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Conforto

 

Sala de Cruzes - Um homem estava no fim de suas esperanças. Não vendo saída, ele caiu de joelhos e orou: "Senhor! Eu não posso prosseguir, minha cruz é muita pesada para carregar". E Deus respondeu: "Meu filho, se você não pode suportar esse peso, coloque sua cruz nesta sala, e depois abra aquela outra porta e pegue a cruz que desejar". O homem se sentiu aliviado e disse: "Obrigado, Senhor" Suspirou mais tranqüilo e fez o que Deus mandou. Entrou na outra sala, olhou-a toda, e viu muitas cruzes diferentes. Algumas eram tão grandes, que não dava para enxergar seus topos. Ai ele percebeu uma pequena cruz encostada numa parede. "Eu quero aquela cruz ali, Senhor", ele sussurrou. ... e Deus respondeu: "Meu filho, aquela é a cruz que você deixou".

 

Seja prático! O camarada chegou na lanchonete, encostou no balcão e chamou o garçom:­ “Por favor, me traz uma coca-cola em lata”.­ “Aqui está, senhor”. Aí, ele coloca a mão no bolso, tira um abridor de lata, abre a latinha e em seguida começa a beber. Foi pedindo mais coca-cola, abrindo e bebendo, até que uma hora o garçom não agüenta e pergunta: ­“Ô senhor! O senhor sabe pra que serve esta argolinha da lata?” “Lógico que eu sei, é para quando a gente esquece o abridor em casa!” 21/3/07
 
Observai a seguinte declaração: "A presença do Pai acompanhava a Cris­to, e nada Lhe sucedia sem que o amor infinito o houvesse permitido para bênção do mundo. Aí residia o Seu e o nosso motivo de conforto. A quem está imbuído do Salvador que o circunda com Sua presença, nada pode atingir sem permissão do Senhor. Todos os sofrimentos e desgostos, todas as tentações e provas, todas as nossas tristezas e pesares, todas as perseguições e privações, em suma, todas as coisas cooperam para o nosso bem". 12.2.2008
 

Quando estudante, fui, com dois amigos, visitar um jovem acometido de doença fatal, o qual residia fora da cidade. Como imaginássemos que ele esti­vesse em grande aflição, fomos preparados para confortá-lo. Naturalmente, esperávamos encontrar um pobre e desencorajado rapaz, sofrendo dores, e portanto, digno de lástima. Ficamos, entretanto, surpreendidos ao ver um homem que nos saudou alegremente. Dominou a conversa nos falando a respeito do amor e da miseri­córdia de Deus. Sorriu, orou, e estava feliz. Tinha o poder do alto. Quando chegou a hora de partirmos, não sabíamos como nos despedir. Tínhamos ido lá para confortá-lo, mas ele pregou para nós. Tínhamos ido pa­ra falar-lhe a respeito das promessas de Deus, mas ouvimos a respeito do doador de poder - Cristo! Aquele homem tinha um segredo: sabia como viver. Sabia como morrer. Ele podia dizer como o apóstolo: "Já não sou eu quem vivo mas Cristo vive em mim" (GI 2.20). 18.2.2008

 

Francisco Otaviano, poeta do século XIX, escreveu em seus versos: "Quem passou pela vida em branca nuvem, E em plácido descanso adormeceu; / Quem não sentiu o frio da desgraça, / Quem passou pela vida e não sofreu; / Foi espectro de homem, não foi homem. / Só passou pela vida, não viveu". 14.5.2008

 

"Deus prometeu um porto seguro, não uma navegação tranqüila." 30.9.2008