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Apostasia |
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Quando Policarpo, pastor de Esmirna, foi chamado a prestar declarações no tribunal sobre a sua adoração ao Senhor Jesus, o procônsul não esperava que, diante de tantas ameaças, ele continuasse inabalável. Mostrou-lhe que havia feras famintas para devorá-lo e fogo para queimá-lo, caso ele negasse a soberania de César e declarasse que Jesus era Senhor. A multidão estava muda, atônita. Será que Policarpo seria mais um que negaria seu Senhor? Renunciaria a fé? Policarpo então, com toda a força dos seus pulmões, numa última pregação, falou ao procônsul e à multidão: "Tenho servido ao meu Senhor há 86 anos e nunca me fez nada que me decepcionasse. Como posso blasfemar ao meu Rei que me salvou?" Na hora do seu martírio, Policarpo dava glória ao Senhor porque, agora, tornara-se um dos mártires de Cristo. |
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Para você não negar a Cristo, você tem que confiar nEle. |
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Policarpo de Esmirna quando encarcerado recebeu uma proposta: a de renunciar o seu Senhor, a sua fé, ele seria liberto. Ele respondeu: "Há 86 anos sirvo ao meu Senhor, e Ele nunca me fez algum al, e agora hei de negá-Lo?" E resoluto marchou até a estaca onde amarrado a ela seu corpo cansado e velho foi incendiado. - Josemar de Souza Pinto, em O Jornal Batista. |
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Havia no tempo de Jesus, entre os judeus, um ditado: "Se uma pedra cai sobre um vaso, ai do vaso! E se um vaso cai sobre uma pedra, ai do vaso!" Não adianta tentar negar: Jesus é o Messias e de nada vale entrar em confronto com Ele. |
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Em 23 de fevereiro do ano 155 de nossa era, Policarpo, pastor da Igreja de Esmirna, foi martirizado também por ter-se negado a se desviar dos princípios cristãos que ele abraçara. Negou-se a abdicar de sua fé em Cristo Jesus, a substituir o senhorio de Cristo em sua vida pelo senhorio do imperador. Registra a história que o pastor da Igreja de Esmirna fora condenado a ser queimado na fogueira pelo Imperador. "Policarpo era bispo de Esmirna e foi martirizado no sábado, dia 23 de fevereiro do ano 155. Celebrava-se nesses dias os jogos públicos e a cidade estava repleta de visitantes... Quando o introduziram na arena do circo, escutou-se uma voz do céu que lhe dizia: "Sê forte, Policarpo, age como um homem". O Proconsul ofereceu-lhe a chance de escolher entre a morte e amaldiçoar o nome de Jesus Cristo e oferecer um sacrifício de incenso a César. "Durante oitenta e seis anos tenha servido a Cristo", disse Policarpo, "e Ele nunca me traiu. Como posso blasfemar o nome de meu Rei, aquele que me salvou?" O Proconsul ameaçou-o com a fogueira, mas Policarpo respondeu: "Tu me ameaças com um fogo que queima durante um pouco de tempo e logo se extingue, porque não conheces o fogo que espera os maus no juízo vindouro e na condenação eterna. Que espera? Faça o que tens pensado fazer". Apesar dos conselhos de seus perseguidores, Policarpo não foi convencido. |
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Segundo Charlotte Buhler, a criança dos 3 aos 4 anos de idade, diz quatro vezes mais "não" do que "sim". |
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Se os mártires cristãos pudessem reviver, por certo agradeceriam a Deus a morte cruel que tiveram. Policarpo foi um deles. Foi pastor da Igreja de Esmirna e na sua juventude, conviveu com o apóstolo João. Aos 86 anos ele foi julgado por ser cristão. O juiz estava ansioso por lhe poupar a vida. No seu último momento, quando os algozes iam amarrá-Io ao poste, o magistrado disse: "Faça o juramento e eu o soltarei. Negue a Cristo." Ao que Policarpo, corajosamente respondeu: "Eu o tenho servido durante oitenta e seis anos, e Ele nunca falhou. Como poderia eu blasfemar contra o Rei que me salvou?" E morreu, agradecendo a Deus o privilégio de dar a sua vida pelo Salvador. 10.1.2008 |