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Compaixão

 

Um novo membro chegava freqüentemente atrasado á classe da escola Dominical para adultos. Ela nunca vinha muito apresentável. Parecia tensa e não muito cordial e em cada semana saia logo que o professor começava a oração final. Não tardou muito, para que o professor começasse a ouvir o que todos pensavam sobre ela. Certo Domingo, ele pediu a alguém que fizesse a oração final, para ter oportunidade de falar com ela antes que saísse. Descobriu que o marido lhe dava maus tratos e a tinha abandonado a ela e aos seus dois filhos. Deixou-lhe uma grande dívida e um paradeiro desconhecido. Ela estava desesperada e procurava Deus. O professor começou a vê-la com outros olhos, com olhos de misericórdia, e alertou toda a classe para a sua difícil situação. Alguns deles abriram os seus corações de uma forma prática e pessoal. Em algum tempo ela começou a ambientar-se e a tornar-se agradável. Em breve entregou o seu coração a Jesus, O único de quem ela mais precisava. - Fonte: www.gospelcom.net

 

Podemos deixar de mostrar misericórdia aos outros quando Cristo deixar de mostrar misericórdia para nós.

 

Exemplo de misericórdia e graça: Menino fez arte e o pais o castigou com 10 varadas. Porém, cessou na quinta varada. O garoto estranhou: "Não eram dez, papai?" "Sim, mas quero que você aprenda o que é misericórdia. Você merece dez, mas lhe submeti cinco. Agora volte ao castigo de três horas". Porém, meia hora depois, o pai chama o menino para tomar um sorvete! Isto é graça!

 

Certa vez um crente dirigiu-se ao supermercado numa noite gelada, como acontece no inverno na outra América. Ao chegar, viu um garoto encostado à vitrine. Estava pouco agasalhado e tremia de frio. Sendo pai percebeu algo errado. Perguntou ao menino: "Que é que há, meu filho?" "Nada" respondeu. "Sei que há algo errado. Tenho dois filhos e sei muito bem quando eles estão perplexos. Conte-me o que há", replicou o Senhor. Com lábios trêmulos o garoto explicou que havia perdido a nota de cem cruzados que o pai lhe dera para fazer compras. Ao ser aconselhado para voltar para casa e explicar tudo ao pai, o menino, chorando, replicou: "Não, não posso. O senhor não conhece o meu pai. É um beberrão. Se eu voltar sem as compras, ele é capaz de me matar. Vou esperar que ele durma." Com isso, o crente encheu-se de compaixão; levou o garoto para dentro do supermercado, comprou tudo que ele precisava e depois levou-o para onde morava. Ao sair do carro o garoto botou as bolsas no chão, pediu ao seu benfeitor que saísse do carro e, abraçando-o fortemente, exclamou: "Que bom se o senhor fosse meu pai!" O homem que havia mostrado um pouco de compaixão deu o seguinte testemunho: "Depois que deixei esse garoto em casa, percorri as ruas, à procura de outros meninos que haviam perdido notas de cem cruzados!" A compaixão verdadeira sempre conduz à ação! 

 

Sadur Sundar Sing, o famoso cristão indiano, precisava fazer uma viagem a pé em demanda das altas e geladas montanhas da cordilheira do Himalaia. Ofereceu-se para acompanhá-lo um homem que não era cristão nem tinha sentimentos cristãos: queria somente a companhia de alguém que conhecia a região. Caminharam até os limites do cansaço e já quase entorpecidos pelo frio. Foi quando viram um homem caído na estrada. Iria morrer se não fosse socorrido. Sadu propôs ao companheiro que carregassem o homem caído até que pudessem encontrar lugar próprio para repouso. O companheiro de viagem se recusou: já não podia consigo mesmo e como iria carregar outro? Deixou Sadu e continuou pela estrada até desaparecer. Mas Sadu conseguiu levantar o homem desfalecido e pô-lo nos ombros. Horas depois viu o ex-companheiro de viagem caído à beira do caminho e já morto de frio. Mas Sadu aquecido pelo esforço que vinha fazendo, ao carregar o desfalecido, estava aquecido, fora de perigo e já a pouca distância do abrigo desejado.

 

Lembro-me de um irmão que me contou a história de um missionário que começou um ponto de pregação numa pequena cidade e durante alguns meses os seus únicos ouvintes eram sua mulher e seus dois filhos. Numa noite chuvosa após a reunião, onde estiveram presentes somente os seus, saiu para dar uma volta pelas ruas e encontrou um homem caído na sarjeta, todo ensopado pela chuva que caía. Ao tentar levantá-lo aquele homem vomitou em sua roupa, pois estava muito bêbado, mas mesmo assim o missionário levou-o para sua casa e cuidou dele, dando-lhe banho e roupas limpas, e tratou dele até que ele tivesse condições de ir para sua própria casa. Na manhã seguinte um homem bem vestido bateu a porta perguntando – “é aqui que mora um homem que ama os alcoólatras?”. Para surpresa do missionário aquele homem era casado e tinha vários filhos e toda a sua família começou a freqüentar as reuniões. Os moradores da cidade, vendo a mudança na vida daquele que antes tinha sido alcoólatra, também começaram a ir à igreja, e em poucos meses aquela congregação se tornou grande. (Koinonia, pg 3 / Ano XI Nº 36, 01/01/2002). 

 

Thomas Jefferson, quien en 1776 escribió el primer borrador de la Declaración de Independencia de los Estados Unidos, dio por sentado que todos poseemos ciertos «derechos inalienables» otorgados por Dios. Sin embargo, hasta en una democracia hay grandes debates en cuanto a quién tiene cuáles derechos. Los cristianos pueden contemplar el asunto de los derechos desde otra perspectiva. En lugar de preocuparnos por nosotros, podemos pensar en lo que necesitan los demás. En ese sentido, tenemos el «derecho» de ayudar a los demás, como lo hizo el buen samaritano (Lucas 10:30-37). (Osvaldo Carnival - Internet).

 

Um missionário falava a respeito de sua obra e apelou à congregação para um auxílio financeiro. Ninguém se interessou, a não ser uma menina aleijada, que usava muletas. Como não tinha dinheiro, colocou na salva o seu único tesouro - as suas muletas. Todos ficaram comovidos e envergonhados. Alguém sugeriu que fosse feita nova coleta. Agora, muitos deram com abundância, porque viram o sacrifício que a menina pobre estava disposta a fazer. Em seguida, uma senhora rica resgatou as muletas com uma boa oferta, e as restituiu à menina aleijada. Impressionante a influência que podemos exercer sobre outras pessoas. Otimismo ou pessimismo são contagiantes. Entusiasmo ou apatia passam de uns para outros. Nossa influência pode ser para o bem, assim como para o mal.

 

Compaixão é uma expressão muito forte. Significa um mover das entranhas. É ser tocado a partir do íntimo em favor de alguém.

 

Disse certa vez Martin Luther King: "Ao longo do caminho da história uma das maiores tragédias do homem tem sido o seu limitado interesse pelo próximo".

 

Frank Laubach orou no Congresso em Washington: "Ó Deus, perdoa as vezes em que olhamos o mundo com os nossos olhos enxutos".

 

Durante um período de fome em Moçambique, duas mães vieram pedindo para fazer algum trabalho em troca de um pouco de farinha de milho. Deixaram suas duas filhinhas conosco, enquanto trabalhavam. No decorrer da manhã, levei quatro bananas para as duas meninas. Agradeceram-me pelas bananas e então ouvi uma delas dizer à outra: "Vamos comer uma só cada uma, e guardar as outras para nossas mães". E assim elas fizeram. Se duas meninas famintas, de lares não-cristãos, podiam distribuir o pouco que tinham, quanto mais nós cristãos não havemos de pôr em prática a Regra Áurea de nosso Mestre? Todos nós precisamos ser mais atenciosos e generosos no uso que fazemos do nosso tempo, energia e bens. 29.1.2008

 

James B. Finley, um dos pregadores pioneiros do Oeste dos Estados Unidos, conta a respeito de um culto religioso em que o bispo William Mc­Kendree administrou a santa ceia numa reunião de acampamento. Durante o ato, o bispo notou uma mulher jovem chorando. Ele percebeu que ela estava em agonia. Chegou-se a ela e lhe disse: - Filha, vem ajoelha-te. ao pé da cruz, e acharás misericórdia. Ela replicou: - Pensa o senhor que uma vil pecadora como eu iria aventurar-se a se aproximar da mesa da ceia e tomar com mãos impuras os emblemas do amor sacrificial do Salvador? - Sim, minha filha, foi exatamente para pecadores como tu, que o bendi­to Jesus morreu. Enquanto se retorcia em agonia, ele demonstrou sua dispo­sição e seu poder para salvar, prometendo ao ladrão arrependido que ele es­taria no seu reino. - Então, irei a Jesus - respondeu ela. Ajoelhou-se à mesa de comunhão, enquanto o bispo, com lágrimas nos olhos, possuído de gozo e emoção, serviu-lhe os elementos da santa ceia. Quando se levantou, o seu rosto resplandecia com a alegria de ter achado uma nova fé. Edgar H. Nease (Carolina do Norte, E.U.A.). 11.2.2008

 

Na África, nos primórdios da obra missionária, certo evangelista vivia só, numa choupana que levantara com as próprias mãos. Os nativos daquela re­gião mostravam hostilidade, e ele esperava um ataque a qualquer momento. Certa manhã, olhando pelas frestas do pau-a-pique, constatou que doze ho­mens, em círculo, se aproximavam da choupana. Vinham munidos de suas armas rústicas e se mostravam dispostos à violência. Num ímpeto, pegou o fuzil e verificou que estava carregado; poderia, com apenas doze balas, liqui­dar todos e manter-se vivo. Mas orou a Deus e chegou à conclusão de que, se matasse um daqueles nativos, nunca mais admitiriam missionário algum para pregar-lhes o evangelho. Pendurou a arma no gancho e esperou. De repente, veio o assalto. Algumas bordoadas, mais uns lançaços e o missionário rendia a alma a Deus. Felizes com a facilidade do sucesso, aqueles homens passaram ao saque. Descobriram, então, a arma carregada e ficaram admirados: "Por que ele não atirou? Teria sido por causa da religião?" Dias depois, dois nati­vos daquela tribo procuraram a igreja cristã da cidade mais próxima, pedindo que lhes fosse enviado um novo missionário. 19.2.2008

 

Sempre me recordo, em situações de morte, da bela poesia do pastor protestante do século 19, John Donne, intitulada Por quem os sinos dobram: “A morte de qualquer homem me diminui, porque eu sou parte da humanidade; e, por isso, nunca procure saber por quem os sinos dobram, eles dobram por ti”. Esse verso me faz pensar na minha responsabilidade de, como parte dessa sociedade, não me tornar indiferente ao sofrimento de meu próximo. 12.5.2008

 

Falando certa vez sobre o amor, um pregador ilustrou seu sermão com o exemplo de sua mãe. Contou ele que um dia, quando era ainda menino, achou-a sentada em uma mesa ao lado de um mendigo já bem idoso. Aparentemente ela havia saído para fazer compras em um supermercado e, ao retornar, encontrou o homem na rua e o convidou para uma comida quentinha. Durante a conversa o mendigo disse: "Eu gostaria que houvesse mais pessoas no mundo como a senhora." Sua mãe respondeu: "Existem sim, muitas pessoas de bom coração por toda a parte. Você só precisa procurar por elas." O velho homem apenas sacudiu a cabeça, declarando: "Mas, eu não precisei lhe procurar. A senhora procurou por mim." Quando aquela mãe mostrou sua generosidade cristã para aquele velho mendigo ela fez mais do que simplesmente oferecer-lhe bem-estar. Foi uma atitude de compaixão que se transformou em amor por uma pessoa rejeitada. E foi essa a história de vida, morte e ressurreição de nosso Salvador Jesus Cristo. Ele veio buscar por nós, os doentes, os aleijados, os mutilados, os abatidos, os mendigos miseráveis, o pobre e esquecido, o prisioneiro e o rico solitário. 18.2.2009

 

Uuma senhora de cerca de 98 anos foi ao Programa do Jô. Ela trabalha todos os dias prestando ajuda aos “velhinhos” de uma asilo – todos mais novos que ela. Uma mulher  vibrante, lúcida e ativa... Aquela senhora idosa não tem outra motivação para se manter ativa que não seja o amor ao próximo e o desejo de ser útil. E, de fato, é através do amor ao próximo que demonstramos amar a Deus, como nos diz a  Palavra (1Jo 4.7-21). Contudo, Deus vai além, e através  do texto nos apresenta outros encorajamentos para nos motivar e nos fazer  levantar o ânimo. 20.2.2009

 

Um menino entrou em uma loja de animais à procura de um cãozinho. O dono lhe mostrou uma ninhada de recém-nascidos dentro de uma caixa. O menino olhava os animaizinhos, examinava um por um e depois colocava-os de volta na caixa. Após alguns minutos, dirigiu-se ao dono e disse: - Já escolhi um. Quanto vai custar? O homem informou o preço e o menino prometeu voltar alguns dias mais tarde trazendo o dinheiro. O menino voltou ao trabalho - cuidar de jardins, lavar janelas, limpar os quintais. Ele trabalhou muito e, quando juntou o suficiente para comprar o cãozinho, voltou à loja. Seguiu até o balcão e lá colocou um maço de notas. O dono examinou o dinheiro, contou e disse: -Tudo bem, filho. Pode pegar seu cãozinho. Logo o menino colocou a mão na caixa, tirou um animalzinho magro e manco, e dirigiu-se para a porta. O dono pediu que ele esperasse um pouco. - Não leve esse cachorrinho - disse, - Ele é aleijado. Não pode brincar. Nunca vai correr com você. Não pode buscar as coisas. Pegue um daqueles que são fortes. - Não, muito obrigado - o menino respondeu. - Este é exatamente o tipo de cachorro que estou procurando. Quando o menino virou-se para sair, o dono da loja quis dizer alguma coisa, mas preferiu calar-se. De repente, entendeu. Saindo pela parte de baixo da calça do menino havia um suporte - que servia para apoiar a sua perna aleijada. Por que o menino queria aquele cachorro? Porque sabia como o animal se sentia. E sabia que ele era muito especial... Jesus sabe como você se sente. Você está sob pressão no trabalho? Ele sabe como você se sente. Seus filhos gostam de transformar a hora do jantar na hora da balbúrdia? Jesus sabe como são essas coisas. As pessoas tiram mais de você do que dão? Jesus entende..." (Extraído da obra In the Eye of the Storm, de Max Lucado).18.6.2009