidade de Sèvres logo à entrada da ponte. Era uma casa bonita com flores ao redor, e Pierre pensava com muita satisfação no futuro, quando ele e sua esposa poderiam gozar seus últimos dias naquela casinha que agora, depois de tanto trabalhar e economizar, era realmente sua. Veio, porém, a Guerra Franco-Prussiana, e Pierre foi chamado. Um dia os alemães ocuparam a sua cidade e Pierre, dos pequenos morros de Valéria, observava ao lado do seu canhão os movimentos do inimigo. O general Neil chegou e disse-lhe: "Pierre, está vendo aquela casinha logo à entrada da ponte?" E o velho atirador tremeu compreendendo o que o general estava pensando. "Pois bem", continuou o general Neil, "naquela casa há um grupo de alemães. Veja o que pode fazer para tirá-los de lá com o seu canhão". Com toda a habilidade de atirador o velho soldado fez com que a arma acertasse a casinha bonita. Com grande estrondo estourou a granada, e o general não pode conter sua admiração. "Muito bem, Pierre, muito bem, acertou exatamente no alvo demolindo tudo!" Mas, quando olhou para o velho, reparou que as lágrimas lhe rolavam na face. "Mas, Pierre, que é? Está chorando? Por que?" "General", respondeu-lhe Pierre. "aquela era a minha própria casa!" Com esta história ficamos a pensar no grande exemplo de obediência de um homem que, tanto quanto sabemos, não tinha conhecimento dos postulados divinos que exigem do homem obediência incondicional... Na Bíblia destaca-se o exemplo de Abraão dentre muitos outros. Nos nossos dias o que mais se vê é a desobediência a Deus, ao próximo, aos pais, aos empregadores, às autoridades e aos direitos humanos... - Moysés de Sá, em O Jornal Batista. |
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Todo ser humano nasce com a idéia vendida por Satanás à Adão e Eva e já enraizada no seu coração de que as leis de Deus não são mesmo para o seu bem. Já existe dentro de si uma predeterminação de que as leis de Deus restringem a sua liberdade e assim, a sua felicidade. - Jaime Young |
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Sodoma, por exemplo, foi destruída porque não havia sequer dez cidadãos que levassem a vontade de Deus a sério (Gn 18.32). |
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Quando Jonas desobedeceu à ordem divina ele desceu a Jope; desceu para dentro de um navio (Jn 1.3); desceu ao porão do navio (Jn 1.4); tragado pelo peixe, ele desceu até aos fundamentos dos montes. Você já sentiu que a trajetória daquele que foge da ordem divina é sempre uma trajetória descendente? - David Baêta Mota, em O Jornal Batista. |
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Page Kelley sugere que Jonas, depois de desobedecer a Deus, só desceu. Desceu a Jope (1.3). Depois, ao porão do navio (1.3, 5). Então, desceu ao mar (1.15) e ao ventre do grande peixe (1.17). E, de fato, na desobediência e no afastamento voluntário do plano de Deus só há descida. |
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Na América do Norte colonial, William Penn tinha a reputação de um Quacre benevolente que lidava de forma justa com os Nativos. Quando voltou a Inglaterra, os seus filhos ficaram. Eles não tinham a sua integridade. Em breve conceberam um esquema para enganar uma tribo Delaware. Apresentaram um contrato antigo onde os índios tinham concordado em vender a porção de terra referente ao que um homem pudesse avançar num dia e meio de caminhada. Quando a tribo consentiu honrar o acordo dos seus antepassados, os filhos de Penn ficaram deliciados. Contrataram então os 3 corredores mais rápidos que encontraram. Um dos homens cobriu uma distância de 104 kms em 18 horas. Eles desrespeitaram tanto a letra como o espírito do acordo. 16/1/07 |
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Encontrei, certa ocasião, uma senhora acompanhada de duas pequeninas. Em conversa comigo, disse-me que não ia mais à igreja, embora a freqüentasse com muita assiduidade quando solteira. - Mas, por que deixou tão bom costume? - perguntei-lhe. - Na manhã do primeiro domingo após o meu casamento, eu disse ao meu marido: Iremos hoje à igreja, não é? 'Não irei, nem quero que você vá', disse-me ele. - E que fez a senhora? - perguntei-lhe novamente. - Naturalmente não fui. - A senhora perdeu uma boa oportunidade; devia ter ido. - Quer dizer, então, que eu devia abandonar o meu marido logo no primeiro domingo após o meu casamento, e ir sozinha à igreja? Além disso, eu não tinha meios de ir: estávamos no campo. - Mas, a senhora não tinha pés? - Sim, mas nós tínhamos uma boa casa, um bom sítio, cavalos, etc.; portanto, não era de se esperar que eu o deixasse para ir à igreja, não acha? Esta senhora colocara o marido no primeiro plano de sua vida, quando Deus devia ocupá-lo. Viveu só para agradá-lo e desprezou Deus por sua causa. Ele foi se tornando exigente e mau, e ela não teve forças suficientes para reprimir os seus desejos pecaminosos. Finalmente, ele se enfastiou do lar e, depois de por algum tempo levar uma vida luxuriosa, abandonou-a, deixando que ela e as filhinhas tratassem do seu próprio sustento. Esta senhora passou a ter uma vida desolada, cheia de privações e humilhações, a fim de sustentar as filhas e a si mesma, além de sofrer moralmente com o desprezo do marido. Levou o resto da vida colhendo as conseqüências de sua desobediência a Deus. 12.2.2008 |
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A vida do homem tem sido um inferno pleno de desgraça. Mas para acabar com a desgraça humana aparece a graça divina! 13.3.2008 |
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Nas culturas do Oriente, um filho desrespeitado tem que ser disciplinado pelo seu pai com uma humilhação pública. Não existe esta cultura de resolver as coisas em particular. O pai traz o filho para o público, cospe na cara dele, chora aquela desgraça diante dos vizinhos (Nm 12.14). Um filho desonroso submete o pai a um vexame público. 17.3.2008 |
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Um dos motivos chave pelos quais as pessoas permanecem em pecado é porque elas não têm o temor a Deus. 14.4.2008 |
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Dino era um menino cuja família era extremamente pobre. Nas festividades do Natal ele não ganhou nenhum presente, mas costumava olhar nas vitrines das lojas tudo aquilo que outros meninos de sua idade costumavam receber e isso lhe trazia grande excitação. Logo no início do ano ele foi atropelado por um carro e levado a um hospital. Uma das enfermeiras, levou-lhe alguns brinquedos para que ficasse um pouco mais alegre. Ao tocá-los, com grande regozijo ele exclamou: "Não existe nenhum vidro entre mim e os brinquedos!" Muitas vezes não podemos tomar posse de tantas bênçãos que Deus tem nos oferecido porque ainda existe um vidro de separação entre nós e o Senhor. Esse vidro pode ser motivado por rebeldia, desobediência, indiferença às coisas celestiais, etc. É o vidro do pecado. Quando deixamos que nossos interesses pessoais, o desamor, a cobiça, a avareza e tantos outras atitudes pequenas tomem lugar em nosso coração, acabamos construindo um vidro que não permite que cheguemos à presença de Deus, mas ao abrir mão de tudo isso em favor do amor, da fé, da esperança e certeza de que apenas em Cristo podemos alcançar a verdadeira felicidade, então todos os vidros são quebrados e a nossa ligação com o Pai se torna real e verdadeira. Se ainda existe um vidro separando você do Senhor Jesus, quebre-o agora e deixe o Senhor ocupar o lugar que lhe pertence! 31.7.2008 |
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Isto é intemperança: Menino de 12 anos se mata ao ser proibido de usar computador (notícia de 22 de maio de 2009, O Dia Online). A Polícia da Tailândia investiga nesta sexta a morte de uma criança de 12 anos que se atirou do sexto andar de seu colégio porque supostamente seus pais o proibiram de usar o computador, informou hoje a imprensa local. Os investigadores estão analisando várias mensagens que descobriram no telefone celular da vítima, filho de um policial, nos quais ele lamentava com seus amigos o fato de ter sido proibido de brincar no computador. "Amanhã será meu último dia", afirmou o jovem em uma mensagem enviada a um amigo na quarta-feira passada. Colegas do estudante interrogados pela Polícia disseram que ele chegou na manhã da quinta-feira (local) à sala de aula, deixou sua mochila na carteira, caminhou em direção à janela com um rosto sombrio e saltou. O suicídio ocorreu na província de Samut Prakan, vizinha a Bangcoc.25.5.2009 |
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Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou: - 'Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?' A mãe respondeu: - 'Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.' A menina digeriu esta revelação por alguns instantes e logo disse: - 'Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?'29.5.2009 |
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Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo. Qual será a origem desse costume? Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos. Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um. Quando chegou no sete, Moisés disse: - Não desejarás a mulher do próximo! Fez-se um breve silêncio... E a multidão rompeu, gritando em coro: - "Risca o sete, risca o sete!" Misericórdia!!!9.7.2009 |