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Conseqüência |
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"Quem com porcos se mistura farelos come". - Provérbio popular |
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| No filme O Gladiador, o General Maximus Decimus Meridius procura movimentar a sua cavalaria para lutar adequadamente na batalha iminente contra a Germânia. Dirigindo-se às suas tropas, desafia-os a dar o seu melhor. Ele faz esta declaração profunda: "O que nós fazemos na vida ecoa na eternidade." Estas palavras de um líder militar fictício carregam um conceito poderoso de significado particular para os crentes em Cristo. Nós não estamos apenas a ocupar tempo e espaço numa rocha que está a flutuar no universo. Estamos aqui com a oportunidade de fazer uma diferença eterna com as nossas vidas. 23.1.2008 |
| Um homem, certa noite, sonhou que estava no inferno. Quando lhe pediram para relatar o que viu e se lá haviam chamas e sofrimento, ruínas e criaturas malignas com quem teria que conviver, e se o lugar estava tomado por maldições e blasfêmias, ele disse: "Sim, mas havia algo muito pior do que tudo isto: Eu fui compelido a enfrentar minha influência. Eu sabia que merecia castigo, por eu desprezar e rejeitar o Senhor Jesus Cristo, mas minha maior dor foi ver a conseqüência de minhas atitudes na vida dos outros." 24.10.2008 |
| O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa. Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa. Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado: Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo comigo. Desejo tudo de ruim para ele. O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola. O pai escuta tudo calado enquanto caminha até o local onde guardava um saco cheio de carvão. Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o acompanhou, calado. Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo: Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele. Quero que você jogue todo o carvão do saco na camisa, até o último pedaço. Depois eu volto para ver como ficou. O menino achou que seria uma brincadeira divertida e pôs mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino e poucos pedaços acertavam o alvo. Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa. O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta: Filho como está se sentindo agora? Estou cansado, mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa. O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala: Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo. Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos. O pai, então, lhe diz ternamente: Filho, você viu que a camisa quase não se sujou. Agora, olhe só para você. O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos. Todavia, se cumprirdes, conforme a Escritura, a lei real: Amarás a teu próximo como a ti mesmo, bem fazeis. Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redargüidos pela lei como transgressores. TG 2:8,9 -Pr Davi Buriti. 25.10.2008 |