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Amor

 

O amor maduro diz: "Preciso de ti, porque te amo". O amor imaturo diz: "Te amo porque preciso de ti".

 

Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu. Ela disse: - "Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo. - O homem da casa está? Perguntaram. - Não, ela disse, está fora. - Então não podemos entrar". Eles responderam. A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu. - "Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar". A mulher saiu e convidou-os a entrar. - "Não podemos entrar juntos". Responderam. - "Por que isto?" Ela quis saber. Um dos velhos explicou-lhe: - "Seu nome é Fartura". Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou: - "Ele é o Sucesso e eu sou o Amor". E completou: - "Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa". A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse : - "Que bom!" Ele disse: - "Neste caso. vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura". A esposa discordou: - "Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?" A cunhada deles ouvia do outro canto da casa. Ela apresentou sua sugestão: - "Não seria melhor convidar o Amor? Nossa casa então estará cheia de amor". - "Atentamos pelo conselho da nossa cunhada". Disse o marido para a esposa. - "Vá lá fora e chame o Amor para ser nosso convidado". A mulher saiu e perguntou aos três homens: - "Qual de vocês é o amor? Por favor entre e seja nosso convidado". O Amor levantou-se e seguiu em direção à casa. Os outros dois levantaram-se e seguiram-no. Surpresa a senhora perguntou-lhes: - "Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?" Os velhos homens responderam juntos: - "Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele". Onde há amor, há também fartura e sucesso!!!

 

Contam que uma vez, se reuniram os sentimentos e as qualidades dos homens em um determinado local da terra. O aborrecimento havia reclamado pela terceira vez que não agüentava mais ficar a toa, e eis que a loucura propôs-lhe : - "Vamos brincar de esconde-esconde?" - A intriga levantou a sobrancelha intrigada e a curiosidade, sem poder conter-se, perguntou-lhe: - "Esconde-esconde? Como é isso?" - "É um jogo", explicou a loucura, "em que fecho os olhos e começo a contar de um a um milhão enquanto vocês se escondem, e quando eu tiver terminado de contar, o primeiro que eu encontrar vai ocupar meu lugar para continuar o jogo". O entusiasmo dançou seguido da euforia. A alegria deu tantos saltos que acabou convencendo a dúvida e até mesmo a apatia, que nunca se interessava por nada. Mas nem todos quiseram participar. A verdade preferiu não esconder-se. - "Porque se esconder, se no final todos me encontram?" A soberba opinou que era um jogo muito tonto (no fundo o que a incomodava era que a idéia do jogo não ter sido dela.), e a covardia preferiu não se arriscar. - "Um, dois, três, quatro, cinco...". (começou a contar a loucura.) A primeira a se esconder foi a pressa, que como sempre tropeçou na primeira pedra que encontrou no caminho e caiu. A fé subiu ao céu e a inveja se escondeu atrás da sombra do triunfo, que com o seu esforço havia conseguido subir na copa da mais alta arvore. A generosidade quase que não consegue se esconder, pois cada lugar que encontrava lhe parecia maravilhoso para algum de seus amigos. Se era um lago cristalino era ideal para a beleza; se era a copa de uma árvore, era ideal para a timidez; se era o vôo de uma borboleta, era ideal para a volúpia; se era uma rajada do vento, magnífico para a liberdade, e assim, acabou se escondendo em um raio de sol. O egoísmo, ao contrário, encontrou um lugar muito bom desde o inicio, ventilado, cômodo, mas fez questão de ficar apenas para ele. - A mentira se escondeu no fundo do oceano (na verdade e mentira, se escondeu atrás do arco-íris), e o desejo no centro dos vulcões. O esquecimento, não me recordo onde se escondeu, mas isso não é tão importante. Quando a loucura estava nos 999.999, o amor ainda não tinha encontrado um local para se esconder, pois todos já tinham ocupado os melhores lugares, ate que encontrou um roseiral, e carinhosamente se escondeu entre as suas rosas. - "Um milhão", contou a loucura, lá vou eu! A primeira a ser encontrada foi a pressa, caída a três passos de uma pedra. Depois, escutou-se a fé em uma pequena discussão com Deus sobre zoologia. Sentiu-se vibrar o desejo nos vulcões. Em um descuido se encontrou a inveja, e claro que assim se pode deduzir onde estava o triunfo. O egoísmo, este não teve de se procurar, pois ele saiu em disparada de seu esconderijo (que na verdade era um ninho de vespas). De tanto caminhar a loucura sentiu sede e ao aproximar-se de um lago, descobriu a beleza. A dúvida foi mais fácil ainda, foi encontrada em cima de uma cerca sem se decidir de que lado esconder-se. E assim foram se encontrando todos. O talento, entre as ervas frescas, a angústia foi encontrada em uma cova escura, a mentira, atrás do arco-íris (não, mentira, a ,mentira estava no fundo do oceano), e até o esquecimento, para quem havia se esquecido que ele estava brincando de esconde-esconde, o lugar que ele foi achado eu esqueci, mas tudo bem. Apenas o amor não aparecia em nenhum lugar. A loucura procurou atrás de cada arvore, embaixo de cada rocha do planeta, e em cima das montanhas. Quando estava a ponto de dar-se por vencida, achou um roseiral e começou a mover os ramos, quando, no mesmo instante, escutou-se um doloroso grito. Os espinhos haviam ferido o amor nos olhos. A loucura não sabia o que fazer para se desculpar. Chorou, rezou, implorou, pediu perdão e ate prometeu ser seu guia. E....desde então, quando se brincou de esconde-esconde pela primeira vez na terra......o amor é cego e a loucura... sempre o acompanha!

 

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu: * Cortar a grama do jardim: R$3,00 * Por limpar meu quarto esta semana R$1,00 * Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00 * Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$2,00 * Por tirar o lixo toda semana R$1,00 * Por ter um boletim com boas notas R$5,00 * Por limpar e varrer o quintal R$2,00 * TOTAL DA DÍVIDA: R$16,00. A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu: * Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida -NADA * Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti -NADA * Pelos problemas e pelos prantos que me causastes - NADA * Pelo medo e pelas preocupações que me esperam - NADA * Por comidas, roupas e brinquedos - NADA * Por limpar-te o nariz - NADA * CUSTO TOTAL DE MEU AMOR - NADA. Logo após isso, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: "TOTALMENTE PAGO". Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas ações que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus. E para sorte nossa é GRÁTIS. Basta querermos recebê-lo em nossas vidas.

 

Numa tarde muito quente, um pobre paralítico sentou-se, como habitualmente fazia, num dos bancos de certa praça em Viena, na Áustria, para ali esmolar. Era do produto das esmolas que ele se mantinha. Para atrair os transeuntes, ele tocava um velho violino. Tinha esperanças no efeito da sua música sobre os corações mais generosos. O seu cão, fiel companheiro e amigo inseparável, segurava na boca uma cestinha velha de vime, para que ali fossem depositadas as esmolas que entregavam. Naquela tarde, entretanto, as esmolas não vinham. Sem dar a mínima atenção ao pobre aleijado, o público passava de um lado para outro apressado e distraído. Ninguém parecia ouvir os seus acordes e muito menos se apercebiam da sua presença ali na praça. Esta situação fazia aumentar ainda mais a infelicidade do pobre paralítico, que tanto carecia das esmolas para a sua sobrevivência. De súbito, ao lado do deficiente postou-se um cavalheiro bem vestido, que o olhou com compaixão. Vendo o infeliz pousar o instrumento, já cansado e desanimado, reparando ainda nas grossas lágrimas que lhe rolavam pelas faces, aproximou-se um pouco mais e, metendo uma moeda de prata em sua mão, pediu-lhe licença para tocar no seu violino. Ajustou as cordas, preparou o arco e se pôs a tocar. O público, agora atraído pela maviosidade da música, começou a aproximar-se. Aglomerou-se ao ponto de se tornar uma multidão. As moedas de cobre, prata e até algumas de ouro foram enchendo de tal maneira a pequena cesta, que o cão já não podia sustentar o peso na boca. Teve de pousá-la ao seu lado, no chão. O povo aglomerado não só apreciava a música, mas muito mais admirava o gesto do artista. Este, depois de haver tocado uma melodia que foi cantada pelo público, entusiasticamente, depositou o instrumento nos joelhos do paralítico, agora feliz, e desapareceu sem dar tempo a que lhe agradecesse ou fizesse qualquer pergunta. Mas a indagação ficou: - Quem é este homem que tão bem sabe tocar? - foi a pergunta que se ouviu de todos os lados. A curiosidade tomou conta do povo. O paralítico também estava curioso, além de extremamente agradecido. De repente, do meio da multidão, alguém informou com conhecimento: - Esse homem é Armando Boucher, o célebre violinista que só toca nos grandes concertos, mas, hoje, parece haver também colocado a sua arte ao serviço do amor. Esse gesto tão singular raramente imitado, foi, sem dúvida, uma perfeita demonstração de amor ao próximo.

 

Certa vez, em uma reunião, perguntaram a um piedoso cristão e famoso médico analista, como devia proceder um indivíduo que se encontrasse à beira de um colapso nervoso. Ele não aconselhou: «Consulte um psiquiatra», mas sugeriu o seguinte: «Deve fechar a sua casa e sair em busca de alguém que esteja aflito e que se encontre ainda mais necessitado, procurando fazer algo por ele». (Revista Compromisso – 2º Trimestre de 2000).

 

0 amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas. Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito. "O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor" (Ct 8.6). 

 

Alguém me contou que um lenhador saiu para a floresta a cortar a sua madeira. A esposa foi à cidade fazer compras, e no berço ficou uma criança de poucos meses de idade. Ambos, marido e mulher, iam voltar logo. Assim, não se preocuparam em deixar a criança sozinha. O lenhador voltou primeiro. Entrando em casa encontrou os móveis revirados e tudo em desalinho. A um canto, o grande cão deitado, todo sujo de sangue. 0 homem, num instante, imaginou toda a cena que se teria desenrolado: "O cachorro atacou o menino e o matou" - pensou. Sem pestanejar, tomou da espingarda e mirou na cabeça do pobre cachorro, e disparou. Depois de ter matado o cachorro, correu para o quarto onde deveria estar a criança. Realmente ela ali estava. Estava viva e sorridente por ver o pai, depois do tremendo susto que deve ter passado. É que ao lado do seu berço jazia uma onça, a qual o cachorro matara em defesa da criança "E nós o reputamos por aflito, ferido de Deus e oprimido, mas ele foi ferido pelas nossas transgressões, moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados" (Is 53.4b,5).

 

Erick Fromm afirmou que o teste final do amor é quando podemos amar uma pessoa, apesar dos seus valores, do seu modo de vida e comportamento.

 

R.L. Stevenson passou os últimos anos de sua vida em Samoa, no Pacífico. Os nativos chamavam o caminho para a sua casa de o caminho do coração que ama. O próprio Stevenson escreveu certa vez: "Enquanto nós somos amados pelos outros eu diria que somos indispensáveis; ninguém é inútil enquanto é amado".

 

Numa pesquisa realizada há tempos por um jornal da cidade sobre quais seriam as palavras mais lindas da língua portuguesa, obtiveram os três primeiros lugares: saudade, ternura e amor. Isso diz muita coisa a respeito do caráter brasileiro normal: sentimental e afetivo. Bom terreno para a pregação do Evangelho.

 

Poderiam ter passado muitas Tânia’s pela minha vida, mas nenhuma outra passou pelo meu coração.

 

Para o amor não é necessário a beleza, a perfeição ou a estética, porque o amor, dizem, é cego!

 

Disse um médico: “Sem amor, perdemos o desejo de viver. Desequilibra-se nossa vitalidade física e mental, diminui-se nossas resistência e sucumbimos às enfermidades que demonstram, muitas vezes, fatais. Talvez escapemos à morte real, mas o que fica é uma resistência pobre e vazia, tão empobrecida de emoções, que não podemos ser considerados senão semivivos”. As alternativas são, na verdade, amar ou perecer.

 

Certa senhora estava casada com um homem a quem, realmente, não amava. E ele era duro; fazia com que ela levantasse cedo para preparar seu café e mesmo quando estava em casa, preparava uma lista de coisas que ela deveria fazer durante o dia e cujo cumprimento ele cobrava com todo o rigor. A vida dela era miserável com aquele homem. Um dia, o marido morreu e passado um tempo, ela se casou de novo, desta vez, com um homem ao qual, de fato amava. Certo dia, ao fazer uma limpeza em casa, deu com a lista preparada por seu primeiro marido. Sentou-se para lê-la e descobriu, com surpresa, que agora estava fazendo, voluntariamente todas aquelas coisas. Só que agora ela as fazia sem temor mais com amor. Alguém usou essa história como comentário a Rm 7.6. Lembremos que os judeus davam o dízimo por obrigação; nós o damos por amor.

 

Numa revista de devocionais para a família, colhi esta: “Aqueles que menos merecem o amor são os que mais necessitam dele”.

 

A famosa confidência de Napoleão ao Conde de Montholon, na Ilha de Santa Helena: “Alexandre, César, Carlos Magno e eu, fundamos grandes impérios. Mas sobre que estavam baseadas essas criações? Sobre a força. Jesus fundou seu Reino baseado no amor e hoje milhões estão prontos a morrer por Ele.”

 

Um professor de Sociologia deu uma tarefa para sua classe: escolher 200 meninos nos piores cortiços da cidade, estudar seus lares, seu ambiente, sua educação e calcular quantos deles se tornariam criminosos, em virtude da influência do meio. Nesse tempo ainda se acreditava nesse falso axioma: “O homem é produto do meio”. A classe fez a investigação determinada e concluiu que 180 daqueles meninos iriam parar na cadeia. Em seguida o relatório foi catalogado e arquivado. Vinte e cinco anos depois o mesmo professor deu a outra classe a tarefa de localizar esses 200 garotos, agora homens feitos e ver o que havia acontecido a eles. A maioria dos 200 foi localizada. Alguns haviam morrido e somente 4 deles tinham passagem pela polícia. Os outros eram todos cidadãos decentes. Estranhando o acontecido, face às circunstâncias, a investigação prosseguiu. Falando com os rapazes todos mencionaram a influência decisiva de uma professora. Procuraram a professora e encontrando-a trataram de saber como tinha procedido para dar aquela orientação tão segura. A resposta foi simples: “Tudo que fiz foi amá-los, inspirá-los e compreender o que poderiam ser”.

 

Um soldado americano que partia para a guerra, deixou a esposa sozinha, pois não tinha filhos. Cartas amorosas iam e vinham, mas um dia, uma das cartas chegou dizendo: “Não me escreva mais, pois arranjei outra pessoa que vai ter um filho meu”. Com dor no coração, a esposa procurou se consolar e obedecer ao marido. Não escreveu mais. Anos depois, outra carta trouxe a triste notícia de que o marido falecera na guerra e a esposa legítima iria receber a pensão do militar. Pois esta mulher logo considerou: “E a jovem estrangeira com seu filho, irão ficar desamparados?” Prontamente ela escreveu: “Venham morar comigo e dividiremos as despesas”. Aquela que amara muito o seu esposo, transferiu todo o amor para o filho dele, mesmo sendo de outra mãe. É fácil amar os nossos amigos, mas amar os que nos fazem sofrer é mais difícil. Entretanto, este é o mandamento de Jesus para todos os Seus filhos.

 

O filho de um pastor, amargurado, procurou o pai e contou-lhe o que havia ouvido de outras crianças na igreja. O pai respondeu-lhe: “Deve ser engano, meu filho”. O menino não gostou da resposta e voltou dias depois, queixando-se: “Pai, desta vez eu mesmo ouvi. O senhor não vai fazer nada?” O pastor respondeu brandamente: “Alguém precisa amar, meu filho”.

 

Ouvi a história de um menino que foi com seus pais ao teatro. Lá estava muito cheio. Havia muita gente e todas as cadeiras ocupadas. Na hora da saída, aconteceu que o menino separou-se, por um descuido, do seu pai. Não podia achá-lo de volta por causa da multidão. Então, a criança começou a chorar e a gritar: “Papai, onde está você?” Do outro lado se ouvia o pai também gritando: “Filho, onde está você?” Meus amigos, um não via o outro. Quando a multidão saía pelo portão principal, finalmente, lá dentro, num corredor, veio o pai do lado de lá novamente gritando: “Filho! Filho!” e do lado de cá, apareceu a criança gritando: “Papai! Papai!” . Quando se avistaram os dois correram um para o outro, pai e filho; e houve aquele reencontro maravilhoso dos dois. Eu pergunto aos senhores: Quem buscava quem? Era o filho procurando o pai ou era o pai procurando o filho? Ah! Eram os dois buscando um ao outro...

 

O amor é uma coisa que fazemos. É uma ação, não um sentimento (1Jo 3.18). Com demasiada freqüência amamos com palavras ou língua, mas não com atos. Um jovem disse à sua noiva: "Eu a amo tanto, querida, que morreria por você". Ela respondeu: "Oh, Haroldo, você sempre diz isso, mas nunca faz". O amor é mais do que palavras! (Rick Warren, em "Poder Para Ser Vitorioso", pg 43 - Ed Vida).

 

O cãozinho mais novo de casa vem várias vezes ao dia passar o focinho em nossas pernas. Necessidade de carinho, de afeto... se um animal precisa, quanto mais nós!

 

Quando você ama a Deus, você é capacitado a amar as pessoas (Ray Stedman).

 

Um irmão, já de idade avançada, declarou: "Para amar faz-se necessário conhecer". 

 

Quando o primeiro filho nasceu nossas noites tranqüilas desapareceram. Levantávamos a qualquer hora da noite para alimentá-lo, não por ser agradável perder o sono, mas o amor nos obriga a tanto, nos impele a tanto. Quando amamos esquecemos de nós mesmos, devido ao compromisso que temos um para com o outro. O egoísmo, a auto-satisfação, pergunta: "Que vantagem há para mim?" O compromisso de amor pergunta: "Que posso fazer por você?" (Internet).

 

"Examina teu diário de ontem e verás que ainda estás em débito com as vidas e as pessoas" (G. Khalil Gibran * Revista Eclesia,pg 54).

 

Shakespeare disse: "Aqueles que não mostram o seu amor, na verdade não amam". (Internet) 

 

Numa tarde muito quente, um pobre paralítico sentou-se, como habitualmente fazia, num dos bancos de certa praça em Viena, na Áustria, para ali esmolar. Era do produto das esmolas que ele se mantinha. Para atrair os transeuntes, ele tocava um velho violino. Tinha esperanças no efeito da sua música sobre os corações mais generosos. O seu cão, fiel companheiro e amigo inseparável, segurava na boca uma cestinha velha de vime, para que ali fossem depositadas as esmolas que entregavam. Naquela tarde, entretanto, as esmolas não vinham. Sem dar a mínima atenção ao pobre aleijado, o público passava de um lado para outro apressado e distraído. Ninguém parecia ouvir os seus acordes e muito menos se apercebiam da sua presença ali na praça. Esta situação fazia aumentar ainda mais a infelicidade do pobre paralítico, que tanto carecia das esmolas para a sua sobrevivência. De súbito, ao lado do deficiente postou-se um cavalheiro bem vestido, que o olhou com compaixão. Vendo o infeliz pousar o instrumento, já cansado e desanimado, reparando ainda nas grossas lágrimas que lhe rolavam pelas faces, aproximou-se um pouco mais e, metendo uma moeda de prata em sua mão, pediu-lhe licença para tocar no seu violino. Ajustou as cordas, preparou o arco e se pôs a tocar. O público, agora atraído pela maviosidade da música, começou a aproximar-se. Aglomerou-se ao ponto de se tornar uma multidão. As moedas de cobre, prata e até algumas de ouro foram enchendo de tal maneira a pequena cesta, que o cão já não podia sustentar o peso na boca. Teve de pousá-la ao seu lado, no chão. O povo aglomerado não só apreciava a música, mas muito mais admirava o gesto do artista. Este, depois de haver tocado uma melodia que foi cantada pelo público, entusiasticamente, depositou o instrumento nos joelhos do paralítico, agora feliz, e desapareceu sem dar tempo a que lhe agradecesse ou fizesse qualquer pergunta. Mas a indagação ficou: - Quem é este homem que tão bem sabe tocar? - foi a pergunta que se ouviu de todos os lados. A curiosidade tomou conta do povo. O paralítico também estava curioso, além de extremamente agradecido. De repente, do meio da multidão, alguém informou com conhecimento: - Esse homem é Armando Boucher, o célebre violinista que só toca nos grandes concertos, mas, hoje, parece haver também colocado a sua arte ao serviço do amor. Esse gesto tão singular raramente imitado, foi, sem dúvida, uma perfeita demonstração de amor ao próximo.

 

O pastor Amarildo, líder com sua esposa da Rede de Casais de uma numerosa comunidade evangélica em Ribeirão Preto/SP, comentou ter percebido uma coisa: que as pessoas não querem saber que são amadas, as pessoas querem sentir que são amadas. (Koinonia, pg 3 / Ano XI Nº 36, 01/01/2002).

 

Amar é o contrário de gostar. Sabia? Quando nós dizemos "eu gosto de você", isto significa: "Você faz coisas que me agrada, por isso que te gosto". Mas o amor é o contrário disso! Quando digo "eu te amo", isto significa que sou eu quem faz as coisas que te agradam.

 

¿Por qué ataría una niña de 10 años una nota a un globo lleno de helio y la enviaría al cielo? Según el columnista Bob Green, una afligida niña de Illinois llamada Sarah envió una carta a su abuelo, quien había muerto antes de que ella pudiera visitarlo por última vez. El sobre estaba dirigido al «Abuelo Bernie, en el cielo». Representaba la expresión de amor de una niña y su esperanza de que su abuelo la leyera. Pasaron dos meses, y entonces llegó una carta dirigida a Sarah. Empezaba diciendo: «Tu carta al abuelo Bernie aparentemente llegó a su destino y él la leyó. Entiendo que no pueden conservar allí cosas materiales, así que la devolvieron a la tierra. Allá sólo guardan pensamientos, recuerdos, amor y cosas por el estilo.» Si nos conmueve el amor de una niña por su abuelo, ¿Qué se puede decir de aquellos a quienes amamos y que todavía viven? La muerte y la eternidad ponen las cosas en la perspectiva correcta.

 

Uma citação de Guthrie registrada no livro "Adoração Bíblica", de Russel Shedd: "Se você se encontra amando qualquer prazer mais do que as orações ou a Bíblia, qualquer casa mais do que a de Deus, qualquer pessoa mais do que Cristo, você está correndo o perigo do mundanismo". (Revista UniJovem Ano XIX Nº 79, pg 26)

 

Veja o depoimento de uma jovem de uma época, onde os casamentos eram arranjados pelos pais: "Quando nascemos, não podemos escolher pai, mãe, irmãos e, então, aprendemos a amá-los profundamente. Assim será em relação àquele que será o meu marido. Aprenderei a amá-lo". Graças a Deus que passou a época, mas ficou a lição: aprende-se a amar. (Internet).

 

Eu li isto: "Não há montanhas por demais altas, nem desertos por demais perigosos quando o motivo que nos impele a atravessá-los é o amor".

 

Quantos crentes não conversam, não olham nos olhos, muito menos sentam perto de outros irmãos. "Se o fulano for a igreja eu não vou, quero distância dele". Que amor é esse que não perdoa? (Josino Judson Ribeiro, O Jornal Batista, pg. 3 - 15 a 21/10/2001).

 

Todo amor começa com uma paixão incendiada. Um pastor estava contando que oficiou uma belíssima celebração de um casamento ao ar livre, sobre um imenso gramado que se estendia até onde a vista não alcançava, no interior de uma pequena capela ornamentada pela simplicidade em parceria com um refinado bom gosto. Quando a noiva chegou, trazida por um daqueles requintados e antigos automóveis, não foi o chofer abrindo-lhe a porta para descer que chamou sua atenção, nem o tapete vermelho que a conduziria até o altar, ou sequer os convidados que estavam em pé para recebê-la, e também não foi a marcha nupcial tocada pela orquestra ou as coloridas flores que embelezavam todo o ambiente. Seus olhos logo buscaram o amado e quando o encontraram seu sorriso abriu-se iluminado. Era o olhar da paixão conquistada e o sorriso do sonho realizado.

 

"O mundo nasceu do amor, é sustentado pelo amor, caminha para o amor e termina no amor." - Fonte: www.pensenisso.com

 

"Se um único homem atingir a plenitude do amor, neutralizará o ódio de milhões." Mahatma Gandhi - Fonte: www.pensenisso.com

 

Alguém disse de um modo muito interessante e jocoso: "Quem está apaixonado nem celulite vê". Mas não é assim, não: quem ama vê, e aceita; quem ama sabe que há um defeito nele ou nela, e mesmo assim o aceita porque reconhece que o casamento vai melhorar. - Fonte: Pr. Walter Santos Baptista.

 

Interessante texto da Clarice Lispector, que nos mostra enfim, que a ordem dos fatores altera o produto (pelo menos em algumas situações): 
Não te amo mais 
Estarei mentindo dizendo que 
Ainda te quero como sempre quis 
Tenho certeza que 
Nada foi em vão 
Sinto dentro de mim que 
Você não significa nada 
Não poderia dizer jamais que 
Alimento um grande amor 
Sinto cada vez mais que 
Já te esqueci 
E jamais usarei a frase 
Eu te amo 
Sinto, mas tenho que dizer a verdade 
Ë tarde demais 
(Agora leia de baixo para cima!). 

 

Uma mulher a fazer montanhismo no Colorado encontrou outra mulher a coxear pelo caminho da montanha abaixo. Num pé ela tinha calçado um sapato improvisado feito de galhos verdes envoltos numa tira de pano. “Perdi uma bota ao atravessar o ribeiro,” - explicou. “Espero conseguir chegar ao sopé da montanha antes de anoitecer.” A primeira montanhista vasculhou na sua mochila e tirou uma sandália desportiva. “Usa isto,”- - disse. “Podes enviá-la pelo correio quando chegares a casa.” A mulher aceitou agradecida a sandália e prosseguiu pelo caminho. Alguns dias mais tarde a sandália chegou pelo correio com um bilhete que dizia: “Cruzei-me com várias pessoas que notaram a minha dificuldade, mas foi a única pessoa que me ofereceu alguma ajuda. Fez uma grande diferença. Obrigado por ter partilhado a sandália comigo.” A Bíblia diz que o amor pode ser visto e tocado - é palpável. Pode ser tão grande quanto o do bom Samaritano pelo homem molestado (Lucas 10:30-37) ou tão pequeno quanto o copo de água fria dado em nome do Senhor (Mt. 10:42). Verdadeiro amor age. A Bíblia diz: “Não amemos de palavra, nem de língua, mas por obra e em verdade.” I João 3:18). Quando encontrarmos alguém que coxeia no caminho da vida diária, ofereçamos uma sandália de amor.- Fonte: www.gospelcom.net/rbc/pd/1999/Setembro99.htm

 

Uma palavra de amor pode fazer um mundo de diferença.

 

Podemos amar a Jesus muito pouco, mas nunca O poderemos amar demais.

 

Charles Chaplin é quem costumava dizer: "O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar".- Fonte: GOODNEWS - goodnews@br.inter.net

 

"O amor não nasce adulto. Ele cresce através de pequenas atitudes." - Giseli Diniz

 

"Para pequenas criaturas como nós, a imensidão é suportável apenas através do amor." - Carl Sagan, astrônomo, EUA

 

Um pai, numa reunião de pais, explicou, com seu jeito humilde, que não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana. Quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles. A diretora ficou emocionada e surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola. O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de as pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo. - Fonte: Renato Vargens

 

"Você precisa amar para não adoecer." Sigmund Freud, Médico e professor, abriu as portas para a era da psicoterapia, AUS, 1856-1939

 

Esta história é sobre um soldado que finalmente estava voltando para casa, após a terrível guerra do Vietnã... Ele ligou para seus pais, em São Francisco, e lhes disse: (Filho) - Mãe, Pai, eu estou voltando para casa, mas, eu tenho um favor a lhes pedir. (Pais) - Claro meu filho (emocionados), peça o que quiser! (Filho) - Eu tenho um amigo que eu gostaria de trazer comigo. (Pais) - Claro meu filho, nos adoraríamos conhecê-lo!!!! (Filho) - Entretanto, há algo que vocês precisam saber, ele fora terrivelmente ferido na última batalha, sendo que ele pisou em uma mina e perdeu um braço e uma perna. O pior é que ele não tem nenhum lugar para onde ir e, por isso, eu quero que ele venha morar conosco. (Pais) - Eu sinto muito em ouvir isso filho, nós talvez possamos ajudá-lo a encontrar um lugar onde ele possa morar e viver tranqüilamente! (assustados). (Filho) - Não, mamãe e papai, eu quero que ele venha morar conosco! (emocionado e muito nervoso). (Pais) - Filho, disse o pai, você não sabe o que está nos pedindo. Alguém com tanta dificuldade, seria um grande fardo para nós. Nós temos nossas próprias vidas e não podemos deixar que uma coisa como esta interfira em nosso modo de viver. Acho que você deveria voltar para casa e esquecer este rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo (constrangidos) Neste momento, o filho bateu o telefone. Os pais não ouviram mais nenhuma palavra dele. Alguns dias depois, no entanto, ele receberam um telefonema da polícia de São Francisco. O filho deles havia morrido depois de ter caído de um prédio. A polícia acreditava em suicídio. Os pais angustiados voaram para São Francisco e foram levados para o necrotério a fim de identificar o corpo do filho. Eles o reconheceram, mas, para o seu horror, descobriram algo que desconheciam: O filho deles tinha apenas um braço e uma perna. Os pais, nesta história são como muitos de nós. Achamos fácil amar aqueles que são bonitos ou divertidos, mas, não gostamos das pessoas que nos incomodam ou nos fazem sentir desconfortáveis.

 

Como disse Goethe: "O amor concede em um momento o que o labor dificilmente obtém em um século". 

 

"Não há disfarce algum que, por muito tempo, possa ocultar o amor onde ele existe, nem fingi-lo onde não existe". Duque de La Rochefoucauld (François Poitou), escritor, FRA, 1613-1680

 

O amor é o único tesouro que se multiplica por divisão. É a única dádiva que aumenta quanto mais você a reparte. Doe amor; jogue-o fora; esparrame-o; esvazie seus bolsos; sacuda o cesto, vire o copo para baixo, e amanhã você terá mais do que nunca". - Seleções, janeiro de 1984

 

"Para os erros há perdão, para os fracassos, chance, para os amores impossíveis, tempo". Luis Fernando Veríssimo, Escritor e jornalista.

 

O seu amor para com o seu próximo é a prova do seu amor para com Deus.

 

Um homem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe que já não amava mais a sua mulher e que pensava em separação. O sábio escuto-o, olhou-o nos olhos e disse apenas uma palavra: "Ame-a". E logo se calou. - Mas, já não sinto nada por ela! - Ame-a. - disse novamente o sábio. E diante do desconserto do homem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte: - Amar é uma decisão, não um sentimento. Amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o Amor. O Amor é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuva, mas nem por isso abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o. Dê-lhe afeto e ternura. Admire-a e compreenda-a. Isso é tudo. Ame! 

 

Como faz bem uma declaração de amor! Tenho guardado até hoje um desenho do meu filho, feito na época em que ele, o Davi, estava na escola aprendendo a ler e a escrever. Então, numa das aulas, ele procurou desenhar a minha cara. Fez um desenho caprichado e embaixo, escreveu essa mensagem: "Papai querido: Eu te amo no vudo do meu coraço".

 

Todos os males do mundo derivam de que o homem pensa que pode tratar os seus semelhantes sem amor. Conde Leon Nikolaievitch Tolstoi, escritor, RUS, 1828-1910

 

"Nós somos mais inclinados a odiar os outros por coisas que nós discordamos, do que amar os outros por coisas que concordamos". Charles Caleb Colton, escritor e clérigo, ING, 1780-1832

 

"Amar com o objetivo de ser amado é humano, mas amar com o simples objetivo de amar é angelical." Alphonse Marie de Lamartine 

 

“Há amores sem felicidade, mas nunca felicidade sem amor". Jacques Lelouch

 

A única maneira de amar é servindo.

 

A primeira grande lição da vida de Jesus é que o amor só é possível na posição de servo.

 

O AMOR DEVE SER SUPERIOR A TUDO!!!!! Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro. O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia: HOJE MEU MELHOR AMIGO ME DEU UMA BOFETADA NO ROSTO. Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu em uma pedra: HOJE MEU MELHOR AMIGO SALVOU MINHA VIDA. Intrigado, o amigo perguntou: POR QUE, DEPOIS QUE TE MAGOEI, ESCREVESTE NA AREIA E AGORA, ESCREVES NA PEDRA? Sorrindo, o outro amigo respondeu: QUANDO UM GRANDE AMIGO NOS OFENDE, DEVEMOS ESCREVER ONDE O VENTO DO ESQUECIMENTO E O PERDÃO SE ENCARREGUEM DE BORRAR E APAGAR A LEMBRANÇA. POR OUTRO LADO, QUANDO NOS ACONTECE ALGO DE GRANDIOSO, DEVEMOS GRAVAR ISSO NA PEDRA DA MEMÓRIA E DO CORAÇÃO ONDE VENTO NENHUM EM TODO O MUNDO PODERÁ SEQUER BORRÁ-LO.

 

“Ame pessoas, use coisas, nunca faça o contrário.” - William Douglas.

 

“O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu.” - Michelangelo Buonarroti (1475-1564)

 

Há muito tempo atrás, um casal de velhinhos que não tinham filhos morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, a qual ambos se amavam muito, eram felizes. Até que um dia aconteceu um acidente com a senhora. Ela estava trabalhando em sua casa quando começa a pegar fogo na cozinha e as chamas atingem todo o seu corpo, o esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua procura, quando a vê coberta pelas chamas imediatamente tenta ajuda-la e o fogo também atinge seus braços e mesmo em chamas consegue apagar o fogo. Quando chegaram os bombeiros já não havia mais fogo apenas fumaça e parte da casa toda destruída. Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo, onde foram internados em estado grave. Após algum tempo aquele senhor menos atingido pelo fogo saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada. Ainda em seu leito a senhora toda queimada, pensava em não viver mais, pois estava toda deformada, queimara todo o seu rosto. Chegando no quarto de sua senhora, ela foi falando: - Tudo bem com você meu amor? Sim respondeu ele, pena que o fogo atingiu os meus olhos e eu não posso mais enxergar, mas fique tranqüila amor que a sua beleza esta gravada em meu coração para sempre. Então triste pelo esposo, disse-lhe: - Deus vendo tudo o que aconteceu a meu marido, tirou-lhe as vista para que não se presencia esta deformidade em que eu fiquei. As chamas queimaram todo o meu rosto e estou parecendo um monstro. Passando algum tempo recuperados, voltaram para casa onde ela fazia tudo para seu querido esposo e ele todos os dias dizia-lhes, como eu te amo! E assim viveram 20 anos até que a senhora veio a falecer. No dia de seu enterro quando todos se despediam então veio aquele senhor sem seus óculos escuro e com sua bengala nas mãos, chegou perto do caixão, beijando o rosto e acariciando sua amada disse em um tom apaixonante: -"Como você é linda meu amor eu te amo muito". Ouvindo e vendo aquela cena um amigo que esta ao lado perguntou se o que tinha acontecido era um milagre, e olhando nos olhos dele o velhinho apenas falou: -"Nunca estive cego, apenas fingia, pois quando há vi toda queimada sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira". Foram vinte anos vivendo ambos muito felizes e apaixonados!!! 

 

O afeto de um amigo provoca a liberação de endorfina, substância capaz de relaxar a parede das veias e artérias. Dessa forma, a pressão arterial fica equilibrada, além de o sangue fluir com mais facilidade. 

 

A colheita fora muito boa. O bom tempo ajudara o labor dos dois irmãos. Um casado, vivia com a família numa boa casa. O outro, solteiro, tinha sua pequena casa ali ao lado. A divisão da abençoada colheita obedeceu à regra do meio-a-meio: em partes iguais. Cada um recolheu sua metade no seu celeiro. Alegres, despediram-se para repouso da noite. O travesseiro, enquanto o sono não chega, abre possibilidade à meditação, como que dialogando conosco. E o nosso irmão solteiro pensou: "Meu irmão é casado, tem dois filhos, a esposa... Naturalmente sua necessidade é maior que a minha...". Levantou-se, foi ao celeiro, encheu um saco de trigo e, sorrateiramente, foi despejá-lo no monte de trigo do irmão. Sentia-se alegre. O casado, mal o casou se deitou, conversou com a esposa e ambos concluíram que o solteiro havia trabalhado mais, livre que estava de compromissos caseiros e familiares e, mais ainda, precisava preparar-se para formar família. Logo o esposo deixava o leito, ia ao celeiro, enchia um saco de trigo e despejava no monte de trigo do irmão. Isto deixou o casal mais feliz. Por várias noites o gesto foi repetido. Cada um sentia bem pelo fato de seu monte não diminuir. Montes milagrosos? Ou seria o trigo que crescia? Uma noite veio o encontro: os horários coincidiram. A meio caminho, ambos com o saco de trigo às costas, deram de frente um com o outro. Abraçaram-se. Reuniram os montes de trigo num monte só. O amor fraternal ainda é capaz de maravilhosos milagres. - Amantino Adorno Vassão

 

Uma mulher chamada Nancy usa versículos de 1 Coríntios 13 para a ajudar a enfrentar as frustrações de uma vida familiar ativa. Ela chama aos versículos 4 a 7, a "Lista de Verificação do Amor" e cita-os quando a ira irrompe dentro dela. Nancy deu um exemplo de como usou a sua lista. Uma manhã ela estava a fazer uns recados antes de sair com a família para férias. O seu marido Bill estava em casa, a cuidar das crianças e a aprontar as coisas para partirem ao princípio da tarde. Quando chegou a casa depois de ter passado pela mercearia, a casa da mãe, os correios, o banco, e o hospital, onde fora visitar uma amiga, viu que tudo o que ele tinha feito durante toda a manhã tinha sido lavar e polir o carro - carro que nem sequer ia usar na viagem! Nancy estava zangada e foi dura com o Bill. Passado uns minutos as palavras da "lista de verificação do amor" vieram-lhe à mente: "O amor é sofredor, é benigno." Ela orou, depois pediu desculpa ao marido pela sua explosão de ira. Ele também pediu desculpa, e eles partiram nessa tarde para férias - um bocadinho atrasados. Da próxima vez que disseres coisas amargas e duras a alguém, lembra-te da "Lista de Verificação do Amor" em 1 Coríntios 13. Melhor ainda, considera-a antes de dizê-las.

 

"Um dos mais estridentes gritos da nossa geração, é o grito por amor!", declarou um pastor. - Manoel Nascimento P Souza

 

Os próprios estudiosos do comportamento humano, psiquiatras e psicólogos têm chegado à conclusão, à luz de experiências vivenciadas, que além de ser uma necessidade básica, o amor é um dos mais eficazes processos terapêuticos. O Dr James Colleman, no seu livro "A Psicologia do Anormal e a Vida Contemporânea", assim se expressa: "É estranho notar que pouco se sabe a respeito de um dos mais poderosos fatores terapêuticos - o Amor". - Manoel Nascimento P Souza, em O Jornal Batista.

 

Certo pai, na América do Norte, veio à descobrir anos mais tarde, quando sua filho contava com 18 anos de idade, que seu "amor" era falso; descobriu que "muito deu", mas sem revelar o verdadeiro amor. Sua falha consistiu em ter um conceito errôneo acerca do amor. Para ele, amar e demonstrar amor, significava dar tudo o que sua filha lhe solicitava: doces, brinquedos, grandes quantias em dinheiro... Pobre pai, falhou. O verdadeiro amor pode ser traduzido nas pequenas coisas. - Esdras Salles Dias

 

Um grande teólogo disse que o amor cristão se exprime de três maneiras: a) ouvindo os outros; b) dando aos outros; c) perdoando os outros.

 

Como vai a "cotação do amor" nas comunidades evangélicas hoje? Quais são os membros de igrejas que, por exemplo, após o culto, procuram dar carona com o seu automóvel a alguma pessoa idosa ou todos os domingos vai buscá-la em sua casa? Qual foi a última vez que algum membro de igreja foi limpar e arrumar a igreja juntamente com o zelador? Qual foi a última vez, que alguém foi fazer a feira no supermercado, lembrou de comprar uma lata de óleo ou um quilo de feijão a mais para alguém menos favorecido? Qual foi a última vez que alguém entregou um envelope com um pouco de dinheiro para o seu irmão desempregado? Confrontar Ef 4.28. - Agnaldo Leite do Sacramento, em O Jornal Batista.

 

A pastora batista Berenice King, filha do falecido pastor Luter King Jr, falando no 17º Congresso da Aliança Batista, em Buenos Aires, disse que podemos extrair quatro princípios ou quatro exemplos cristãos da atitude do bom samaritano, no tocante ao tratamento das questões dos direitos humanos: 1) Consciência universal. Foi capaz de deixar de lado os estereótipos da sociedade e ajudar o irmão em necessidade. 2) Amor incondicional. O samaritano não esperou qualquer retorno ou vantagem por sua ação. 3) Procedimento generoso. Não considerou o que teria acontecido com o samaritano ou a inconveniência de se envolver para ajudar o homem ferido. 4) A excessiva ajuda. O samaritano foi além do que era necessário para ajudar o homem ferido. A solução das questões referentes aos direitos humanos não requer mais poder, mais força militar, educação, dinheiro ou tecnologia. Nós precisamos de mais amor.

 

Não há montanhas por demais altas, nem desertos por demais perigosos quando o motivo que nos impele a atravessá-los é o amor.

 

Um garotinho vendia pão de porta em porta. Todos os dias quando ele passava à porta da casa do pastor, este brincava com ele e sorria. Só então comprava o que desejava. Um dia, quando o menino perguntou se queria alguma coisa, o pastor lhe respondeu: "Hoje não, meu filho...". Nisso, o menino o olhou com os olhinhos cheios de lágrimas e disse: "Eu não tenho pai... era bom ter um pai igual ao senhor".

 

Parece que o mandamento mudou e que agora temos outro que diz: "Tu te amarás a ti mesmo sobre todas as coisas".

 

Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros" (Jo 13.35). O amor é a marca do discípulo que mais se evidencia. Aqui Jesus está falando contra uma lei dos judeus que dizia que o mal que eu recebi, devo pagar no mesmo valor, ou, em outras palavras, se alguém vem e me dá um morro no estômago, eu devo dar-lhe um morro no estômago também. Esta era a Lei conhecida como a "Lei do Talião", de onde vem a palavra "retalização", que significa vingança, pagar com a mesma moeda. Jesus disse que esta lei não é de valor no relacionamento do verdadeiro discípulo seu.

 

"O amor não vê com os olhos, mas com a alma..." William Shakespeare, dramaturgo, poeta, com temas que abordam a complexidade da alma humana, ING, 1564-1616

 

Um velho fazendeiro japonês havia acabado de colher uma safra de arroz que o deixaria rico. De seus campos ele podia contemplar, do alto, o vilarejo que se encontrava à margem do oceano. Olhando para o mar ele percebeu a aproximação de uma grande onda que, chegando à praia, destruiria a aldeia e seus moradores. "Traga-me rápido uma tocha, gritou ele para o neto." Logo a seguir, correu até as pilhas de arroz e ateou fogo. Sem saber sobre o perigo que corriam devido à subida da maré, mas preocupados com os campos do fazendeiro, os aldeãos correram apressadamente para ajudá-lo e, assim, salvaram suas próprias vidas da morte. Duas demonstrações maravilhosas de amor e solidariedade. Um fazendeiro que renuncia à riqueza para salvar pessoas com quem, talvez, nem tivesse qualquer vínculo de amizade e pessoas humildes que, solidárias, deixam tudo para trás e oferecem as mãos e o coração para socorrer um vizinho em apuros. Como nós, cristãos, temos lidado com o amor ao próximo?

 

Certo dia, um rabino reuniu seus alunos e perguntou: - Como é que sabemos o exato momento em que a noite acaba e o dia começa? - Quando, à distância, somos capazes de distinguir uma ovelha de um cachorro – disse um menino. O rabino não ficou contente com a resposta. - Na verdade – disse outro aluno -, sabemos que já é dia quando podemos distinguir, à distância, uma oliveira de uma figueira. - Não é uma boa definição – respondeu o sábio. - Qual a resposta então? – perguntaram os garotos. O rabino então falou: - Quando um estrangeiro se aproxima e nós o confundimos com nosso irmão, este é o momento da aurora, o momento em que a noite acabou e o dia começa. O amor ao próximo está em todas as crenças, em todos os tempos. 17/12/06

 

A palavra grega traduzida por amor fraternal é philadelphia, que “expressa aquela consideração mútua uns pelos outros, independentemente de raça, o que é uma característica peculiar dos cristãos. Ver Hb 13.1-3. Revista Compromisso 3Trm-1999. 18/12/06

 
Um nativo africano de estatura muito baixa, ficou escandalizado quando alguém o aconselhou a fazer sapatos com plataforma alta para disfarçar sua altura e declarou: “Foi Deus que me fez assim”. Isto é aceitação própria. Quando nos amamos e nos aceitamos como somos, podemos aceitar e amar a outra pessoa tal como é. – Manancial. 21/12/06
 
Walter Trobisch, em seu livro “Amor Sentimento a Ser Aprendido”, diz: “O amor-próprio é pré-requisito e critério para nossa conduta em relação ao nosso próximo. É o termômetro que Jesus nos dá para aferição do nosso amor ao próximo”. 21/12/06

 

Alguém disse certa vez: “Sempre que existe um vazio em sua vida, enche-o de amor”. 10/1/07

 

"Todo homem é poeta quando está apaixonado". Platão, filósofo, GRE, 428-347aC. 13/2/07

 

Um fazendeiro estava arando seu campo numa manhã de primavera. As nascentes acabavam de descongelar e haviam muitos vales alagados no campo. Em determinado lugar, bastante enlameado, o seu trator ficou atolado. Quando mais ele tentava sair do atoleiro, mas preso a ele o trator ficava. Vendo que não conseguiria retirá-lo, foi até o vizinho pedir ajuda. O vizinho o acompanhou para ver o que podia ser feito. Ao chegar ao local, sacudiu a cabeça dizendo: "A situação é difícil, mas vou fazer todo o possível para puxar o seu trator. Mas, se não conseguir tirá-lo, eu virei e sentarei na lama com você!" O Senhor Jesus nos ensinou a "amar ao próximo como a nós mesmos." Temos procurado seguir o Seu ensinamento? Nosso testemunho cristão tem sido exercitado nas ocasiões em que Deus nos mostra uma pessoa necessitada? Estamos atentos àqueles que nos rodeiam? Ou a preocupação com nossos interesses pessoais não permitem que pratiquemos o amor do Senhor no relacionamento com outras pessoas? 12/3/07

 
0 amor materno tem sido decantado através dos séculos por milhares de poetas, em prosa ou em verso, das mais humildes às mais soberbas, de todos os cantos da terra e de todas as formas. Recentemente amplo noticiário nos dá conta do grande amor revelado por uma mãe inglesa que preferiu morrer para que o seu filho vivesse. Ela estava grávida quando descobriu ser possuidora de pertinaz enfermidade. A única medicação, no caso, seria grandemente prejudicial ao feto. Assim, ela deixou que a moléstia tomasse conta de seu organismo, para que, o filho querido ficasse ileso. Veio a morrer de câncer logo após o parto. O filho nasceu perfeito. (O amor é forte como a morte; as suas brasas são brasas de fogo, labaredas do Senhor) (Ct 8.6). 14/5/07
 
Um dia, um velhinho foi a uma de suas consultas periódicas ao médico, só que desta vez um pouco apressado. O médico então lhe perguntou: - Por que a pressa? e ele respondeu: - Todos os dias neste horário vou visitar minha esposa que está num asilo. E o médico comentou: - Que bacana! Então vocês matam as saudades, batem papo, namoram um pouquinho!! E o velhinho diz: - Não! Ela não me reconhece mais, por causa de sua doença. O médico surpreso então pergunta: - Mas por que então tanta pressa para vê-la, já que não o reconhece mais? E com um sorriso no rosto, o velhinho responde: - Mas eu a reconheço! Eu sei quem ela é e o que representa na minha vida a tantos anos. 14/5/07
 
O “amor” que nos tem cansado é o amor eclesiástico; aquele que desenvolvemos apenas no contexto da igreja, no chamar o outro de irmão, no cantar de mãos dadas e até no chorar em datas especiais, mas que na verdade muitas vezes não passa de uma representação, onde estamos escondendo ódio, inveja, partidarismo, e tantos sentimentos que contradizem nossos atos em relação a nossos irmãos. 24-12-2007
 
Da autoria de Kenneth L. Cober, é uma espécie de denúncia, que nos convida à meditação: ‘Deus fez as pessoas para serem amadas e as coisas para serem usadas. Mas nós invertemos essa ordem: amamos as coisas e usamos as pessoas.” Que tragédia! 25-12-2007
 
Queixa de um leitor á revista Época recla mando da intolerância das igrejas em não aceitarem o homossexualismo. Diz ele que elas es tão esquecendo a maior doutrina de Jesus: o amor. É curioso como "amor" se tornou pretexto para não se discordar de nada. Amar é aceitar tudo. É ser tolerante. Só que as pessoas que esposam tal posição geralmente não são amorosas com quem discorda delas e tampouco são tolerantes. Aliás são bem intolerantes. 08-01-2008
 
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade. Carlos Drummond de Andrade. 29-01-2008
 
"Numa classe pré-primária, as crianças estavam a aprender a soletrar algumas palavras, tais como gato e vaca. Quando pediram à pequena Maria que soletrasse a palavra amor, ela levantou-se e começou a abraçar e beijar a professora. "Lá em casa nós soletramos amor desta maneira", disse ela. A Criança riu, mas a professora acrescentou: "E essa é a maneira mais bela de o pronunciar." 29-01-2008
 
Um pescador pescou um salmão. Exclamou: “Que peixe maravilhoso! Vou levá-lo ao Barão! Ele adora salmão". O pobre peixe consolou-se, “Ainda posso ter alguma esperança". O guarda perguntou: “O que tem aí?“ “Um salmão”, respondeu. “Ótimo“, disse o guarda. “O Barão adora salmão“. O pescador entrou no palácio, o peixe, ainda estava otimista. Afinal, o Barão adora salmão. Foi levado à cozinha, e os cozinheiros comentaram o quanto o Barão gostava de salmão. O Barão entrou, ordenou: “Abram o salmão.“ O peixe gritou em desespero: “Por que você mente? Se realmente me adora, cuide de mim, deixe-me viver. Você só gosta de si mesmo!" O Senhor Deus te pescou, porque te ama. Ele não vai permitir jamais que te matem. Ele vai cuidar de você. Ele só te tirou das aguas sujas, para que você  viva sob a proteção dEle. 01-02-2008
 
Um filho perguntou a mãe: - Mãe, eu posso ir ao hospital ver meu amigo? Ele está doente! A mãe responde com uma pergunta: - Claro, mas o que ele tem? O filho com a cabeça baixa, diz: - Tumor no cérebro. A mãe furiosa diz: - E você quer ir lá pra quê? Vê-lo morrer? O filho lhe dá as costas e vai... Horas depois ele volta vermelho de tanto chorar...dizendo: - Ai mãe, foi tão horrível, ele morreu na minha frente! A mãe com raiva: - E agora?! Tá feliz?! Valeu a pena ter visto aquela cena?! Uma última lágrima caiu de seus olhos e acompanhado de um sorriso, ele disse: - Muito, pois cheguei a tempo de vê-lo sorrir e dizer... EU TINHA CERTEZA QUE VOCÊ VINHA!!! 01-02-2008
 
Haviam duas tribos guerreando nos Andes. Uma que vivia nas planícies e outra que vivia no alto das montanhas. Um dia, o povo da montanha invadiu as terras baixas, e como parte do roubo, levaram o bebê de uma das famílias do povo da planície para o alto das montanhas. O povo da planície não sabia escalar a montanha. Não conheciam algumas das rotas utilizadas pelos povos da montanha, e não sabiam onde encontrar o povo da montanha ou como segui-los naquele terreno íngreme. Mesmo assim, enviaram seus melhores homens de combate para escalar a montanha e para trazer o bebê de volta para casa. Os homens tentaram um primeiro método para escalar e depois outro. Tentaram uma rota e depois outra. Após diversos dias de esforço, entretanto, tinham escalado somente cem metros. Sentindo-se impossibilitados e desesperançados, os homens da planície decidiram que a causa estava perdida, e prepararam-se para retornar à sua vila. Enquanto preparavam a bagagem para a descida, viram a mãe do bebê caminhando até eles. Perceberam que ela estava descendo a montanha que não tinham encontrado meios de escalar. E então viram que ela tinha o bebê preso às costas por correias de couro. Como podia ser isso? Um homem a cumprimentou e perguntou? - Nós não pudemos escalar esta montanha. Como você fez o que os homens mais fortes e mais capazes da vila não puderam fazer? Sacudindo os ombros, ela respondeu!! - O bebê não era de vocês! 1.2.2008
 

O Espírito Santo está bem vivo no mundo de hoje, mas talvez não reconhe-çamos esta verdade. Em 1957, minha esposa e eu ficamos perturbados pela condição dos refugia-dos da Hungria. Sentindo que deveríamos abrir o nosso lar para um jo­vem casal, expressamos o nosso desejo à comissão encarregada de alojá-los. Veio morar conosco um casal recém-casado, que ficou em nossa casa quatro meses. Não falavam uma palavra da nossa língua, mas logo verificamos que a linguagem universal do amor era entendida por todos. Recebemos muito mais alegria do que proporcionamos, e sentimos a presença do Espírito Santo em nosso lar. Hoje, consideramos esse jovem casal como filhos. São membros respei­tados e nossa comunidade e têm dois filhos. Se escutarmos, ouviremos o Espírito Santo falando a nós através de nos­sas moções e de nosso intelecto.  E. Everett H. Palmar (E.U.A.). 8.2.2008

 

Conta-nos Dr. Gordon a história de Jorge Matheson, quando soube que estava condenado à cegueira. Um jovem estudante atravessava a praça duma das antigas universidades escocesas, indo de caminho para o seu quarto no internato. Não se sentia bem. Seus olhos estavam fracos, o que tornava o trajeto difícil. Seguindo o conselho dum amigo, havia consultado um especialista em doenças da vista. O médico, depois de um exame minucioso, o avisara firmemente que havia de perder a visão em pouco tempo. Um terrível soco entre os olhos não poderia tonteá-lo mais do que esta notícia. O seu coração estava perturbado. Perderia a visão!... Todos os planos que tão esperançosamente arquitetara desfaziam-se na sua frente. Com a perda da visão ir-se-iam o ensino na universidade e todos os seus sonhos dourados. Perturbado, confuso, saiu do consultório médico apalpando o caminho como um sonâmbulo. Jorge era noivo. Encaminhou-se em direção à casa da querida noiva, espe-rando, sem dúvida, alguma palavra de conforto para o coração dolorido. Como daria ele a triste noticia à moça que ele tanto amava e que prometera ser sua esposa? Seus planos estavam todos mudados; e como receberia ela a notícia?! Quando lá chegou, contou-lhe em palavras brandas mas briosas a sua situação, sua mudança de planos, dizendo-lhe que ela teria liberdade para deci­dir segundo julgasse melhor. A noiva aceitou a liberdade! A rejeição da noiva foi o segundo golpe. Pela segunda vez, saiu tristonho e sem enxergar o caminho em que pisava. O golpe parecia acima de suas for­ças, e a dor lhe sufocava o coração! Mas não estava só. Alguém o aguardava e ternamente fortaleceu seu co­ração quebrantado, falando-lhe palavras amorosas e dando-lhe o bálsamo do conforto e do verdadeiro amor. O moço entregou-se nos braços do Verdadeiro Amigo e todas as dificuldades foram vencidas. Uma nova disposição o domi­nou, tomando inteira e permanente posse de sua vida. E do seu coração que­brantado, mas cheio de conforto, saíram palavras de louvor e gratidão a Deus, o Amor que nunca muda sejam quais forem as circunstâncias. Estas palavras são cantadas com a música do hino n° 19 do Cantor Cristão ou 38 do Hinário Evangélico. Transcrevemos aqui apenas duas estrofes desse hino traduzido para o português:

 

"Amor, que por amor desceste,

Amor, que por amor morreste,

Oh! Quanta dor não padeceste,

Meu coração p'ra conquistar,

E meu amor ganhar.

 

Amor que nunca, nunca mudas,

Que nos teus braços me seguras,

E cerca-me de mil venturas.

Aceita agora, ó Salvador,

O meu humilde amor." 8.2.2008

 

"Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal" (1 Co 13.5).

Certa vez, um homem bem intencionado foi à igreja com roupas sujas. Tornando-se notado entre os outros, limpos e bem vestidos, ele disse a al­guém que lhe ficava perto, após a reunião: - Eis uma coisa que faz o amor cristão: abaixa-nos todos ao mesmo nível. - Não, amigo - respondeu o vizinho -, o amor cristão nos eleva ao mesmo nível. 8.2.2008

 

"Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros" (Jo 13.35). Uma noite chegamos às muralhas da China, depois de terem cerrado o portão. Através do guichê do portão, o guarda pediu-nos nossa carteira de identidade. Logo o portão se abriu e nos foi permitido entrar. Algum dia chegaremos às muralhas da Cidade Eterna. Que credenciais teremos a apresentar, a fim de que a porta se abra? Será o nosso conhecimen­to da Bíblia? Nossa certidão de batismo? Nossa carta de membro da Igreja? Uma carta de recomendação do pastor? Ou a ficha de nossa vida diária? Jesus nos deu a única resposta. Disse ele: "Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros". Eis a prova principal de que fomos redimidos pelo sangue de Jesus Cristo: "amarmos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos". Leo K. Mader. 8.2.2008

 

Dois fazendeiros viviam lado a lado. Um deles provocou uma contenda, alegando que o limite da propriedade do vizinho estava dois pés adiante. Brigaram por causa disso durante muitos anos, mas não conseguiram uma remarcação da linha divisória. Como isso nunca se deu, eles nunca se reconcilia­ram. Finalmente um dos fazendeiros vendeu sua propriedade e mudou-se. O novo proprietário saiu um dia a passeio, para ver se encontrava o vizinho. E, avistando-o, o antigo morador lhe disse: - Digo-lhe que a linha divisória do seu terreno está avançada dois pés para o meu lado. Desejo alterá-la. O novo vizinho respondeu: - Mudaremos a cerca três pés para o meu lado. O velho fazendeiro ficou atônito, mas não deu demonstração disso. - Não - replicou -, eu mudarei a cerca um pé para o meu lado. Seguindo os ensinamentos de Jesus conseguimos "ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza vestido de louvor por espírito angustiado". Pensamento: Como semearmos, assim colheremos. Herbert A. Wilson (Michigan, E.U.A.). 8.2.2008

 

"O cristianismo, corretamente compreendido, é a ciência do amor." Helen Keller. 8.2.2008

 

"Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor" (Jo 15.9). O Dr. Karl Barth, grande pensador suíço, foi talvez o maior teólogo de sua geração em todo o mundo e um notável filósofo. Nem sempre concordava com ele, mas era seu amigo e eu o respeitava. Numa vez em que foi aos Esta­dos Unidos, um seminarista lhe perguntou: “Dr. Barth, qual é a grande verdade que está sempre presente em sua mente?” Todos os alunos esperavam uma resposta longa, profunda, grave e complicada. O Dr. Barth levantou vagarosamente sua cabeça de cabelos grisalhos, olhou para o estudante e disse: “Jesus me ama; e isto sei, porque a Bíblia assim me diz”. Oração: Senhor Jesus, que eu possa sempre conhecer o teu amor em verdadeira simplicidade, e nunca encobri-lo com muita sabedoria. Obrigado porque me amas. 8.2.2008

 

Efraim (Israel) afastara-se para longe de Deus. As dez tribos tinham caí­do em tão crassa idolatria, que Deus disse: "Efraim está entregue aos ídolos; é deixá-lo" (Os 4.17). A inconstância espiritual de Efraim foi descrita pelo pro­feta como pão que não foi virado" (7.8). Israel erguera "altares para pecar" (8.11) e provocara "a Sua ira" (12.14). Efraim era "inclinado a desviar-se" de Deus (11.7). Perdera a força, e "não o sabia" (7.9). Certamente, Deus teria ra­zão se volvesse as costas a Efraim e deixasse-lhe as conseqüências de seu mau procedimento. Mas não faria isso o nosso Deus misericordioso! Longe disso, Ele lamenta: "Como te deixaria, ó Efraim? Como te entre­garia, ó Israel?" Aí está uma das mais comovedoras passagens da Escritura. Servindo-se da figura da repetição, tão característica da poesia hebraica, duas vezes o Senhor expressa comovente preocupação por Seu povo. "Eu o amei", declara Ele (11.1). Que riqueza de afeição envolve essas palavras! "Como te entregaria?" "Eu ensinei a andar a Efraim", diz Ele ainda (11.3), referindo-se aos anos durante os quais instruíra pacientemente Israel, por meio de Seus profetas. Nesse mesmo versículo, serve-se Ele do quadro de um pai amante, a ensinar seu filhinho a andar, tomando-o pelos braços. Se tropeça, o bondoso pai levanta o filho e o ajuda a prosseguir. "Como te deixa­ria?" "Atraía-os com cordas humanas, com laços de amor" (11.4). Novamente o Pai celestial serve-se da figura de um pai amoroso, em relação a um filho desgarrado, a fim de ilustrar Seu grande afeto para com o relapso. "Com amor eterno eu te amei, por isso com benignidade te atrai" (Jr 31.3). "Como te deixaria?" Deus ainda trata com a mesma ternura Seus filhos erradios. Ainda hoje Ele insta conosco: "Como te deixaria?" "Com benignidade te atraí". "Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entre­gou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" (Am 8.32). 9.2.2008

 

"Deus é amor." Esta expressão é o resultado da experiência pessoal de João. Como os primeiros mártires do cristianismo, ele aprendeu que a cora­gem não podia ser frustrada. O segredo do destemor dos cristãos em face da perseguição e da morte era seu sincero amor pelo Salvador. Um dia, uma casa incendiou. Muitas pessoas acorreram para ver o fogo. Sabiam que havia umas crianças presas no interior da casa em chamas, mas ninguém se animava a entrar na casa para salvá-las. Chegou, pois, a mãe das crianças e, sem detença, penetrou no meio das chamas, buscando salvar seus filhos. Era uma mulher tímida, mas no momento em que soube que seus filhos periclitavam, o amor materno lançou fora o temor. Instantaneamente, perdeu o medo de todo o perigo e salvou os seus filhos. Estamos vivendo numa época de grandes perigos. É só o amor por nosso Salvador que pode lançar fora todo o nosso temor. Somos nós destemidas testemunhas de Cristo, num mundo cheio de pecados e injustiças? Chew Hock Hin (Malaísia). 9.2.2008

 

A necessidade maior do mundo, atualmente, não é de mais ciência, nem traquejo social, nem ensino, nem conhecimento, nem poder, nem sermões; o que realmente precisamos hoje é de amor. E o único meio de se obter o amor é pelo ato sobrenatural que Deus concede; não é um amor qualquer a toda ho­ra. Quando amamos o nosso próximo, não estamos agindo com um amor na­tural; é Deus que está amando através de nós. Se você deseja este amor, Deus lho dará. Oração: Eu te amo, Jesus. Às vezes me esqueço do teu amor incomensu­rável por mim na cruz. Ajuda-me a fixar meus olhos em ti, tu que és o supre­mo exemplo de como alcançar os semelhantes com o teu amor. 11.2.2008

 

Disse um médico: "Sem amor, perdemos o desejo de viver. Desequilibra-se nossa vitalida­de física e mental, diminui nossa resistência, e sucumbimos às enfermidades que se demonstram muitas vezes fatais. Talvez escapemos à morte real, mas o que resta é uma existência pobre e vazia, tão empobrecida de emoções que não podemos ser considerados senão semi-vivos. As alternativas são, em ver­dade, amar ou perecer" (Do livro de Smiley Blanton, "Love or Perish" [Ame ou Pereça]). É-nos dito em 1 João 4.8: "Aquele que não ama não conhece a Deus; pois Deus é amor". Assim sendo, cheguemos à conclusão de que, seja como for, Aquele que é manancial do amor pode nos ensinar a amar de maneira a vivermos verdadeiramente. 11.2.2008

 

"E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave" (Ef 5.2). Um pobre árabe encontrou uma fonte de água pura. Acostumado a en­contrar poços de água salobra, reconheceu ser aquela água própria para um monarca. Enchendo o seu odre da fonte, resolveu ir apresentá-lo ao rei. Via­jou por muito tempo e depositou sua oferta aos pés de seu soberano. O rei não desprezou a dádiva, que lhe fora trazida com tanto sacrifício. Bebeu um pouco daquela água e, agradecendo ao árabe com um sorriso, deu ordem para que o recompensassem. Os cortesãos estavam ansiosos por beber da água também, mas o califa o proibiu. Depois da partida do árabe, o rei explicou: "Durante a longa via­gem, a água tornou-se impura e desagradável ao paladar, mas fora uma dádi­va de amor. Como tal, recebi-a com prazer; mas eu bem sabia que se permitis­se que outra pessoa dela provasse, ela não haveria escondido o seu desagra­do. Por isso proibi-vos de tocá-la, para que o coração do pobre homem não fosse magoado". Se um califa não-cristão pôde ser tocado pelo motivo que inspirou um pobre árabe em seu ato, certamente nosso amante Pai celeste aprecia todo dom inspirado pelo amor que sacrifica. Tal foi seu motivo ao dar, o mesmo deve ser o nosso. 16.2.2008

 

"Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração" (Jr 29.13). Em certa reunião, o assunto do missionário era o amor de Deus. Um ve­lho índio americano escutava-o atentamente. Comoveu-se-lhe então o cora­ção. Desejava dar alguma coisa pessoal a um Deus que tanto fizera por ele. Silenciosamente, saiu da reunião, voltando alguns minutos depois com uma braçada de seus tesouros terrestres. Colocando tudo aos pés do missionário, o velho chefe soluçou: "Deus deu Filho favor índio, índio dá isto para Deus". A narrativa sobre o amor prosseguiu. O coração do chefe transbordava. Pela segunda vez saiu do local da reunião e voltou arrastando uma carga de seus bens terrestres. Com a voz embargada pela comoção, chorando branda­mente, disse: "Deus deu tudo para índio, índio dá tudo para Deus". Que bela ilustração do que o Senhor deseja de cada um de Seus filhos - tudo o que temos e somos, consagração completa! Dentre todos, o cristão que só entrega a metade de seu coração é o mais infeliz. Não tem coragem para largar o mundo, nem amor bastante para tor­nar Cristo supremo em sua vida. Como disse alguém sabiamente, ele tem apenas "religião suficiente para torná-lo infeliz". Pobres desses espíritos per­turbados, temerosos de voltarem para o mundo, mas indispostos para segui­rem ao Senhor, sem reservas. Unicamente quando colocamos tudo sobre o altar, como o velho chefe indígena, podemos ser verdadeiramente felizes, pois Deus diz: "Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração". 16.2.2008

 

"Guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Se­nhor Jesus Cristo, para a vida eterna" (Jd 21). A Bíblia é a revelação do fato de que Deus é amor. Muita gente compre­ende mal o atributo da natureza de Deus, que é amor. "Deus é amor" não sig­nifica que tudo seja doçura, beleza e felicidade, e que o amor de Deus não possa sequer permitir a punição do pecado. A justiça que pregamos é tempe­rada com amor. A retidão que pregamos é fundada no amor. A expiação que pregamos é planejada, providenciada, concedida, executada e inspirada pelo amor. Quando pregamos a ressurreição de Cristo, estamos pregando o mila­gre do amor. Quando pregamos a volta de Cristo, estamos pregando o cum­primento do amor. Não importa o pecado que você tenha cometido, por mais terrível, sujo ou condenável que tenha sido, Deus ama você. E este amor nin­guém pode medir, falsificar ou extinguir! 16.2.2008

 

Dirigia a penitenciária do estado de São Paulo o Prof. Flamínio Fávero. Cristão evangélico, implantara naquela casa um regime novo, substituindo o castigo pela bondade. Desde o começo de sua gestão como diretor, procurou manter para com os sentenciados uma atitude bondosa e paternal. Eles come­çaram a tratá-lo de "nosso pai". Tal orientação, porém, não satisfazia a certas pessoas que tudo fizeram para prejudicar a obra do diretor. Instrumento de insufladores, um sentencia­do, certo dia, revoltou-se contra os guardas e, armado de faca, mostrava-se perigoso. Esgotados os recursos para submetê-lo, resolveram chamar o dire­tor. Este residia longe, mas atendeu prontamente o chamado. A primeira coisa que fez foi pedir aos guardas que se retirassem, e o deixassem só com o sen­tenciado ameaçador. Fizeram-lhe ver o perigo, contudo, ficou a sós, frente a frente com o criminoso irado, dirigiu-lhe o prof. Flamínio Fávero palavras de conselho, chamando à razão. O homem mostrava-se irredutível. O cristão en­trou na cela. O preso advertiu-o para que não entrasse, pois não responderia por algum desatino, e poderia feri-lo... O diretor, falando mansamente, lem­brava-lhe a amizade que lhe dispensara. O preso ameaçava. Finalmente disse que se entregaria desde que não sofresse nenhum castigo. O diretor disse-lhe que nada poderia prometer-lhe, e que largasse a faca. Sucedeu, então, o ines­perado. O homem atirou a faca longe de si, rendeu-se e, chorando, disse ao diretor: "Doutor, com o senhor eu vou até o inferno". O amor dominara-o, provando que o seu poder é imenso. 18.2.2008

 

O Dr. Pennell, médico missionário na Índia, conta um episódio interes­sante da obra de evangelização desse povo. Em missão diplomática, um oficial inglês se dirigia ao Afeganistão, quando foi aprisionado. Após seis meses de cárcere, finalmente, foi decapita­do por recusar o maometismo. Seu diário foi enviado às mãos da solícita e ca­rinhosa irmã, que leu todas as páginas com o coração torturado. Mas o amor de Cristo dominou seu coração impedindo que ela odiasse os assassinos do irmão. Sua reação foi diferente. No hospital dirigido pelo Dr. Pennell, na fronteira afegã, os enfermos passaram a usar uma cama doada e mantida pela irmã do oficial inglês. Ape­sar da costumeira rebeldia dos pacientes, ao saberem da origem da cama, reagiram de modo favorável ao cristianismo, que produz tal espírito perdoador. Por causa daquela cama, inúmeras almas já foram conquistadas para Cristo, confirmando a palavra do apóstolo Paulo: "O amor jamais acaba". 19.2.2008

 

Num campo de colheita, uma garota fazia o trabalho de lavoura, trazendo amarrado às costas o irmãozinho. Ao vê-Ia assim trabalhando, alguém lhe perguntou se o peso não a incomodava, ao que ela respondeu: - Não, ele não pesa, é meu irmão. - O amor é a grande força que nos impulsiona a guardar·, cumprir e viver todo o mandamento divino. 13.3.2008

 

Foi-me bom ter sido afligido, para que aprendesse os teus estatutos" (SI 119.71). Claro que o poeta não era adepto da herética afirmação: "Se não vem por amor, vem pela dor". Nada mais falso tal pensar. Não é assim o agir benevolente do Senhor. Sua bondade ilimitada jamais atrai pelo sofrimento. Embora possa usá-Io para revelar a glória do seu amor às suas criaturas. Mas não para forçar alguém a amá-Lo. Temos dificuldade em amar os que nos fazem sofrer. 13.3.2008

 

Certa pessoa disse: "Perdoar é a obra mais difícil do amor". 15.3.2008

 

Até que tenhamos um relacionamento pessoal com Deus, amando-O e confiando nEle, não conseguiremos jamais nos relacionar bem com os outros. Não teremos amor ver­dadeiro para compartilhar. Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual, 3.4.2008

 

Oswald Chambers disse: "Quando o Espírito Santo derrama o amor de Deus em nosso coração, então esse amor exige cultivo. Nenhum amor na terra se desenvolverá sem ser cultivado. Temos de nos dedicar a amar, o que significa iden­tificar-nos com os interesses de Deus por outras pessoas". Steve Gallagher, em No Altar da Idolatria Sexual, 10.4.2008

 

A palavra comum no grego para "amor" não foi usada uma vez no Novo Testamento. Eros era o termo mais comumente usado para incluir qualquer coisa que fosse bonita, boa e verdadeira, além de ser utilizado para o amor entre um hmem e uma mulher. Aristóteles chegou a dizer que é o amor que mantém os planetas nas suas órbitas. Quando estavam escrevendo o Novo Testamento, os autores usaram uma palavra muito difícil de ser encontrada no grego clássico. Usaram essa palavra porque não tinha nenhum significado especial. O substantivo ágape e o verbo agapao descrevem o amor de Deus, o sujeito, a origem do amor. "Porque Deus amou ao mundo de tal maneira..." (Jo 3.16). Dennis Kinlaw. 6.5.2008

 

Um missionário, retornando de férias à sua cidade, compartilhou as necessidades e anunciou que estaria recolhendo ofertas para missões estrangeiras. Um grande amigo seu lhe disse: "Muito bem, Andrew, vendo que é para você, eu darei 500 dólares". "Não", disse o missionário, "eu não posso aceitar o dinheiro já que sua oferta é motivada por ser para mim, seu amigo". Seu amigo, entendendo o que o missionário estava falando, disse: "Você está certo, Andrew, aqui está 1.000 dólares e eu estou dando porque vejo que é para o Senhor." A quem temos oferecido nosso amor cristão? Aos nossos amigos? Aos parentes? Às pessoas que nos tratam bem? Os incrédulos agem da mesma maneira. A verdadeira transformação de Cristo em nossas vidas é demonstrada quando nossas atitudes são testificadas por todos, amigos ou não, pessoas que nos tratam com cortesia ou com indiferença, que comungam de nossa fé ou se opõem a ela. 7.5.2008

 

Um jornal russo, editado pela Liga comunista Jovem, publicou uma carta de Nina K., uma menina de dezesseis anos de idade, que dizia: "eu sou membro da Liga comunista jovem. Eu sou uma menina normal, mas ao mesmo tempo eu sou incomum. Eu sou Batista! Francamente, eu não me sinto membro da Liga comunista Jovem. Eu vejo membros da Komsomol passarem por mim sem uma palavra sequer de saudação. Sinto que sou tratada com desprezo. Ao contrário disso, meus irmãos em Cristo me tratam muito bem. Eu acredito neles e acredito em Deus". O jornal apresenta a carta de Nina com o título: "alguém que se perdeu". No momento em que Nina se perdia, como dito pelo jornal comunista, ela se achou, ou melhor, foi achada! Ela foi encontrada por Jesus em um momento em que se achava menosprezada, ignorada, solitária. Ela precisava de carinho, de atenção, de um encontro com o amor. E o amor a encontrou! Deus é amor e este amor a alcançou. Ela não sabia se ainda era membro da LIga comunista ou não, mas sabia que havia encontrado o amor tão ardentemente buscado. 21.8.2008

 

Por ocasião da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim (China), meus pensamentos se voltam para um ex-campeão, imortalizado pela sua surpreendente vitória da medalha de ouro nos 400 metros durante os jogos de 1924, em Paris. Um ano depois de seu triunfo, Eric Liddell foi para a China, onde passou os últimos 20 anos de sua vida como professor missionário e pastor rural. Foi ali que ele correu a maior corrida de sua vida, contra oponentes que todos nós conhecemos – circunstâncias difíceis, guerra, incerteza e doenças. Confinado a um campo de prisioneiros japonês, junto com mais 1500 outras pessoas, Eric vivenciou as palavras que havia parafraseado de 1 Coríntios 13:6-8: "O amor nunca está contente quando outros erram. O amor não tem prazer na injustiça, mas se alegra na verdade. O amor sempre é lento em expor alguém, sabe como silenciar. O amor sempre está ávido em crer de esperança, cheio de perseverança paciente; o amor nunca falha". Eric servia os outros no campo, fosse carregando água para os idosos ou como juiz nos jogos dos adolescentes. Quando ele morreu de um tumor no cérebro, em fevereiro de 1945, um prisioneiro de guerra descreveu-o como um homem "que viveu melhor do que pregava". Na corrida mais difícil da vida, Eric cruzou a linha de chegada, vitorioso através do amor. 26.8.2008

 

O que é isso? E o rapaz disse: Flores para a senhora. Mas quem mandou? Ora quem mandou foi seu marido! Que brincadeira é essa? Não, não é brincadeira nenhuma, eu vim entregar aqui o arranjo que seu marido mandou. Que brincadeira de mau gosto, retire-se daqui. E o rapaz da floricultura: Desculpe, eu só estou entregando, eu não posso levar de volta estas flores. Vai levar sim! Não, pelo amor de Deus, se eu levar de volta o meu patrão me manda embora. A é, qual é o nome de seu patrão? O seu Francisco, me dá o telefone que eu vou ligar pra ele, ele vai ver só. Ela furiosa pegou o telefone e ligou. Seu Francisco? Sim, pois não. Seu Francisco, que brincadeira de mau gosto é essa? Como que brincadeira! O seu entregador esta aqui me trazendo um arranjo. Pois é, foi seu marido que mandou. Como, como ele pode ter mandado, se meu marido esta morto. E aí seu Francisco do outro lado a linha disse: Minha senhora escute com atenção, no ano passado, no dia 12 de junho, o seu marido veio aqui na floricultura e ele escolheu essas orquídeas, e ele disse enquanto nós preparava-mos o arranjo “ Eu amo tanto aquela mulher, eu a amo tanto que ela vai ser meu amor para sempre”, eu quero fazer o seguinte: eu quero já deixar pago aqui uma quantia que seja suficiente para ela receber essas orquídeas todos os anos, nos dia dos namorados, eu quero deixar tudo pago. Quando o homem disse isso, ela estremeceu mais ainda. Como, eu não entendi? É verdade minha senhora, não é brincadeira nenhuma, é lógico que seu marido nem imaginava que iria morrer, mas ele quis deixar pago aqui as flores para todos os dias dos namorados, que ainda pudessem existir na sua vida, ele deixou uma quantia fabulosa, a senhora quer saber a verdade, a quantia que ele deixou aqui na floricultura nos garante que a senhora vai estar velhinha, muito velhinha e vai continuar recebendo no dia 12 de junho esse arranjo lindo de orquídeas. Por favor, minha senhora, não recuse não, foi o seu marido que mandou já esta tudo pago, eu tenho que fazer esta entrega. Ai ela emocionada começou a chorar, ela dizia, sim, claro, claro que eu vou receber, muito obrigado, ai desligou o telefone, olhou aquele arranjo de flores e foi caminhando lentamente, pegou das mãos do entregador, trouxe para junto do peito e tinha um cartãozinho dizendo: “ Você vai ser meu amor para sempre, te amo cada vez mais”. Ela chorou emocionada, o amor daquele jovem esposo, era tão grande que superou a morte, um amor que superava distancia, porque ele continuava dizendo, “ Eu te amo” e ela compreendeu que aquelas flores lhe pertenciam, que aquilo era dela por direito, porque ele já tinha pago por tudo, e ela recolheu o arranjo, colocou num vazo ali na sala e ficou horas, e horas olhando, emocionada chorou muito e dizendo: “ Eu te amo, eu também te amo, você vai ser meu amor para sempre. Estou contando essa historia pra vocês, porque há uma pessoa profundamente apaixonada por nos, e tem um amor tão grande, que este amor venceu a morte, superou os obstáculos, a distancia, ele é capaz de dizer, Você vai ser meu amor para sempre, eu te amo cada vez mais, estou falando de Jesus Cristo. E Jesus Cristo, por nos amar, amar de uma maneira tal, ele pagou todas as bençãos, uma vida transbordante e feliz para cada pessoa, que esta na face da terra, porque igualmente ele ama cada um de nos, ele ama com aquele amor de perdição, amor que é capaz de entregar a própria vida, até a ultima gota de sangue, um amor de renuncia, um amor tão intenso, tão maravilhoso, que a morte não é capaz de acabar, e o tempo não consegue apagar. Jesus Cristo é como o moço rico e apaixonado desta história, alto, bonito, inteligente, charmosso, leal, muito rico, porque não há ninguém tão rico quanto ele, e mesmo assim, ele vem e paga com sua própria vida, e com seu próprio sangue, para que eu e você que somos a pessoa que ele ama, tenha uma vida transbordante, uma vida de fartura. Nessa história, eu sou que nem o entregador da floricultura, eu vim trazer pra vocês o presente, que Jesus Cristo já pagou com sua própria vida, esta pago por toda a eternidade, e eu não posso voltar sem fazer a entrega, você que esta lendo, o presente é para você, eu sou apenas o entregador, se eu não fizer a entrega, meu patrão me manda embora, eu te que entregar essa mensagem, é pra você, receba por favor, Jesus Cristo morreu de amor, para que você tenha vida, e vida de verdade, sabendo que ele te ama tanto, que tudo na tua vida já esta pago antecipadamente. O que você vai fazer agora?, vai recusar ou vai receber, receba, receba agora o Senhor Jesus Cristo como o teu único, suficiente, exclusivo e eterno salvador, receba todas as ricas bençãos que ele já pagou pra você, que irão durar por toda a eternidade, receba esta mensagem do amor do Senhor Jesus. Jesus te ama, então tome posse de todas as bençãos, que não são apenas para o dia 12 de junho, o moço rico desta historia, dava apenas um presente anual, mas do Senhor Jesus Cristo não, é para o ano inteiro, todos os meses, todos os dias, todas as horas, todos os minutos, todos os segundos é pra sempre. 26.8.2008

 

Um jornal russo, editado pela Liga comunista Jovem, publicou uma carta de Nina K., uma menina de dezesseis anos de idade, que dizia: "eu sou membro da Liga comunista jovem. Eu sou uma menina normal, mas ao mesmo tempo eu sou incomum. Eu sou Batista! Francamente, eu não me sinto membro da Liga comunista Jovem. Eu vejo membros da Komsomol passarem por mim sem uma palavra sequer de saudação. Sinto que sou tratada com desprezo. Ao contrário disso, meus irmãos em Cristo me tratam muito bem. Eu acredito neles e acredito em Deus". O jornal apresenta a carta de Nina com o título: "alguém que se perdeu". No momento em que Nina se perdia, como dito pelo jornal comunista, ela se achou, ou melhor, foi achada! Ela foi encontrada por Jesus em um momento em que se achava menosprezada, ignorada, solitária. Ela precisava de carinho, de atenção, de um encontro com o amor. E o amor a encontrou! 1.9.2008

 

Há um provérbio que expressa: "Para aqueles que não entendem de amor, a Terra não é redonda nem quadrada. É chata!". 23.10.2008

 

Um menininho de três anos chegou da escolinha e foi conversar com sua mãe. Mostrando um desenho em quadrinhos que recebera na escolinha, disse: - "Mamãe, esse é Jesus! Jesus me ama!" A mãe concordou balançando a cabeça, surpresa e emocionada com a declaração do filho, e lhe deu um beijo carinhoso no rosto. "É verdade. Jesus ama o menininho, e ama você, e me ama, e ama todas as pessoas". A sensação de ser amado pelo Senhor Jesus, alcançado por esse amor tão imenso, tão incomparável, anula completamente o peso da vergonha pelos erros que cometemos. Jesus nos ama! Há jeito para nós! Há um recomeço! A oportunidade de fazer da forma certa é garantida, porque Jesus nos ama! Um ano depois, estando o menininho com quatro anos agora, percebendo que havia dormido sozinho no quarto da avó a tarde toda, disse ao se levantar: - "Eu dormi sozinho, mas Deus ficou do meu lado". A vergonha que sentimos por conta dos nossos erros nos faz acreditar que seremos deixados. Mas Deus não nos deixa jamais. E nos mostra que a forma como olhamos pra nós, nos sentindo tão diminuídos, falhos, não é a forma como Ele olha pra nós. Deus é aquele que diz que nos ama quando nós achamos que não há jeito pra nós. Quando apenas conseguimos apontar os nossos erros, perdendo-nos em nossas próprias angústias, Ele é a luz que brilha diante de nós, querendo nos pegar pela mão e dizer: - Calma. Tranqüilize-se. Eu amo você! Vai dar certo! Eu estou aqui! Ele não nos deixou quando Jesus estava na cruz. Tampouco o próprio Jesus, pois ficou naquela cruz até o fim. Estava estampando o Seu amor por nós, o quanto acreditava que pudéssemos vencer, crescer, termos um futuro produtivo. E mesmo assim, algumas vezes sentimos essa mensagem passar longe dos nossos corações. Mas Ele volta, insiste, e pela boca dos pequeninos vem falar conosco, lembrar-nos de Seu amor tão simples, tão puro, tão verdadeiro, e tão presente! Amor que não se altera mesmo quando não acreditamos ou não entendemos como Ele pode nos amar assim. Esse é Jesus! E isso é o quanto importarmos para Ele! 19.11.2008

 

Melbourne, Austrália, hospeda o Santuário da Memória, um monumento aos combatentes que morreram pelo seu país. Construído depois da I Guerra Mundial, foi desde então ampliado para honrar os que serviram em conflitos posteriores. É um belo lugar, com lembranças de coragem e devoção, mas o destaque do Santuário é uma sala que contém uma pedra esculpida onde simplesmente se lê, "Maior Amor Nenhum Homem Já Teve." Todos os anos no 11º dia do 11º mês às 11:00 da manhã, um espelho reflete a luz do sol sobre a pedra para iluminar a palavra amor. É um tributo pungente aos que deram as suas vidas. Nós honramos a memória daqueles que pagaram o preço extremo da liberdade. Contudo, as palavras naquela pedra têm um significado maior. Jesus falou-lhes na noite antes de Ele ter morrido na cruz pelos pecados de um mundo necessitado (João 15:13). A morte d'Ele não foi pela liberdade da tirania política mas pela liberdade da penalidade do pecado. A morte d'Ele não foi apenas para nos dar uma vida melhor, mas para nos dar a vida eterna. É importante lembrar aqueles que deram as suas vidas pelo país - Mas nunca nos esqueçamos de louvar e honrar o Cristo que morreu por um mundo moribundo. Verdadeiramente, não há nenhum amor maior que este. 20.11.2008

 

Dois irmãozinhos maltrapilhos, um de cinco anos e o outro de dez, iam pedindo comida de porta em porta. Depois de muitas portas na cara, acabaram ganhando uma latinha de leite condensado. Que festa! Ambos se sentaram na calçada. O maior fez um furo na latinha, levou-a a boca, sorveu só uma gotinha e passou a lata para o menor. - Agora é a sua vez. O pequeno chupava o leite condensado com um prazer indescritível. Para evitar que ele bebesse muito depressa, o maior tomava-lhe a lata e dava à entender que ia beber à vontade, mas, só molhava os lábios, para deixar mais leite para o caçula. - Agora é a sua vez. Só um pouquinho, heim... Quando o leite acabou o mais velho começou a cantar, a sambar e a jogar futebol com a lata vazia. Estava radiante. O estômago vazio, mas o coração cheio de alegria. E recomeçaram sua caminhada de porta em porta...25.5.2009

 

No filme Amor em Jogo, Bem Wrightman é um fanático torcedor da equipe de basquete Red Sox da cidade de Boston, nos EUA. Ele raras vezes perde uma partida durante os meses da primavera e verão. Certo inverno, Ben se apaixonou por uma jovem mulher chamada Lindsey e conquistou seu coração. Então surgiu a primavera e ela descobriu que ele era uma pessoa diferente durante o campeonato de basquete. Ele não tinha tempo para ela, a não ser que ela se dispusesse a acompanhá-lo aos jogos. Quando Lindsey terminou o namoro com Ben devido ao seu fanatismo, ele conversou com um amigo, que lhe disse: “Você ama a equipe Red Sox. Mas conte-me; eles alguma vez corresponderam a esse amor?” Aquelas palavras fizeram com que Ben analisasse suas prioridades e gastasse mais tempo com a mulher que ele amava e que lhe correspondia. Nós dedicamos nossas vidas em passatempos, prazeres, atividades, trabalho, muitas coisas boas. Mas devemos sempre pensar em duas coisas ao fazermos nossas escolhas. Jesus disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração… Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mateus 22:37,39). Quando parecer que nossa vida está perdendo o equilíbrio, a pergunta que poderá nos ajudar será a seguinte: “Será que este passatempo ou atividade alguma vez correspondeu ao meu amor?” Amar a Deus e amar as pessoas é o que realmente importa. Anne M. Cetas26.5.2009

 

Durante a cerimônia de casamento de um casal britânico, o padrinho permaneceu imóvel. Mesmo após a troca dos votos, ele não se mexeu. A figura inerte era um piloto de carro de corrida que tentava estar em dois lugares ao mesmo tempo. Por causa de compromissos contratuais Andy Priaulx, tricampeão mundial da categoria de carros de turismo teve que quebrar a promessa de participar do casamento de seu amigo. Então ele enviou sua foto em tamanho natural juntamente com um discurso pré-gravado. A noiva declarou que estava comovida pelos esforços do amigo para honrar seu casamento. O gesto de Priaulx, certamente foi criativo e não deveríamos tentar adivinhar suas intenções. Mas Jesus nos deu outro padrão pelo qual devemos mensurar a amizade. Jesus pediu aos Seus discípulos para que demonstrassem a amizade por Ele amando uns aos outros assim como Ele os amara. Depois, Ele foi adiante, e ao antecipar Sua morte na cruz afirmou: “Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos” (João 15:13). Esta profundidade de amizade não significa simplesmente fazer o que é certo. Envolve sacrifício e surge do relacionamento com aquele que verdadeiramente deu a Sua vida por nós. Será que estamos demonstrando aos outros que somos amados por Jesus como Ele é amado pelo Seu Pai? (João 15:9). Martin R. De Haan1.7.2009

 

Amor é mais do que um sentimento, é colocar as necessidades do outro acima das nossas.1.7.2009

 

"Quem, sendo amado, poderia ser pobre?" Oscar Fingal O'Flaherty Wills Wilde, escritor, poeta, IRL, 1856-19007.7.2009

 

Gostaria de compartilhar com todos um trecho da biografia do herói missionário Hudson Taylor, um dos maiores missionários cristãos, que levou o evangelho para a China, tendo perdido esposa e filhos em perseguições contra o cristianismo, mas que o serviu por 84 anos de sua vida, com toda devoção e fidelidade. Ouçamo-lo, quando se despedia de sua querida mãezinha, embarcando num navio para a China, talvez para nunca mais vê-la: “A minha querida mãe, que agora está com Cristo, veio a Liverpool para despedir-se de mim. Nunca me esquecerei de como ela entrou comigo no camarote em que eu ia morar quase seis longos meses. Com o carinho de mãe, endireitou os cobertores da pequena cama. assentou-se ao meu lado e cantamos o último hino antes de nos separarmos um do outro. Ajoelhamo-nos e ela orou. Foi a última oração de minha mãe antes de eu partir para a China. Ouviu-se então o sinal para que todos os que não eram passageiros saíssem do navio. Despedimo-nos um do outro, sem a esperança de nos encontrarmos outra vez... Ao passar o navio pelas comportas, e quando a separação começou a ser realidade, do seu coração saiu um grito de angústia tão comovente, que jamais me esquecerei. Foi como que meu coração fosse traspassado por uma faca. Nunca reconheci tão plenamente até então, o que significam as palavras: Pois assim amou Deus ao mundo. Estou certo de que a minha preciosa mãe, nessa ocasião, chegou a compreender mais do amor de Deus para com um mundo que perece do que em qualquer outro tempo da sua vida. Oh! como se entristece o coração de Deus ao ver como seus filhos fecham os ouvidos à chamada divina para salvar o mundo pelo qual seu amado, seu único Filho sofreu e morreu!” (BOYER, Orlando. Heróis e Mártires da Obra Missionária, CPAD, Rio de Janeiro, pág. 191). Toda vez que leio este trecho da biografia de Hudson Taylor, o meu coração se enche de emoção. Aqui há uma prova real de amor, uma doação. A mãe de Hudson deu o seu filho para pregar o evangelho entre os chineses. O evangelho é a única forma de salvar um ser humano. Deus amou ao mundo e deu Seu único Filho para que morresse em nosso lugar. Amar é dar. Wagner Antonio de Araújo9.7.2009

 

Certa vez, um homem bem intencionado foi à igreja com roupas sujas. Tornando-se notado entre os outros, limpos e bem vestidos, ele disse a alguém que lhe ficava perto, após a reunião: — Eis uma coisa que faz o amor cristão: abaixa-nos todos ao mesmo nível. — Não, amigo — respondeu o vizinho —, o amor cristão nos eleva ao mesmo nível.24.8.2009

 

O Dr. Pennell, médico missionário na Índia, conta um episódio interessante da obra de evangelização desse povo. Em missão diplomática, um oficial inglês se dirigia ao Afeganistão, quando foi aprisionado. Após seis meses de cárcere, finalmente, foi decapitado por recusar o maometismo. Seu diário foi enviado às mãos da solícita e carinhosa irmã, que leu todas as páginas com o coração torturado. Mas o amor de Cristo dominou seu coração impedindo que ela odiasse os assassinos do irmão. Sua reação foi diferente. No hospital dirigido pelo Dr. Pennell, na fronteira afegã, os enfermos passaram a usar uma cama doada e mantida pela irmã do oficial inglês. Apesar da costumeira rebeldia dos pacientes, ao saberem da origem da cama, reagiram de modo favorável ao cristianismo, que produz tal espírito perdoador. Por causa daquela cama, inúmeras almas já foram conquistadas para Cristo, confirmando a palavra do apóstolo Paulo: "O amor jamais acaba".25.8.2009

 

"A pergunta mais importante é: o que você está fazendo pelos outros?" Martin Luther King Jr., orador, pastor protestante, EUA, 1929-196828.9.2009

 

Amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

 

É um não querer mais que bem querer;

É um andar solitário entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É um cuidar que se ganha em se perder.

 

É querer estar preso por vontade

É servir a quem vence o vencedor,

É ter com quem nos mata lealdade.

 

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade;

Se tão contrário a si é o mesmo amor?

Luís de Camões28.9.2009

 

Certa vez, uma moça, muito romântica, que gostava de escrever poesias, procurou um editor para editar um livro de poesias, pois julgava que suas poesias mereciam ser conhecidas pelo público. Na entrevista com o editor, o mesmo lhe perguntou: o que é o amor? Amor Sacrificial. Ela viu ali uma grande oportunidade para mostrar o seu talento e recitou a mais bela poesia sobre amor que escrevera. Esta poesia falava de flores no campo, do entardecer ensolarado, do pássaro cantando nostálgico na floresta entre outras coisas. Ao final o editor lhe disse que sentia muito, mas não poderia publicar seu livro. Ela frustrada e entre lágrimas quis saber do porque daquela decisão do editor. Ele lhe disse. "Amor é levantar de madrugada, com temperatura abaixo de zero grau, esquentar água e colocá-la num saco de borracha e depois depositá-lo aos pés de uma criança pequena para lhe aquecer o corpo". Isto é amor. O amor tem muito mais a ver com coisas desagradáveis e práticas do que com sentimentos românticos. É claro que o sentimento está presente, mas é pouco, pois o amor sempre permanecerá quando qualquer sentimento vai embora, ele permanece inclusive quando o sentimento é o oposto, como amar o inimigo, por exemplo.28.9.2009

 

Mas não basta colocar uma faixa "A igreja que ama você", do lado de fora do templo. Isto é artificial. Como disse um vizinho de uma igreja com letreiro semelhante: "Se vocês me amassem, me respeitariam, fazendo menos barulho e incomodando menos meu repouso!". Também não basta cantar aquele corinho "Esta igreja ama você" e as pessoas saírem apertando mãos umas das outras, sem ao menos olhar em seus olhos. Um dos romances de Mario Simmel tem este título: "Amor é só uma palavra". Francis Schaeffer, pensador cristão, em uma de suas obras tem um capítulo com este título: "Amor não é só uma palavra". Schaeffer tem razão. Amor são gestos, são atitudes.1.10.2009