Ilustrações  Ilustrações C

Crucificação

 

Sala de Cruzes - Um homem estava no fim de suas esperanças. Não vendo saída, ele caiu de joelhos e orou: "Senhor! Eu não posso prosseguir, minha cruz é muita pesada para carregar". E Deus respondeu: "Meu filho, se você não pode suportar esse peso, coloque sua cruz nesta sala, e depois abra aquela outra porta e pegue a cruz que desejar". O homem se sentiu aliviado e disse: "Obrigado, Senhor" Suspirou mais tranqüilo e fez o que Deus mandou. Entrou na outra sala, olhou-a toda, e viu muitas cruzes diferentes. Algumas eram tão grandes, que não dava para enxergar seus topos. Ai ele percebeu uma pequena cruz encostada numa parede. "Eu quero aquela cruz ali, Senhor", ele sussurrou... e Deus respondeu: "Meu filho, aquela é a cruz que você deixou".

 

Um desenho encontrado nas antigas catacumbas romanas, onde os cristãos se escondiam da perseguição, mostra um homem com a cabeça de burro pregado numa cruz e uma inscrição que dizia: «Alexamenos adora a Deus». Era uma maneira de zombar do cristão por adorar a um Deus cuja morte fora tão ultrajante. (Euclides Manhães Gomes – Revista Desafio – 3 Trimestre de 2000).

 

Quando Clóvis, chefe bárbaro, ouviu falar da morte de Jesus, exclamou: “Se eu estivesse lá com meus guerreiros, eu vingaria Jesus!” Reação típica de alguém ficando convencido mas não convertido, pois vingança é justamente o contrário do espírito de Jesus.

 

Vamos imaginar como é um acampamento. As pessoas estão todas alegres e divertindo-se e parece que ninguém está triste. Talvez você já tenha acampado e experimentou como é agradável. Mas há muitos anos, num dos acampamentos do povo de Deus, os judeus, não era assim. Todos estavam muito tristes, chorando e todos estavam com medo de umas serpentes que rastejavam pelo chão do acampamento, porque todas as pessoas mordidas caiam mortas. Isso porque o povo andava falando mal do Senhor Deus e também contra Moisés, o seu servo. Mais tarde, eles reconheceram que estavam errados, se arrependeram e chamaram Moisés: “Pecamos, pois temos falado contra ti; ora ao Senhor por nós”. Moisés orou. Então, o bondoso Deus mandou que fizessem uma serpente de bronze e a pusessem num poste, e disse que todos aqueles que fossem mordidos por serpente, ficariam curados, se crendo, olhassem para a serpente de bronze no alto do poste. E assim aconteceu. Moisés creu no que Deus disse e fez a serpente. Ele a colocou num poste. Todos que olhavam para a serpente, e se haviam sido mordidos, eram curados. Hoje não há serpente de bronze no alto de um poste no deserto... mas temos Jesus Cristo para nos curar. Assim como naquela época foi levantada a serpente no deserto, também Deus levantou a Cristo numa cruz. E fez isto “para que todo aquele que crê, não pereça, mas tenha a vida eterna” (Veja Nm 21.4-9).

 

No Calvário, tudo o que era meu, Cristo levou sobre Si. E tudo que era Ele, tornou-se meu.

 

Não há futebol sem bola, assim como não há evangelho sem cruz. (Sergio R.G. Dusilek, em O Jornal Batista, pg 7 - 10 a 16/12/2001).

 

Como disse alguém outro dia: "Há apenas uma escada para o céu e esta é a cruz".

 

Do falecido Dr. A. W. Tozer: Um recém-convertido aproximou-se de um cristão mais antigo e lhe fez a seguinte pergunta: "O que significa estar crucificado?" "Estar crucificado implica em três coisas. Primeiro, o crucificado tem os olhos sempre voltados para uma só direção; segundo, ele não pode voltar atrás; terceiro, ele não tem mais planos próprios." Pensemos nesses três fatos.

 

Muita gente quer um evangelho light, que traz a salvação sem gerar qualquer tipo de cruz. O Senhor falou de uma cruz a ser carregada, mas as pessoas estão dizendo: "Carregar uma mala, jamais. Quanto mais uma cruz! ...ela, pelo menos. tem rodinhas?"

 

"Que farás com Jesus". Uma de duas coisas estás fazendo: ou lhe dás uma cruz ou lhe dás um trono - W.M. Clow

 

Um só dia no inferno será muito mais intolerável que toda uma vida de peregrinação levando a cruz. (J. C. Ryle - Jornal "Os Puritanos").

 

Gióia Júnior tem essa: "NADA ERA DELE"
Disse o poeta um dia,
fazendo referencia ao Mestre amado:
O berço que Ele usou na estrebaria,
por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o manso jumentinho,
em que, em Jerusalém, chegou montado;
E palmas recebeu pelo caminho,
por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o pão - o suave pão,
que foi, por seu amor multiplicado,
alimentando toda multidão -
por acAso era dEle?
Era emprestado!
E os peixes que comeu,
junto ao lago, e ficou alimentado,
Esse prato era Seu?
Era emprestado!
E o famoso barquinho?
Aquele barco em que ficou sentado,
mostrando a multidão qual o caminho,
por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o quarto em que ceou,
ao lado dos discípulos,
ao lado de Judas, que O traiu,
de Pedro, que O negou
por acaso era dEle?
Era emprestado!
E o berço tumular,
que, depois do Calvário foi usado,
de onde havia de ressuscitar,
o túmulo era dEle?
Era emprestado!
Enfim, NADA era dEle,
mas a coroa que Ele usou na cruz,
e a cruz que carregou
e onde morreu,
essas eram, de fato, de Jesus!
Isso disse um poeta, certo dia,
numa hora de busca da verdade;
mas, não aceito essa filosofia,
que contraria a própria realidade:
O berço, o jumentinho, e o suave pão,
os peixes, o barquinho, o quarto, e a sepultura,
eram dEle a partir da criação.
Ele os criou - assim diz as Escrituras.
Mas, a cruz que Ele usou
- a rude cruz, a cruz negra e mesquinha,
onde meus crimes todos expiou -
Essa não era Sua:
ESSA CRUZ ERA MINHA!!!

 

Lembrando-nos de que Jesus morreu por nós, lembramos que devemos viver para Ele.

 

O símbolo da nossa fé cristã é a cruz, não um sofá.

 

A cruz do Calvário revela o ódio do homem por Deus e o amor de Deus pelo homem.

 

Enquanto esperava no parque de estacionamento da igreja, liguei o radio da carro e ouvi a voz do distinto professor da bíblia J.Vernon Mcgee dizer: ”Quando as experiências da vida são amargas, como podemos adoçá-las?” Nessa altura olhei o espelho retrovisor e vi um rapaz e a sua mãe caminhar em direção à igreja. Ele agarrava o seu braço e caminhavam devagar, com um esforço enorme devido à sua paralisia cerebral. Eles vinham para adorar a Deus. O que é que pode adoçar as experiências dolorosas desta vida? Macgee responde desta maneira: ”Só a cruz de Cristo”. Ele citou a solução para as águas amargas de Mara em Êxodo 15, que ele observa como sendo uma imagem profética do sacrifício de Cristo pelo nosso pecado. Moisés “clamou ao Senhor e o Senhor lhe mostrou um lenho (ramo) que lançou nas águas, e as águas se tornaram doces” (v.25). O Novo Testamento usa a palavra ”lenho” como uma metáfora para descrever a cruz na qual o Nosso Salvador morreu. Em I Pedro 2:24, por exemplo, lemos que Cristo “levou Ele mesmo em seu corpo, os nossos pecados sobre o madeiro...” Hoje, ao compreender o significado da cruz, pudemos encontrar cura genuína e poder transformador no amor de Deus que adoça as mais amargas águas da vida. - Fonte: www.gospelcom.net

 

A cruz de Cristo pode adoçar a mais amarga experiência da vida.

 

A luta era aguerrida nos dias que antecederam o Natal na Primeira Guerra Mundial. Um soldado alemão levantou-se da sua trincheira e tentou avançar, mas ele foi atingido por tiros e foi gravemente ferido. Ao tentar arrastar-se de novo para segurança, ele ficou agarrado ao arame farpado. Após os seus gritos se transformarem em gemidos, um americano saiu da sua trincheira e avançou palmo a palmo em direção do homem ferido. Quando os comandantes dos campos opostos viram o que estava a acontecer, eles ordenaram às suas tropas que cessassem fogo. No estranho silêncio, o americano consolou e libertou o alemão ferido, então transportou-o aos braços abertos dos seus companheiros. As armas mantiveram-se em silêncio até regressar á sua trincheira. Esta é uma história inspiradora, mas eu conheço uma ainda mais dramática. O Senhor Jesus, por causa do amor de Deus, atravessou “território inimigo” para nos salvar da morte espiritual. Apesar de merecermos morrer, Ele aceitou a humilhação, a dor, e a morte de forma abnegada na cruz para pagar o preço pelo nosso pecado. - Fonte: www.gospelcom.net

 

Um homem que tinha o costume de comer seis tabletes diários de chocolate, depois que se libertou do vício de fumar, disse certo dia em que resolveu não comer nenhum tablete: "Esta é a minha cruz". E citou Mc 8.34. Tomar a cruz, entretanto, não é isto. Tomar a cruz é dar a Cristo tempo, dinheiro, trabalho, lágrimas. É dizer “não” a todos os desejos egoístas. Impressiona esta frase de Bonhoeffer: “Quando Cristo chama um homem, Ele o convida para vir e morrer”.

 

Cristo se fez homem, para que eu me tornasse filho de Deus; se fez meu pecado, para que eu seja feito justiça de Deus; se fez minha doença, para que eu seja sarado; se fez pobre, para que eu enriqueça.

 

Um escravo africano declarou, depois de sua conversão: "A cruz de Cristo me condena a ser um santo". - Arlindo Rossi, Folha de Londrina, 30/04/1992

 

Numa cruz, um homem morria no pecado, noutra, um morria para o pecado. Finalmente, noutra cruz, um homem morria pelo pecado. Esta é a mensagem da cruz. Porém, por que duas pessoas, nas mesmas circunstâncias, tendo as mesmas oportunidades, têm reações diferentes? Por que uns aceitam e outros rejeitam? É questão de abrir o coração a Deus e não endurecer. - Arlindo Rossi, Folha de Londrina, 30/04/1992.

 

Mesmo o filme "A Paixão de Cristo" do Mel Gibson, tido pela crítica como de alto nível de violência, não exauriu o tamanho do sofrimento de Jesus.

 

A cruz foi substituída pela pomba (símbolo do Espírito, produtor de emoções). O chamado para estar ao pé da cruz ("Quero estar ao pé da cruz, de onde rica fonte corre franca, salutar, do Calvário monte") foi substituído pelo chamado para "voar nas asas do Espírito e mergulhar nos rios do Espírito... Que tal mergulhar menos nos rios do Espírito, voar menos em suas asas, subir menos ao trono, e cantar mais "Mais perto da tua cruz, quero estar, ó Salvador! Mais perto, para tua cruz, leva-me, ó meu Senhor!"? - Isaltino Coelho

 

Certa vez uma associação de igrejas fez uma campanha evangelística com o mote: "Foi na cruz o maior dos maiores acontecimentos". Sim a cruz de Cristo, o maior milagre do mundo! - Sebastião Peixoto da Silva

 

O sofrimento intenso da crucificação foi descrito vividamente na "The International Standard Bible Encyclopedia": "Inflamação local severa, acrescida de uma hemorragia insignificante das feridas abertas, produzia febre traumática, que era agravada pela exposição ao calor do sol, a posição inconfortável do corpo e uma sede insuportável. As feridas inchavam ao redor dos pregos e os tendões e nervos rasgados e dilacerados causavam uma agonia excruciante. As artérias da cabeça e do estômago ficavam sobrecarregadas de sangue e uma dor de cabeça latejante era causada...". Joseph F Green.

 

A prática da crucificação no Império Romano finalmente foi encerrada por Constantino, o primeiro imperador a favor do cristianismo. Sua ordem foi emitida em acato aos cristãos por causa da crucificação de Jesus Cristo. Então, uma razão religiosa evidentemente trouxe a crucificação para a existência, e uma razão religiosa trouxe seu fim. - Joseph F Green.

 

A crucificação é, possivelmente, a tortura mais brutal já inventada. Como escreve Joseph Klausner, experiente estudioso judeu: "A crucificação é a morte mais terrível e cruel que o homem já tramou para vingar-se do seu próximo". Esta opinião era compartilhada pelos antigos romanos. Cícero referiu-se à crucificação como sendo a morte mais cruel e horrível. Tácito a chamou de desprezível. Com esplendor de oratória, Cícero declarou: "Que o próprio nome da cruz seja mantido longe não apenas do corpo de um cidadão romano, mas também de seus pensamentos, seus olhos, seus ouvidos". Portanto, bem antes do tempo de Jesus, os romanos reconheciam o horror e a desgraça da crucificação. - Joseph F. Green.

 

Certa vez, alguém me descreveu o fim vergonhoso de um soldado que, por causa de sua má conduta e por ter traído seu país, foi expulso do exército. Todas as insígnias foram arrancadas da sua farda, até mesmo os botões dourados. Em meio a uma degradação infamante, de fazer a gente tremer, aquele homem, que antes fora soldado, foi expulso do exército, bem à vista dos seus amigos camaradas de quartel. E então eu me lembrei de Jesus. Para ele, foi ainda mais penoso. Comparado ao que Jesus sofrera, aquele soldado não sofreu quase nada. Cristo não enfrentou apenas o ruflar dos tambores, mas a própria terra tremeu de repulsa por ele. E não somente a terra e o inferno pareceram tremer; o próprio céu escureceu ao meio-dia. O sol recusou-se a iluminar aquela cena. Ele clamou: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Não está escrito que aquele que for pregado no madeiro é maldito por Deus (Dt 21)? E mais, uma Pessoa amaldiçoada nesses termos teria que ser sepultada antes do pôr-do-sol, para que a terra não fosse contaminada. - Mensagem da Cruz

 

Os papas era carregados, até recentemente, em procissão, na chamada "Cadeira de São Pedro"; enquanto Jesus carregou uma cruz e nela morreu, para levar nossos pecados.

 

Fora da cruz vencemos os outros. Na cruz vencemos a nós mesmos... ela fere, esmaga todo nosso egoísmo, orgulho, vaidade, vanglória...

 

A interpretação popular é que tomar a cruz é sofrer: "Este reumatismo é a minha cruz". A cruz não é símbolo de dor, de sofrimento, mas sim de morte. Tomar a cruz é morrer. 

 

A cruz não é para estar em nós como enfeite, mas é para estarmos nela como redenção.

 

Olhando para o sacrifício de Jesus na cruz, só houve um momento em que o Pai vira as costas para Jesus - no período de 12hs às 15hs da tarde, naquele instante todos os pecados, mazelas da humanidade viam sobre ele, a terra escureceu, ninguém podia olhar para o seu rosto, Ele morreu para que n’Ele fossemos feitos justiça de Deus. Jesus suportou tudo para a alegria do coração do Pai. - Pr. Márcio Valadão.

 

A cruz é símbolo de crueldade. Integrantes do movimento Rio de Paz fincaram, na praia, em frente ao Copacabana Palace, 700 cruzes. Cada cruz representa uma vítima de violência no Rio. 19/3/07

 

Nunca peça uma cruz mais leve, Mas sempre peça, ombros mais fortes. 26/3/07

 
Nossa jornada é montanha acima, com um cadáver às costas – o nosso eu crucificado – e o diabo faz de tudo para puxar-nos para baixo e ressuscitar o cadáver. (Phillip Henry) 18/4/07
 
Conta-se a história de um trem de passageiros que, certa noite, fazia sua rota regular a caminho de Londres. Chovera torrencialmente durante todo o dia. Com o cair da noite, intenso nevoeiro descera sobre a estrada de ferro. De repente, o maquinista avistou uma pessoa com os braços abertos em desespe­ro. Ele freou o trem, que rangeu sobre os trilhos e parou. O condutor saiu pa­ra investigar o que havia e descobriu que, pouco adiante, uma ponte havia ruído ao peso das águas encapeladas de uma corrente. Procuraram, pois, a pessoa que salvara a vida de tantos passageiros, mas não encontraram nin­guém. Foi então que o maquinista, examinando os faróis da máquina, deparou com uma cena estranha. Uma grande mariposa de asas abertas estava morta e colada ao farol. Foi o reflexo da sua agonia que lhe serviu de aviso. Este incidente da mariposa pode ser comparado ao amor de Cristo pela humanidade. O reflexo do corpo de Cristo, de braços abertos sobre a cruz do Calvário, tem salvo a vida de milhares de almas, através dos séculos. Seria por mero acaso que tal vespa surgira exatamente no momento oportuno? Sra. J. Hardin Neal (Virgínia, E.U.A.). 8.2.2008
 

Enquanto o diretor da escola missionária falava a respeito da crucifica­ção de Cristo, uma menina o ouvia atentamente. Comovida por esta bela his­tória, lá-grimas rolaram de seus olhos e, levantando-se, saiu. A tarde, a menina voltou à escola e o superintendente lhe perguntou: "Maria, por que você foi embora esta manhã?" "Oh! professor, eu não podia ficar na saída, enquanto o senhor falava a respeito de Jesus pregado na cruz. Fui para um canto da es­cola, onde confessei meus pecados a Jesus e disse-lhe que eu havia ajudado a pregá-lo na cruz por causa dos meus pecados. Pedi-lhe o favor de perdoar-me porque eu havia ajudado a matá-lo. Eu estava muito triste, mas agora sinto-me feliz." 14.2.2008

 

Anos atrás, um pequeno mascote do exército britânico na Índia, menino de dez anos de idade, ofereceu-se para receber o castigo que cabia a certo malfeitor, desconhecido na sua tenda. Com o quarto açoite, o pequeno des­maiou, caindo ao chão, coberto de sangue. Os soldados levaram apressadamente o pequeno companheiro ao hospital, onde, por vários dias, ficou entre a vida e a morte. O culpado confessou o mal que fizera e apressou-se a ir ver o pequeno ferido. - O Quinzinho, sinto demais! - soluçou o soldado, comovido. Você me poderá perdoar tamanha covardia? - Não se aflija, BilI - disse o menino, calmamente. Eu queria poupar-lhe sofrimento. Jesus ama você, BilI. Ele morreu por você. Você também vai amá-Io, não vai, BilI? O castigo fora tão grande que o pequeno não resistira, e com essas palavras, ele cerrou mansamente os olhos - acabaram para sempre os seus sofri­as. Mas BilI começou nova vida com Deus. Quinzinho deu a vida a fim de que aquele soldado, amigo seu, pudesse viver. - Este texto encerra uma lição quádrupla, em matéria de substituição, e lembra-nos de novo o sacrifício do Salvador em nosso favor. Carlos Spurgeon, o afamado evangelista, descreve o capítulo 53 de Isaías como "uma Bíblia em miniatura, o evangelho em sua essência". O profeta evangélico expõe assim, vigorosa e magnificamente, o princípio da substituição que unicamente pode proporcionar esperança ao homem perdido.14.2.2008

 

"Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mun­do" (GI 6.14). Qual é a glória da cruz? Ela foi um instrumento de tortura e vergonha. Por que, então, Paulo se gloriou nela? Porque nela teve lugar o ato mais abnegado, já praticado por homens ou anjos. Emanando do madeiro tosco e re­pelente, onde o Filho de Deus foi crucificado, Paulo viu a esperança radiante do mundo, o fim do domínio do pecado sobre os crentes e o amor de Deus fa­zendo morada nos corações dos homens. Com minhas limitações não posso compreender o mistério da expiação de Cristo. Sei apenas que aqueles que vão à Cruz, com uma fé genuína e con­fiante, têm apagadas todas as manchas de culpa e encontram a paz com Deus. 14.2.2008

 

Tempos atrás, irrompeu um incêndio numa grande igreja, na Inglaterra. Formaram-se cordões de guardas para conter a multidão de expectadores, que se aglomeravam nas ruas vizinhas. O fogo espalhou-se depressa e, de súbito, as labaredas iluminaram, interiormente, um rico vitrô, com a figura de Cristo crucificado. Movidos pelo impulso, diante da cena comovedora, os soldados assumiram posição de "sentido!" e apresentaram armas ante o sofredor Rei dos reis. E que a visão do Crucificado motiva, intuitivamente, uma homena­gem que a ninguém compete mais do que a Ele, o Salvador. 14.2.2008

 

Como um diamante de muitas facetas, que por todos os lados reflete a luz, a cruz tem muitos sentidos diferentes. Ela é símbolo do amor de Deus, do Seu poder redentor, da Sua graça e da Sua esperança. Tem uma mensagem para todos os problemas e para cada oração. A religião já foi chamada "o ópio das nações". De fato, existem aqueles que a vêem como tal. Consideram a cruz como o meio de se aliviarem do peso de seus pecados, para o quê não se requer honestidade de pensamento nem esforço pessoal algum. Estes não alcançam o outro sentido da cruz: ela é tam­bém um desafio. Deus confiou a Jesus uma árdua tarefa a cumprir e Ele acei­tou o desafio. Somos tão freqüentemente assediados pela futilidade, talvez porque nos esqueçamos de que Deus nos desafia para uma tarefa árdua. Ou, se temos sentido esta vocação, tentamos escapar às suas exigências. Temos preferido gozar dos benefícios da cruz, sem arcar com a responsabilidade que ela acar­reta. A vida plena em Cristo, porém, não se processa assim. Catherine Blanton (Arizona, E.U.A.). 14.2.2008

 

À entrada do edifício da RCA, na Cidade do Rádio, em Nova lorque, adornam as paredes quatro pinturas murais. Três delas retratam grandes pe­ríodos da conquista do homem sobre o mundo material. Todas, porém, pare­cem apontar para a cena pintada no quarto mural - um monte em torno do qual se acham homens, mulheres e crianças de todas as classes e nações, olhando expectantes para alguém pregado numa cruz! Sob este último quadro, lê-se as palavras: "O destino final do homem não depende de ele poder aprender novas lições, ou fazer novas descobertas e conquistas, mas de sua aceitação da lição ensinada por Ele, há dois mil anos". 14.2.2008

 

Além da porta de Jerusalém seguia um trilho, que levava a um penhasco, cujas cavernas davam o horrível aspecto de uma caveira sorridente. Os poetas o chamam Monte Calvário, mas presentemente não passa de uma colina, na qual a imaginação facilmente descobre a configuração de uma cabeça huma­na. Era primavera, quando pela última vez visitei aquele lugar sagrado. Pa­poulas vermelhas e celidônias amarelas estavam em plena inflorescência, e as amendoeiras se cobriam de uma túnica alva de flores. Há dois mil anos, talvez nesse mesmo lugar, ocorreu o acontecimento decisivo: "Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram" (Lc 23.33a). 16.2.2008

 

Que poder e influência transformaram a cruz, instrumento de tortura sanguinolenta, no mais glorioso e querido de todos os símbolos? Os romanos crucificaram milhares de pessoas antes e depois do Calvário. Se Jesus não ti­vesse se levantado dentre os mortos, nenhuma pessoa de mente sã glorificaria algo tão hediondo e repulsivo, como a cruz que foi manchada pelo sangue de Jesus. Pelo milagre de sua ressurreição da tumba, Jesus colocou o selo de ga­rantia do perdão dos nossos pecados. Um Cristo morto não seria o nosso Salvador. Um túmulo fechado jamais teria aberto os céus. Pelo rompimento das cadeias do sepulcro, Jesus provou ser, para todo o sempre, o conquistador do pecado. O sacrifício do Calvário cumpriu seu propósito: o preço da redenção pago pelos nossos pecados foi aceito por Deus! 16.2.2008

 

"O imaculado Filho de Deus pendia da cruz; a carne, lacerada pelos açoi­tes; aquelas mãos, tantas vezes estendidas para abençoar, pregadas ao lenho; aqueles pés, tão incansáveis em serviços de amor, cravados no madeiro; a ré­gia cabeça, ferida pela coroa de espinhos e aqueles trêmulos lábios, entrea­bertos para deixar escapar um grito de dor." 16.2.2008

 

Sobre uma escarpa nos Alpes, perto de Gemi, ergue-se uma cruz branca de mármore, em cujos braços há uma inscrição: Só Jesus. Relaciona-se com algo ocorrido com uma família nobre da região. Uma das moças, quando ten­tava escalar as montanhas, caiu num precipício e morreu. Os pais não acha­vam consolo em coisa alguma. Até que se encontraram com Jesus e a paz vol­tou aos seus corações. Por isso, na montanha onde haviam perdido a filha querida, testemunham a todos que só em Cristo encontraram a salvação, a paz e a segurança. Só na cruz de Cristo o homem sente plenamente o que o separa de Deus; mas é nessa mesma cruz, e tão-somente nela, que o homem percebe não estar mais separado de Deus. Emil Brunner. 16.2.2008

 

"E da parte de Jesus Cristo, a fiel testemunha, o primogênito dos mor­tos, e o soberano dos reis da terra. Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados..."(Ap 1.5). A palavra sangue é mencionada cerca de 460 vezes na Bíblia. No Novo Testamento, Jesus falou 14 vezes de seu próprio sangue. Porque, pelo derra­mamento do seu sangue, ele propiciou a possibilidade de nossa salvação e pagou a pena por nosso pecado e nos remiu. Voluntariamente, ele aniquilou a sua vida e pagou a pena que nós devíamos pagar. E este o significado da cruz. O sangue de Jesus Cristo não nos redime apenas, mas também nos justifica. Ser justificado significa mais do que ser perdoado. Posso dizer: "Eu te perdôo, mas não te justifico". Deus, no entanto, não somente perdoa o passado. Ele reveste a nova criatura de justiça, como se jamais houvesse pecado. Isto custou o sangue de seu Filho na cruz. 25.2.2008

 

A nossa cruz não é a cruz de Cristo. Não tem o seu significado (morte vicária isto é, em lugar de outros; é por nó; mesmos) e não tem o seu peso (a morte física). Quando pede que tomemos nossa cruz diariamente, Jesus mostra a diferença entre a sua cruz e a nossa. Ao mesmo tempo, ele permite que a cruz do passado se torne a nossa cruz no viver diário da fé cristã. A cruz, portanto, "não é apenas o instrumento sobre o qual Cristo morreu, mas também um modo de vida: o oferecimento diário do seu eu à vontade de Deus" (TOLBERT, Malcolm O. Lucas. Rio de Janeiro: JUERP -Comentário Bíblico Broadman). 13.3.2008

 

"É preciso lembrar da pessoa de Cristo, do ensino dele, das suas promessas e, sobretudo, de seu sacrifício na cruz. Se perdermos a lembrança contínua de Cristo, a igreja pode virar um clube, uma agência de caridade, um lugar de relaxamento, um teatro e deixar de ser a Igreja do Deus vivo". Essa exortação não é de nenhum teólogo estrangeiro. Henrique Terena (líder indígena) rebate a idéia romântica de que o índio não tem pecado: "Como indígena, digo que temos o mesmo problema comum chamado pecado e isso faz, com que nos afastemos de Deus, tornando-nos indesculpáveis perante Ele. Porém é possível revelter esse quadro, tornando-nos amigos de Deus por meio da morte de Cristo, pois no Calvário Ele pagou a dívida e a Conta já não existe mais." Ultimato Dez/Nov 2000. 13.3.2008

 

Acruz não é sinônimo de de sofrimento. Ouve-se alguém dizer: "Este meu reumatismo é a minha cruz." Cruz não é isso. Cruz é morte. Um teólogo declarou certa vez que "o Cristo crucificado só pode ter seguidores crucificados". Seguir a Cristo é um projeto de morte. Isaltino G. Coelho Filho, Palavra e Vida 2T1989. 16.3.2008

 

Deus tratou Jesus como se Ele mesmo houvesse cometido todos os pecados em lugar de toda pessoa que creria nEle; e Deus considerou os crentes como pessoas que viveram a vida perfeita do Senhor Jesus. 17.3.2008

 

Salomão Ginsburg quando, na sua autobiografia "Um judeu errante no Brasil", diz: "Logo me convenci de que o Filho de Maria, o Crucificado, era o Filho de Deus, o Messias de Israel, o Rejeitado do meu povo". 18.3.2008

 

A morte de Cristo na cruz deve ser entendida com um sacrifício redentor. O próprio Cristo afirmou: "Bem como o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir, e dar a sua vida em resgate de muitos" (Mateus 20:28). O Apóstolo Pedro diz que fomos resgatados com o precioso Sangue de Cristo" (I Pedra 1:18-19), Seres celestiais louvam Cristo constantemente, dizendo: "Digno és de tomar o livro e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu Sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua e nação" (Apocalipse 5:9). A palavra redenção na Bíblia significa tornar a comprar por um certo preço. Dando a entender que o objeto comprado já era antes do comprador. Fomos criados por Deus para a Sua glória. Mas o homem se rebelou contra o seu criador, tornando-se escravo do diabo. (Romanos 5:12 e I João 3:8-12). Com o Seu Sangue Cristo pagou o preço pela nossa libertação. Não somente nos comprou, como também nos libertou, isto é, tirou-nos das mãos do inimigo. É o que diz o texto em I Pedro 1:18-19. Uma ilustração bíblica clara e interessante da redenção encontramos em Levíticos 25:37.49, na Lei sobre a redenção de um parente: se um homem houvesse vendido sua propriedade e a si próprio, por causa de dívidas, tornando-se escravo, podia recuperar sua liberdade e sua terra, desde que alguém com as seguintes características se dispusesse a pagar: primeira, deveria ser parente do homem; deveria estar disposto a pagar o preço; terceira, deveria ter com que pagar. O Senhor Jesus satisfez essas três qualidades: tornou-se nosso parente fazendo-se homem (João 1:14). Por amor estava disposto a pagar o preço (Romanos 5:8); e sendo Deus-Ho­mem, sem pecado, pode pagar (Mateus 20:28). 19.3.2008

 

Em Abril de 2006, uma Igreja Metodista na cidade de Dudley, Inglaterra, descobriu que teria de pagar uma taxa para pôr uma cruz no seu novo edifício. Sim, a taxa era necessária porque segundo a lei Britânica a cruz é um anúncio. Ela proclama ao mundo, numa pessoa ou num edifício, que a cruz do Calvário ensangüentada é a nossa única esperança para o perdão e a salvação. 24.3.2008

 

Certo domingo na classe bíblica, Ana Beatriz (5 anos), ouviu uma aula sobre a morte de Cristo na cruz. Ela ficou impressionada com o peso da cruz. Em casa, perguntamos como havia sido a aula, a história bíblica que a professora havia contado e o que ela havia aprendido naquele dia. Ana Beatriz contou que Jesus morreu na cruz e que a cruz era muito pesada, porque os nossos pecados estavam dentro dela! Então, expliquei: “Filha, nossos pecados não estavam dentro da cruz, estavam dentro de Jesus mesmo, por isso que a cruz era tão pesada!” 25.3.2008

 

A morte de cruz era lenta, e ocorria antes de 36 horas. Diálogo & Ação 4T1997. 25.3.2008

 

Segundo um relato do falecido Dr. A. W. Tozer, um recém-convertido aproximou-se de um cristão mais antigo e lhe fez a seguinte pergunta: "O que significa estar crucificado?" "Estar crucificado implica em três coisas. Primeiro, o crucificado tem os olhos sempre voltados para uma só direção; segundo, ele não pode voltar atrás; terceiro, ele não tem mais planos próprios." Pensemos nesses três fatos. 7.5.2008

 

O calvário mostra como os homens podem ir longe no pecado, e como Deus pode ir longe para salvá-los. HC Trumbull. 14.5.2008

 

Alguns anos  atrás houve um grande incêndio num prédio no centro da cidade do Rio de Janeiro. As pessoas, desesperadas, buscavam socorro. Tudo faziam para sair rapidamente daquele inferno terrível. Em dado  momento a televisão focalizou dois homens assentados no parapeito de uma janela do edifício. Um deles, sufocado pelo fogo, fumaça e desespero, lançou-se abruptamente da janela para a morte. Uma cena  horripilante e dramática. O outro homem da janela, um pouco mais resistente e esperançoso, continuou aguardando o socorro. Ainda que, naquela circunstância, parecesse impossível.  Poucos minutos depois –  parecia uma eternidade – o socorro "impossível" chegou. Os bombeiros elevaram o braço mecânico da  Escada Margirus até à janela. E, com muito cuidado, tomaram nos braços aquela vida preciosa, como você e eu. Tirando-o da janela da morte para os braços  da vida e esperança. Aquela cena dramática nos faz lembrar, de uma forma clara e eloqüente, o que aconteceu no Monte do Calvário. Quando Jesus foi à cruz e ali verteu  Seu precioso sangue, selou definitivamente o nosso resgate. Ali na cruz abriu os  Seus braços ternos e firmes para nos dar a libertação. E,  hoje, milhões de pessoas que se encontram nas janelas da morte são convidadas a se entregar aos benditos braços do Salvador. Os discípulos de Jesus foram a extensão dos braços da Escada Margirus do amor de Deus para o  carcereiro de Filipos. Hoje, cada um de nós, os filhos de Deus, precisa ser um  instrumento vivo nas mãos do Senhor, para  arrebatar da morte os que  jazem  confusos e desesperados nas janelas da vida. Não podemos perder tempo com lamentações. Por outro lado, quem ainda não está salvo, sentindo o desespero batendo à porta, não precisa precipitar-se para a morte. 6.11.2008

 

O erudito escocês, William Barclay, compartilhou a história de um missionário que foi enviado a um vilarejo na Índia para proclamar o nome de Jesus. Após expor a Palavra de Deus, o missionário apresentou uma sequência de slides, projetados em uma parede caiada que servia de tela. Quando uma figura de Cristo pregado na cruz apareceu, um dos homens presentes jogou-se aos pés da figura e exclamou: "Desça dessa cruz, Filho de Deus. Eu, não você, deveria estar pregado nela!" Aquele homem tinha toda a razão para pensar daquela maneira. Ele reconhecia que o pecador era ele e não o Senhor Jesus. O Filho de Deus esteve neste mundo e sempre esteve diante do Pai em santidade e fidelidade. Sofreu as mesmas tentações que todos nós sofremos mas jamais cedeu a qualquer uma delas. Foi levado à cruz não porque pecou, mas porque nós pecamos. Ele pagou, em nosso lugar, o preço do pecado. Pelo sacrifício de Cristo nos tornamos também filhos de Deus. Podemos entrar, com liberdade, na presença do Pai celestial. Seu sangue derramado na cruz permitiu que, pela fé, tenhamos nossos nomes escritos no Livro da Vida. Pelo Seu imenso amor nós podemos aguardar a vida eterna nos Céus de glória. Que valor temos dado a este tão grande amor? Como temos agido, como cristãos, diante de Deus? Temos mostrado gratidão? temos testemunhado da bênção da salvação? Temos abandonado as queixas e murmurações, trocando-as por louvor e adoração? Temos mostrado o brilho do Senhor em todos os lugares por onde caminhamos? Cristo doou-Se por nós, ofereceu o Seu amor sem que o merecêssemos, deu-nos a oportunidade de experimentar a verdadeira felicidade. Você a está desfrutando? Paulo Roberto Barbosa 14.4.2009

 

No quadro “As Três Cruzes”, de Rembrandt, diz-se que a atenção dos que o observam é atraída para três direções: primeiro, a atenção é atraída para a cruz na qual o Senhor morreu; segundo, a atenção é atraída para a multidão e para as diversas expressões faciais e atitudes das pessoas envolvidas na crucificação; e terceiro, a atenção é atraída para uma figura quase escondida entre as sombras. Quanto a esta última, alguns críticos de arte dizem ser a representação do próprio Rembrandt que se colocou ali por reconhecer que por causa de seus pecados ajudou a pregar Jesus na cruz.16.6.2009

 

Muitas pessoas reagem ao filme A paixão de Cristo com choro e prantos, diante do sofrimento de Jesus. Billy Graham chorou, o papa chorou; bem, quase todo mundo chorou em face do sofrimento de Jesus. Isso não é algo novo. Quando Jesus encaminhava-se para a cruz, “seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e lamentavam” (Lc 23.27). Como Cristo reagiu a isso? Será que ele encorajou esse ato como sendo demonstração de genuína piedade? “Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos!” Spurgeon falou sobre os prantos por Jesus, ao pregar sobre Lucas 23.27-31: “Você não deve chorar tanto porque Jesus morreu, mas porque seus pecados fizeram com que fosse necessário que ele morresse. Você não precisa prantear pela crucificação, mas porque as suas transgressões e seus pecados prenderam o Redentor no maldito madeiro. Chorar pela morte do Salvador é lamentar a redenção; seria mais sábio lamentar por uma doença. Chorar pela morte do Salvador é molhar a faca de um cirurgião com lágrimas; seria melhor lamentar pela disseminação dos pólipos que aquela faca deve cortar. Chorar pela morte de Jesus enquanto ele vai para a cruz é lamentar por aquilo que deveria ser o maior motivo de alegria que os céus e a terra já conheceram; suas lágrimas não são tão necessárias ali; elas não são naturais. Um pouco de sabedoria te fará trocar esse choro por brados de alegria por sua vitória sobre a morte. Se nós devemos continuar com nossas tristes emoções, devemos, então, lamentar por termos quebrado a lei que Ele valorosamente validou; lamentemo-nos porque deveríamos ter suportado a pena que Ele, por nós, teve de suportar… Oh, irmãos e irmãs, esta é a razão pela qual nossas almas devem lamentar: porque quebramos a lei divina de tal forma que se tornou impossível a nossa salvação, exceto pelo sofrimento e pela morte de Cristo Jesus”. Tradução: Daniel Leite Guanaes de Miranda Fonte: http://www.cprf.co.uk/http://blog.monergismo.com/17.6.2009

 

Olhando para o quadro As Três Cruzes do artista Rembrandt, primeiramente a tua atenção é atraída para a cruz na qual Jesus morreu. Depois ao olhar para a multidão reunida aos pés daquela cruz, você fica impressionado com as diversas expressões faciais e atitudes das pessoas envolvidas no terrível crime de crucificar o Filho de Deus. Finalmente, os teus olhos voltam-se para a borda da pintura para prender o olhar em outra figura, quase escondida entre as sombras. Alguns críticos de arte dizem que esta é uma representação do próprio Rembrandt, pois ele reconhecia que por causa dos seus pecados ajudou a pregar Jesus na cruz. Alguém declarou: “É simples dizer que Cristo morreu pelos pecados do mundo. É algo bem diferente afirmar que Cristo morreu pelos meus pecados. É chocante pensar que podemos ser tão indiferentes quanto Pilatos, tão ardilosos quanto Caifás, tão brutais quanto os soldados, tão cruéis quanto à multidão, ou tão covardes quanto os discípulos. Não era apenas o que eles fizeram – fui eu que o preguei no madeiro. Eu crucifiquei o Cristo de Deus. Eu me uni ao escárnio”. Coloque-se nas sombras junto a Rembrandt. Você também está lá em pé. Mas depois lembre-se do que Jesus disse quando estava pendurado naquela cruz: “Pai, perdoa-lhes”. Graças a Deus, isto inclui você e eu. Henry G. Bosch 29.6.2009

 

No quadro “As Três Cruzes”, de Rembrandt, diz-se que a atenção dos que o observam é atraída para três direções: primeiro, a atenção é atraída para a cruz na qual o Senhor morreu; segundo, a atenção é atraída para a multidão e para as diversas expressões faciais e atitudes das pessoas envolvidas na crucificação; e terceiro, a atenção é atraída para uma figura quase escondida entre as sombras. Quanto a esta última, alguns críticos de arte dizem ser a representação do próprio Rembrandt que se colocou ali por reconhecer que por causa de seus pecados ajudou a pregar Jesus na cruz. Quando você se lembrar da cruz lembre-se que Jesus morreu ali por SEUS pecados, e, portanto, você também é culpado por Sua crucificação; mas lembre-se também de que estando lá Jesus orou: “Pai, perdoa-lhes”, e isso inclui você. 2.7.2009

 

Era noite de Natal. Um pastor da Pensilvânia, Dwight  Moody, estava reunido com sua família e aproveitaram  para  brincar com uma versão caseira do jogo "Pictionary" cujo propósito é transmitir, através de  desenhos,  um  tema  qualquer.  Eles estavam criando frases e temas da  história  do  Natal  que deveriam ser representados por desenhos. Sua filha de nove anos de idade, Sara, desenhou uma frase difícil: "Glória  a Deus nas alturas." de acordo com seu pai,  Sara  teve dificuldades em desenhar "glória" e "alturas," mas não Deus. "Sem vacilar um momento sequer, ela desenhou uma forma humana -- com rosto, braços, pernas e mãos  grandes...com marcas de cravos. Era Jesus que nos conduz a Deus." Qual o valor do Natal para nós, cristãos? Sabemos que Natal é mais do que uma data de nascimento, mais do que uma oportunidade de se comprar presentes e enfeitar árvores e lojas. Natal não é uma desculpa para reunir amigos e beber até ficar embriagado ou de comer até não poder suportar mais. Natal não é nada disso... O Natal só tem valor se compreendermos que o Deus Todo Poderoso amou de tal maneira o mundo que resolveu enviar Seu Filho Amado para, através de Seu próprio sacrifício, perdoar os pecados dos homens e conduzi-los novamente à presença do Criador. Sim, Jesus nasceu! Nasceu de uma virgem humilde e obediente. Nasceu para nos dar vida e vida abundante.  Ele nasceu! Isso é Natal! O resto é criação humana. Quando nos reunimos no dia 25 de dezembro (poderia ser qualquer outro dia) para louvar e engrandecer o nome de Jesus, estamos comemorando o verdadeiro Natal.  Podemos também dar e receber presentes e reunir a família e os amigos para uma ceia de confraternização. O mais importante é que nada substitua o nosso amor e adoração ao Senhor que nasceu na manjedoura de nossos corações para transformar a nossa vida e nos ensinar a viver nos caminhos da felicidade. É Natal! Glórias a Deus! Ele nasceu e vive para sempre entre aqueles que o recebem como Senhor e Salvador. Jesus nasceu para falar de amor. E Ele mostrou o Seu amor nas marcas de cravos em Suas mãos. 9.7.2009

 

Jesus trabalhou durante toda a sua vida. Mas o maior trabalho que ele realizou não foi o da carpintaria, nem o milagre da festa em Caná, quando transformou a água em vinho. Seu maior trabalho não foi curar os cegos e surdos, dar voz aos mudos, nem tão pouco ressuscitar os mortos. Seu maior trabalho não foi ensinar sobre a sua autoridade, ou denunciar a hipocrisia dos fariseus. Seu maior trabalho não foi o grande programa ético que apresentou à humanidade, o fundamento da cultura ocidental. O maior trabalho de Cristo foi realizado nas três horas sofridas que passou no Calvário, ao morrer por nós. Billy Graham 25.8.2009

 

A cruz é o instrumento cirúrgico que, amputando o pecado do ímpio e imputando a justiça do santo, restaura a glória perdida com o pecado. Glênio Paranaguá 27.10.2009

 

O erudito escocês, William Barclay, compartilhou a história de um missionário que foi enviado a um vilarejo na Índia para proclamar o nome de Jesus. Após expor a Palavra de Deus, o missionário apresentou uma sequência de slides, projetados em uma parede caiada que servia de tela. Quando uma figura de Cristo pregado na cruz apareceu, um dos homens presentes jogou-se aos pés da figura e exclamou: "Desça dessa cruz, Filho de Deus. Eu, não você, deveria estar pregado nela!" Aquele homem tinha toda a razão para pensar daquela maneira. Ele reconhecia que o pecador era ele e não o Senhor Jesus. O Filho de Deus esteve neste mundo e sempre esteve diante do Pai em santidade e fidelidade. Sofreu as mesmas tentações que todos nós sofremos mas jamais cedeu a qualquer uma delas. Foi levado à cruz não porque pecou, mas porque nós pecamos. Ele pagou, em nosso lugar, o preço do pecado. Pelo sacrifício de Cristo nos tornamos também filhos de Deus. Podemos entrar, com liberdade, na presença do Pai celestial. Seu sangue derramado na cruz permitiu que, pela fé, tenhamos nossos nomes escritos no Livro da Vida. Pelo Seu imenso amor nós podemos aguardar a vida eterna nos Céus de glória. Que valor temos dado a este tão grande amor? Como temos agido, como cristãos, diante de Deus? Temos mostrado gratidão? temos testemunhado da bênção da salvação? Temos abandonado as queixas e murmurações, trocando-as por louvor e adoração? Temos mostrado o brilho do Senhor em todos os lugares por onde caminhamos? Cristo doou-Se por nós, ofereceu o Seu amor sem que o merecêssemos, deu-nos a oportunidade de experimentar a verdadeira felicidade. Você a está desfrutando? 27.10.2009