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Crente

 

Betty Carlson, autora norte-americana, conta a história de um pai que estava preparando a lição da EBD sobre o tema “As Marcas de Um Verdadeiro Cristão”. Antes de ir ensinar sua classe, decidiu rever os pontos principais com a esposa, quando o filho menor estava por perto. Pediu ao garoto que sentasse e ouvisse por 15 minutos. Quando acabou, o menino estava pensativo. E de repente disse: “Papai, eu acho que nunca vi um cristão em minha vida”. Pronto, foi um choque para o pai, mas também uma advertência. Como as crianças observam o que fazemos e declaramos!!

 

O famoso jornalista Henry Stanley foi à África a fim de procurar o missionário David Livingstone, de quem há muito não havia notícias. Encontrou-o, observou-o no seu trabalho, ouviu-o e também ouviu o que diziam do grande cristão e, mais tarde disse: “Eu creio que há um Cristo porque há um Livingstone”.

 

Um cristão foi visitar um amigo em Londres, Inglaterra. Bateu na porta da casa e uma meninazinha veio atender. O homem se apresentou mencionando o nome. A menina voltou lá dentro para avisar o pai. E ela disse: “Papai, está aí na porta um senhor que deseja vê-lo.” “Como é o nome dele, filha?” o pai perguntou. E disse a garotinha: “Me desculpe, não consigo recordar o nome dele, mas é um homem muito parecido com Jesus”.

 

Um missionário das selvas africanas estava contando para uma tribo indígena, como Jesus ensinava e curava os enfermos. Os índios ouviam silenciosos a história. Ao terminar, um deles, foi lá ao missionário e disse: “Esse Jesus já esteve aqui e morou conosco”. O missionário ficou surpreso e pediu que o descrevessem. O missionário ficou admiradíssimo com o que ouviu, pois concluiu, conforme a descrição, o índio estava se referindo ao seu colega missionário e médico, que o havia antecedido.

 

Numa certa igreja, o pastor pregou uma mensagem sobre o verdadeiro cristão, e mencionou uma série de atitudes e características que provavam que alguém era um cristão autêntico. Uma criança escutava tudo com muita atenção. Seu pai e sua mãe eram líderes na igreja, ambos estavam com muitos cargos, sempre atarefados e se consideravam peças importantes na igreja. De volta para casa, o casal comentava como o culto havia sido abençoado, a mensagem maravilhosa, e coisa e tal... Em dado momento, os dois passaram a discutir, coisa que sempre faziam. E o menino observava. À mesa, na hora do almoço, os pais mal se falavam. Via-se nitidamente que, para eles, a participação no culto e o efeito dele há muito se acabara. E que susto levaram então, quando o filhinho, olhando-os, falou: “Ah! Seria tão bom se viesse aqui na nossa casa um daqueles cristãos verdadeiros de que o pastor falou!”.

 

Derek Prince, numa citação da revista chilena "Águas Vivas", declarou: "Nós, os cristãos, falhamos em não compreender o quão significativos somos. Nos comportamos como se fóssemos uma minoria insignificante que pode apenas manter-se até que o Senhor Jesus venha. Eu estou vendo a igreja no final dos tempos de uma forma totalmente diferente", ele declarou: "Creio que é um exército sobremaneira grande, e que vai mover as portas do inferno e que proclamará a cada nação da terra. Depois disto, que venha o fim". (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.26 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

 

"Sofrem os maus e os bons. Sofrem os que amaldiçoam e os que confiam em Deus. Só que o sofrimento dos primeiros é como uma ferida inflamada, que devora, apodrece, e, finalmente, mata. Mas o sofrimento dos que confiam em Deus é como uma ferida limpa. Dói, sangra, mas sara. E com o tempo apenas ficam as cicatrizes, ou às vezes, nem isto", declarou Rosalinda Castro. (da revista chilena "Aguas Vivas", pg.26 - Año 2/Nº 8 - Marzo-Abril 2001).

 

"O crente é aquele cuja vida leva outros a crerem com mais facilidade" (Robert Murray McCheyne).

 

Cristo se tornou o que eu era, para que eu me torne o que Ele é.

 

Houve uma época em que os crentes eram chamados de "Bíblias", como forma de menosprezo. O Pr. John Landers escreveu: "Em lugar de reagirem, os batistas aceitaram este cognome como um distintivo de honra". (O Jornal Batista, pg 2, 1 a 7/04/2002).

 

Há gente com vergonha de ser cristão, evangélico. Preferem ser "gospel", moderninho, light...

 

Quero ser um cristão diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". É pouco. A "geração sarada", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e não é cristã só por isso. Não quero ser cristão só por me vestir de modo diferente... (Isaltino Gomes Coelho Filho, em O Jornal Batista, pg 9 - 8 a 14/10/2001).

 

A garça é branca, majestosa. Que lindo ela é! Quando anda no mangue, a garça não se suja. Assim, nós, devemos andar no mundo.

 

Conta-se que houve em Roma, durante certo tempo, uma lei que obrigava as pessoas a levarem em suas vestes uma insígnia que indicasse a profissão que tinham. Assim, caso alguém precisasse, por exemplo, de um alfaiate, iria encontrá-lo com facilidade, mediante a insígnia usada. O cristão verdadeiro não precisa de nenhuma insígnia para ser identificado, mas seu modo de proceder e de falar há de forçosamente revelá-lo.

 

Na noite do domingo de Carnaval, um rapaz evangélico, que nunca disse nada no local de trabalho sobre suas convicções religiosas, está indo para igreja de terno, gravata e Bíblia debaixo do braço, quando passa por colegas da firma. Eles já estão meio bêbados, sentados numa mesa de bar, mas um deles o vê e aproveita para provocá-lo: - Rapaz, que beleza essa sua fantasia de crente, hein? Sente-se aqui e beba um pouquinho com a gente! 

 

Um membro de igreja chegou todo vaidoso ao pastor e disse: “Tenho 23 anos de vida cristã”. O pastor, corrigiu logo: “Não, o irmão de 1 ano de crente. O resto é repetição”. De fato, há crentes que conhecemos que não apresentam nenhum sinal de melhora ou crescimento, são sempre os mesmos de anos atrás.

 

Voltaire, o maior ateu do século dezenove, afirmou que o Cristianismo era uma religião falida e que ele destruiria a Bíblia. Vinte e cinco anos após sua morte, a casa onde Voltaire morreu foi comprada por uma Sociedade Bíblica e é hoje a maior editora de Bíblias do mundo. A Palavra de Deus é eterna e sempre viva!

 

O escritor e psiquiatra cristão Paul Tornier disse "que existem algumas coisas que não podemos fazer sozinhos, uma delas é ser cristão". O que Paul Tornier quis dizer é que, para sermos um cristão vivo e autêntico, é preciso a companhia, o envolvimento com outros crentes. (Paulo Pancote Lancerda, em O Jornal Batista, pg 10 - 6 a 12/08/2001).

 

Ser cristão não é um assunto de "meio-período". Requer o nosso melhor! (Fred D. Jarvis, em Arauto da Sua Vinda, março-abril/2002).

 

Um homem gastou bem uns quinze minutos para explicar a seu filhinho de oito anos o que era um crente. Depois que terminou a explicação o garoto disse, com essa franqueza típica das crianças, boas observadoras: "Papai, acho que nunca encontrei um crente". Nem em casa, naturalmente.

 

Um grande teólogo alemão costumava fazer esta incisiva pergunta: "Por que se deve ser cristão?" ao que ele mesmo respondia: "Para ser verdadeiro homem". - Fonte: Antônio Sergio A. Costa, em O Jornal Batista, pg 13, 22/09/2002.

 

Como C.L. Lewis disse: “A cristandade é uma afirmação que se for falsa não é de importância alguma, mas se for verdadeira é de infinita importância. www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Dezembro99.htm

 

Chegou a hora de acabarmos com o "cristianismo" de quarta-feira e domingo!

 

Gandhi, o pacifista indiano, sendo evangelizado por um cristão, disse: "No vosso Cristo eu creio, eu não creio é no vosso cristianismo". É preciso falar de Jesus. Mas o que o mundo mais necessita é que vivamos Jesus! 

 

TIPOS INESQUECÍVEIS QUE ENCONTRAMOS NAS IGREJAS
Assim como numa família cada filho tem uma maneira de ser, na Igreja de Cristo não poderia ser diferente. De uma forma bem-humorada apresentamos abaixo os tipos inesquecíveis que podem ser encontrados em qualquer igreja:
1)
O crente FREEZER: Ele é sempre frio e impassível. O culto foi maravilhoso, o coral cantou como os anjos, a glória de Deus foi manifesta, muita emoção.... mas ele continuou lá, firme: não moveu um músculo, não "viu" nada, não "sentiu" nada, não se abriu ao amor, à Graça...
Passagem bíblica preferida: "Nós vos tocamos flauta, e não dançastes; entoamos lamentações e não chorastes" (Lc 7.32)
2) O crente QUIABO: esse é difícil de "pegar", escorrega sempre. Ele nunca pode ir a um trabalho especial da igreja, ele nunca pode assumir nenhum cargo ou responsabilidade... E tem sempre uma "desculpa" pronta para dar a quem lhe questionar.
Passagem bíblica preferida: a de Jonas sendo chamado por Deus para ir a Nínive, mas pega um navio em direção contrária.
3)
O crente LACRIMOSO: ele nunca está bem, pois na sua visão tem sempre alguma coisa errada em sua vida e, pra ele, sempre há uma benção "faltando" acontecer para sentir-se satisfeito. Na verdade, Deus está dando mas ele não está vendo. No fundo, ele pensa assim: "Deus não se importa comigo".
Passagem bíblica preferida: "Até quando, Senhor, esquecer-te-ás de mim para sempre?" (Sl 13.1)
4) O crente EXPLOSIVO: Cuidado! Não mexa com ele, pois ele tem o pavio curto e está sempre prestes a "explodir", e você pode ser a gota d´àgua
Passagem bíblica preferida: quando João pede a Jesus para descer fogo do céu e consumir os samaritanos (Lc 9.54).
5) O crente NÃO-MUDO-NUNCA: você pode mostrar na Bíblia, falar que não é da forma que ele pensa, mas não tem conversa: ele já tem a visão dele, pois foi assim que aprendeu, e não adianta insistir pois ele afirma que não vai mudar de opinião! 
Passagem bíblica preferida: todas as de Pedro antes da conversão.
6)
O crente MANHOSO: temos de ter cuidado ao falar com ele. Uma palavra "mal colocada" e.... nunca mais o vemos. Ele é muito sensível e quase tudo o desagrada. É difícil aos irmãos e ao pastor faze-lo satisfeito.
Passagem bíblica preferida: quando os discípulos reclamam das palavras de Jesus: "Duro é esse discurso, quem o pode ouvir?"

 

ICHTUS, vem do grego ixthus, que significa peixe. Era o símbolo dos cristãos primitivos perseguidos pelo poder romano. As letras eram as iniciais das palavras Iesus Xristos Theos Uios Sopter (Jesus Cristo, Filho de Deus, o Salvador).

 

Alguns crentes, nossos irmãos, são bravos, muito bravos, bravíssimos! São crentes, são do tipo crentesaurorex, da espécie mais feroz que existe. Hehehe!!!

 

O biógrafo de C.H. Spurgeon, A.S. Rodriguez y Garcia, conta que um professor de escola rural da Inglaterra perguntou a um aluno: "Quem é o primeiro-ministro da Inglaterra?" O menino, com prontidão e suficiência, respondeu: "Spurgeon", confundindo-o com o célebre primeiro-ministro Gladstone. O autor conta esta história para mostrar a imensa popularidade que este pastor alcançou sem ser político e sim um pregador da Palavra. Como pastor ele assombrou a Inglaterra e o mundo com sua multifacetada obra e sua pregação inflamada, posta a serviço de Deus e dos homens.

 

Lembrando Kierkegaard: "Só pode criticar o cristianismo quem seja cristão".

 

“Não podemos herdar o cristianismo. Talvez tenhamos tido pais cristãos, mas isto não produz necessariamente um filho cristão. Posso nascer em uma garagem, mas isto não faz de mim um automóvel! Deus não tem netos.” - Billy Graham

 

Diz o Bispo Wilson: "O cristianismo não se propõe a convencer os teimosos, nem a dar provas concludentes para os profanos e petulantes, nem a aniquilar a zombaria dos orgulhosos, nem a apresentar evidências das quais os desinteressados e ímpios não tenham como fugir. Isso poderia anular a responsabilidade pessoal de cada indivíduo. Tudo o que o cristianismo se propõe a fazer é apresentar evidências que possam satisfazer os mansos, os quebrantados, os sinceros, os que buscam a Deus com sinceridade". - Simon Greenleaf, em Mensagem da Cruz.

 

No seu livro A Igreja Vazia, o historiador Thomas C. Reeves afirma: "O Cristianismo na América moderna .tende a ser fácil, otimista, conveniente e compatível. Não requer abnegação, disciplina, humildade, perspectiva transcendental, zelo pelas almas, temor e amor de Deus. Há pouca culpa e nenhum castigo, e a recompensa no céu é virtualmente certa. Aquilo que temos agora pode ser melhor classificado como "Cristianismo de Consumo." O custo é baixo e a satisfação do cliente parece garantida." 

 

Li que Gandhi teria dito algo mais ou menos assim: "Eu seria um cristão, se aqueles que o dizem ser, o fossem pelo menos 24 horas".

 

É muito interessante o registro bíblico do livro de Lucas 10.25-37. Nesta passagem, Jesus ensina uma das mais significativas lições para o viver diário. A parábola do Bom Samaritano. Nela encontramos cinco personagens: o Moribundo, os Ladrões, o Sacerdote, o Levita e o Samaritano. O homem caído à beira do caminho, o Moribundo, representa aquelas pessoas que não têm firmeza e que estão sempre derrotadas em seus projetos de vida. O ladrão representa os que vivem pensando no que é dos outros e têm a filosofia do "o que é teu é meu". O sacerdote representa a religião institucionalizada, a Igreja de grupo fechado que só pensa: "o que é meu é para os meus". O Levita é o personagem que representa o pensamento egoísta do "o que é meu é meu, e de mais ninguém". Estas filosofias de vida são anti-cristãs e não servem como exemplo nem padrão para ninguém. Jesus se preocupou, então, em nos dar uma filosofia de vida que nos ajuda a viver e participar do mundo de hoje: a atitude do Samaritano é o que Jesus destaca nesta parábola. Sua filosofia de vida: "o que é meu é teu"; é a filosofia proposta por Jesus. - Paulo Roberto Sória, em O Jornal Batista.

 

Mais do que nunca a oportuna citação de Alexandre, o Grande, que teria feito a um seu soldado relapso, covarde no cumprimento do seu dever e que por coincidência se chamava Alexandre: "Ou você muda de vida, ou você muda de nome. Alexandre não é nome para covarde". Qual é o seu nome? Crente? Se você está comprometido com o pecado, mude de vida ou mude de nome. O nome cristão não é nome para covardes!

 

Um filho pergunta ao pai: "Papai, o que é um cristão?" O pai pensou um momento e respondeu: "Cristão, meu filho, é um homem que não fala mal de ninguém, que vive fazendo o bem, que gosta de todo o mundo". E o garoto, maravilhado, respondeu: "Papai, o senhor conhece algum cristão?"

 

Não há um homem cristão para se colocar na brecha? Däg Hammarskjöd, ex-presidente da ONU, declarou certa vez: "Não vejo esperanças de uma paz mundial permanente. Nós nos esforçamos aos máximo, mas fracassamos de modo miserável (...). A menos que o mundo passe por um renascimento espiritual nos próximos anos, a civilização está condenada". Deus queria um renascimento espiritual em Judá, mas as brechas se alargavam. Não havia homens de caráter espiritual para fechá-las. Hoje, há homens cristãos para fechar as brechas?

 

Valdir Steuernagel define muito bem espiritualidade: "Uma espiritualidade sadia vive na presença de Deus, alimenta-se da Palavra, se expressa em comunidade e se caracteriza por um espírito missionário" - Valdir Steuernagel, em Obediência Missionária e Prática - ABU, 1997.

 
Diocleciano, um grande imperador romano que viveu no fim do século III, tentou destruir a Bíblia. Tantas Bíblias foram destruídas e tantos crentes foram executados, que ele erigiu uma enorme coluna de triunfo, onde mandou gravar estas palavras: “O nome de cristão foi extinto”. Hoje, somente os estudiosos da história antiga sabem a seu respeito, enquanto que o Cristianismo e a Bíblia são bem conhecidos em todo mundo. 15/12/06
 
Recentemente aprendi algo muito precioso. Há quatro tipos de relações entre uma pessoa e Cristo. A primeira diz: Tudo eu e nada de Cristo. A segunda: Eu e Cristo. A terceira: Cristo e eu. A quarta: Não eu, mas Cristo. É exatamente esta última que apresenta a expressão genuína do cristianismo. O apóstolo Paulo afirmou: Porquanto, para mim, o viver é Cristo. Filipenses 1:21ª. 14/2/07
 
A vida do cristão de ser simplesmente uma representação visível de Cristo. (Thomas Brooks)
 
A vida cristã é como rapadura, amado: doce e dura! 8.1.2008
 
Devemos pensar em alguns crentes como a massa de pão, que precisa apanhar para crescer. 8.1.2008
 
Observação de Huston Smith, no livro A alma do cristianismo, ao falar da origem da Igreja: "O que era essa Boa-nova que deu origem à Igreja cristã e partiu a História em a.c. e d.C, como se ela fosse um graveto seco? Não foram os ensinamentos éticos de Jesus; já comentamos que todos os ensinamentos de Jesus estavam presentes na literatura da sua época. Na verdade, não foi nada do que Jesus ensinou" (p. 104). Smith lembra que os primeiros cristãos usaram um peixe como seu "Iogotipo". Em grego, "peixe" é IXTHUS, as iniciais da frase lesous Xristós Uiós Theós Soterios (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador). Isto é o cristianismo. Este foi o ensino central de Jesus: ele é o Filho de Deus, o Salvador. Ele pregou sua pessoa. O tema central de seu ensino foi ele. O evangelho não é uma ética ou um sentimento. É uma pessoa, Jesus. 8.1.2008
 

"O cristianismo, corretamente compreendido, é a ciência do amor." Helen Keller. 8.2.2008

 

O cristianismo não é um sistema econômico, mas tem uma fé e um ideal que estabelecem em qualquer sistema a obrigação de honrar a personalidade humana, em vez de explorá-la, de modo que opera tecnicamente, promovendo bem-estar material de todo o povo e impedindo a exploração dos fracos pelos fortes. Necessitamos urgentemente de uma interpretação do cristianis­mo que contorne o capitalismo como o comunismo e inste pela incorporação prática da própria reverência da personalidade. Mais importante que um ata­que à teoria do comunismo é a ação vigorosa da critica ao capitalismo dum ponto de vista cristão, bem como o desenvolvimento entre o povo cristão do julgamento e da consciência cristãos em relação à vida econômica. Se isto for feito, o dia de amanhã no campo missionário será mais promissor.

Hugh V. White. 14.2.2008

 

Temos trabalhado em muitas terras, com povos de diferentes religiões. As religiões primitivas baseiam-se primariamente não na alegria, mas no me­do. O shintoísmo vê nas montanhas, nas árvores, nos fenômenos extraordiná­rios, espíritos ou deuses, a quem precisam agradar, a fim de aplacar a sua ira contra os homens. O hinduísmo busca um meio de escapar da trágica "roda da vida" e adota o sistema de castas, que é fonte de eterno sofrimento. Mao­mé ensinou o separatismo, que produz conflitos. Para Buda, o gozo seria ob­tido por vencer todo o desejo, até que o nirvana, a completa extinção do eu, pudesse ser atingido. Jesus trouxe ao mundo uma concepção inteiramente nova a respeito da vida. A religião para Ele dá uma alegria interior inextinguível, porque significa íntima comunhão com o Pai de amor. Cristo falou de um Pai celeste que ama a cada indivíduo mais ternamente do que qualquer pai terreno pode fazê-lo. Jesus amava a vida. Ele sabia que do sofrimento encarado construtivamente podem nascer os maiores valores da vida; que mesmo a agonia da crucificação podia ser transformada num hino de glória, um verdadeiro triunfo. O cristão é uma pessoa cheia de gozo e que distribui alegria porque vive em companhia do Cristo, que é a expressão da vida feliz. Francis B. Layre (Distrito de Colúmbia, E.U.A.). 14.2.2008

 

Um dia, um navio de guerra japonês ancorou na baía de Nagasaki, Ja­pão. Os cristãos daquela localidade foram indicados para apresentar as boas vindas à oficialidade e aos marinheiros daquele barco, em nome da Igreja. O capitão tomou a palavra, dizendo que tinha especial prazer em falar porque ele se tornara cristão por um fato acontecido em um dos parques de Nagasaki. Anos atrás, ele havia atirado pedras numa missionária que estava pre­gando o evangelho naquele parque. Quando percebeu que havia ferido a se­nhora, tratou de fugir e se escondeu por três dias. Foi quando as mais ex­traordinárias noticias chegaram ao seu conhecimento: a missionária, cujo no­me era Umhoff, não queria que ele fosse preso, estava orando por ele e que­rendo saber onde ele se encontrava, para lhe oferecer perdão e sua amizade. Ouvindo isto, o jovem resolveu procurar saber como servir ao Deus daquela missionária. Agora, era um prazer para ele dar o seu testemunho naquela mesma ci­dade onde ele tinha aprendido o que quer dizer ser cristão. Rita F. Snowden (Nova Zelândia). 18.2.2008

 

Um jovem advogado incrédulo foi ao Oriente para tentar enriquecer-se. Disse que procuraria fixar-se em lugar onde não houvesse igrejas nem escolas dominicais ou bíblicas. Tendo encontrado tal lugar, estabeleceu-se ali. Menos de um ano depois, escrevia a um ex-colega de escola - um pastor - pedindo-­lhe que viesse logo ter com ele, trazendo quantas Bíblias pudesse transportar; e começasse a pregar com urgência a fim de organizar, sem perda de tempo, uma escola dominical. Sim, porque se "convencera de que um lugar sem cris­tãos, sem domingos, sem igrejas, sem Bíblias é semelhante ao inferno e, por­tanto, impróprio para que qualquer homem normal nele sobreviva". 18.2.2008

 

Uma medalha cunhada por ordem do imperador romano Diocleciano, trazia a seguinte inscrição: "Que o nome de cristão seja extinto". Quantos sa­bem quem foi Diocleciano? Quando viveu? Que fez? Certamente, poucos o co­nhecem ou já ouviram falar nele. Entretanto, o nome cristão continua a definir aqueles que são salvos por Cristo e constituem sua gloriosa e indestrutível Igreja até o dia de hoje. 18.2.2008

 

Perguntei, certa vez, ao Prof. Harnack qual era a solução cristã de determina­da questão. Respondeu-me o mestre: "O cristianismo não dá soluções; oferece uma meta e transmite o poder para se chegar a ela". Tinha razão o professor. O movimento cristão consiste de ambas as partes: a meta mais glo­riosa apresentada à humanidade, que é o reino de Deus, um reino no qual não háverá mais pobres, nem classes, nem enfermidades, nem pecados, um Reino que será, de fato, o ano agradável do Senhor, uma reconstrução mundial; e o poder para alcançar essa meta gloriosa, que são os recursos do Espírito de Deus.  Stanley Jones. 19.2.2008

 

Se somos cristãos, devemos viver como cristãos. Senão, estaremos na mesma situação do soldado Alexandre. Alexandre era um aquartelado relapso, sempre atrasado, suas roupas desalinhadas, mal passadas, suas botas não brilhavam e se desamarravam facilmente. A barba nem sempre fazia, a postura não era digna do batalhão. Isto provocou a seguinte observação do grande conquistador grego que também se chamava Alexandre: "Ou muda de vida, ou muda de nome". 22.2.2008

 

Stephen Trame, personagem da obra "A Nova Religião", sentindo-se perturbado pelas experiências da religião que conhecia, com seus erros, hipo­crisias, estreitezas e duplicidade, abandonou a igreja, tornando-se franco ati­rador e escreveu um livro: "A Religião do Futuro". Depois de tudo, verificou que o que criara nada tinha de original, pois era a própria religião de Cristo sem os enxertos e erros que o homem lhe foi acrescentando através dos séculos. O grande profeta do futuro será aquele que conseguir pôr em prática os ensinos do Mestre, em todos os ângulos e fases da vida. Edward Thompson. 22.2.2008

 

No Sul da África, o chefe de um grupo nativo não se opunha a que seus subordinados se tornassem cristãos, mas lembrava: "Se vocês se tornarem melhores homens e mulheres, estou plenamente de acordo em que sejam cris­tãos; se não for assim, não permitirei que se digam cristãos". 25.2.2008

 

Um cristao pode ser uma nódoa ou uma bênção; o que não pode ser é um espaço vazio! Manancial 2T91. 13.3.2008

 

Se você preso por ser cristão, haveria provas suficientes para condená-lo? David Otis Fuller. 15.3.2008

 

Capaz de a Irmar, assim como John Newton: "Não sou o que deveria ser; não sou o que espero ser no mundo por vir, mas, apesar disso, não sou mais o que costumava ser e, pela graça de Deus, sou o que sou". 16.3.2008

 

"O que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo" (1 Jo 5.18 ­ARC). Uma pessoa nascida de novo, ou seja, regenerada, é muito cuidadosa a respeito de sua própria alma. Ela se esforça não somente para manter­se limpa do pecado, mas também de tudo que possa induzi-Ia a praticá-Ia. É cuidadosa a respeito de suas companhias. Sente que más conversações corrompem o coração e que é mais fácil apegarmo-nos ao mal do que ao bem. O nascido de novo é cuidadoso no que se refere ao uso de seu tem­po; seu maior desejo é utilizá-Io com proveito. Também é cuidadoso a res­peito das amizades que estabelece; para ele, não basta que as pessoas sejam bondosas, amáveis e moderadas. Tudo isto é muito bom, mas tais pes­soas abençoarão a sua alma? O regenerado é cuidadoso a respeito de seu comportamento e hábitos cotidianos. 17.3.2008

 

Jovens crentes sem religião crescem no país - (ALC) Uma nova forma de religiosidade cresce entre jovens brasileiros. São os crentes sem religião, que valorizam a fé, mas sem se vincularem a uma igreja. Pesquisa do teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ainda inédita e que será apresentada no livro "Religiosidade Jovem", indica que, de 520 universitários entrevistados, de 17 a 25 anos, 32% são "jovens sem religião". O tema é assunto de comportamento da revista IstoÉ desta semana, com chamada de capa para a matéria "A fé da juventude", do repórter Rodrigo Cardoso. Dos jovens sem religião da pesquisa de Ribeiro, 12,2% se declararam agnósticos ou ateus e 19,8% crentes sem religião. A novidade reside precisamente nos crentes sem religião. "O espírito buscador do jovem não procura uma instituição religiosa que o enquadre, mas uma doutrina onde ele se encontre", declarou a antropóloga Regina Novaes para a IstoÉ. A concepção de que a fé só poderia ser vivida dentro de uma religião ou de uma igreja passa a ser questionada pela juventude. Ribeiro verificou, na pesquisa, que para o jovem brasileiro ter fé é mais importante do que seguir uma doutrina. Segundo matéria da IstoÉ, "os símbolos religiosos, antes difundidos na igreja e no âmbito familiar, circulam mais por outras áreas de domínio público", como blogs, camisetas, feiras, na moda. Para Regina Novaes, "na juventude é o momento de se experimentar. E, hoje, também se experimenta religião". Sem dúvida, um desafio para as igrejas históricas, pentecostais, neopentecostais, na busca de jovens para suas fileiras. Fonte: http://www.ultimato.com.br/ 3.2.2009

 

Um cristão é uma mente através da qual Cristo pensa; um coração através do qual Cristo ama; uma voz através da qual Cristo fala; uma mão através da qual Cristo ajuda.2.7.2009

 

Quarta-feira, 22 de julho de 2009 (ALC) - Em dezembro de 2009 os evangélicos devem somar 49,8 milhões no Brasil, 25,4% de um total de 196,5 milhões de brasileiros e brasileiras. A persistir essa curva de crescimento, em 2020 os evangélicos serão 100 milhões no país. A projeção é do Ministério de Apoio com Informação (Mai), liderada pela matemática Eunice Stutz Zillner, 51 anos, membro da Igreja Presbiteriana Independente do Ipiranga, de São Paulo. O Mai foi criado por Eunice e seu marido, o engenheiro eletrônico Marcos Zillner, em 2003. Com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Mai realiza projeções e análises, proporciona treinamentos e consultoria a igrejas. “Nosso desejo é que os números incomodem e gerem trabalho, evangelização”, declarou Eunice em entrevista para Andréa França, da Revista Graça. O Mai quer mostrar onde é necessário investir em evangelismo. “Não estou interessada em sensacionalismo, em apresentar dados chocantes, mas, sim, em ‘fotografar a situação’ e ‘revelar a foto’ mais nítida possível”, explicou a matemática. Segundo o Censo de 2000, o Norte do Brasil, com 19,8%, era a região com maior presença evangélica, e, conforme as projeções do Mai, continuará com essa posição e terá 32% em dezembro de 2009, seguidas das regiões Centro Oeste, com 31%, Sul, com 19,8%, e Nordeste com 19,2%. Roraima é o Estado da federação que reúne o maior percentual de evangélicos (46,8%), com 226,3 mil, de um total de 483,6 mil habitantes, seguido do Amazonas, com 41,9%, Acre, com 39,9%, Rio de Janeiro, com 36,3%, Distrito Federal, com 35,9%, e Espírito Santo, com 35,2%. Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação (ALC)20.8.2009

 

Éfer Soares de Souza, o Efinho, quando Vereador em São Fidélis, escreveu uma nota ao O Jornal Batista (9.11.2001) comunicando ao povo batista sobre projeto de lei e lei de sua autoria, que institui o Dia do Evangelho no Município de São Fidélis, RJ, tornando o dia, 6 de agosto um feriado municipal. Observe, porém, que é "Dia do Evangelho". Não Dia do Evangélico.1.10.2009

 

"Quero ser um crente diferente. Não quero ser conhecido apenas como alguém que "não bebe, não fuma e não joga". Isso é muito pouco. A "geração saúde", que freqüenta as academias e come comida natural, não bebe e não fuma, e nem por isso pode ser chamada de cristã.

Também não me contento em ser chamado de crente por ter um modo diferente de me vestir. Durante muito tempo, no Brasil, a diferença que os crentes queriam mostrar era que eles se vestiam de uma  maneira "esquisita", e isso acabou tornando-se motivo de chacota e que em nada engrandecia o Reino. Com certeza, usar uma roupa fora de moda, não faz de ninguém um cristão.

Também não me satisfaço com o modelo "gospel" de crente que há hoje em dia. Broche de Jesus, caneta de Jesus, meias de Jesus. Sabe-se lá onde isso vai chegar. “Tem muita gente ganhando rios de dinheiro com esses cosméticos" para o crente moderno.  A grife "JESUS" tem vendido muito. Mas não adianta. Usar toda a parafernália do marketing "gospel"  não faz de ninguém um cristão.

Pensei comigo: a moçada evangélica hoje está toda na Internet. E saí à busca de salas de bate-papo de evangélicos. Confesso que tentei inúmeras vezes, mas não consegui. Me adentrava por assuntos importantes e profundos da vida cristã e as respostas eram chavões o tempo todo. Não se pensa, cria ou reflete, só se repete chavão do tipo "glóooooria", " amarrado", "É tremendooo", etc. Definitivamente, repetir chavões a todo o momento não faz de ninguém um cristão.

Quero ser um crente diferente. Que não seja alienado da vida e de seus acontecimentos. Que saiba discutir e entender as questões existenciais, como a dor, a miséria, a sexualidade, a paixão, o amor. Quero ser um crente que não vive acuado, com medo de tudo, vendo o diabo em toda a parte e querendo amarrá-lo a todo momento: Jesus Cristo o derrotou na cruz, ele é um derrotado, e eu não preciso ficar me preocupando com ele 24 horas por dia. Quero ser um crente que saiba falar de tudo e não apenas de religião, e que tenha, em todas as áreas, discernimento e sabedoria. Quero ser um crente que não tenha uma atitude conformista diante do mundo, do tipo: Ah, Deus quis assim....", mas que eu seja um agente de transformação nas mãos de Deus. Que a minha diferença não esteja na roupa, mas na essência: coração bom, olhos bons. Quero ser um crente que cria os filhos com liberdade, apenas corrigindo-lhes, para que cresçam e desabrochem toda a criatividade que Deus lhes deu. Quero ser um crente que vive bem com o seu próximo.

Quero ser reconhecido como um crente pelo que eu "sou" e não por aquilo que "não faço". Quero ser um crente simpático aos outros, agradável, piedoso, que se entristece com a dor do próximo, mas também se alegra com o seu sucesso (já reparou que as pessoas se solidarizam com nossas derrotas, mas poucos manifestam alegria quando vencemos?). 

Não quero ter de falar a todo momento que sou crente, para que outros saibam, mas quero viver de tal modo que outros percebam Cristo em mim."

Texto: Quero Ser Um Crente Diferente - Autor Desconhecido, disponibilizado no site de Frank Medina 27.10.2009