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Uma empresa estava em situação difícil, as vendas iam mal, os trabalhadores e colaboradores estavam desmotivados, os balanços há meses não saiam do vermelho. Era preciso fazer algo para reverter o caos. Ninguém queria assumir nada. Pelo contrário, o pessoal apenas reclamava que as coisas andavam ruins e que não havia perspectiva de progresso na empresa. Eles achavam que alguém deveria tomar a iniciativa de reverter aquele processo. Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um enorme cartaz que dizia: "Faleceu ontem a pessoa que impedia o crescimento de nossa empresa. Você está convidado a participar do velório na quadra de esportes". No início todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo, ficaram curiosos para saber quem estava bloqueando o crescimento da empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande que foi preciso chamar os seguranças para organizar uma fila indiana. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão a excitação aumentava. "Quem será que estava atrapalhando o progresso?", se perguntavam. Ainda bem que este infeliz morreu! Um a um, os funcionários agitados aproximavam-se do caixão, olhavam o defunto e engoliam a seco, ficando em absoluto silêncio como se tivessem sido atingidos por um raio. No lugar do visor do caixão havia apenas um espelho. Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento; você mesmo. Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar sua vida. |
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Há algum tempo atrás uma igreja colocou letra evangélica na música Segura o Tcham. O resultado ficou: "Segura o Cão, amarra o Cão, segura o Cão, Cão, Cão, Cão!". Veja a que ponto chegamos! |
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Veja que interessante: Uma marca de guaraná saiu nas revistas com o seguinte anúncio: "Faça a diferença. Faça do seu jeito". Por que imitar, não é verdade? |
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Já dizia o Abelardo Barbosa, o Chacrinha: "Em televisão nada se cria, tudo se copia". Mas, cá entre nós, na TV há pouco para se copiar, não? |
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"Li a redação sobre a sua casa", disse a professora ao aluno. "É a mesma que seu irmão entregou no ano passado". "Mas é claro", respondeu o aluno, "a casa é a mesma!" |
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Eu tenho dito que: "repetir sem entender é coisa de papagaio". Os donos de papagaios os domesticam para que eles repitam palavras decoradas. As pessoas, então, pensam que os papagaios estão sendo inteligentes por repetirem o que foram condicionados a dizer. Porém, a verdade é que os papagaios literalmente "não sabem o que estão falando". Infelizmente temos visto algo semelhante ocorrer na Igreja. Os líderes fazem as pessoas engolirem um tipo de cristianismo sem lhes dar explicações convincentes sobre o que estão ensinando e sem demonstrar que os seus ensinos têm base na Palavra de Deus. O resultado é que as pessoas saem por ai repetindo e defendendo ensinos que foram condicionadas a repetir. Está se criando uma geração de cristãos papagaios. 26/3/07 |
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Filosofia contemporânea: Roubar idéias de uma pessoa é plágio. Roubar de várias é pesquisa. 10.1.2008 |
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Síndrome de Estádio de Futebol. Todo mundo está fazendo a Ola. Então eu também tenho que fazer. Toda a grande massa grita e gesticula, então eu também. Está errado. Não seguimos modismos, mas sim a verdade. 13.3.2008 |
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As pessoas nascem como originais, mas muitas morrem como cópias. 17.3.2008 |
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Falando do rei Josias, o historiador Flávio Josefo diz que ele "durante toda a sua vida se propôs imitar o rei Davi, tomando-o como modelo" (História dos hebreus, vo1.3, pág. 239). Paulo é objetivo: Imito a Cristo (1 Cor 11.1). 26.3.2008 |
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Deus deseja moldar-nos em "réplicas" de Jesus a fim de serem espalhadas por toda a terra como Seus vasos de misericórdia. 4.4.2008 |
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As experiências espirituais vividas no Corpo de Cristo são peculiares a cada um. Não procure ter uma experiência igual à de seu irmão, pode não dar certo. Um irmão compartilhou sua experiência espiritual num grupo de oração. Contou que se descuidou, e quando percebeu já era tarde. O carro que ele dirigia estava em alta velocidade e logo foi parado pelo policial. Ele prontamente pediu perdão ao policial e disse estar totalmente errado por ser um crente em Cristo. O policial vendo a sinceridade do crente o advertiu e disse: - Pode continuar sua viagem, pela sua sinceridade e humildade não vou multá-Io. Enquanto ele compartilhava sua experiência espiritual, um irmão que estava ouvindo vibrou e, imediatamente, começou a pensar que o mesmo poderia acontecer com ele, pois no dia seguinte teria que fazer uma viagem dentro de um tempo relativamente curto. Ao amanhecer, pegou seu carro e em alta velocidade percorreu a rodovia até que um policial o parou. Antes mesmo que o policial dissesse alguma coisa, ele já foi dizendo que estava errado e que era um crente e jamais poderia dirigir em alta velocidade, tentando vivenciar a mesma experiência espiritual que seu irmão testemunhara. Porém, o policial disse: - Pois é, eu também sou um crente e não posso deixar de cumprir a lei, vou multá-Io. Perceba que nessa história o primeiro viabilizou a experiência espiritual. Ele foi sincero ao assumir seu erro. Ele não agiu esperando alguma recompensa, agiu normalmente reconhecendo que seu testemunho não era bom e não glorificava a Deus. O outro buscou uma experiência premeditada que não glorificava a Deus, mas trazia proveito próprio. 5.5.2008 |